Category Archives: Bruce H. Lipton

  • 0

AS ORIGENS DA VIDA

Tags : 

AS ORIGENS DA VIDA: CÉLULAS INTELIGENTES TORNAM-SE CADA VEZ MAIS INTELIGENTES

Não deveria ser uma surpresa para nós o fato de as células serem tão inteligentes. Os organismos unicelulares foram a primeira forma de vida deste planeta. Somente 600 milhões de anos mais tarde, de acordo com análises, é que os fósseis surgiram na Terra.

Ou seja, durante 2,75 bilhões de anos da história da Terra os únicos habitantes vivos foram os organismos unicelulares como bactérias, algas e protozoários semelhantes a amebas.

Então, há 750 milhões de anos, esses organismos descobriram como evoluir e se tornar ainda mais inteligentes: surgiram os primeiros organismos multicelulares (plantas e animais).

No início eram apenas comunidades esparsas ou “colónias” de organismos unicelulares, constituídas de centenas de células. Mas as vantagens evolucionárias de viver em comunidade fizeram com que, em pouco tempo, as colónias se transformassem em organizações de milhões, bilhões ou mesmo trilhões de células individuais interagindo entre si.

Embora cada célula tenha dimensões microscópicas, o tamanho dessas comunidades pode variar de algo minúsculo, mas visível, a uma estrutura monolítica. Os biólogos classificam essas comunidades de acordo com sua estrutura observada pelo olho humano. Embora pareçam ser entidades únicas (como um rato, um cão ou um ser humano) são, na verdade,
associações organizadas de milhões e trilhões de células.

A exigência evolucionária de que fossem criadas mais comunidades celulares é meramente um reflexo da imperiosa necessidade biológica de sobrevivência. Quanto mais consciência um organismo tem do ambiente que o cerca, melhores são as suas chances de sobreviver. Quando as células se agrupam, aumentam exponencialmente a sua consciência do meio ambiente. Assim, se para cada uma delas dermos um valor X, toda colónia de organismos terá uma consciência potencial de pelo menos X vezes o número de células que a compõem.

Para sobreviver em densidade tão alta, as células tiveram de criar ambientes estruturais próprios. Essas sofisticadas comunidades subdividem a sua carga de trabalho com mais precisão e eficácia que as nossas maiores empresas e corporações mundiais.

 

 

 

O método mais eficiente ainda é ter indivíduos especializados para cada tarefa. No desenvolvimento dos animais e das plantas, as células adquirem as funções específicas ainda na fase embrionária. O processo de especialização citológica permite que se desenvolvam determinados tecidos e órgãos do corpo. Com o passar do tempo, esse padrão de
“diferenciação”, como o da distribuição da carga de trabalho entre os membros da comunidade, por exemplo, passa a fazer parte dos genes de cada célula da comunidade, aumentando a eficácia do organismo e sua habilidade de sobreviver.

Em organismos maiores, apenas uma pequena porcentagem das células é responsável pela leitura e resposta aos estímulos do ambiente. Esse papel é desenvolvido por grupos de células especializadas que formam os tecidos e órgãos do sistema nervoso.

A função do sistema nervoso é captar as informações do ambiente e coordenar o comportamento de todas as outras células em sua vasta comunidade.

A divisão de trabalho entre as células oferece ainda outra vantagem quando se trata de sobrevivência: reduz a sua longevidade. Um indivíduo consome menos que dois. Se compararmos, por exemplo, o custo da construção de apartamentos de dois dormitórios ao de apartamentos de apenas um dormitório haverá uma grande diferença, especialmente quando se trata de condomínios grandes, de 100 unidades. Para sobreviver, as células consomem certa
quantidade de energia. Portanto, quanto menos for gasto, maiores serão as chances de sobrevivência do grupo e melhor será sua qualidade de vida.

 

 

Henry Ford analisou as vantagens técnicas do esforço conjunto e as utilizou para criar o conceito de linha de montagem para a fabricação de carros. Antes de Ford, uma equipe de funcionários levava de uma a duas semanas para produzir um único automóvel.

