Category Archives: Saúde e Bem-Estar

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Gengibre: Tesouro medicinal

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História do Gengibre

Teríamos que voltar 3.000 anos atrás para encontrar a primeira ocorrência de gengibre na História. Os primeiros cultivos desta planta, segundo historiadores, remontam ao século V a.C., no Sudeste Asiático, sendo levada neste período para o mercado da Ásia Central pelo rei persa Dario.
Confúcio relata nos seus escritos como os fenícios levaram o gengibre para o Mar Mediterrâneo. Mais tarde espalhou-se por toda a costa até chegar ao Mar Vermelho e proximidades. No decorrer dos anos será Marco Polo quem o exporta numa das suas longas viagens para as Américas.

Ainda hoje estão agradecidos os caribenhos ao aventureiro comerciante Marco Polo, porque embora os maiores produtores de gengibre estão na Ásia (principalmente Índia e China), as melhores colheitas da planta são encontradas no Caribe, particularmente na Jamaica.

 

A planta do gengibre

O gengibre que consumimos é a raiz subterrânea de uma planta perene da família das zingiberáceas, com longas e estreitas folhas e pequenas flores violetas ou amarelas. Pode alcançar cerca de um metro ou mais de altura quando é cultivada nas ladeiras das montanhas.
O seu caule nodoso do qual brotam as raízes é o que usamos como condimento, alimento ou remédio natural. Para poder utilizá-lo deve-se esperar pelo menos seis meses desde o seu plantio. Uma vez extraída da terra, a raíz deve ser bem lavada, deixando-a secar durante alguns dias. Desta maneira resistirá armazenada à temperatura ambiente durante vários meses.
Jengibre    Barlovento
No que se refere à sua composição nutricional, esta antiquíssima planta conta com uma grande variedade de ácidos, tais como: linoleico, ascórbico e glutamina. Também possui fibras, aminoácidos, óleos essenciais e vários minerais como o alumínio, fósforo, cobalto, zinco e manganês.

 

Uso culinário do gengibre

O gengibre é comumente comercializado na sua forma natural como rizoma (caule-raiz) ou em pó seco, sendo também encontrado como chá, cápsulas, tintura e óleo essencial.
São muito variadas as suas propriedades gastronómicas.

A raiz da planta pode ser consumida como ingrediente para fazer doces, condimento em comidas preparadas e infusão com pedaços do seu rizoma. Também incluir pedacinhos em sumos ou vitaminas de frutas e vegetais é uma boa opção para tirar proveito de todas as suas propriedades.
Esta aromática planta combina bem com linhaça, cedro, rosa, jacarandá, arnica, ulmeira, pimenta de caiena, aloe vera, maracujá, alecrim, aveia, neroli, alho e limão, tanto como condimento como para chás.
Na cozinha ocidental é muito utilizada a raiz em pó pela sua famosa propriedade de realçar sabores, principalmente para dar gosto picante e aroma exótico aos pratos. Já os chefs da arte culinária asiática utilizam a planta fresca para obter efeito contrário, qual seja o de disfarçar sabores fortes como o de alguns frutos do mar ou carnes.

Bolachinhas de gengibre

Gingerbread man in hot chocolate
Facilmente encontramos o gengibre como ingrediente em bolos, bolachas, sobremesas de frutas, gelados, etc. Devido ao seu efeito termogênico, são famosas as bolachinhas de gengibre no inverno em muitos países do globo. Existem muitas receitas na web para desfrutar estes deliciosos cookies. Por essa razão, selecionamos a seguinte por sua simplicidade:
Ingredientes:

  • 300 gramas de manteiga derretida
  • 150 gramas de açúcar mascavo
  • 150 gramas de mel
  • Dois ovos
  • ½ colher de sopa de gengibre
  • ½ colher de sopa de cardamomo
  • ½ colher de sopa de canela em pó
  • 600 gramas de farinha

Modo de preparo: bater no liquidificador a manteiga, o açúcar, a mel, os ovos, o gengibre, a canela e o cardamomo até obter uma pasta semi-líquida. Em seguida, adicionar a farinha e bater novamente. Depois, esticar a massa de forma a obter uma espessura de meio centímetro.
Cortar com um molde para bolachas e levar ao forno a 180 graus por 10 minutos. Uma vez assados, você pode decorá-los com açúcar glacê, coco ralado ou com o que sua criatividade sugerir.

 

Uso medicinal do gengibre

Galeno, um dos pais da Medicina, já o empregava nos seus remédios naturais. Também no Oriente o gengibre é valorizado desde há muitos séculos atrás pelas suas qualidades terapêuticas. É empregado na Medicina Tradicional Chinesa, Ayurveda e Tibetana desde a Antiguidade para infecções como: inchaço abdominal, tosse, vómito, diarreia, reumatismo, inflamação das articulações, artrite, etc. Na Europa era comercializado como tónico aromático, protector hepático e digestivo.
medicina-natural
Este tesouro medicinal vindo da terra possui, ao menos, 12 componentes antivirais.  Em estudos científicos, estes elementos foram isolados para combater o rhinorvirus (vírus da constipação comum). Esta potente planta combate a proliferação de vírus e bactérias alojadas no organismo, diminuindo os sintomas da febre, dor e tosse, além de induzir ao relaxamento.
São muitas as utilidades que se podem outorgar a este antibiótico natural. Tenha em mente que os antibióticos foram a grande descoberta da Medicina Moderna (1942). Milhares de doenças incuráveis se tornaram curáveis graças a eles, mas até hoje vão sendo descobertas novas contra-indicações, alergias, intolerâncias e redução na defesa por causa do seu uso frequente.
Um antibiótico é um composto químico que elimina ou pára o crescimento de microorganismos ou bactérias que enfermam o corpo. O seu uso frequente acarreta a adaptação pelo organismo, implicando no gradual aumento da dose, tornando-se um risco para a nossa saúde. Por este motivo é muito mais saudável ingerir diariamente antibióticos naturais, pois não produzem alergia ou qualquer outra contra-indicação, nem sensação de mal-estar.
São muitos os alimentos que pela sua composição interna e suas propriedades optimizam as defesas do organismo e impedem enfermidades. Alguns destes antibióticos naturais estão na nossa dieta diária, como o limão, o alho, a cebola, a mel, a cúrcuma e, claro, o gengibre.  A chave é aumentar o consumo no caso de padecimento de alguma doença.
É tão simples como cortar um pequeno pedaço de gengibre e fazer uma infusão. Os benéficos efeitos desse costume serão percebidos muito rápido.

