A SIDA

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A SIDA

 

A SIDAA SIDA

 

SIDA é a designação abreviada de Síndroma de Imunodeficiência Adquirida. Como o seu nome indica, esta doença caracteriza-se por uma deficiência do sistema imunológico que não é hereditária, mas sim adquirida no transcurso da vida do doente. Para que se compre­enda bem o que é a SIDA, é necessário, antes de mais nada, possuir­-se um conceito claro do sistema imunológico e da sua forma de acção.

A imunidade

O sistema imunológico é constituído pelo conjunto de procedimen­tos de defesa que o organismo possui para se proteger dos perigos que o ameaçam. O organismo é, pois, capaz de reconhecer o que é alheio à sua organização interna.

Graças ao seu sistema de defesa, também é capaz de destruir e eliminar os elementos perturbadores, quer provenham do exterior (germes infecciosos, substâncias tóxicas…) quer provenham do inte­rior (células anormais: cancerosas ou habitadas por vírus).

A imunidade é o estado de um organismo protegido de todas as consequências doentias provocadas pelas agressões microbianas, não porque essas agressões não se produzam, mas sim porque é capaz de triunfar facilmente sobre as infecções que provocam.

Em oposição ao estado de imunidade encontra-se aquele em que o organismo, quando se encontra infectado ou envenenado, não reage para se defender. Significa que está em estado receptivo. Este estado não pode prolongar-se por muito tempo, pois se um organismo não consegue triunfar sobre os seus agressores, eles triunfarão sobre ele e destruí-Io-ão. O resultado do combate é sempre a morte, quer seja do agredido (o organismo) quer seja dos agressores (os micróbios).

A periculosidade dos micróbios

micróbios

A ideia mais difundida é que o micróbio, e não o terreno, é a causa principal de todas as doenças. A noção de micróbio e o carácter nefasto dos germes infecciosos no organismo não se consegue com­preender claramente.

Por assim dizer, os micróbios vivem em todo o lado. Povoam tanto o ambiente que nos rodeia (as nossas casas, o ar que respiramos, os alimentos que comemos) como o “ambiente interior”, ou seja, as mucosas e as cavidades ocas dos nossos órgãos.

Os maiores micróbios pertencentes ao reino animal são, por exem­plo, a ameba da disenteria ou o parasita do paludismo. Os micróbios vegetais tanto podem ser fungos microscópicos (bolores ou fermen­tos) como algas (bactérias ou bacilos, como o estreptococo da escar­latina e o bacilo da difteria).

Os vírus são micróbios de origem mineral. São os mais pequenos. Encontram-se presentes na poliomielite, no sarampo, na papeira, na varicela, na gripe, na meningite, no herpes, na hepatite B, na raiva…

A acção dos microrganismos não é sistematicamente má, como geralmente se pensa. Se todos os micróbios fossem perigosos, o ser humano há muito teria desaparecido da face da Terra. Na verdade, alguns microrganismos têm até uma actividade benéfica, como os que formam a nossa flora intestinal, indispensável ao desenvolvimento correcto dos processos digestivos. Há outro tipo de micróbios desig­nados como neutros, como, por exemplo, os micróbios da pele. O organismo tolera-os, sem tirar deles qualquer proveito, mas também sem sofrer pela sua presença. Ao contrário, quando os micróbios patogénicos que constituem a terceira categoria de microrganismos se encontram no interior do corpo, exploram os recursos deste, passando a viver à sua custa sem nada lhe oferecer em troca.

Por outro lado e nesta situação, tudo quanto constitua um benefício para os micróbios representa, para o hospedeiro, perdas e prejuízos que podem tornar-se importantes até ao ponto de fazer perigar a sua vida. É evidente que o sistema imunológico começa a funcionar ante a presença desta terceira categoria de microrganismos. O organismo reclama procedimentos de defesa para poder libertar-se deles. Então, perguntamos, em que é exactamente nociva a acção de um germe infeccioso?

