A PREVENÇÃO E CURA DO CANCRO AO ALCANCE DE TODOS

A PREVENÇÃO E CURA DO CANCRO AO ALCANCE DE TODOS

A PREVENÇÃO E CURA DO CANCRO AO ALCANCE DE TODOS

O ganhador do Prémio Nobel de 1931, Dr. Otto Heinrich Warburg (1883-1970), foi um fisiologista e bioquímico alemão, que defendeu uma tese denominada “A causa primária e prevenção do cancro”, conquistando doutorado duplo em química e medicina.

Fundamentou em sua tese que o cancro nada mais é que o resultado de uma alimentação e estilo de vida antifisiológico e o resultado desses hábitos não naturais seria o aparecimento de doenças, sendo a principal o cancro.

 

Quando nos alimentamos com alimentos considerados ácidos, as células sadias de nosso organismo passam a rejeitar o oxigénio, em virtude do ambiente ácido, enquanto que as substâncias alcalinas atraem o oxigénio, segundo Warburg:”A falta de oxigénio e acidose são dois lados da mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro.  As substâncias ácidas rejeitam o oxigénio, enquanto substâncias alcalinas atraem o oxigénio.”

e ainda: “Todas as células normais têm uma exigência absoluta para o oxigénio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigénio – uma regra sem excepção…Os tecidos  cancerosos são ácidos, enquanto que os tecidos saudáveis ??são alcalinos.”

 

Em seu livro “O metabolismo de tumores” Warburg demonstrou que todas as formas de cancro são caracterizadas por duas condições básicas: acidose e consequente hipóxia (falta de oxigénio). Ele também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigénio), isto é, não conseguem sobreviver na presença de altos níveis de oxigénio ou seja, “Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos (pobres em oxigénio), enquanto que os tecidos saudáveis são levemente alcalinos (ricos em oxigénio).” Afirmou, ainda, que “Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigénio (respiração celular = ciclo de krebs = ciclo do ácido cítrico), porém as células cancerosas podem viver sem oxigénio – uma regra sem excepção.”

Portanto, o cancro, segundo Dr. Warburg,  nada mais seria do que um mecanismo de defesa que as células do corpo têm  para se manterem vivas em um ambiente desprovido de oxigénio e muito ácido, sobrevivendo graças à glicose, afinal são células da morte.

Outros cientistas fizeram declarações sobre esse assunto, como o Dr. George W. Crile (Cleveland-EUA), um dos cirurgiões mais renomados do mundo: “Todas as mortes mal chamadas de “naturais”, são na verdade o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.
H. L. Mencken (Baltimore – EUA) escreveu: “A luta da vida é contra a retenção de ácido […] O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, as enfermidades do coração, as alergias, os problemas de pele, os problemas respiratórios, renais entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos.”

O Dr. Theodore A. Baroody em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer) escreveu: “Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provêm da mesma causa básica: muito lixo ácido no organismo!”

O Dr. Robert O. Young, “in our list of alkaline and acid foods”, afirma que o excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam as diversas doenças.”

 

Concluindo é impossível que um cancro cresça em uma pessoa que para liberar o corpo da acidez passe a usar alimentos nutritivos que produzam reações metabólicas alcalinas e que também aumente o consumo de água pura, evitando alimentos que causem acidez.

 

Os vilões da nossa alimentação:

Ainda segundo o Dr. Warburg, os alimentos que acidificam o corpo são os industrializados como o açúcar refinado e todos os sub-produtos dele, as carnes principalmente a vermelha, o leite de vaca e todos os seus derivados, o sal refinado, a farinha de trigo refinada e todos os seus derivados (massas, biscoitos, pães), todos os produtos industrializados que contenham conservantes, corantes, aromatizantes e outras substâncias tóxicas, margarinascafeínaálcoolfumomedicamentos, excesso de alimentos cozidos, embutidos (linguiça, salsichas, etc.), gorduras saturadas,refrigerantes e outros, que as industrias alimentícias nos oferecem.

 

É bom saber que, o sangue no processo de auto-regulação, a fim de manter o pH entre 7,35 e 7,45, recorre a reservas alcalinas imediatamente para neutralizar a acidez, sacrificando bases minerais (cálcio, magnésio, potássio) depositados nos ossos, dentes, unhas, articulações e cabelos, causando a sua desmineralização.

 

“Deixe que o alimento seja o seu remédio”

Hipócrates

 

Os Heróis Alcalinizantes: 

– Todas as verduras cruas, algumas são ácidas ao paladar, mas no organismo têm ação alcalinizante.

– Frutas frescas, secas, oleaginosas, são alcalinizantes.

– Sementes que além de todos os seus benefícios, são altamente mineralizantes e alcalinizantes, como por exemplo as sementes de girassol, linhaça, gergelim, nozes, amêndoas e castanha do Pará, entre outras.

– Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis! Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de 30% de acidificantes saudáveis.

– A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante. Bons exemplos são as folhas verdes escuras, as ramas de tubérculos.

