A Religião das Vacinas

Mark Sircus Ac., OMD
International Medical Veritas Association

As empresas farmacêuticas querem se assegurar de que as pessoas não tenham medo das vacinas.
Robert F. Kennedy Jr.

Existem muitas pessoas para as quais é inconcebível que exista oposição organizada às vacinas. Algumas dessas pessoas realmente acham que deveria ser reservado um lugar especial no inferno para gente que quer matar ou mutilar crianças, impedindo-as de receber vacinação, e que deveria ser guardado um lugar no céu para todos aqueles que decidiram que realmente é uma boa idéia injetar uma longa lista de substâncias químicas tóxicas, incluindo mercúrio, nos corpos de crianças pequenas.

Tenho a sensação de que os resultados da primeira fase eram propensos demais a ser tendenciosos a fim de servir como base para decisões importantes relativas a saúde pública.
Dr. Thomas Verstraeten

 

Talvez esse lugar no inferno esteja reservado para aqueles médicos e cientistas que arriscaram a vida das nossas crianças em estudos epidemiológicos que não deveriam ter sido usados como base para decisões cruciais na saúde pública. Aqui, Verstraeten está falando de seu famoso estudo sobre timerosal e autismo, que mencionaremos bastante neste livro. Não importa qual é a verdade sobre o alegado encobrimento na reunião secreta em Simpsonwood, retiro formado por médicos e executivos farmacêuticos para examinar os achados de Verstraeten, está claro que decisões relevantes sobre a saúde foram tomadas tendo como fundamento estudos epidemiológicos falhos. Poderíamos questionar facilmente em que momento os médicos começarão a mostrar suas bolas de cristal ou simplesmente reivindicar conhecimento divino, já que abandonaram a ciência séria em favor do tipo de fé cega que encontramos nas seitas religiosas.

Quando levamos em conta os bilhões de dólares que financiam as campanhas de vacinação, não surpreende que a propaganda a favor das vacinas imprima sobre o público um fervor quase religioso.
Jini Pastel Thompson

 

A idéia principal do lado favorável às vacinas, que é repetida muitas e muitas vezes, é esta: “Graças às vacinas, doenças que mataram ou mutilaram milhões durante a maior parte da história da humanidade foram praticamente erradicadas. Onde existem programas de imunização consistentes, doenças como poliomielite, sarampo, caxumba e difteria são flagelos do passado. Esse feito notável é ameaçado periodicamente por suspeitas sobre as vacinas, que podem fazer com que os pais resistam a ter seus filhos inoculados.”

[i] Este é o mantra que todo o mundo conhece mas que ninguém no mundo médico parece ter respaldo científico para provar.

As autoridades médicas temem que pais, ao não vacinarem os seus filhos, coloquem em risco a saúde da criança e da comunidade circundante. Eles pensam que a imunização em massa acaba com o sofrimento causado por doenças infecciosas do passado. Acham que os pais que estão virando as costas para a instituição médica e as vacinas esqueceram as terríveis doenças do passado, que foram erradicadas por vacinas. Essas mesmas autoridades, e os jornalistas da área médica dos maiores jornais do mundo inteiro, falam sobre crenças que todos compartilham, mas não podem e não querem provar. Eles dizem que as vacinas salvam vidas, mas não revelam quantas vidas elas destroem.

De acordo com os arquivos da Metropolitan Life Insurance Company, desde 1911 até 1935, as quatro principais causas de mortes infantis por doenças infecciosas nos EUA foram difteria, coqueluche, escarlatina e sarampo. Entretanto, em 1945 os números de mortes por estas doenças foram reduzidos em 95%, antes da implementação dos programas de vacinação em massa.
Dr. Harold Buttram

Não existe comprovação científica real de que vacinações são seguras ou efetivas, e não existem estudos com grupos de controle, porque autoridades médicas consideram que “não vacinar” é anti-ético, e se recusaram a estudar voluntários não vacinados. O que temos são dados coletados por funcionários da saúde, e os padrões no longo prazo são claros. O público nunca foi informado de que a mortalidade decorrente de doenças infecciosas diminuiu bem antes de as vacinas terem sido introduzidas, e de que o crédito que os vacinistas insistem ser deles é roubado, não merecido. Todo o debate sobre benefícios versus riscos não faz sentido quando os benefícios são somente presumidos, mas não comprovados. Teoria e prática de imunização são baseadas em suposições falhas, conforme demonstrado no gráfico a seguir:


O gráfico acima é baseado em informações encontradas no livro de Tim O´Shea The Sanctity of Human Blood (A Santidade do Sangue Humano) e no livro de Michael Alderson International Mortality Statistics (Estatísticas Internacionais de Mortalidade). Ele mostra as taxas anuais de mortalidade nos Estados Unidos para quatro doenças comuns entre 1906 e 1975. A propaganda em prol da vacinação tem sido tão bem sucedida que a maioria de nós acredita automaticamente que vacinas são tão efetivas que deriva delas a erradicação quase total de doenças infantis sérias. Nada poderia estar mais longe da verdade. “Até 90% da redução total nas taxas de mortalidade infantil decorrente de coqueluche, escarlatina, difteria e sarampo entre 1860 e 1965 aconteceu antes da introdução de imunizações e de antibióticos”, disse o Dr. Archie Kalokerinos.