Por si só, a acção de um micróbio que penetra no nosso organismo seria desprezível; o que se passa é que ele não permanece sozinho por muito tempo, uma vez que se multiplica rapidamente.

Logo, os tecidos sentem-se rapidamente invadidos por uma multidão de micróbios semelhantes, cuja acção nefasta aumentará de forma proporcional ao número de micróbios presentes.

Para poderem viver, sugam dos líquidos orgânicos as substâncias nutritivas de que necessitam e expulsam para o exterior os resíduos. Ora, esse exterior para onde expulsam os seus próprios detritos é nem mais nem menos que o interior do nosso organismo.

Algumas destas substâncias, sem serem tóxicas, podem, no entan­to, agir de forma nefasta. Frequentemente, digerem vários constituin­tes dos tecidos que os rodeiam, o que facilita a sua penetração e difusão pelos tecidos vizinhos.

Mas o problema provém, sobretudo, das lesões orgânicas que daqui derivam, principalmente se têm lugar nos órgãos nobres, como o cérebro ou o coração. Além disso, essas substâncias não tóxicas po­dem perturbar o metabolismo do tecido hospedeiro e desviá-lo para uma direcção anormal e perigosa. Por exemplo: o metabolismo desviado da glicose conduz à gangrena.

Os produtos tóxicos segregados pelos micróbios possuem uma acção ainda mais nefasta. As toxinas, ao envenenarem qualquer órgão, perturbam o seu funcionamento (paralisia nervosa da poliomielite, contracção muscular mortal no caso do tétano) ou destroem tecidos celulares inteiros, causando lesões ulceradas da pele e das mucosas, etc. Para além do mais, a destruição rápida de um grande número de células produz uma grande quantidade de resíduos e substâncias tó­xicas que terão também, por sua vez, uma acção intoxicante sobre o organismo.

Em suma, os efeitos nefastos de uma infecção microbiana são o envenenamento do corpo e a destruição dos tecidos.

Defesas do organismo ou o sistema imunológicoLeucócitos – Glóbulos Brancos

O organismo, para poder proteger-se e lutar contra os agentes infecciosos, dispõe de dois procedimentos diferentes. Por um lado, um procedimento de protecção não específico, que actua de forma indis­tinta sobre todos os germes infecciosos, sejam eles quais forem. Ao estado de protecção que daí resulta chama-se imunidade natural inata. Corresponde ao estado geral de resistência do corpo face às agressões.

O segundo procedimento apenas é utilizado quando o primeiro se revela insuficiente, ao ser superado pela invasão microbiana. É como se se tratasse de um sistema de defesa de reserva. Por outro lado, a sua acção é muito mais especializada, uma vez que actua de modo diferente consoante as características do agressor. Por esse motivo, o estado de protecção que se produz recebe o nome de imunidade es­pecífica adquirida.

O estudo destes procedimentos volta a evidenciar a importância primordial do terreno. Com efeito, apesar dos termos “agressor” e “invasor” utilizados para designá-los, os micróbios não são impulsio­nados por uma lógica de destruição, mas, como todo o ser vivo, esforçam-se para encontrar condições de vida convenientes. Se um organismo humano lhas oferecer, eles prosperam e multiplicam-se com toda a naturalidade. Os prejuízos que originam no organismo hospedeiro são uma consequência e não uma meta.

O desenvolvimento de uma doença infecciosa deve-se mais à nossa incapacidade de resistir do que à força intrínseca do micróbio. Em geral, sucumbimos com maior rapidez devido às nossas fraquezas do que à força que o micróbio possa possuir. Esta relação de inter­dependência entre o organismo e a doença foi magnificamente resumida por Pidoux, médico do século XIX: “Quanto mais decai o orga­nismo, mais sobe a doença; quanto mais ele se degenera, mais ela se desenvolve. Ela vive dele, forma-se nas suas alterações e nos seus resíduos.”