 

Chá de Gengibre: uma delícia saudável

Apresentamos uma receita simples de como consumir o gengibre em chás, para fortalecer o nosso sistema imunológico:

  • Ferver três copos de água num bule
  • Cortar e lavar um pedaço de raiz de gengibre de aproximadamente 90 gramas
  • Esmagá-lo
  • Adicioná-lo à água fervida e deixar repousar por 10 minutos
  • Coar o chá e tomar

Propriedades Terapêuticas

O gengibre tem uma longa trajetória como remédio terapêutico. Entre outros males alivia náuseas, dor de estômago, tonturas, estimula o sistema imunológico contra vírus e bactérias, atua como anti-inflamatório, analgésico e muitas outras funções.

  • Analgésico e anti-inflamatório para uso externo: aplica-se em forma de compressa para aliviar dores articulares como lombalgia, ciática, reumatismo, e problemas de enfriamento. Se a região lesionada está quente é mais eficaz ingerir a planta.
  • Analgésico e anti-inflamatório para uso interno: toma-se em forma de cápsulas, comprimidos ou chá para aliviar dores causadas por artrite, reumatismo e inflamações. Ele também alivia cólicas menstruais, dificuldades de mobilidade e dores em geral. 
  • Hipolipemiante: diminui as gorduras do sangue: muito benéfico para as pessoas com níveis elevados de colesterol ou triglicéridos. Combate eficazmente a arteriosclerose.
  • Ativa a circulação: ao dilatar os vasos sanguíneos o gengibre estimula a circulação. Tem efeito anticoagulante, pois inibe a concentração de plaquetas no sangue, sendo assim muito aconselhável para pessoas propensas a problemas circulatórios.
  • Cefaléias, dores de cabeça e enxaqueca: é um remédio muito eficaz para estas doenças. O seu efeito vasodilatador, tonificante e antiviral colabora com o organismo aliviando estes sintomas desagradáveis.
  • Náuseas e vómitos: é tradicionalmente conhecido o seu efeito curativo contra náuseas em mulheres grávidas. Mas atualmente também vem sendo utilizado para combater estes incómodos sintomas em pessoas em tratamento agressivo contra o cancro. Uma infusão de gengibre com mel traz um grande alívio contra essas moléstias.
  • Problemas digestivos: a infusão da raiz em tela ajuda a melhorar as dificuldades digestivas como gases, inchaço abdominal, sensação de peso, dispepsias, cólon irritável, etc.
  • Processamento dos alimentos: o gengibre é um estimulante do pâncreas, aumentando a produção de enzimas que favorecem a digestão.  Com isso evita-se a aparição de uma série de problemas intestinais próprios da indigestão como úlceras, diarréias, vómitos e náuseas.
  • Constipações e infecções otorrinolaringológicas: tomar chá da raiz com mel e limão atua diretamente contra vírus e bactérias que produzem infecções. Também melhora a tosse, ajuda a diminuir a mucosidade e estimula a expectoração.

 

O seu uso também é atribuído para evitar enjoo em viagens, náuseas e vómitos pós-operatórios, enjoo matinal, artrite reumatóide, dores musculares e articulares em atletas. O seu consumo regular é efetivo na prevenção do cancro de próstata e útero, e também para perder peso.

 

Dose diária e suas contra-indicações

A posologia básica para tratamento seria o consumo de 2 a 4 gramas de pó seco do rizoma do gengibre três vezes ao dia. No caso de tintura-mãe recomenda-se de 40 a 60 gotas três vezes ao dia. Outra opção é consumi-lo fresco ou em pó seco nas comidas preparadas.
Embora seja sempre recomendável consultar um médico alópata ou naturópata antes de iniciar qualquer tratamento terapêutico, aconselha-se não consumi-lo em caso de a pessoa possuir úlcera péptica em período ativo, cálculos biliares ou estar em tratamento à base de anticoagulantes.
Não é recomendado o tratamento contínuo durante a gravidez ou o período de lactância, em crianças com menos de 6 anos sem recomendação e acompanhamento médico.

Não se conhecem outras contra-indicações.

 

O Gengibre e a Ciência

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Novas investigações asseguram que o gengibre pode ajudar a emagrecer ao reduzir a inflamação e incidir na sensibilidade à glicose, fatores que influenciam na perda de peso. A sua influência nos níveis de serotonina que condicionam o apetite faz com que, ao consumi-lo, nos sintamos saciados muito antes com o conseguinte efeito de comer menos quantidade.
Também sabemos que o gengibre tem propriedades digestivas devido a que estimula os sucos gástricos, fortalece a atividade muscular intestinal e as contrações estomacais. Dessa maneira facilita a mobilidade dos alimentos, resultando numa melhor absorção dos nutrientes e melhor evacuação dos resíduos. Assim, evita o aumento do peso corporal.
Os seus componentes gigerol e shogaol estimulam o metabolismo ao aumentar o gasto de energia e a oxidação das gorduras, subindo a temperatura corporal e queimando mais calorias, o que colabora também com a perda de peso.
Estudos científicos realizados na Universidade de Sydney, Austrália, demonstraram os valiosos efeitos do gengibre para prevenir e combater diabetes. Tanto as provas in vitro, in vivo e ensaios clínicos confirmam o efeito antidiabético do gengibre, devido ao seu extrato ser capaz de aumentar a captação de glicose pelas células musculares, independente da quantidade de insulina no sangue.
Laboratorio   Monitor
Segundo uma importante pesquisa científica do Centro Médico da Universidade de Mariland, juntamente com a Drª Gail B. Mahady, PhD, professora assistente de Farmácia da Universidade de Illinois, estudos de laboratório confirmam que certas substâncias contidas no gengibre inibem o crescimento das células cancerígenas da próstata e as conduzem à morte, ao eliminar o seu ciclo degenerativo, diminuir a sua capacidade de reprodução e exterminando a célula mitocondrial alterada.
A Ciência também descobriu que o gengibre possui substâncias ativas capazes de tratar casos de leucemia. Desta maneira, esta raiz milagrosa é hoje considerada uma integrante da família dos super alimentos que combatem o cancro.