– A água é importantíssima para a produção de oxigénio. “A desidratação crónica é o stressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas”, afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.

– A atividade física moderada oxigena todo o organismo. Já o sedentarismo o desvitaliza e causa danos a todo o sistema cardiovascular e respiratório.

Fonte:

http://longevidadeeanatureza.blogspot.pt/2013/12/a-prevencao-e-cura-do-cancer-ao-alcance.html

Saiba mais sobre a alimentação AQUI!

Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”


Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

O Elevado uso de tranquilizantes é “problema de saúde pública”

 

Portugal o Pais do XANAX e Brasil o pais do RIVROTIL.

O tenebroso mundo dos Sedativos Hipnóticos

 

Vou-lhe ensinar passo a passo como se libertar desta maldita prisão (os ansiolíticos) que fez do povo Português um povo Toxicodependente.

Esta é uma notícia do passado mês de Fevereiro do Publico que pode ler na integra no site do Infermed no link que deixo no final.

“Apesar dos alertas repetidos nos últimos anos, a utilização de medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos continua muito elevada em Portugal. Tão elevada que, nas conclusões de estudo em que analisou o consumo dos psicofármacos em Portugal Continental entre 2000 a 2012, uma especialista da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) defende que este é “um importante problema de saúde pública””.

Por mais que se alerte, para este grave problema de saúde pública, que alastra como fogo em capim seco dia após dia, criando assim um mundo de toxicodependentes; fáceis de manipular, assegurando o poder da indústria de estupefacientes.

Muito existia para narrar desde os simples analgésicos de compra livre a muitos xaropes que levam na sua composição Benzodiazepinas, para que os “inocentes” utentes fiquem dependentes desta ou daquela marca. Tudo isto acontece a dezenas de anos, com o conhecimento de todos mas o medo do sistema, aterroriza qualquer um. Lembro as palavras do Dr. Ryke Geerd Hamer o pai da nova Medicina Alemã. “Assim como na Idade Média, a Igreja era a instituição mais poderosa do planeta. Era dela que os reis e rainhas recebiam o poder de governar e de onde também poderiam ser excomungados, caso os interesses da Igreja estivessem em risco. Assim também a indústria da Doença mantem o planeta sob controlo, através da constante imposição do medo”.

Por isso o melhor é estar-se quieto e irmos ao que é importante a liberdade da maldita droga que mantem no cativeiro famílias inteiras.

Como se encontra a Liberdade das drogas. Neste caso as Benzodiazepinas (vulgo Calmante)?

Para que possa libertar-se desta dependência. É preciso em primeiro lugar, saber como a droga funciona.

Ao contrário do que muitas vezes se tenta fazer crer as benzodiazepinas não podem passar por um processo de desmame. O desmame pode sim ser aconselhável, noutras substancia, ou no caso do utente não se encontrar dependente da substância. O que é pouco provável, se assim fosse, não precisaria da desintoxicação.

Embora não exista um estudo oficial para a desintoxicação do organismo de Benzodiazepinas, a minha experiencia em quinze anos, a resgatar homens e mulheres desta maldita prisão, concedeu-me experiencia, para ajudar qualquer um que queira libertação.

Antes de iniciar a desintoxicação é preciso saber como o processo se vai desenrolar. É preciso também saber que se está perante um adversário poderoso, e que de forma alguma o poderemos vencer se quisermos fazer braço de ferro com ele.

Depois de Aceitar a impotência em relação a droga eu vou ensinar como se proceder.

Precisa também saber como tudo vai acontecer. O processo de desintoxicação tem o seu pico as 72 horas. Por outras palavras as primeiras 72 horas ou 3 dias, é quando se chega ao pico da ansiedade. Começando a diminuir até que a droga sai-a definitivamente do organismo. Mas para que não sinta ansiedade nessa fase vai suplementar-se por um ou dois produtos naturais, que vão substituir a benzodiazepina. Deixando assim definitivamente, a droga de uma forma simples e sem sofrimento.

Como não existem duas pessoas iguais, e para melhor poder assegurar o sucesso da desintoxicação peço-lhe que me contate. Asseguro que todos os seus dados médicos e pessoais estão cobertos pela lei do sigilo e anonimato. Somente servem para o fim que se destinam.

O primeiro passo, increva-se no treino em Gestão de Stress

http://solucaoperfeita.com/page1/gestaodestress.html

Espero por si!

António Shiva

antonio@solucaoperfeita.com

http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/21-02-14/infarmed-elevado-uso-de-tranquilizantes-e-problema-de-saude-public

Fonte: http://stress.solucaoperfeita.com/como-se-libertar-da-dependencia-dos-ansioliticos/

Os Benefícios do Biodisco

Os Benefícios do Biodisco


O Biodisco foi concebido na base da nanotecnologia – o estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular – é produzido a partir de minerais naturais tecnicamente projetados, conectados de forma estrutural ao vidro em nível molecular, utilizando métodos de fusão em altas temperaturas.