Defesas não específicas

A pele e as mucosas que envolvem as cavidades internas do orga­nismo representam a primeira linha de defesa contra a penetração dos germes. Pela sua própria estrutura, ambas constituem uma barreira impermeável aos germes, que só poderá ser atravessada em caso de ferimento ou queimadura. Além disso, as secreções sebáceas e sudoríparas exercem uma actividade antimicrobiana, sempre que as glândulas em questão funcionem devidamente. O mesmo ocorre com as glândulas das mucos as – glândulas salivares, lacrimogéneas, etc. ­que também contêm, na sua maior parte, substâncias antimicrobianas.

A própria composição dos líquidos orgânicos e o estado do terreno constituem outro elemento das defesas não específicas. O ponto de vista clássico admite que a possibilidade de sobrevivência de um germe no interior dos nossos tecidos depende do grau de acidez ou aIcalinidade, do grau de oxigenação, dos metais catalisadores presentes e, também, da sua maior ou menor saturação em secreções endócrinas. Por outras palavras, consoante o estado de equilíbrio dos nossos líquidos orgânicos, um germe ver-se-á, ou não privado das condições necessárias à sua sobrevivência. Se o meio lhe for hostil, morrerá imediatamente ou o seu desenvolvimento será seriamente dificultado. Nestas circunstâncias, o corpo possui uma imunidade na­tural face aos germes que nele penetram.

Se, apesar de tudo, um germe consegue sobreviver, mesmo dadas as debilidades do terreno, a sua vida perigará pela presença de um tipo especial de glóbulos brancos: os fagócitos, que actuam como guardiões do organismo. Estes glóbulos brancos encontram-se no sangue em grande número (6000/mm3) e, ainda, em diferentes lugares estratégicosdo organismo, por exemplo, nos gânglios.

Os fagócitos reproduzem-se rapidamente para fazerem frente aos agressores. Seja qual for o micróbio invasor, os fagócitos destroem-no, comendo-o (fagocitose). O afluxo de sangue à região invadida pelos micróbios facilita a chegada dos fagócitos e determina uma inflamação local. Se a invasão afectar todo o organismo, produz-se uma inflamação generalizada que se traduz em febre.

As defesas não específicas do organismo são suficientes para o protegerem da maioria dos riscos de infecções.

Defesas específicas 

Nos casos em que tanto os meios de defesa gerais como polivalentes são insuficientes para impedir a invasão dos germes, o sistema imunológico recorre a defesas específicas, essencialmente aos linfóci­tos, que são glóbulos brancos diferentes dos fagócitos. Estes podem ser linfócitos T, que matam os germes infecciosos ao entrarem em contacto directo com eles, ou linfócitos B, que os matam à distância, segregando substâncias tóxicas para o germe, isto é, os anticorpos.

Seja qual for o germe infeccioso que penetre no organismo, existe sempre um linfócito perfeitamente adaptado para exterminá-lo, mas ineficaz para a destruição de qualquer outro tipo de germe.

Quando o sistema imunológico localiza um germe perigoso, selec­ciona os glóbulos brancos capazes de proceder à destruição do invasor e estimular a sua auto-multiplicação.

Deste modo, os linfócitos T e os linfócitos B são capazes de se multiplicar rapidamente, para poderem destruir o inimigo antes que este os destrua.

Entre os linfócitos T, há uma categoria sobre a qual deve recair a nossa atenção, devido ao papel importante que desempenha e às suas implicações com a SIDA; trata-se dos linfócitos T4. Comportam-se como se fossem chefes de orquestra, dirigindo as reacções de defesa. Após a localização do germe infeccioso, estimulam a multiplicação dos linfócitos T especializados na destruição de células anormais ­por exemplo, as que albergam o vírus. Além disso, os linfócitos T4 põem em funcionamento todos os meios de defesa. Sem eles, o corpo encontrar-se-ia numa situação desesperada, pois se o “director das operações” faltasse, o sistema de defesa não estaria a postos para combater o invasor.

SIDA, uma doença vírica  HIV

O vírus implicado na SIDA é designado por HIV (Human Immuno­deficiency Virus) ou por LAV (Lymphadenopathy Associated Virus­vírus associado à linfadenopatia).