Fonte: http://melhorcomsaude.com/tesouro-medicinal-embaixo-da-terra/


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Essências Florais

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Essências Florais

Preparadas a partir de flores silvestres, as essências florais são extratos líquidos, usados para tratar questões do bem-estar emocional, do desenvolvimento da alma e da saúde do corpo-mente.
Quando utilizadas,  mobilizam a consciência dos dons e potenciais que necessitam  ser desbloqueados, despertos ou fortalecidos. Atuam nos campos vitais, no corpo etérico, emocional, mental e na conexão com o Eu Espiritual.
Os florais são catalisadores no processo de evolução pessoal, e ajudam a identificar e transformar emoções e tendências negativas ou destrutivas, fazendo-nos acessar a novas possibilidades internas que geram saúde, bem estar e acabam por nos abrir novos caminhos.

Yarrow/Milfolhada (Achillea millefolium)

Acções terapêuticas:

Yarrow confere força e integridade à aura, de modo a poder compactua com o sofrimento dos outros sem ser afectado por ele. Protege da poluição ambiente.

Garlic/Alho (Allium sativum)

Acções terapêuticas:

“Antibiótico” psíquico para a vulnerabilidade à doença; ajuda a combater medos e inseguranças enraizadas.

Chamomile/Camomila-romana (Anthemis nobilis, Chamaemelum nobile)

Acções terapêuticas:

Acalma os nervos; ajuda a libertar-se das tensões, ansiedade e medos; auxilia o relaxamento profundo; ajuda a transformar a frustração em aceitação.

Borago/Borragem (Borago officinalis)

Acções terapêuticas:

Combate o desânimo: traz alegria para enfrentar os desafios da vida; útil em casos de doenças prolongadas e outras circunstâncias difíceis.

 

Bougainvillea/Buganvília (Bougainvillea spectabilis)

Acções terapêuticas:

Repõe o equilíbrio entre as emoções e o espírito e liberta da culpa e do medo de represálias, através do restabelecimento da ligação com o poder do amor; faz apreciar os prazeres da vida; torna-nos aptos a ajudar os outros a sentirem-se confortáveis e bem-vindos, mesmo em situações difíceis; aprofunda a respiração e encoraja sentimentos de paz e libertação; reduz dores locais, incluindo dores crónicas; é um bom tratamento para a fadiga crónica.

Wild Oat/Aveia Brava (Bromus ramosus)

Acções terapêuticas:

Ajuda-nos a focalizar o verdadeiro potencial para servir; útil para todos os que não sabem o que querem da vida.

Chicory/Chicória (Cichorium intybus)

Acções terapêuticas:

Produz a experiência de uma assimilação emocional contida; ajuda a ultrapassar sentimentos de carência e de esvaziamento, pelo que é excelente para tratar problemas relacionados com a alimentação; excelente para adultos e crianças carentes, exigentes ou manipuladores.

Cematis/Clematite-branca (Clematis vitalba)

Acções terapêuticas:

Permite converter os sonhos em acções. Transporta todos os aspectos da pessoa para o presente, incluindo pensamentos, sentimentos e emoções, permitindo um contacto mais satisfatório com os outros. Ajuda a controlar o escapismo que conduz ao abuso de drogas. A essência de Clematis ajuda a evitar as doenças físicas causadas por não se estar totalmente presente no corpo.

Fireweed/Epilóbio (Epilobium angustifolium)

Acções terapêuticas:

Limpa o corpo dos padrões energéticos antigos e estimula a renovação da energia a todos os níveis do ser; atrai a energia regeneradora curativa do ambiente.

Silver Princess/ Eucalipto azul (Eucalyptus caesis)

Acções terapêuticas:

Repõe a motivação e a vontade de preencher os potenciais da vida; ajuda a transitar para o estádio evolutivo seguinte, quando o ímpeto para o fazer é fraco.

Ash/Freixo (Fraxinus excelsior)

Acções terapêuticas:

Ajuda a criar um espaço de calma desprendida, conferindo flexibilidade, adaptabilidade, força e um sentido do real e dos valores verdadeiros.

Sticky Geranium/ Gerânio (Geranium erianthum)

Acções terapêuticas:

Sintoniza o conhecimento interior e confere energia para libertar o potencial interno e para ultrapassar estádios anteriores de crescimento e auto-definição.

Rock Rose/ Esteva Amarela (Helianthemum nummularium)

Acções terapêuticas:

Descongela do terror e confere coragem para enfrentar os medos e tomar atitudes. Confere o sentido do poder na transcendência do espírito.

Sunflower/ Girassol (Helianthus annuus)

Acções terapêuticas:

Repõe o equilíbrio e dá integridade ao sentido de identidade; nutre o aspecto masculino de homens e mulheres.

St. John´s Wort/ Hipericão (Hypericum perforatum)

Acções terapêuticas:

Interioriza as propriedades luminosas do sol na psique; ajuda em caso de alergias e stress ambiental, pesadelos, suores nocturnos, enurese nocturna; muito eficaz no tratamento da síndrome sazonal afectiva.

Holly/ Azevinho ( Ilex aquifolium)

Acções terapêuticas:

Liberta e acalma as emoções fortes negativas em relação aos outros. Confere um sentimento de amor onde este parece em falta. Protege da negatividade própria.