Os gráficos abaixo, baseados nos números oficiais de mortes conforme registrados no Official Year Books of the Commonwealth of Austrália (Registros oficiais tipo cartório), foram obtidos do excelente livro de Greg Beattie Vaccination – A Parent´s Dilemma (Vacinação –um dilema para pais) e representam o declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas na Austrália. Eles mostram claramente que as vacinas não têm nada a ver com o declínio das taxas de mortalidade.

Na sequência: coqueluche (“whooping cough”), difteria, sarampo, poliomielite, escarlatina e tifo. O eixo vertical mostra a taxa de mortalidade e a seta indica quando a vacina para aquela doença foi introduzida. No caso da escarlatina não houve vacinas e no caso do tifo não houve vacinação abrangente.

A maioria dos ministérios da saúde no mundo inteiro exibe gráficos que começam nos anos 1950 ou até 1970, com o objetivo de aparentar que as vacinas foram responsáveis pela erradicação de doenças, mas ao estendermos esses gráficos na direção do passado, para o início do século XX ou mesmo incluindo os últimos anos do século XIX, logo vemos que as vacinas pouco fizeram para ajudar no declínio das doenças citadas. Os gráficos abaixo mostram claramente como as informações podem ser apresentadas de uma maneira extremamente enganosa. O gráfico 1 leva o leitor a acreditar que a vacina contra o sarampo foi responsável pela queda de mortes, mas o gráfico 2, que inclui mais informações, voltando até 1900, claramente expressa a realidade de que a maior parte do declínio já havia acontecido e que o início da vacinação não teve impacto algum na taxa de redução posterior.

Um gráfico adequado da incidência de doenças contagiosas, que começa em 1900 (ou antes), mostrará um quadro de mortes, incidência e gravidade de doenças que tiveram redução de 90% (em média) antes da introdução de vacinas. A peste e a escarlatina foram reduzidas sem vacinação. A mortalidade por sarampo diminuiu 99,7% antes da introdução da vacina. Em algum ponto chegaremos inevitavelmente à conclusão de que a “necessidade das vacinas” não passa de um slogan comercial, e que não é algo baseado nas realidades científicas. A maior parte do crédito pela erradicação de doenças infecciosas, na verdade, corresponde à melhoria das condições de saneamento, às redes de esgoto e à distribuição de água e alimentos.

Muitas das doenças comuns, para as quais as vacinas foram elaboradas como método de prevenção, mostram um comportamento similar à pólio, que hoje nos Estados Unidos somente ocorre quando é aplicada a vacina que contém o vírus vivo. Em 1999, somente oito casos de pólio foram registrados e todos foram causados pela vacina oral[1]. Dr. Jonas Salk, que desenvolveu a primeira vacina contra pólio, declarou perante um sub-comité do Senado estadunidense que quase todas as epidemias de pólio ocorridas desde 1961 foram causadas pela vacina oral. O Dr. Salk declarou: “Vacinas contendo vírus vivo contra gripe e pólio, por exemplo, podem causar a doença que deveriam prevenir…”[ii]

Como vimos acima, a maioria dessas doenças estava em declínio radical exatamente na época da introdução das vacinas, de forma que não existe evidência sólida que ligue a erradicação destas doenças ao uso crescente das vacinas destinadas a prevení-las. O Dr. Sabin, que desenvolveu a vacina mais recente contra pólio, disse: “Dados oficiais mostram que as vacinações em larga escala falharam na obtenção de qualquer melhora significativa das doenças contra as quais foram destinadas a dar proteção”[iii]

Muitos têm uma visão reservada de que as vacinas Salk e Sabin, contra pólio, elaboradas com tecidos de rins de macacos, tenham sido diretamente responsáveis pelo maior crescimento de leucemia neste país.
Dr. F. Klenner – Pesquisador de pólio

 

Você nunca vai encontrar um oficial da saúde que debata esses assuntos profundamente, em público ou em particular. Autoridades médicas fogem de debates científicos abertos, e sabemos muito bem que essa discussão é evitada pela incapacidade de comprovar os benefícios propalados. A questão das vacinas não é uma questão religiosa, ainda que muitas vezes seja reduzida a isto pela imprensa médica, que repete crenças cegas porque seus superiores assim exigem. A imprensa e a comunidade médica literalmente se prostituem sobre o assunto vacina, mantendo o público o mais confuso possível para, assim, conservar as vacinações e os lucros das empresas farmacêuticas o mais alto possível. Este livro lança um olhar sobre as realidades do programa de imunização e os terríveis efeitos colaterais que as crianças sofrem com as substâncias químicas contidas nas vacinas.

Quando você terminar de ler este livro, vai perceber que diversas gerações de médicos e funcionários da saúde pública têm envenenado os pequenos com mercúrio, usando-o como conservante em vacinas sem qualquer teste para provar sua segurança. A realização de tais testes é impossível, porque não há uma maneira de provar que um veneno neurológico letal é seguro. Foi o assunto “timerosal” que finalmente fez eclodir verdades chocantes que tanto a comunidade médica como a imprensa conspiraram para esconder. A palavra é veneno. Vacinas contêm e sempre contiveram venenos como mercúrio e alumínio, que são conhecidos por causar destruição neurológica.