Através desta combinação de minerais e de técnicas de fusão, um campo de energia positiva é criado, o que permite ao Biodisco transferir o seu campo de energia para a água e o corpo humano, como já foi certificado através de vários testes e processos de avaliação.

 Agua antes de passar pelo Biodisco                       Agua depois de passar pelo Biodisco

 

Benefícios do Biodisco:

  • Manutenção dos níveis de energia do corpo no nível ideal e melhor funcionamento.
  • Repele energias negativas, como a energia eletromagnética dos computadores, telefones celulares, microondas e televisores.
  • Estimula o sistema imunológico, desintoxicando o organismo.
  • Aumenta o potencial de resistência à dor, além de reduzir os efeitos do envelhecimento.
  • Não tem efeitos colaterais.
  • Transforma a água em água Viva (“água com poder de cura”),
  • Energiza/ vivifica líquidos e células em nível molecular.
  • Desintoxica, rejuvenesce e hidrata as células do corpo em nível atômico.
  • Ajuda a reduzir os efeitos do envelhecimento, faz a pele parecer mais saudável e jovem.
  • Influencia positivamente os fluidos do corpo, sangue, sistema linfático e celular.
  • Aumenta os níveis de oxigenação do sangue e de absorção de nutrientes.
  • O sangue é limpo e os elementos celulares funcionam como devem, melhorando desse modo o sistema imunitário.
  • Reforça as ligações químicas do DNA deixando mais resistente a danos.
  • Ajuda a reduzir as dores nas juntas ou feridas. Ajuda a reduzir inchaços, inflamações e até mesmo enxaquecas.
  • Harmoniza as frequências do corpo e anula os efeitos prejudiciais das ondas eletromagnéticas.
  • Aumenta a vida (validade) de todos os vegetais, frutas e carnes.
  • Melhora o gosto e a qualidade dos alimentos.
  • Ajuda a melhorar os níveis naturais de sono.
  • Cria um campo de energia positiva.
  • Harmoniza potencialmente e balanceia os ritmos do corpo.
  • Facilita a transferência de nutrientes e aumenta a biocompatibilidade para obter mais de sua água.
  • Reduz desequilíbrios energéticos e redistribui a energia represada em seu corpo.

Aplicações

  • Deixe correr a água sobre o Biodisco para vivificá-la instantaneamente.
  • Regue as suas plantas com água biodiscada para energizá-las e ajude-as na sua absorção de água e nutrientes.
  • Coloque o Biodisco na geladeira para aumentar a qualidade e o sabor dos seus alimentos e da água.
  • Tome duche, banho, ou beba agua Biodiscada para energizar e equilibrar o seu corpo.
  • Cozinhe os seus alimentos com agua Biodiscada.
  • Coloque os seus copos e garrafas sobre o Biodisco para energizar  e vivificar a água.
  • Leve o Biodisco consigo (no bolso) para aumentar os seus níveis de harmonia, equilibrio, segurança, e energia.
  • Lave as frutas e verduras com água tratada com o Biodisco para energizá-las e mantê-las frescas por mais tempo.
  • Para uma taxa de absorção melhorada, coloque seus potes de creme e cosméticos em cima do Biodisco.
  • Reflita a luz LED de 120-Watt através do  Biodisco na sua comida ou bebidas para optimizar o seu sabor.
  • Reflita a luz LED de 120-Watt através do  Biodisco no seu corpo, em zonas de dor, inflamações ou outros para restabelecer o equilíbrio, activando o sistema imunitário.

Elisabete Milheiro

 

Saiba por que comer doces pode causar mais fome

Saiba por que comer doces pode causar mais fome

Ciclo vicioso pode prejudicar a saúde

Saiba por que comer doces pode causar mais fome

Saiba por que comer doces pode causar mais fome

A vontade de comer mais, logo após consumir um doce não é apenas gula ou falta de força de vontade de quem está de dieta. Como os alimentos ricos em carboidrato oferecem sensação de bem-estar, a área do cérebro chamada de “área de recompensa” também é ativada quando consumimos esse tipo de alimento.

— As pesquisas têm mostrado que o consumo de alimentos com alto índice glicêmico estimula diretamente o hipotálamo, fazendo com que aconteça um aumento da fome nas horas seguintes à ingestão — explica a endocrinologista Andressa Heimbecher.

Esse ciclo vicioso acaba por prejudicar não apenas a dieta de quem precisa emagrecer, mas também de quem já está dentro do peso. E não são apenas os alimentos que podem prejudicar a saúde. Qualquer tipo de doce pode desencadear o processo, inclusive as bebidas. Por isso, os refrigerantes também são vilões para a saúde, pois além de ter alto valor calórico, elevar o peso e aumentar o risco de osteoporose, dão vontade de comer mais doces.

— Sabe-se que, hoje em dia, o consumo de refrigerantes é um dos principais contribuintes para a epidemia de obesidade — ressalta a especialista.