Impatiens/ Balsamina (Impatiens glandulifera)

Acções terapêuticas:

Aumenta a aceitação do fluxo natural da vida e dos ritmos dos outros. Liberta o corpo, a mente e as emoções de tensões originadas por impaciência.

 

Walnut/Nogueira (Juglans regia)

Acções terapêuticas:

Facilita as transições difíceis; liberta das influências negativas que impedem a mudança; protege durante as transições importantes da vida, tal como o nascimento dos dentes, a puberdade e a menopausa; fortalece a vontade de prosseguir em frente na direcção de avanços da mente, corpo e espírito.

Larch/ Larício (Larix decidua)

Acções terapêuticas:

Aumenta a confiança; consciencializa do potencial interno para o sucesso e a felicidade; aumenta a auto-estima.

Honesty/ Cetim-branco (Lunaria annua)

Acções terapêuticas:

Ajuda a perceber que o alimento espiritual pode trazer a cura ao corpo físico; útil para materialistas e para os que estão obcecados com questões financeiras; ajuda a integrar os valores espirituais e materiais; útil para aqueles que se desculpam dizendo que não têm tempo para se dedicar à sua parte espiritual e também para os que dão e necessitam de reconhecimento- ajuda-os a ver, com gratidão, que também eles recebem a bênção da providência divina.

Apple/Macieira (Malus sylvestris var. domestica)

Acções terapêuticas:

Revela a compreensão da importância da saúde a todos os níveis, físico, emocional e espiritual; dissolve atitudes que impedem a verdadeira cura; alivia do medo de ficar doente, por exemplo de ser infectado ou de ter uma predisposição genética para a doença.

Crab Apple/ Macieira Brava (Malus sylvestris)

Acções terapêuticas:

Confere um sentimento de pureza interior; útil quando se realizam jejuns; restaura o sentido de equilíbrio e de limpeza física, emocional ou espiritual; cura sentimentos de vergonha ou de humilhação.

Evening/ Primrose/ Ónagra (Oenothera hookeri)

Acções terapêuticas:

Cura emoções dolorosas absorvidas da mãe quando criança; desenvolve a capacidade de abrir-se emocionalmente e de formar relacionamentos profundos.

Olive/Oliveira (Olea europoea)

Acções terapêuticas:

Restauração depois de um esgotamento de qualquer tipo, incluindo doenças prolongadas ou stress emocional longo, por exemplo, o de um divórcio; Ajuda a compreender e a corrigir o mau uso da energia e permite entender e contactar com as fontes espirituais da renovação.

Star of Bethlehem/ Leite de Galinha (Ornithogalum umbellatum)

Acções terapêuticas:

Liberta do efeito mortal do choque ou trauma não resolvido e ajuda a restaurar o equilíbrio mental, emocional e físico.

Self-heal/ Prunela (Prunella vulgaris)

Acções terapêuticas:

Ajuda quando não sabemos o que fazer para nos curar; motiva a sentirmo-nos bem e a encontrar um caminho para resistir; clarifica as ideias sobre o que precisamos de fazer; encoraja a prosseguir com qualquer tipo de plano terapêutico.

Cherry Plum/ Abrunheiro-dos-jardins (Prunus cerasifera)

Acções terapêuticas:

Liberta a mente de pensamentos que atormentam, de fazer o mal a si próprio ou aos outros, ou de enlouquecer. Confere paz e calma. Dá força mental.

Oak/ Carvalho (Quercus robur)

Acções terapêuticas:

Ajuda a ceder; encoraja a libertarmo-nos dos problemas dos outros; repõe a força moral; confere força flexível.

Wild Rose/ Rosa-de cão (Rosa canina)

Acções terapêuticas:

Apoia a renovação do interesse pela vida e a saúde; útil para pessoas que sofrem de doenças degenerativas; lembra os que se encontram desligados da vida, devido a apatia prolongada, de que a vida é bela mas também dolorosa, e de que existe um significado e poder na nossa presença no mundo físico.

Wild Potato Bush/ Batateira brava (Solanum quadriloculatum)

Acções terapêuticas:

Confere uma sensação de liberdade e de vitalidade ao corpo físico; especialmente indicada durante a gravidez e em casos de obesidade ou de doenças debilitantes.

Lilac/ Lilás (Syringa vulgaris)

Acções terapêuticas:

Beneficia todos os aspectos relacionados com a coluna, por exemplo ajuda a acalmar a inflamações e compressões dos nervos; actua como relaxante muscular, corrigindo a postura e aumentando a flexibilidade da coluna; activa os canais de energia subtil da coluna e equilibra a actividade dos principais chakras da espinha dorsal.

Dandelion/ Taráxaco (Taraxacum officinale)

Acções terapêuticas:

Ajuda as pessoas hiper-activas a relaxar; ajuda a compreender e a expressar as causas de muitas dores misteriosas; suplementada por um óleo ou um creme, a essência induz o relaxamento do corpo e o abrandamento da tensão muscular.

Thyme/ Tomilho (Thymus vulgaris)

Acções terapêuticas:

A essência de Thyme atrai todos os que podem inspirar, ajudar e encorajar-nos para realizar os nossos objectivos mais ambiciosos. Também convida os elementos benéficos do mundo invisível. Ajuda a proteger o sistema imunitário.

Valerian/ Valeriana (Valeriana officinalis)

Acções terapêuticas:

Alivia do stress, exaustão, distúrbios do sono e tensão, relacionados com o excesso de trabalho; harmoniza os relacionamentos através da criação de um sentimento interno de nutrição e apoio; abre-nos à alegria e ao humor momentâneos; ajuda a reclamar o direito infantil de “apenas ser e ter prazer,” tornando-nos melhores companheiros para aqueles que amamos.