Uma propriedade comum aos vírus em geral é a de não poderem sobreviver de forma independente. Eles precisam de viver no interior de uma célula hospedeira, animal ou vegetal, já que utilizam os cons­tituintes da célula para viverem e se multiplicarem.

Este estado de dependência explica os danos originados pelas in­fecções víricas. Quando os vírus se multiplicam exageradamente numa célula, perturbam-lhe o funcionamento e acabam por originar-lhe a morte por rebentamento. Os vírus, libertados desta maneira, vão co­lonizar outras células para poderem sobreviver, células essas que, por sua vez, serão destruídas também. Deste modo, os vírus vão causando lesões em tecidos importantes.

Cada tipo de vírus possui afinidade com determinados tecidos. Por exemplo, o vírus da hepatite tem predilecção pelas células do fígado, o vírus do sarampo, pela  pele.

O vírus LAV tem predilecção pelos linfócitos T4. É este o aspecto dramático desta infecção. O vírus LAV coloniza e destrói as células que estão encarregues da sua própria destruição!

Dado o estado de dependência da célula, o vírus LAV não poderá multiplicar-se senão quando a própria célula se multiplicar, isto é, quando o número de linfócitos T4 aumentar para fazer frente a uma infecção. No entanto, enquanto a célula, ao dividir-se, só dá origem a duas células-filhas, o vírus reproduz-se em milhares de exemplares. Este processo ocasionará o rebentamento da célula e fará com que os vírus libertados colonizem outros linfócitos T4. O mesmo fenómeno reproduzir-se-á nas células recém-infectadas, dando lugar a que cada vez mais linfócitos T4 sejam infectados e destruídos e, então, com o tempo, o seu número irá diminuindo. Felizmente, possuímos vários biliões de linfócitos T4. Mas, quando a doença se desenvolve, chega­-se a um momento em que a quantidade fica tão restringida que o corpo não terá condições de se defender contra outros agentes infec­ciosos que o invadam. Por falta de linfócitos T4, os germes infecciosos encontram apenas um número muito escasso de defensores para se oporem à sua entrada no organismo.

      A presença do vírus HIV no nosso organismo não é sinónimo declarado de SIDA. O nosso corpo é capaz de albergar alguns micró­bios, mesmo de estirpe muito perigosa, porque o sistema imunológico impede a sua multiplicação e disseminação, encerrando-os em “células-prisões”. Os micróbios não são mortos, são apenas neutralizados, ficando impedidos de exercer a sua actuação nociva. Mas estes mi­cróbios “adormecidos” e encarcerados só permanecem isolados na sua “prisão” se o sistema imunológico os lá mantiver. Se houver um descuido na sua vigilância, ao manifestarem-se deficiências no sis­tema imunológico, quebra-se o equilíbrio. São, então, libertados e podem exercer uma acção nociva sobre o corpo que os contém.

Um indivíduo portador de um germe infeccioso, mas que não apresente sintomas da doença (porque o germe em questão se encon­tra neutralizado pelo sistema imunológico), designa-se por portador são ou portador as sintomático.

No caso da SIDA, é necessário que o vírus HIV se multiplique, colonize e, sobretudo, destrua uma quantidade suficiente de linfócitos T4.

A SIDA comporta diferentes estágios de gravidade, dependendo do grau de deficiência do sistema imunológico (pouco, médio ou muito deficiente). No entanto, no estado actual de conhecimentos, a doença parece progredir inexoravelmente a caminho da destruição total dos linfócitos T4, e, portanto, nestas circunstâncias, trata-se de uma doença muito grave.

Características da SIDA

Sendo a função dos linfócitos T4 a destruição dos germes infec­ciosos e das células anormais (cancerosas, por exemplo), os danos provocados pela sua diminuição numérica e funcional traduzir-se-ão, naturalmente, por infecções múltiplas e pelo desenvolvimento de tumo­res cancerosos.

Numa pessoa atingida pela SIDA, os germes infecciosos encontram um terreno favorável e multiplicam-se desenfreadamente. A morte será o resultado dessas infecções secundárias que desorganizam, lesionam, envenenam e esgotam completamente o doente.