Segundo a médica, não adianta querer “enganar” o organismo consumindo refrigerantes diet ou zero e outras bebidas adoçadas artificialmente, pois elas são responsáveis pelo aumento do risco de várias doenças crônicas, como aumento de peso, síndrome metabólica, diabetes tipo 2, doença cardiovascular e pressão alta.

— Estudos mostram evidências de que pessoas que trocaram as bebidas normais pelas diet não regularizaram os níveis de glicose no sangue, diferente daquelas que substituíram o refrigerante normal por água — afirma a especialista.

Confusão no organismo

Andressa afirma que isso acontece porque as bebidas artificialmente adoçadas interferem nas respostas normais do organismo.

— O consumo constante de bebidas artificialmente adoçadas confunde a habilidade natural do organismo de controlar o consumo de calorias, baseado no sabor doce. O corpo regula a fome reunindo informações sobre o sabor doce do alimento e seu valor calórico. Como o sabor não vem acompanhado de calorias existe um efeito rebote que determina mais fome e mais vontade de consumir esses alimentos.

A médica cita estudos que compararam, por meio de ressonância magnética, pessoas que beberam água adoçada com açúcar e com sucralose (adoçante).

— Os que beberam água com açúcar ativaram mais a área de recompensa do que os que beberam com sucralose. Isso pode explicar porque, em tese, quem ingere muito adoçante tende também a comer mais doces. Afinal, a área de recompensa não fica totalmente “recompensada” com o adoçante. Quem ingere açúcar tem mais vontade de ingerir açúcar, criando um ciclo vicioso.

Ela alerta que até mesmo aqueles sucos destinados ao público infantil — que, em tese, seriam mais saudáveis — possuem altos índices de carboidratos.

— É preciso avaliar atentamente os rótulos, cortar os refrigerantes normais e evitar ao máximo os zero ou diet para manter a saúde em dia — conclui a médica.

Fonte: http://saude.bemestar.beleza.solucaoperfeita.com/dicas-sobre-s-b-b/saiba-por-que-comer-doces-pode-causar-mais-fome/

O que nos metem nas veias!

O que nos metem nas veias!

Quando chega o Inverno, a população em geral, pensa logo em se proteger do frio, e principalmente das constipações!

A preocupação é tanta, que até se adquirem vacinas, para que, de uma forma fictícia se proteja o corpo da Gripe.

Foi me enviado por email, um artigo sobre as tão famosas vacinas da gripe, que me fez saltar de alegria!

Alegria por nunca ter levado nenhuma, nem ter vacinado os meus filhos, para os prevenir da gripe.

Deixo vos aqui um excerto da noticia:

veias

“O que nos metem nas veias

Actualmente estão a ser comercia­lizadas várias vacinas contra a gripe sazonal, que cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Tem sido possível encontrar (pelo menos) quatro delas nas farmácias portuguesas: Fluad, Fluarix, Influvac e Istivac. Quem consultar a lista de possíveis efeitos secundários, disponibilizada nos folhetos informativos do Infarmed, encontra a síndrome de Guillain-Barré – uma doença degenerativa do sistema nervoso, manifestada em dezenas de pessoas que receberam a polémica Pandemrix.

A lista de componentes destas quatro vacinas, igualmente divulgada nos folhe­tos informativos, revela um cocktail de químicos tóxicos. Três das vacinas (duas delas aconselhadas a crianças) contêm polissorbato 80 (também conhecido como Tween 80), uma substância usada como emulsionante em produtos de beleza e que diversos estudos associaram a convulsões, choques anafilácticos, abortos espontâneos e infertilidade. Este é também um ingrediente da Gardasil, a vacina contra o HPV que os últimos governos têm promovido às mulheres (e crianças) portuguesas. Nos EUA, a Fluarix chegou a ser comercializada com a indicação de “não ter sido avaliado o potencial carcinogénico ou mutagénico, nem de diminuição da fertilidade”.

Os folhetos do Infarmed alertam a presença de “quantidades pequenas” de outros componentes em várias destas vacinas: brometo de cetiltrimetilamónio (CTAB), um desinfectante usado para esterilizar laboratórios; octoxinol, outro detergente utilizado no processo de produção das vacinas, que pode danificar células e causar tumores; gentamicina, “um antibiótico utilizado para tratar “infecções bacterianas” com a sua própria lista de efeitos secundários, na qual muitos investigadores incluem a doença de Alzheimer; assim como neomicina e deoxicolato de sódio – substâncias consi­deradas tóxicas para o sistema imunitário. O formaldeído, um químico que várias entidades – como a Agência Internacional para a Pesquisa sobre Cancro – classificaram como cancerígeno, está presente nestas quatro vacinas.

Fonte: http://grupolegio.blogspot.pt/2013/04/o-que-nos-metem-nas-veias_5578.html

Impressionante como o nosso corpo, que é o nosso maior amigo, é alvo de uma falta de respeito tão grande. Envenenamo-nos a pouco e pouco, porque se confia num sistema a quem nós demos o poder de governar as nossas vidas.