Mullein /Verbasco (Verbascum thapsus)

Acções terapêuticas:

Ajuda a ouvirmos o nosso interior; ajuda a desenvolver a consciência e a moralidade internas; ajuda a desenvolver uma consciencialização adequada para sabermos onde erramos.

 

Extraído do livro: Essências Florais – Para uma vida saudável; Autora: Carol Rudd


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A Religião das Vacinas

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A Religião das Vacinas

Mark Sircus Ac., OMD
International Medical Veritas Association

As empresas farmacêuticas querem se assegurar de que as pessoas não tenham medo das vacinas.
Robert F. Kennedy Jr.

Existem muitas pessoas para as quais é inconcebível que exista oposição organizada às vacinas. Algumas dessas pessoas realmente acham que deveria ser reservado um lugar especial no inferno para gente que quer matar ou mutilar crianças, impedindo-as de receber vacinação, e que deveria ser guardado um lugar no céu para todos aqueles que decidiram que realmente é uma boa idéia injetar uma longa lista de substâncias químicas tóxicas, incluindo mercúrio, nos corpos de crianças pequenas.

Tenho a sensação de que os resultados da primeira fase eram propensos demais a ser tendenciosos a fim de servir como base para decisões importantes relativas a saúde pública.
Dr. Thomas Verstraeten

 

Talvez esse lugar no inferno esteja reservado para aqueles médicos e cientistas que arriscaram a vida das nossas crianças em estudos epidemiológicos que não deveriam ter sido usados como base para decisões cruciais na saúde pública. Aqui, Verstraeten está falando de seu famoso estudo sobre timerosal e autismo, que mencionaremos bastante neste livro. Não importa qual é a verdade sobre o alegado encobrimento na reunião secreta em Simpsonwood, retiro formado por médicos e executivos farmacêuticos para examinar os achados de Verstraeten, está claro que decisões relevantes sobre a saúde foram tomadas tendo como fundamento estudos epidemiológicos falhos. Poderíamos questionar facilmente em que momento os médicos começarão a mostrar suas bolas de cristal ou simplesmente reivindicar conhecimento divino, já que abandonaram a ciência séria em favor do tipo de fé cega que encontramos nas seitas religiosas.

Quando levamos em conta os bilhões de dólares que financiam as campanhas de vacinação, não surpreende que a propaganda a favor das vacinas imprima sobre o público um fervor quase religioso.
Jini Pastel Thompson

 

A idéia principal do lado favorável às vacinas, que é repetida muitas e muitas vezes, é esta: “Graças às vacinas, doenças que mataram ou mutilaram milhões durante a maior parte da história da humanidade foram praticamente erradicadas. Onde existem programas de imunização consistentes, doenças como poliomielite, sarampo, caxumba e difteria são flagelos do passado. Esse feito notável é ameaçado periodicamente por suspeitas sobre as vacinas, que podem fazer com que os pais resistam a ter seus filhos inoculados.”

[i] Este é o mantra que todo o mundo conhece mas que ninguém no mundo médico parece ter respaldo científico para provar.

As autoridades médicas temem que pais, ao não vacinarem os seus filhos, coloquem em risco a saúde da criança e da comunidade circundante. Eles pensam que a imunização em massa acaba com o sofrimento causado por doenças infecciosas do passado. Acham que os pais que estão virando as costas para a instituição médica e as vacinas esqueceram as terríveis doenças do passado, que foram erradicadas por vacinas. Essas mesmas autoridades, e os jornalistas da área médica dos maiores jornais do mundo inteiro, falam sobre crenças que todos compartilham, mas não podem e não querem provar. Eles dizem que as vacinas salvam vidas, mas não revelam quantas vidas elas destroem.

De acordo com os arquivos da Metropolitan Life Insurance Company, desde 1911 até 1935, as quatro principais causas de mortes infantis por doenças infecciosas nos EUA foram difteria, coqueluche, escarlatina e sarampo. Entretanto, em 1945 os números de mortes por estas doenças foram reduzidos em 95%, antes da implementação dos programas de vacinação em massa.
Dr. Harold Buttram

Não existe comprovação científica real de que vacinações são seguras ou efetivas, e não existem estudos com grupos de controle, porque autoridades médicas consideram que “não vacinar” é anti-ético, e se recusaram a estudar voluntários não vacinados. O que temos são dados coletados por funcionários da saúde, e os padrões no longo prazo são claros. O público nunca foi informado de que a mortalidade decorrente de doenças infecciosas diminuiu bem antes de as vacinas terem sido introduzidas, e de que o crédito que os vacinistas insistem ser deles é roubado, não merecido. Todo o debate sobre benefícios versus riscos não faz sentido quando os benefícios são somente presumidos, mas não comprovados. Teoria e prática de imunização são baseadas em suposições falhas, conforme demonstrado no gráfico a seguir:


O gráfico acima é baseado em informações encontradas no livro de Tim O´Shea The Sanctity of Human Blood (A Santidade do Sangue Humano) e no livro de Michael Alderson International Mortality Statistics (Estatísticas Internacionais de Mortalidade). Ele mostra as taxas anuais de mortalidade nos Estados Unidos para quatro doenças comuns entre 1906 e 1975. A propaganda em prol da vacinação tem sido tão bem sucedida que a maioria de nós acredita automaticamente que vacinas são tão efetivas que deriva delas a erradicação quase total de doenças infantis sérias. Nada poderia estar mais longe da verdade. “Até 90% da redução total nas taxas de mortalidade infantil decorrente de coqueluche, escarlatina, difteria e sarampo entre 1860 e 1965 aconteceu antes da introdução de imunizações e de antibióticos”, disse o Dr. Archie Kalokerinos.

Os gráficos abaixo, baseados nos números oficiais de mortes conforme registrados no Official Year Books of the Commonwealth of Austrália (Registros oficiais tipo cartório), foram obtidos do excelente livro de Greg Beattie Vaccination – A Parent´s Dilemma (Vacinação –um dilema para pais) e representam o declínio das taxas de mortalidade por doenças infecciosas na Austrália. Eles mostram claramente que as vacinas não têm nada a ver com o declínio das taxas de mortalidade.