A pele, as vias respiratórias, os gânglios, o fígado, o sangue, enfim, todo o organismo está sujeito a infecções, à mercê dos micróbios que entram em contacto com o doente. As diarreias intermináveis e os problemas de deglutição que resultam das infecções localizadas no tubo digestivo perturbam por completo as possibilidades de alimen­tação do doente que, progressivamente, vai perdendo peso e forças. O cérebro e o sistema nervoso são, também, atingidos, o que acarreta paralisia, perda de vista e graves distúrbios nervosos e psíquicos.

A falta de linfócitos T4 deixa também o campo livre para o desen­volvimento de células cancerosas. Os tumores manifestam-se princi­palmente na pele, nas mucosas e nos gânglios linfáticos cerebrais. Com infecções múltiplas e tumores cancerosos, a SIDA apresenta-se como a concentração de todos os males.

Sanear o terreno é torná-lo insalubre para os germes infecciosos

O tratamento dos sintomas da SIDA conduz a situações paradoxais complexas, uma vez que as características da doença se opõem ao funcionamento dos meios habituais deste tratamento. Com efeito, para destruir eficazmente o vírus HIV, seria necessário destruir as células que o albergam. Ora, essas células são, precisamente, os linfócitos T4 do sistema imunológico. Destruindo-os, destruir-se-ia, simultanea­mente, o sistema imunológico.

De outra forma, atacando o problema por um ângulo diferente, quer dizer, deixando o vírus livre e tentando reforçar o sistema imunológico através da estimulação dos glóbulos brancos defensores, chega-se, de novo, a um beco sem saída. Efectivamente, como vimos antes, estimular a multiplicação dos linfócitos T4 é dar o impulso e a possibilidade de multiplicação também aos vírus HIV. Seria, por­tanto, favorecer a disseminação do vírus da SIDA e, com isso, a des­truição do sistema imunológico.

 

 Será que, também neste caso, a natureza não está a indicar-nos que a verdadeira solução reside numa actuação sobre o terreno, que é a causa profunda da falta de resistência do sistema imunológico, e não, apenas, na luta contra os efeitos e os sintomas? Não será um sinal de que o doente não pode receber passivamente os tratamentos e que, pelo contrário, deverá chamar a si a responsabilidade, no sentido de modificar as condições do seu terreno, trabalhando activamente para modificar todo o seu ser físico e psíquico? Sanear o terreno significa tomá-lo insalubre para os germes e reforçar o potencial de defesa do sistema imunológico.

Apesar da sua simplicidade, este enquadramento já utilizado com êxito por pessoas doentes de SIDA responde, igualmente, às perguntas que, hoje em dia, se colocam a respeito desta doença:

Por que algumas pessoas que estão em contacto directo com o vírus não se contagiam?

Por que, apesar de tudo, a doença não se declara em algumas pessoas contagiadas?

Por que, num ou noutro portador são, o vírus desperta subitamente e conduz à situação de doença declarada?

As respostas a estas três perguntas resumem-se em quatro pala­vras: o estado do terreno. O vírus não consegue implantar-se ou, se o consegue, é neutralizado num terreno são e resistente.

Se aparece subitamente num portador são até então, isso deve-se às modificações das condições do seu terreno… que, entretanto, se degradaram.

Como já sublinhámos, o iniciar de tratamentos tendentes à modi­ficação do terreno não se opõe ao uso de tratamentos anti-sintomas paliativos e transitórios. Os remédios anti-sintomas, naturais ou quí­micos, são, inclusivamente, indispensáveis para aliviar o doente.

O tratamento dos sintomas da SIDA conduz a situa­ções paradoxais complexas, ao passo que o saneamento do terreno o tornará insalubre para os germes infeccio­sos e reforçará o potencial de defesa do sistema imuno­lógico.

Postado por:

António Teixeira Fernandes

Do livro Compreender as Doenças Graves

CRISTOPHER  VASEY

Editora Estampa

 


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