Ele organizou a sua fábrica de modo que cada funcionário fosse responsável por uma tarefa específica. Posicionou todos em fila na esteira de produção e foi passando as peças de um especialista para o outro. O conceito de especialização de tarefas se mostrou tão eficaz que a indústria de Ford conseguia produzir um automóvel em apenas 90 minutos.

Mas, infelizmente, “nos esquecemos” desse conceito de cooperação, tão necessário para a evolução, quando Charles Darwin propôs uma teoria radicalmente diferente sobre o surgimento da vida. Há 150 anos ele chegou à conclusão de que os organismos vivem em uma perpétua “luta pela sobrevivência”.

Para Darwin, luta e violência são partes naturais da natureza animal (humana) e também a “força básica” do desenvolvimento evolucionário. No capítulo final de A origem das espécies por meio da seleção natural
ou a preservação das raças favorecidas na luta pela vida, Darwin descreve aquilo que chama de “inevitável luta pela sobrevivência” e enfatiza que a evolução se dá pela “guerra da natureza, da escassez à morte”. Portanto, a partir dessa teoria, a evolução se dá de maneira aleatória e temos um mundo cheio de pequenas batalhas sangrentas e sem sentido em nome da sobrevivência ou, segundo a descrição poética de Tennyson, “nas mandíbulas da morte”.

 

 

Bruce H. Lipton,  A BIOLOGIA DA CRENÇA , Butterfly Editora


  • 0

A INTELIGÊNCIA DAS CÉLULAS E DOS ALUNOS

LIÇÕES DA PLACA DE PETRI (2):

A INTELIGÊNCIA DAS CÉLULAS E DOS ALUNOS

 

PROBLEMAS NO PARAÍSO

 

No meu segundo dia no Caribe conheci os meus alunos, cem ansiosos estudantes de medicina, e percebi que nem todas as pessoas viam aquela ilha como eu, um refúgio pacífico e tranquilo no meio do oceano. Para aqueles estudantes, Monserrat era a última chance de transformar o sonho de se tornarem médicos em realidade.

Eram quase todos norte-americanos, da costa leste, com idade e etnia variadas. Um deles, aposentado e com 67 anos de idade, estava ansioso para aprender coisas novas. A formação deles também era bem heterogénea: a maioria tinha cursado apenas o colegial, mas também havia professores, contadores, músicos, uma enfermeira e até um contrabandista.

Apesar de todas as diferenças, tinham duas características em comum. A primeira é que haviam sido eliminados pelo competitivo processo seletivo das escolas de medicina dos Estados Unidos. A segunda era que tinham intenção real de se tornarem médicos e não desperdiçariam aquela chance de obter seu diploma. A maioria tinha economizado durante anos para pagar aquele curso e as despesas de morar em um país estrangeiro. Muitos estavam se aventurando sozinhos fora de casa pela primeira vez, longe da família e dos amigos, e também boa parte vivia em condições precárias naquele campus.

Mas, apesar de todos os obstáculos e contratempos, nada os fazia mudar de ideia. Estavam decididos a se tornarem médicos. Pelo menos era o que parecia quando iniciaram o curso.

Antes de mim tinham tido três professores de histologia/biologia celular. O primeiro abandonou os alunos porque teve de resolver problemas pessoais e simplesmente foi embora três semanas depois de se iniciarem as aulas. A diretoria encontrou outro para substituí-lo, mas este também não pôde continuar porque ficou doente.

Para que os alunos não ficassem sem aulas, um professor de outra matéria lia com eles trechos dos livros em sala de aula. Claro, isso não era produtivo e só os entediava, mas pelo menos fazia com que cumprissem a carga horária de palestras, um pré-requisito das bancas examinadoras para a prática da medicina nos Estados Unidos.

Então, pela quarta vez no mesmo semestre, os alunos tinham um novo professor. No primeiro dia, falei rapidamente sobre minha formação académica e minhas expectativas para o curso. Deixei bem claro que, mesmo estando em um país estrangeiro, meu nível de exigência para com eles seria o mesmo que tinha para com meus alunos em Wisconsin. Teriam de passar pela mesma bancada académica, não importava onde estivessem estudando. Tirei então uma pilha de exames de minha pasta e distribuí entre eles, explicando que se tratava de um teste de conhecimentos gerais. Já estávamos no meio do semestre e por isso deveriam ter base suficiente para fazê-lo.