Não espere que a leitura deste livro seja confortável. O envenenamento dos pequenos é um assunto sério, e os que apoiam tal prática no fim serão acusados por crime contra a humanidade. Temos nas mãos uma geração de crianças muito doentes. Entre asma, desordens neurológicas, cancro, diabetes, alergias graves e outras doenças infantis que estão crescendo em geral, temos um denominador comum para explicar a causa dessas doenças. Estamos envenenando nossas crianças. No caso das vacinas, estamos permitindo que os nossos médicos e enfermeiros envenenem as crianças com mercúrio e uma longa lista de drogas altamente tóxicas. Também nos asseguramos de que elas tomem água envenenada, comam alimentos envenenados, usem pasta de dentes com veneno, e além disso limpamos as nossas casas com veneno, envenenamos o nosso ar, as nossas escolas e até usamos veneno nos materiais para preenchimento de obturações nos dentes.

O mercúrio é o escolhido numa lista de outras substâncias químicas como chumbo, flúor, antimónio, arsénico, pesticidas, herbicidas, insecticidas, conservantes alimentícios, realçadores de sabor, aromatizantes e milhares de outros produtos químicos que estão envenenando as nossas crianças. O mercúrio é uma catástrofe e agora paira como uma nuvem radioativa invisível sobre a nossa Terra, que um dia foi pura. Está em toda parte: no solo, no mar, no ar e nos consultórios odontológicos, nos hospitais e nas clínicas pediátricas, onde nunca deveria estar. O mercúrio ameaça igualmente os jovens e os velhos não só porque é o elemento não-radioativo mais tóxico que existe, mas porque os dentistas e médicos decidiram que era totalmente razoável usar este veneno neurológico mortal nas suas terapias – chegando a injectar 25 microgramas do veneno em bebés recém nascidos contra uma doença que eles nem mesmo correm risco de contrair, que é o caso da hepatite B.

Na história das vacinas e na história da toxicidade química no meio ambiente, o mercúrio ocupa uma posição desastrosa, que somente agora começamos a compreender. A ciência é clara, e apenas médicos e autoridades médicas que não desejam ver a verdade médica seguirão defendendo a continuidade do uso de mercúrio na medicina e na odontologia. A existência de tais homens e mulheres, sentindo-se confiantes para decidir sobre o destino das nossas crianças, é um espelho verídico da degradação da ciência médica e do perigo extremo a que expomos as nossas crianças quando as entregamos aos cuidados dessas pessoas. Em termos de vacinas – cuidado: visite seu pediatra com reservas. Ele está autorizado legalmente a envenenar os seus filhos. Se o seu filho morrer após receber a vacina, ou cair nas sombras do autismo, o seu médico está completamente protegido contra algo que colocaria outros atrás das grades pelo resto da vida.

A questão do mercúrio não é o único problema em relação às vacinas. Mas é o ponto que destruiu a integridade da comunidade médica ocidental. É o tópico com as melhores chances de baixar a crista da medicina. É o Armagedon da medicina alopática e, como tal, será negado e encoberto do mesmo modo como um criminoso nega responsabilidade para escapar da punição e da perda da imagem e do prestigio. O poder das empresas farmacêuticas e da indústria médica é tão grande que elas transformaram várias gerações de pediatras em gente que envenena crianças e se sente perfeitamente bem com isso.

Não é muito confortante saber que a família Bush e a administração atual têm ligações com a Eli Lilly, empresa que criou o timerosal. Temos o pai do presidente Bush que, após sair do cargo de diretor da Central Intelligence em 1977, foi nomeado diretor da Eli Lilly Pharmaceutical Company pela família de Dan Quayle, que possuía o controle accionário da empresa. Temos o diretor de orçamento da Casa Branca, Mitch Daniels, antes um executivo da Eli Lilly; e o CEO da Eli Lilly Sidney Taurel , que trabalhou no conselho consultivo de segurança pátria do presidente. E quando descobrimos que o presidente do Instituto do Conselho Administrativo de Medicamentos é Gail H. Cassel, PhD, da Eli Lilly, temos razão de temer pelas nossas crianças.

[1] N.T.: segundo panfleto veiculado pela GlaxoSmithKline, empresa multinacional produtora de vacinas, o último caso de pólio devido ao vírus selvagem no Brasil ocorreu em 1996. Desde então todos os casos de pólio no nosso país foram causados pela vacina oral.
[i] USA Today July 7, 2005 editorialhttp://www.usatoday.com/news/opinion/editorials/2005-07-05-our-view_x.htm
[ii] Science 4/4/77 Abstracts
[iii] Dr A. Sabin, developer of the Oral Polio vaccine (lecture to Italian doctors in Piacenza, Italy, Decemebr 7th 1985)

Fonte: http://vacinaveritas.blogspot.pt/2007/06/religio-das-vacinas.html