Na sequência: coqueluche (“whooping cough”), difteria, sarampo, poliomielite, escarlatina e tifo. O eixo vertical mostra a taxa de mortalidade e a seta indica quando a vacina para aquela doença foi introduzida. No caso da escarlatina não houve vacinas e no caso do tifo não houve vacinação abrangente.

A maioria dos ministérios da saúde no mundo inteiro exibe gráficos que começam nos anos 1950 ou até 1970, com o objetivo de aparentar que as vacinas foram responsáveis pela erradicação de doenças, mas ao estendermos esses gráficos na direção do passado, para o início do século XX ou mesmo incluindo os últimos anos do século XIX, logo vemos que as vacinas pouco fizeram para ajudar no declínio das doenças citadas. Os gráficos abaixo mostram claramente como as informações podem ser apresentadas de uma maneira extremamente enganosa. O gráfico 1 leva o leitor a acreditar que a vacina contra o sarampo foi responsável pela queda de mortes, mas o gráfico 2, que inclui mais informações, voltando até 1900, claramente expressa a realidade de que a maior parte do declínio já havia acontecido e que o início da vacinação não teve impacto algum na taxa de redução posterior.

Um gráfico adequado da incidência de doenças contagiosas, que começa em 1900 (ou antes), mostrará um quadro de mortes, incidência e gravidade de doenças que tiveram redução de 90% (em média) antes da introdução de vacinas. A peste e a escarlatina foram reduzidas sem vacinação. A mortalidade por sarampo diminuiu 99,7% antes da introdução da vacina. Em algum ponto chegaremos inevitavelmente à conclusão de que a “necessidade das vacinas” não passa de um slogan comercial, e que não é algo baseado nas realidades científicas. A maior parte do crédito pela erradicação de doenças infecciosas, na verdade, corresponde à melhoria das condições de saneamento, às redes de esgoto e à distribuição de água e alimentos.

Muitas das doenças comuns, para as quais as vacinas foram elaboradas como método de prevenção, mostram um comportamento similar à pólio, que hoje nos Estados Unidos somente ocorre quando é aplicada a vacina que contém o vírus vivo. Em 1999, somente oito casos de pólio foram registrados e todos foram causados pela vacina oral[1]. Dr. Jonas Salk, que desenvolveu a primeira vacina contra pólio, declarou perante um sub-comité do Senado estadunidense que quase todas as epidemias de pólio ocorridas desde 1961 foram causadas pela vacina oral. O Dr. Salk declarou: “Vacinas contendo vírus vivo contra gripe e pólio, por exemplo, podem causar a doença que deveriam prevenir…”[ii]

Como vimos acima, a maioria dessas doenças estava em declínio radical exatamente na época da introdução das vacinas, de forma que não existe evidência sólida que ligue a erradicação destas doenças ao uso crescente das vacinas destinadas a prevení-las. O Dr. Sabin, que desenvolveu a vacina mais recente contra pólio, disse: “Dados oficiais mostram que as vacinações em larga escala falharam na obtenção de qualquer melhora significativa das doenças contra as quais foram destinadas a dar proteção”[iii]

Muitos têm uma visão reservada de que as vacinas Salk e Sabin, contra pólio, elaboradas com tecidos de rins de macacos, tenham sido diretamente responsáveis pelo maior crescimento de leucemia neste país.
Dr. F. Klenner – Pesquisador de pólio

 

Você nunca vai encontrar um oficial da saúde que debata esses assuntos profundamente, em público ou em particular. Autoridades médicas fogem de debates científicos abertos, e sabemos muito bem que essa discussão é evitada pela incapacidade de comprovar os benefícios propalados. A questão das vacinas não é uma questão religiosa, ainda que muitas vezes seja reduzida a isto pela imprensa médica, que repete crenças cegas porque seus superiores assim exigem. A imprensa e a comunidade médica literalmente se prostituem sobre o assunto vacina, mantendo o público o mais confuso possível para, assim, conservar as vacinações e os lucros das empresas farmacêuticas o mais alto possível. Este livro lança um olhar sobre as realidades do programa de imunização e os terríveis efeitos colaterais que as crianças sofrem com as substâncias químicas contidas nas vacinas.

Quando você terminar de ler este livro, vai perceber que diversas gerações de médicos e funcionários da saúde pública têm envenenado os pequenos com mercúrio, usando-o como conservante em vacinas sem qualquer teste para provar sua segurança. A realização de tais testes é impossível, porque não há uma maneira de provar que um veneno neurológico letal é seguro. Foi o assunto “timerosal” que finalmente fez eclodir verdades chocantes que tanto a comunidade médica como a imprensa conspiraram para esconder. A palavra é veneno. Vacinas contêm e sempre contiveram venenos como mercúrio e alumínio, que são conhecidos por causar destruição neurológica.

Não espere que a leitura deste livro seja confortável. O envenenamento dos pequenos é um assunto sério, e os que apoiam tal prática no fim serão acusados por crime contra a humanidade. Temos nas mãos uma geração de crianças muito doentes. Entre asma, desordens neurológicas, cancro, diabetes, alergias graves e outras doenças infantis que estão crescendo em geral, temos um denominador comum para explicar a causa dessas doenças. Estamos envenenando nossas crianças. No caso das vacinas, estamos permitindo que os nossos médicos e enfermeiros envenenem as crianças com mercúrio e uma longa lista de drogas altamente tóxicas. Também nos asseguramos de que elas tomem água envenenada, comam alimentos envenenados, usem pasta de dentes com veneno, e além disso limpamos as nossas casas com veneno, envenenamos o nosso ar, as nossas escolas e até usamos veneno nos materiais para preenchimento de obturações nos dentes.