Eram 20 questões de um teste de histologia do primeiro trimestre da Universidade de Wisconsin.

Durante os primeiros dez minutos de prova a sala ficou em silêncio mortal. Depois, alguns alunos começaram a suar e a bufar, e o desespero se espalhou pela sala mais rápido do que o vírus ebola. Ao final dos 20 minutos de prazo que eu havia estipulado, todos estavam em pânico.

Quando disse “tempo esgotado” houve uma chuva de gemidos e reclamações. A pontuação mais alta foi de dez respostas corretas. A maioria não acertou mais de sete. E o resto acertou duas ou três por mera sorte.

Todos me olhavam chocados. Perceberam claramente o que os esperava. Metade do semestre havia se passado, mas teriam de recomeçar tudo outra vez, desde o início. Como a maioria ali já tinha sido reprovada em outros cursos, conhecia bem o protocolo.

Seus olhares pareciam os daqueles filhotes de foca prestes a serem abatidos, que vemos nas fotos do Greenpeace.

Meu coração disparou. Imaginei que provavelmente a maresia e o ar daquela ilha estivessem me tornando um pouco mais generoso.

Sem pensar duas vezes, disse a eles que faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que estivessem preparados para os exames finais, desde que também se esforçassem para isso. Percebendo minha sinceridade, eles pareceram se acalmar um pouco.

Sentia-me como um treinador preparando o time para a disputa final. Expliquei a eles que não eram menos inteligentes que os alunos que tive nos Estados Unidos. A única diferença era que ainda não estavam, como eles, acostumados a estudar muitas horas por dia e a memorizar grandes quantidades de material em pouco tempo, uma característica essencial para alunos de faculdade.

Expliquei também que histologia e biologia celular não são cursos de teoria muito complexa. A natureza segue princípios muito simples, fáceis de assimilar. Prometi que, em vez de pedir que memorizassem tudo, explicaria passo a passo o funcionamento das células para que entendessem os princípios básicos e complementaria a prática de laboratório com palestras sobre teoria no período da noite.

Pareceram mais animados após essa explicação e saíram da sala determinados a não deixar que mais aquele obstáculo os impedisse de atingir seus objetivos.

Quando todos saíram e parei para pensar no tamanho da responsabilidade que havia assumido, meu ânimo diminuiu. A maioria daqueles alunos não tinha conhecimento prévio suficiente para um curso de medicina, mesmo os mais capacitados. Percebi que a experiência académica naquela ilha poderia acabar sendo uma grande perda de tempo e desperdício de esforços tanto para mim quanto para eles. Comecei a achar que lecionar em Wisconsin era bem mais fácil.

Eu dava apenas oito das cinquenta aulas do curso de histologia/biologia celular. O corpo académico era bem maior e havia vários professores para cada matéria. Claro, tinha de conhecer o conteúdo de todas elas, pois também era responsável pelo acompanhamento das aulas de laboratório e respondia às questões dos alunos. Mas conhecer a matéria e ter de apresentar todo o conteúdo não é a mesma coisa!

Tinha a sexta-feira e o final de semana para pensar na situação. Se isso tivesse acontecido na época em que eu estava em Wisconsin, provavelmente teria recusado o convite para lecionar a matéria.

Mas quando me sentei naquela tarde perto da piscina, para assistir ao maravilhoso pôr-do-sol do Caribe, minha angústia se transformou em alegria. Fiquei contente porque, afinal, pela primeira vez em toda a minha carreira de professor, seria responsável por todas as matérias do curso de biologia, sem ter de me adaptar ao estilo ou às restrições de um corpo académico. 

 

(2) PETRI – Recipiente circular raso, de vidro ou plástico, usado para fazer cultura de microorganismos. (Nota da Tradutora) 

 

Bruce H. Lipton,  A BIOLOGIA DA CRENÇA , Butterfly Editora


  • 0

APRENDENDO COM AS CÉLULAS

Tags : 

APRENDENDO COM AS CÉLULAS

 

Estudando essas comunidades celulares / de células cheguei à conclusão de que não somos vítimas dos nossos genes e sim donos do nosso próprio destino, capazes de criar uma vida cheia de paz, felicidade e amor.