Postado por Isabel Pato

Fonte

A SIDA

A SIDA

 

A SIDAA SIDA

 

SIDA é a designação abreviada de Síndroma de Imunodeficiência Adquirida. Como o seu nome indica, esta doença caracteriza-se por uma deficiência do sistema imunológico que não é hereditária, mas sim adquirida no transcurso da vida do doente. Para que se compre­enda bem o que é a SIDA, é necessário, antes de mais nada, possuir­-se um conceito claro do sistema imunológico e da sua forma de acção.

A imunidade

O sistema imunológico é constituído pelo conjunto de procedimen­tos de defesa que o organismo possui para se proteger dos perigos que o ameaçam. O organismo é, pois, capaz de reconhecer o que é alheio à sua organização interna.

Graças ao seu sistema de defesa, também é capaz de destruir e eliminar os elementos perturbadores, quer provenham do exterior (germes infecciosos, substâncias tóxicas…) quer provenham do inte­rior (células anormais: cancerosas ou habitadas por vírus).

A imunidade é o estado de um organismo protegido de todas as consequências doentias provocadas pelas agressões microbianas, não porque essas agressões não se produzam, mas sim porque é capaz de triunfar facilmente sobre as infecções que provocam.

Em oposição ao estado de imunidade encontra-se aquele em que o organismo, quando se encontra infectado ou envenenado, não reage para se defender. Significa que está em estado receptivo. Este estado não pode prolongar-se por muito tempo, pois se um organismo não consegue triunfar sobre os seus agressores, eles triunfarão sobre ele e destruí-Io-ão. O resultado do combate é sempre a morte, quer seja do agredido (o organismo) quer seja dos agressores (os micróbios).

A periculosidade dos micróbios

micróbios

A ideia mais difundida é que o micróbio, e não o terreno, é a causa principal de todas as doenças. A noção de micróbio e o carácter nefasto dos germes infecciosos no organismo não se consegue com­preender claramente.

Por assim dizer, os micróbios vivem em todo o lado. Povoam tanto o ambiente que nos rodeia (as nossas casas, o ar que respiramos, os alimentos que comemos) como o “ambiente interior”, ou seja, as mucosas e as cavidades ocas dos nossos órgãos.

Os maiores micróbios pertencentes ao reino animal são, por exem­plo, a ameba da disenteria ou o parasita do paludismo. Os micróbios vegetais tanto podem ser fungos microscópicos (bolores ou fermen­tos) como algas (bactérias ou bacilos, como o estreptococo da escar­latina e o bacilo da difteria).

Os vírus são micróbios de origem mineral. São os mais pequenos. Encontram-se presentes na poliomielite, no sarampo, na papeira, na varicela, na gripe, na meningite, no herpes, na hepatite B, na raiva…

A acção dos microrganismos não é sistematicamente má, como geralmente se pensa. Se todos os micróbios fossem perigosos, o ser humano há muito teria desaparecido da face da Terra. Na verdade, alguns microrganismos têm até uma actividade benéfica, como os que formam a nossa flora intestinal, indispensável ao desenvolvimento correcto dos processos digestivos. Há outro tipo de micróbios desig­nados como neutros, como, por exemplo, os micróbios da pele. O organismo tolera-os, sem tirar deles qualquer proveito, mas também sem sofrer pela sua presença. Ao contrário, quando os micróbios patogénicos que constituem a terceira categoria de microrganismos se encontram no interior do corpo, exploram os recursos deste, passando a viver à sua custa sem nada lhe oferecer em troca.

Por outro lado e nesta situação, tudo quanto constitua um benefício para os micróbios representa, para o hospedeiro, perdas e prejuízos que podem tornar-se importantes até ao ponto de fazer perigar a sua vida. É evidente que o sistema imunológico começa a funcionar ante a presença desta terceira categoria de microrganismos. O organismo reclama procedimentos de defesa para poder libertar-se deles. Então, perguntamos, em que é exactamente nociva a acção de um germe infeccioso?

Por si só, a acção de um micróbio que penetra no nosso organismo seria desprezível; o que se passa é que ele não permanece sozinho por muito tempo, uma vez que se multiplica rapidamente.

Logo, os tecidos sentem-se rapidamente invadidos por uma multidão de micróbios semelhantes, cuja acção nefasta aumentará de forma proporcional ao número de micróbios presentes.

Para poderem viver, sugam dos líquidos orgânicos as substâncias nutritivas de que necessitam e expulsam para o exterior os resíduos. Ora, esse exterior para onde expulsam os seus próprios detritos é nem mais nem menos que o interior do nosso organismo.

Algumas destas substâncias, sem serem tóxicas, podem, no entan­to, agir de forma nefasta. Frequentemente, digerem vários constituin­tes dos tecidos que os rodeiam, o que facilita a sua penetração e difusão pelos tecidos vizinhos.

Mas o problema provém, sobretudo, das lesões orgânicas que daqui derivam, principalmente se têm lugar nos órgãos nobres, como o cérebro ou o coração. Além disso, essas substâncias não tóxicas po­dem perturbar o metabolismo do tecido hospedeiro e desviá-lo para uma direcção anormal e perigosa. Por exemplo: o metabolismo desviado da glicose conduz à gangrena.