O mercúrio é o escolhido numa lista de outras substâncias químicas como chumbo, flúor, antimónio, arsénico, pesticidas, herbicidas, insecticidas, conservantes alimentícios, realçadores de sabor, aromatizantes e milhares de outros produtos químicos que estão envenenando as nossas crianças. O mercúrio é uma catástrofe e agora paira como uma nuvem radioativa invisível sobre a nossa Terra, que um dia foi pura. Está em toda parte: no solo, no mar, no ar e nos consultórios odontológicos, nos hospitais e nas clínicas pediátricas, onde nunca deveria estar. O mercúrio ameaça igualmente os jovens e os velhos não só porque é o elemento não-radioativo mais tóxico que existe, mas porque os dentistas e médicos decidiram que era totalmente razoável usar este veneno neurológico mortal nas suas terapias – chegando a injectar 25 microgramas do veneno em bebés recém nascidos contra uma doença que eles nem mesmo correm risco de contrair, que é o caso da hepatite B.

Na história das vacinas e na história da toxicidade química no meio ambiente, o mercúrio ocupa uma posição desastrosa, que somente agora começamos a compreender. A ciência é clara, e apenas médicos e autoridades médicas que não desejam ver a verdade médica seguirão defendendo a continuidade do uso de mercúrio na medicina e na odontologia. A existência de tais homens e mulheres, sentindo-se confiantes para decidir sobre o destino das nossas crianças, é um espelho verídico da degradação da ciência médica e do perigo extremo a que expomos as nossas crianças quando as entregamos aos cuidados dessas pessoas. Em termos de vacinas – cuidado: visite seu pediatra com reservas. Ele está autorizado legalmente a envenenar os seus filhos. Se o seu filho morrer após receber a vacina, ou cair nas sombras do autismo, o seu médico está completamente protegido contra algo que colocaria outros atrás das grades pelo resto da vida.

A questão do mercúrio não é o único problema em relação às vacinas. Mas é o ponto que destruiu a integridade da comunidade médica ocidental. É o tópico com as melhores chances de baixar a crista da medicina. É o Armagedon da medicina alopática e, como tal, será negado e encoberto do mesmo modo como um criminoso nega responsabilidade para escapar da punição e da perda da imagem e do prestigio. O poder das empresas farmacêuticas e da indústria médica é tão grande que elas transformaram várias gerações de pediatras em gente que envenena crianças e se sente perfeitamente bem com isso.

Não é muito confortante saber que a família Bush e a administração atual têm ligações com a Eli Lilly, empresa que criou o timerosal. Temos o pai do presidente Bush que, após sair do cargo de diretor da Central Intelligence em 1977, foi nomeado diretor da Eli Lilly Pharmaceutical Company pela família de Dan Quayle, que possuía o controle accionário da empresa. Temos o diretor de orçamento da Casa Branca, Mitch Daniels, antes um executivo da Eli Lilly; e o CEO da Eli Lilly Sidney Taurel , que trabalhou no conselho consultivo de segurança pátria do presidente. E quando descobrimos que o presidente do Instituto do Conselho Administrativo de Medicamentos é Gail H. Cassel, PhD, da Eli Lilly, temos razão de temer pelas nossas crianças.

[1] N.T.: segundo panfleto veiculado pela GlaxoSmithKline, empresa multinacional produtora de vacinas, o último caso de pólio devido ao vírus selvagem no Brasil ocorreu em 1996. Desde então todos os casos de pólio no nosso país foram causados pela vacina oral.
[i] USA Today July 7, 2005 editorialhttp://www.usatoday.com/news/opinion/editorials/2005-07-05-our-view_x.htm
[ii] Science 4/4/77 Abstracts
[iii] Dr A. Sabin, developer of the Oral Polio vaccine (lecture to Italian doctors in Piacenza, Italy, Decemebr 7th 1985)

Fonte: http://vacinaveritas.blogspot.pt/2007/06/religio-das-vacinas.html

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ÓLEO DE KRILL Uma melhoria revolucionária para a sua saúde

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ÓLEO DE KRILL

O ÓLEO DE KRILL ajuda a rejuvenescer as células, glândulas e órgãos do seu corpo.

 

KRILL 

O krill é constituído por crustáceos minúsculos que fazem parte do plancton das águas geladas e pristinas da antártida. 

 

O ÓLEO DE KRILL 

O óleo de krill é essencialmente constituído por ácidos gordos polinsaturados, EPA e DHA.  As descobertas revelam que, possuindo uma absorção de 500%, a potência em antioxidante é 297 vezes maior do que a vitamina A ou E. Os seus poderosos efeitos antioxidantes são produzidos pela astaxantina.

Atravessa, facilmente, a barreira hemato-encefálica, ajudando a proteger e estimular melhor o cérebro, com mais memória e clareza de pensamento. Contém fosfolipídios que formam uma barreira microscópica que ajuda as células a filtrarem as toxinas e os danos dos radicais livres que podem resultar em doenças graves. Também protege do stress oxidativo causado pelos radicais livres evitando que as moléculas se rompam e as paredes celulares não fiquem enfraquecidas.

Demonstrou reduzir a síndrome metabólica, eliminar a faixa abdominal, bem como a gordura que se deposita ao redor do fígado e do coração. Ele demonstrou conseguir, ainda, reduzir os níveis de açúcar e da homocisteína, sendo que esta última é um indicador de elevado risco cardiovascular.

ÓLEO DE KRILL demonstrou, ainda, reduzir significativamente os sintomas físicos e emocionais da Síndrome Pré-Menstrual.

Estudos Científicos:

Em 2003 um estudo realizado em 70 mulheres com TPM e dismenorréia, foi descoberto que as mulheres que tomaram OK por um período total de 90 dias demonstraram uma redução do desconforto, dor e sintomas emocionais relacionados com a TPM. 

Um estudo realizado em 2004 produziu uma profunda mudança positiva nos factores de risco cardiovascular, num grupo de 120 voluntários. A dose inicial de 500 mg por dia reduziu os níveis de açúcar do sangue, LDL, Colesterol total e triglicerídeos, e subiu os níveis de HDL dos participantes. 