A primeira cobaia dessa teoria fui eu mesmo, pois as pessoas para quem eu dava palestras sempre me perguntavam por que minhas descobertas não tinham me transformado em uma pessoa mais feliz.

E estavam certas. Eu tinha de colocar em prática os meus próprios ensinamentos. Só percebi que isso estava acontecendo algum tempo depois, quando estava tomando café em uma lanchonete numa bela manhã de domingo. A garçonete comentou enquanto trazia meu pedido: “Puxa, você é a pessoa mais feliz que eu já vi. O que aconteceu de tão bom em sua vida para você ficar assim?” Quase caí da cadeira tão grande foi minha surpresa, mas respondi sem pensar: “Estou nas nuvens!” A garçonete balançou a cabeça e saiu murmurando “cada maluco que aparece por aqui…”.

Mas era verdade. Eu estava muito feliz, como jamais havia estado em minha vida.

Muitos leitores vão achar exagerado meu conceito de que a Terra é o paraíso, pois a associação mais comum que fazemos de paraíso é a de moradia da divindade e/ou dos que já morreram. Como alguém pode dizer então que uma cidade como Nova Orleans é uma extensão do paraíso? Suas ruas estão cheia de homens, mulheres e crianças vivendo como mendigos; o ar é tão poluído que nem se pode ver as estrelas no céu à noite. A água de seus rios é tão suja que somente formas de vida “estranhas” podem existir ali. Como chamar um lugar desses de paraíso? Como uma divindade pode viver em uma cidade assim? E o que este autor maluco chama de divindade? Será que ele conhece alguma pessoalmente?

A resposta para essas perguntas é: sim, acredito que vivemos no paraíso. Devo confessar que não conheço todas as divindades pessoalmente, pois não conheço todos os seres humanos. Afinal, são mais de seis bilhões! Também não conheço todos os membros dos reinos animal e vegetal. Mas sei que todos vocês fazem parte de um único ser: Deus.

Como disse Tim Taylor no seriado “Tool time”: “Espera aí! Ele está dizendo que os seres humanos são Deus?”

Sim… mas não sou o primeiro a fazer esse tipo de afirmação. Está escrito no Génese que somos feitos à imagem e semelhança de Deus. Ninguém diria que um cientista tão racional quanto eu acabaria citando mestres como Jesus, Buda ou Rumi ou que minha visão reducionista da vida acabaria dando lugar à espiritualidade.

Mas se somos realmente a imagem de Deus precisamos colocar novamente o espírito na equação quando se trata de melhorar nossa saúde física e mental.

Outro aspecto a ser revisto quando se trata de seres humano é que não somos meras máquinas bioquímicas que podem recuperar o equilíbrio físico e mental simplesmente tomando medicamentos Remédios e cirurgias são ferramentas muito eficazes desde que utilizados com cautela.

O conceito de que podem resolver todos os problemas está errado. Cada vez que um medicamento é introduzido no organismo para corrigir um problema “A” acaba inevitavelmente causando um problema “B”, “C” ou “D”. E também não são as hormonas e neurotransmissores, controlados pelos genes, que dirigem nossa mente, nosso corpo e nossa vida, mas sim nossas crenças… Sim, homens de pouca fé! São nossas crenças que comandam nossa existência. 

Bruce H. Lipton,  A BIOLOGIA DA CRENÇA , Butterfly Editora


  • 0

A Biologia da Crença

Tags : 

“Se você pudesse ser qualquer pessoa neste mundo… quem você seria?” Eu costumava passar muito tempo pensando nisso. Vivia
obcecado com a fantasia de mudar de identidade, pois desejava ser  qualquer pessoa menos eu mesmo. Minha carreira como biólogo e  professor universitário era promissora e fascinante, mas minha vida  pessoal era um verdadeiro caos. Quanto mais eu tentava encontrar  felicidade e satisfação, mais insatisfeito e infeliz me sentia. Com o  tempo, acabei desistindo e me entregando àquela vida sem prazer.  Aceitei o fato de que era meu destino viver assim e que eu deveria tentar fazer o melhor possível com o que me foi oferecido.

