Conceitos Limitadores

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Conceitos Limitadores

 

Conceitos Limitadores

Cada vez mais tomo consciência dos conceitos limitadores que estão gravados dentro de mim. Não importa de onde eles vieram; esse é um facto: são conceitos pré-definidos, associações, julgamentos, conceitos sobre o que é certo ou errado, formas de lidar, perspectivas.

Não adianta tentar atirar as culpas para cima de alguém, ou julgar, ou zangar-me; o que importa é que neste momento eu sou a única responsável pela minha vida e por modificar tudo aquilo que não quero que seja uma realidade para mim.

No fundo, esses conceitos são limitadores porque se apresentam como regras; faz-me lembrar a matemática, em que sempre 1+1=2.

São filtros, toda a realidade passa através deles e é assim transformada, destorcida, retirada da sua originalidade. Tudo o que recebo tem a ver com aquilo que eu quero receber, com o que me permito receber, com o que tenho capacidade de receber.

Dou-me muitas vezes conta dessas limitações.

Pode ser uma situação que me ponha em contacto com uma experiência que tenho dentro de mim rotulada com uma determinada atitude.

 È disso exemplo a crença de que o trabalho é algo chato, um frete, algo que se faz apenas porque tem que ser, porque precisamos de dinheiro (para sobreviver).

A ideia de que precisamos nos prostituir por dinheiro, e que precisamos de ter em conta, num trabalho, o quanto nos poderá dar em dinheiro, e não em prazer, pois a parte do prazer faremos como um hobbie, ou voluntariado, de graça (como se fosse um “pecado” ganhar dinheiro sentido prazer com o que se faz…).

Ou então, esse prazer ser-nos-á proporcionado um dia, quando conseguirmos juntar todo aquele dinheiro que precisamos para o fazer acontecer… e no fundo, nunca chegamos lá…

Essa ideia tem ceifado muitas oportunidades.

Um trabalho é uma forma de existir, de me dar/doar, é uma forma de existir e por isto não pode nunca, jamais, ser um frete. Trabalhar é receber e dar de mim ao mundo, como pode ser uma chatice? Trabalhar tem de ser uma bênção, um prazer; trabalhar tem de ser uma forma de me expressar, pois é o tempo que mais preenche o meu dia!

Passar a maior parte do dia num frete? Numa fuga? Tentando enquadrar uns minutos de Prazer nos intervalos?

Por muito estranho que pareça, essa crença acaba por nos levar a isso mesmo, a trabalhos que não gostamos, que não queremos, que só nos mantêm na sobrevivência – porque é isso que acreditamos!

Eu estou a libertar-me dos conceitos que me limitam de viver uma vida plena de prazer constante! Eu liberto-me falando delas, tomando consciência da sua presença dentro de mim, sabendo que eles não são o que EU SOU, são apenas isso: gravações, e que por isso podem ser modificadas! Obrigado!

Nota: o que é aqui escrito é a minha experiência. O que se pretende aqui é dar a conhecer experiências do dia-a-dia, que poderão ser úteis a quem se identificar com elas. Isto não invalida o facto de que a verdade está em constante alteração, assim como também a nossa consciência, que com as nossas experiências vai evoluindo.

Não se esqueçam: A única coisa que temos, como garantia, nesta vida, é a Mudança!

Composto e Postado por:

Elisabete Milheiro

Metamorfose Real

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Sim, é possivel criar uma vida nova!!!