Os produtos tóxicos segregados pelos micróbios possuem uma acção ainda mais nefasta. As toxinas, ao envenenarem qualquer órgão, perturbam o seu funcionamento (paralisia nervosa da poliomielite, contracção muscular mortal no caso do tétano) ou destroem tecidos celulares inteiros, causando lesões ulceradas da pele e das mucosas, etc. Para além do mais, a destruição rápida de um grande número de células produz uma grande quantidade de resíduos e substâncias tó­xicas que terão também, por sua vez, uma acção intoxicante sobre o organismo.

Em suma, os efeitos nefastos de uma infecção microbiana são o envenenamento do corpo e a destruição dos tecidos.

Defesas do organismo ou o sistema imunológicoLeucócitos – Glóbulos Brancos

O organismo, para poder proteger-se e lutar contra os agentes infecciosos, dispõe de dois procedimentos diferentes. Por um lado, um procedimento de protecção não específico, que actua de forma indis­tinta sobre todos os germes infecciosos, sejam eles quais forem. Ao estado de protecção que daí resulta chama-se imunidade natural inata. Corresponde ao estado geral de resistência do corpo face às agressões.

O segundo procedimento apenas é utilizado quando o primeiro se revela insuficiente, ao ser superado pela invasão microbiana. É como se se tratasse de um sistema de defesa de reserva. Por outro lado, a sua acção é muito mais especializada, uma vez que actua de modo diferente consoante as características do agressor. Por esse motivo, o estado de protecção que se produz recebe o nome de imunidade es­pecífica adquirida.

O estudo destes procedimentos volta a evidenciar a importância primordial do terreno. Com efeito, apesar dos termos “agressor” e “invasor” utilizados para designá-los, os micróbios não são impulsio­nados por uma lógica de destruição, mas, como todo o ser vivo, esforçam-se para encontrar condições de vida convenientes. Se um organismo humano lhas oferecer, eles prosperam e multiplicam-se com toda a naturalidade. Os prejuízos que originam no organismo hospedeiro são uma consequência e não uma meta.

O desenvolvimento de uma doença infecciosa deve-se mais à nossa incapacidade de resistir do que à força intrínseca do micróbio. Em geral, sucumbimos com maior rapidez devido às nossas fraquezas do que à força que o micróbio possa possuir. Esta relação de inter­dependência entre o organismo e a doença foi magnificamente resumida por Pidoux, médico do século XIX: “Quanto mais decai o orga­nismo, mais sobe a doença; quanto mais ele se degenera, mais ela se desenvolve. Ela vive dele, forma-se nas suas alterações e nos seus resíduos.”

Defesas não específicas

A pele e as mucosas que envolvem as cavidades internas do orga­nismo representam a primeira linha de defesa contra a penetração dos germes. Pela sua própria estrutura, ambas constituem uma barreira impermeável aos germes, que só poderá ser atravessada em caso de ferimento ou queimadura. Além disso, as secreções sebáceas e sudoríparas exercem uma actividade antimicrobiana, sempre que as glândulas em questão funcionem devidamente. O mesmo ocorre com as glândulas das mucos as – glândulas salivares, lacrimogéneas, etc. ­que também contêm, na sua maior parte, substâncias antimicrobianas.

A própria composição dos líquidos orgânicos e o estado do terreno constituem outro elemento das defesas não específicas. O ponto de vista clássico admite que a possibilidade de sobrevivência de um germe no interior dos nossos tecidos depende do grau de acidez ou aIcalinidade, do grau de oxigenação, dos metais catalisadores presentes e, também, da sua maior ou menor saturação em secreções endócrinas. Por outras palavras, consoante o estado de equilíbrio dos nossos líquidos orgânicos, um germe ver-se-á, ou não privado das condições necessárias à sua sobrevivência. Se o meio lhe for hostil, morrerá imediatamente ou o seu desenvolvimento será seriamente dificultado. Nestas circunstâncias, o corpo possui uma imunidade na­tural face aos germes que nele penetram.

Se, apesar de tudo, um germe consegue sobreviver, mesmo dadas as debilidades do terreno, a sua vida perigará pela presença de um tipo especial de glóbulos brancos: os fagócitos, que actuam como guardiões do organismo. Estes glóbulos brancos encontram-se no sangue em grande número (6000/mm3) e, ainda, em diferentes lugares estratégicosdo organismo, por exemplo, nos gânglios.

Os fagócitos reproduzem-se rapidamente para fazerem frente aos agressores. Seja qual for o micróbio invasor, os fagócitos destroem-no, comendo-o (fagocitose). O afluxo de sangue à região invadida pelos micróbios facilita a chegada dos fagócitos e determina uma inflamação local. Se a invasão afectar todo o organismo, produz-se uma inflamação generalizada que se traduz em febre.

As defesas não específicas do organismo são suficientes para o protegerem da maioria dos riscos de infecções.