Tornei-me uma vítima da vida e meu lema se tornou: “o que será, será”.

Porém, minha atitude fatalista modificou-se radicalmente em 1985.  Eu tinha deixado meu cargo na Escola de Medicina da
Universidade de Wisconsin e comecei a lecionar em uma faculdade  de medicina no Caribe. Então, distante do mundo académico tradicional, aos poucos minha mente passou a seguir outra linha de  pensamento, fora dos padrões e crenças rígidos que até então havia seguido fielmente. Livre das concepções rígidas da ciência convencional e maravilhado com todo aquele mar azul do Caribe tive uma epifania científica que abalou todas as minhas crenças a respeito da estrutura da vida. 

Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de”empreiteiro”, que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a “consciência” celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes.

Bruce H. Lipton
A Biologia da Crença

Ciência e espiritualidade na mesma sintonia: o poder da consciência sobre a matéria e os milagres

 


  • 0

Médicos = Os Bodes Expiatórios da Indústria Farmacêutica

 

Por mais que admire a sabedoria milenar da medicina oriental, porém, não posso condenar os médicos ocidentais que prescrevem em grandes quantidades medicamentos que vão contra seus próprios objectivos de curar.

Esses profissionais são regidos pelos princípios intelectuais de sua profissão e pelas corporações que os controlam. Funcionam como mediadores entre a indústria farmacêutica e os pacientes. Suas habilidades de cura têm como base uma educação arcaica Newtoniana, que os ensina que o universo é constituído apenas de matéria física. Infelizmente essa teoria Caiu do pedestal à 75 anos atrás, quando os físicos adoptaram oficialmente a mecânica quântica e reconheceram que o universo é constituído de energia.

Mas em seus cursos de graduação, pós-graduação e doutorado os médicos continuam recebendo informações e instruções sobre os produtos farmacêuticos por intermédio dos representantes da indústria farmacêutica. A função desses profissionais é vender seus produtos e “actualizar” os médicos sobre a eficácia das novas drogas. Os “cursos” que recebem gratuitamente em suas empre­sas têm como objectivo persuadir os profissionais da área médica a “empurrar” os medicamentos. E evidente que as quantidades desses produtos prescritos pelos médicos violam o juramento feito por eles mesmos de “jamais prejudicar um paciente”. Fomos pro­gramados pelas corporações farmacêuticas a nos tornarmos uma nação de viciados em drogas prescritas, e os resultados são muitas vezes trágicos.

É preciso parar, repensar nossos conceitos e incor­porar as descobertas da física quântica à biomedicina para criar um sistema novo e mais saudável de cura que esteja de acordo com as leis da natureza.

Tirado do livro The Biology of Belief

De Bruce H. Lipton

Composto e postado por:

António Shiva

MÉDICOS = OS BODES EXPIATÓRIOS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA


  • 1

Física e Medicina: Quanto Antes Melhor

 

Física QuânticaAlguns ramos da ciência já associaram a física quântica, com excelentes resultados.

Um dos primeiros sinais de que a huma­nidade despertava para a realidade do universo quântico ocorreu em 6 de Agosto de 1945. A destruição causada pela bomba atómica em Hiroshima mostrou o poder da teoria quântica e abriu as portas da Era Atómica.

Mas, pelo lado construtivo, a física quân­tica permitiu que se tornassem realidade alguns milagres electrónicos que nos levaram à Era da informação. As aplicações da mecânica quântica foram directamente responsáveis pelo desenvolvimento dos televisores, dos computadores, da tomografia computadorizada, do laser, dos foguetes espaciais e do telemóvel.

Mas o que a revolução quântica trouxe às ciências biomédicas em termos de avanços? Vamos cataloga-las em ordem de importância. Devo lembrar que é uma lista bem pequena.

Embora eu realce a necessidade de aplicarmos os princípios da mecânica quântica à biociência, isso não quer dizer que a me­dicina deva simplesmente ignorar os princípios de Isaac Newton. As novas leis quânticas não contradizem ou refutam os princípios da física clássica.