Em 2007, um artigo foi publicado no “Journal of the American College of Nutrition”. 90 participantes com doença cardíaca e/ou artrites (osteo ou reumatóide) com níveis elevados de CRP (C-reactive protein) receberam óleo de Krill ou placebo por um período de 30 dias. O CRP é uma medida de inflamação no organismo. A partir do 7º dia de tratamento com OK (300 mg dia), houve uma diminuição de 19% dos níveis de CRP. O grupo do placebo exibiu um aumento de 16% do CRP. Pelo dia 30 do tratamento, houve uma redução de 31% do CRP no grupo do óleo de Krill e 32% de aumento no grupo do placebo. Nos pacientes artríticos, houve uma melhoria significativa na dor e nível de rigidez e uma mudança para uma “redução da incapacidade funcional”. 

 

Composto por:

Elisabete Milheiro

Fonte: http://solucaoperfeita.com/magnesio/o-oleo-de-krill-pode-ser-uma-melhoria-revolucionaria-para-sua-saude


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Benefícios do Noni

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 Noni

Benefícios do Noni

Morinda citrifolia, normalmente conhecida por Noni (da língua havaiana),  é uma pequena árvore da família das rubiaceae, originária do sudeste asiático.

Noni possui variadas virtudes medicinais e terapêuticas. Na China, Japão e Tahiti, várias partes da árvore (folhas, flores, frutos e tronco) servem para tratamento da febre, tratamento dos olhos e problemas da pele, gengivite, constipação, dores de estômago, ou dificuldades respiratórias.

Na Malásia, as flores aquecidas desta planta aplicadas no peito, curam a tosse, náusea e cólicas. Nas Filipinas, é extraído o sumo das folhas como tratamento para a artrite.

 A fruta é também usada como champô na Malásia, que ajuda no combate aos piolhos.

Na  Indochina, o fruto aplica-se no tratamento da asma e disenteria. Para uso externo, o fruto é descascado, esmagado, misturado com sal e depois aplicado em fraturas de ossos. No Havaí, o fruto maduro é aplicado em furúnculos para extrair o pus. O extrato de fruta também pode regular a menstruação ou dificuldades urinárias.

Nos Estados Unidos e Canadá, noni é anunciado como produto dietético.

A descoberta do Noni

Em 1957, o Dr. Ralph Henicke descobriu no fruto um componente chave, a peridoxina, que é um elemento muito importante como precursor da Xeronina, que ajuda o organismo a melhorar a própria capacidade regenerativa de todas as células activas.

A xeronina é uma enzima que estimula a redução da pressão arterial elevada. Esta enzima melhora ainda a função da tiróide e timo, levando o sistema imunitário a produzir linfócitos T. Esta planta, praticamente desconhecida em Portugal, contém ainda escopolamina e escopoletina, dois alcaloides com ação na regulação do sistema nervoso, com efeito antiarrítmico, antiemético e antivertiginoso. 

A carência da Xeronina, como de tantos outros elementos, pode originar a doença, o cansaço, a degradação do estado de saúde e alterar o sistema imunitário. O Noni é rico em elementos essenciais, contém vitaminas, minerais, enzimas, oligoelementos e esteróis. Descobriu-se que o Noni contém um espectro inteiro de aminoácidos, que faz dele uma perfeita fonte de proteínas. A capacidade de reduzir a inflamação das articulações e de estimular o sistema imunitário, captou a atenção da moderna comunidade científica.

A noni contém antraquinonas com ação sobre o cancro do pulmão e cólon.

Um dos seus destaques vai para o damnacantal, uma antraquinona citotóxica com ação em vários tipos de cancro, nomeadamente, o colo-retal.

É rica em vitamina C

O ácido ascórbico presente na noni é fonte de vitamina C, ótima para o tratamento de inflamações da pele. Além disso, estimula a produção de colagénio, retardando o envelhecimento precoce. Ela também protege contra bactérias e doenças infecciosas, principalmente gripes e resfriados. O noni tem propriedades nutricionais jamais vistas em outra fruta. É uma boa fonte de proteínas e fibras dietéticas e rica também em vitamina A, ferro e potássio. 

É auxiliar no tratamento da asma

A fruta possui alto teor de acubina e asperulósido, considerados antibióticos naturais. Além disso, é rica em betacaroteno, que tem ação antioxidante e, segundo estudos, está associada à redução das taxas de problemas respiratórios como a asma.

Estudos científicos

Segundo um estudo realizado pelo Serviço de Anestesiologia da Universidade de Medicina de Thammasat, na Tailândia, a ingestão de noni reduz as náuseas e vómitos no período pós-operatório.

Os pacientes receberam doses de 50 mg, 300 mg e 600 mg de extrato seco de noni uma hora antes da cirurgia ou placebo. A dose que produziu melhores resultados foi a de 600 mg. Nos restantes intervalos de tempo, os efeitos foram semelhantes em todos os grupos, de acordo com o Journal of The Medical Association of Thailand, com base num estudo divulgado em 2010.

Os benefícios desta planta para a saúde são evidentes:

– É imunoestimulante, sendo um aliado no tratamento da diabetes, com especificidade para a hiperglicemia agravada pelo stress.

– É um relaxante muscular, reduz o stress e melhora o sono.

– Previne e é coadjuvante no tratamento de vários tipos de cancro.

– É útil no alívio de dores do estômago e azia, no tratamento de náuseas, tonturas e vómitos do pós-operatório.

– É um protetor neuronal em doenças neurodegenerativas e na isquémia cerebral. Estimula a atividade cerebral e memória.

– É usado no tratamento da hipertensão.

– Tem propriedades analgésicas, antioxidantes, anti-inflamatórias, antibacterianas e antivirais.

Vários estudos têm demonstrado que o consumo de noni é muito seguro e não tem quaisquer efeitos hepatotóxicos.

 

 Composto por Elisabete Milheiro

Fonte: http://solucaoperfeita.com/magnesio/beneficios-noni


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