Defesas específicas 

Nos casos em que tanto os meios de defesa gerais como polivalentes são insuficientes para impedir a invasão dos germes, o sistema imunológico recorre a defesas específicas, essencialmente aos linfóci­tos, que são glóbulos brancos diferentes dos fagócitos. Estes podem ser linfócitos T, que matam os germes infecciosos ao entrarem em contacto directo com eles, ou linfócitos B, que os matam à distância, segregando substâncias tóxicas para o germe, isto é, os anticorpos.

Seja qual for o germe infeccioso que penetre no organismo, existe sempre um linfócito perfeitamente adaptado para exterminá-lo, mas ineficaz para a destruição de qualquer outro tipo de germe.

Quando o sistema imunológico localiza um germe perigoso, selec­ciona os glóbulos brancos capazes de proceder à destruição do invasor e estimular a sua auto-multiplicação.

Deste modo, os linfócitos T e os linfócitos B são capazes de se multiplicar rapidamente, para poderem destruir o inimigo antes que este os destrua.

Entre os linfócitos T, há uma categoria sobre a qual deve recair a nossa atenção, devido ao papel importante que desempenha e às suas implicações com a SIDA; trata-se dos linfócitos T4. Comportam-se como se fossem chefes de orquestra, dirigindo as reacções de defesa. Após a localização do germe infeccioso, estimulam a multiplicação dos linfócitos T especializados na destruição de células anormais ­por exemplo, as que albergam o vírus. Além disso, os linfócitos T4 põem em funcionamento todos os meios de defesa. Sem eles, o corpo encontrar-se-ia numa situação desesperada, pois se o “director das operações” faltasse, o sistema de defesa não estaria a postos para combater o invasor.

SIDA, uma doença vírica  HIV

O vírus implicado na SIDA é designado por HIV (Human Immuno­deficiency Virus) ou por LAV (Lymphadenopathy Associated Virus­vírus associado à linfadenopatia).

Uma propriedade comum aos vírus em geral é a de não poderem sobreviver de forma independente. Eles precisam de viver no interior de uma célula hospedeira, animal ou vegetal, já que utilizam os cons­tituintes da célula para viverem e se multiplicarem.

Este estado de dependência explica os danos originados pelas in­fecções víricas. Quando os vírus se multiplicam exageradamente numa célula, perturbam-lhe o funcionamento e acabam por originar-lhe a morte por rebentamento. Os vírus, libertados desta maneira, vão co­lonizar outras células para poderem sobreviver, células essas que, por sua vez, serão destruídas também. Deste modo, os vírus vão causando lesões em tecidos importantes.

Cada tipo de vírus possui afinidade com determinados tecidos. Por exemplo, o vírus da hepatite tem predilecção pelas células do fígado, o vírus do sarampo, pela  pele.

O vírus LAV tem predilecção pelos linfócitos T4. É este o aspecto dramático desta infecção. O vírus LAV coloniza e destrói as células que estão encarregues da sua própria destruição!

Dado o estado de dependência da célula, o vírus LAV não poderá multiplicar-se senão quando a própria célula se multiplicar, isto é, quando o número de linfócitos T4 aumentar para fazer frente a uma infecção. No entanto, enquanto a célula, ao dividir-se, só dá origem a duas células-filhas, o vírus reproduz-se em milhares de exemplares. Este processo ocasionará o rebentamento da célula e fará com que os vírus libertados colonizem outros linfócitos T4. O mesmo fenómeno reproduzir-se-á nas células recém-infectadas, dando lugar a que cada vez mais linfócitos T4 sejam infectados e destruídos e, então, com o tempo, o seu número irá diminuindo. Felizmente, possuímos vários biliões de linfócitos T4. Mas, quando a doença se desenvolve, chega­-se a um momento em que a quantidade fica tão restringida que o corpo não terá condições de se defender contra outros agentes infec­ciosos que o invadam. Por falta de linfócitos T4, os germes infecciosos encontram apenas um número muito escasso de defensores para se oporem à sua entrada no organismo.

      A presença do vírus HIV no nosso organismo não é sinónimo declarado de SIDA. O nosso corpo é capaz de albergar alguns micró­bios, mesmo de estirpe muito perigosa, porque o sistema imunológico impede a sua multiplicação e disseminação, encerrando-os em “células-prisões”. Os micróbios não são mortos, são apenas neutralizados, ficando impedidos de exercer a sua actuação nociva. Mas estes mi­cróbios “adormecidos” e encarcerados só permanecem isolados na sua “prisão” se o sistema imunológico os lá mantiver. Se houver um descuido na sua vigilância, ao manifestarem-se deficiências no sis­tema imunológico, quebra-se o equilíbrio. São, então, libertados e podem exercer uma acção nociva sobre o corpo que os contém.

Um indivíduo portador de um germe infeccioso, mas que não apresente sintomas da doença (porque o germe em questão se encon­tra neutralizado pelo sistema imunológico), designa-se por portador são ou portador as sintomático.