Os planetas ainda seguem as rotas descritas pela matemática de Newton. A diferença entre as duas concepções da física é que a mecânica quântica se aplica mais especificamente às esferas molecular e atómica enquanto as leis Newtonianas ex­ploram níveis mais altos de organização, como sistemas orgânicos, indivíduos e populações.

O surgimento de uma doença como o cancro, por exemplo, pode se manifestar em nível macro quando se pode ver e sentir um tumor. No entanto, o processo que deu início a esse cancro, se iniciou em nível molecular dentro das células progenitoras. Na verdade, a maioria das disfunções biológicas (com excepção de ferimentos e trauma físico) começa em nível celular, nas moléculas e íons. Daí a necessidade de a biologia integrar os princí­pios Newtoniano e os quânticos.Newton

Por sorte, alguns biólogos revolucionários já defendem essa união. Há 40 anos, o renomado fisiologista Albert Szent-Györgyi, ganhador do Prémio Nobel, publicou um livro chamado Introduction to a submolecular biology (Szent-Gyõrgyi, 1960) [Introdução à biologia submolecular]. O material demonstrava um esforço digno e nobre de educar a comunidade científica sobre a importância da física quântica nos sistemas biológicos. Mas, infelizmente, seus co­legas consideraram o livro como um conjunto de fantasias de um homem senil e lamentaram a “perda” de um colega tão brilhante.

A maioria dos biólogos ainda não reconheceu a importância do material de Gyõrgyi, mas as pesquisas sugerem que cedo ou tarde eles terão de aceitá-lo diante das evidências que surgem a todo mo­mento, substituindo os antigos paradigmas materialistas.

Lembra-se de que mencionei que os movimentos das proteínas são a base da vida? Os cientistas tentaram prever esses movimentos usando os princípios da física Newtoniana, mas não obtiveram sucesso.

Você já deve imaginar o motivo: em 2000, um artigo de V. Pophristic e L. Goodman publicado no jornal “Nature” revelou que as leis da física quântica, e não as de Newton, controlam os movimentos moleculares que geram a vida (Pophristic e Goodman, 2001).

Mecânica QuânticaComplementando esse estudo publicado no “Nature”, o biofísico F. Weinhold concluiu: “Quando os livros de química servirão para ajudar ao invés de se colocarem somente como barreiras para a perspectiva da mecânica quântica sobre o funcionamento das mo­léculas? Quais são as forças que fazem com que as moléculas se movimentem e adoptem formatos tão complexos? Não procure as res­postas em um livro de química orgânica” (Weinhold, 2001).

A quí­mica orgânica oferece base mecânica para a biomedicina; mas, como observa Weinhold, esse ramo da ciência está tão desfasado que seus livros sequer mencionam a mecânica quântica. Os pesquisadores da medicina convencional não compreendem os mecanismos molecu­lares que são a base da vida.

Centenas de estudos científicos realizados nos últimos 50 anos revelam que “forças invisíveis” do espectro electromagnético têm grande impacto sobre o funcionamento da biologia.

Essas energias en­globam as microondas, as frequências de rádio, as cores visíveis, as baixas frequências, as frequências acústicas e até mesmo uma nova forma de força chamada energia escalar.

Frequências e padrões especí­ficos de radiação electromagnética regulam o DNA, o RNA, a síntese das proteínas, alteram a função e o formato das proteínas, controlam os genes, a divisão das células, sua diferenciação, morfogénese (pro­cesso pelo qual as células se agrupam, formando órgãos e tecidos), a secreção hormonal, o crescimento e as funções nervosas.

Cada uma dessas actividades celulares tem um comportamento específico que contribui para o desenvolvimento da vida. Embora esses estudos tenham sido publicados em alguns dos periódicos biomédicos mais respeitados, suas descobertas revolucionárias ainda não foram incor­poradas ao currículo das escolas de medicina (Liboff, 2004; Goodman e Blank, 2002; Sivitz, 2000; Jin et al., 2000; Blackman et al., 1993; Rosen, 1992; Blank, 1992; Tsong, 1989; Yen-Patton et al., 1988).

Um importante estudo realizado há 40 anos pelo biofísico da Universidade de Oxford C. W. F. McClare calcula e compara a eficiência da transferência de informações entre sinais de energia e sinais químicos nos sistemas biológicos.

Sua pesquisa, chamada “Repercussão na bioenergética”, publicada em Annals of the New York Academy of Science, revela que os mecanismos de sinalização energética como as frequências electromagnéticas são centenas de vezes mais eficazes na transmissão de informações ambientais que os sinais físicos como hormonais, neurotransmissores, factores de crescimento etc. (McClare, 1974).

Mas não é de se surpreender que os sinais de energia sejam mais eficientes. Nas moléculas físicas, a informação a ser transpor­tada é ligada directamente à energia disponível de uma molécula. No entanto, a reacção química empregada para transferir essa informação é acompanhada de uma grande perda de energia devido ao calor gerado pelo rompimento das ligações químicas. Como a ligação ter­moquímica desperdiça a maior parte da energia da molécula, a pe­quena quantidade que permanece limita o montante de informação que pode ser transferida como sinal.

Sabemos que os organismos vivos precisam receber e inter­pretar os sinais do ambiente para se manter vivos. Na verdade, a sobrevivência está directamente vinculada à velocidade e à eficiência da transferência de sinais. A velocidade dos sinais de energia electromagnética é de cerca de 300 quilómetros por segundo, enquanto a velocidade dos elementos químicos difusíveis é menor que 1 centí­metro por segundo. Os sinais de energia são 100 vezes mais eficientes e infinitamente mais rápidos que os sinais químicos físicos. Que tipo de sinal você acha que seu corpo, uma comunidade de triliões de células, prefere? Faça os cálculos!

 

Tirado do livro The Biology of Belief

De Bruce H. Lipton

Composto e postado por:

AntonioShiva

 


  • 0

Ciência e Espiritualidade BRUCE H. LIPTON

 

 BRUCE LIPTON Biografia abreviada

 

Quem é Bruce Lipton? Dr. Bruce Lipton é internacionalmente reconhecido por agregar conceitos científicos e espirituais, dando vida ao conceito clássico da biologia.

Foi na área da Biologia celular que iniciou a sua carreira científica. E tem tido grande impacto e sucesso tanto em suas palestras e conferências assim como na participação de programas de TV. Foi na universidade de Virgínia em Charlottesville que obteve o título de Ph.D entrando no departamento de Anatomia da Escola de Medicina da Universidade de Winsconsin em 1973.

As suas pesquisas sobre a distrofia muscular aliadas aos estudos das células – tronco tiveram como objectivo os mecanismos moleculares que orientam o comportamento celular. Foi juntamente com o Dr. ED Schultz, que desenvolveu uma técnica de transplante de tecido, que passou a ser aplicada como uma nova forma da engenharia genética humana.

A necessidade de complementar sua teoria sobre o sistema de processamento de informação pelas células, levaram-no em 1982 ao estudo dos princípios da física quântica. Esses estudos conduziram a um novo conceito sobre a membrana celular. Este novo e revolucionário conceito, revela que a camada externa da membrana funciona de maneira idêntica ao chips de um computador o que corresponde verdadeiramente, ao cérebro das células. Mais tarde já na Escola de Medicina da Universidade de Stanford entre 1987 e 1992 PROVA que o ambiente em que a célula se encontra, actuando através da membrana celular controla a psicologia e o comportamento da célula, activando ou inibindo os genes.

Estas descobertas contrariam o princípio científico até então constituído de que a vida é controlada pelos genes, dando inicio a mais importante área de estudo actual a epigenética.

Este estudo deu origem a duas grandes publicações científicas que explicam as reacções química molecular resultante da interacção de conceito, mente, corpo. Muitos estudos e pesquisas realizados por outros gabinetes científicos desde então vêm confirmar os conceitos propostos por Dr. Lipton.

A ciência explica o poder do pensamento e sua acção sobre a matéria através de estudos e surpreendentes descobertas.  

 

 

Metamorfose Real


compre-aqui o Manual
Dezembro 2016
S T Q Q S S D
« Abr    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Sim, é possivel criar uma vida nova!!!