No caso da SIDA, é necessário que o vírus HIV se multiplique, colonize e, sobretudo, destrua uma quantidade suficiente de linfócitos T4.

A SIDA comporta diferentes estágios de gravidade, dependendo do grau de deficiência do sistema imunológico (pouco, médio ou muito deficiente). No entanto, no estado actual de conhecimentos, a doença parece progredir inexoravelmente a caminho da destruição total dos linfócitos T4, e, portanto, nestas circunstâncias, trata-se de uma doença muito grave.

Características da SIDA

Sendo a função dos linfócitos T4 a destruição dos germes infec­ciosos e das células anormais (cancerosas, por exemplo), os danos provocados pela sua diminuição numérica e funcional traduzir-se-ão, naturalmente, por infecções múltiplas e pelo desenvolvimento de tumo­res cancerosos.

Numa pessoa atingida pela SIDA, os germes infecciosos encontram um terreno favorável e multiplicam-se desenfreadamente. A morte será o resultado dessas infecções secundárias que desorganizam, lesionam, envenenam e esgotam completamente o doente.

A pele, as vias respiratórias, os gânglios, o fígado, o sangue, enfim, todo o organismo está sujeito a infecções, à mercê dos micróbios que entram em contacto com o doente. As diarreias intermináveis e os problemas de deglutição que resultam das infecções localizadas no tubo digestivo perturbam por completo as possibilidades de alimen­tação do doente que, progressivamente, vai perdendo peso e forças. O cérebro e o sistema nervoso são, também, atingidos, o que acarreta paralisia, perda de vista e graves distúrbios nervosos e psíquicos.

A falta de linfócitos T4 deixa também o campo livre para o desen­volvimento de células cancerosas. Os tumores manifestam-se princi­palmente na pele, nas mucosas e nos gânglios linfáticos cerebrais. Com infecções múltiplas e tumores cancerosos, a SIDA apresenta-se como a concentração de todos os males.

Sanear o terreno é torná-lo insalubre para os germes infecciosos

O tratamento dos sintomas da SIDA conduz a situações paradoxais complexas, uma vez que as características da doença se opõem ao funcionamento dos meios habituais deste tratamento. Com efeito, para destruir eficazmente o vírus HIV, seria necessário destruir as células que o albergam. Ora, essas células são, precisamente, os linfócitos T4 do sistema imunológico. Destruindo-os, destruir-se-ia, simultanea­mente, o sistema imunológico.

De outra forma, atacando o problema por um ângulo diferente, quer dizer, deixando o vírus livre e tentando reforçar o sistema imunológico através da estimulação dos glóbulos brancos defensores, chega-se, de novo, a um beco sem saída. Efectivamente, como vimos antes, estimular a multiplicação dos linfócitos T4 é dar o impulso e a possibilidade de multiplicação também aos vírus HIV. Seria, por­tanto, favorecer a disseminação do vírus da SIDA e, com isso, a des­truição do sistema imunológico.

 

 Será que, também neste caso, a natureza não está a indicar-nos que a verdadeira solução reside numa actuação sobre o terreno, que é a causa profunda da falta de resistência do sistema imunológico, e não, apenas, na luta contra os efeitos e os sintomas? Não será um sinal de que o doente não pode receber passivamente os tratamentos e que, pelo contrário, deverá chamar a si a responsabilidade, no sentido de modificar as condições do seu terreno, trabalhando activamente para modificar todo o seu ser físico e psíquico? Sanear o terreno significa tomá-lo insalubre para os germes e reforçar o potencial de defesa do sistema imunológico.

Apesar da sua simplicidade, este enquadramento já utilizado com êxito por pessoas doentes de SIDA responde, igualmente, às perguntas que, hoje em dia, se colocam a respeito desta doença:

Por que algumas pessoas que estão em contacto directo com o vírus não se contagiam?

Por que, apesar de tudo, a doença não se declara em algumas pessoas contagiadas?

Por que, num ou noutro portador são, o vírus desperta subitamente e conduz à situação de doença declarada?

As respostas a estas três perguntas resumem-se em quatro pala­vras: o estado do terreno. O vírus não consegue implantar-se ou, se o consegue, é neutralizado num terreno são e resistente.

Se aparece subitamente num portador são até então, isso deve-se às modificações das condições do seu terreno… que, entretanto, se degradaram.

Como já sublinhámos, o iniciar de tratamentos tendentes à modi­ficação do terreno não se opõe ao uso de tratamentos anti-sintomas paliativos e transitórios. Os remédios anti-sintomas, naturais ou quí­micos, são, inclusivamente, indispensáveis para aliviar o doente.

O tratamento dos sintomas da SIDA conduz a situa­ções paradoxais complexas, ao passo que o saneamento do terreno o tornará insalubre para os germes infeccio­sos e reforçará o potencial de defesa do sistema imuno­lógico.

Postado por:

António Teixeira Fernandes

Do livro Compreender as Doenças Graves

CRISTOPHER  VASEY

Editora Estampa