Deficiência de Magnésio, Vitamina D e Cálcio

Deficiência em Magnésio 

A deficiência em magnésio é um factor importante nos resultados obtidos na vitamina D. De acordo com a Dra. Carolyn Dean, perita em magnésio e Directora Médica da Associação Nutritiva não lucrativa do magnésio, a eficácia e os benefícios desta vitamina são extremamente minados na ausência dos níveis adequados de magnésio no corpo.

O magnésio actua com, e é essencial à actividade da vitamina D, no entanto a maioria das pessoas não obtêm a dose diária recomendada deste mineral importante.

Deficiência em Vitamina D

A vitamina D é obtida a partir da exposição à luz solar e é encontrada em alguns alimentos. Pesquisas mostraram que a deficiência desta vitamina é um grande fator em inúmeras doenças.

 “Muitos povos começaram a tomar consciência dos benefícios de saúde surpreendentes que a vitamina D tem para oferecer na prevenção da doença, mas não podem obter os seus benefícios completos sem igualmente suplementar as suas dietas com o magnésio, que é um nutriente vital que trabalha cinegeticamente com essa vitamina,” diz a Dra. Dean.

Níveis Adequados de Magnésio

“Os níveis adequados de magnésio no corpo são essenciais para a absorção e o metabolismo não somente da vitamina D mas do cálcio também. O magnésio converte a vitamina D de modo que possa ajudar na absorção do cálcio. O magnésio estimula uma hormona particular, a calcitonina, que ajuda a preservar a estrutura do osso, resgata o cálcio de onde ele não pertence, colocando-o de novo nos ossos, impedindo a osteoporose, artrite e as pedras no rim.”

Dr. John Cannell, Director Executivo do Conselho não lucrativo da Vitamina D, reconhece igualmente a importância do magnésio como um nutriente exigido para o metabolismo apropriado dessa vitamina, ao adicionalmente mencionar diversos estudos que ilustram este ponto. O magnésio activa a vitamina D, e esta, por sua vez, inibe o depósito do cálcio nas artérias.

Um novo estudo conduzido pelo professor Qi Dai, da Vanderbilt University, em parcerias com pesquisadores de Harvard, descobriu que o consumo elevado de magnésio na dieta ou o uso de suplementos está associado com uma redução significativa dos riscos de deficiência ou insuficiência de vitamina D. O estudo teve com base informações do National Health and Nutrition Examination Survey.

O levantamento, publicado na BMC Medicine, mostrou ainda que altos níveis séricos de vitamina D foram associados com riscos reduzidos de morte por doenças cardiovasculares e cancro colo-rectal apenas entre as pessoas com elevada ingestão de magnésio.

A pesquisa foi realizada com apoio do National Institutes of Health, o Instituto Americano para Pesquisa do Cancro e do Instituto Vanderbilt de Pesquisa Clínica e Translacional.

Calcificação e Magnésio

A calcificação e a deficiência em magnésio

A calcificação e a deficiência em magnésio

 

A calcificação é uma acumulação gradual de cálcio nos tecidos do corpo. O Magnésio é de extrema importância, uma vez que ele faz com que o cálcio seja fixado nos lugares certos – ossos e dentes.

Sem o magnésio, o cálcio fixa-se nos órgãos, tecidos moles, artérias, causando problemas graves e mortais tais como pedra nos rins, arteriosclerose, cancro, AVC, calcificação dos órgãos; calcificação na mama, ovários e próstata; bico de papagaio, esporão, calcificação dos tendões, etc.

O magnésio é o mineral da juventude que impede a calcificação dos nossos órgãos, células e tecidos, que são as características da velhice relacionadas à degeneração do corpo físico.

Apresentamos de seguida alguns comentários que temos recebido dos nossos leitores que beneficiaram com a reposição dos níveis de magnésio.

“Olha eu tomo o que deve ser dissolvido, e já tive resultados visíveis e maravilhosos inclusive desmanchou calcificações que eu tinha nas mamas. Coloco 30ml da solução num copo e encho ele de agua assim fica bem suave, uso antes do café pela manhã, meio-dia e a noite (…)”

Iris

 

“Verdade, eu tomo há dois anos, não tenho dor nas costas, bico de papagaio, sinusite, nada, nada!”

Neide Amaral Dos Santos

      

“Gostaria de deixar meu comentário. Há 3 anos atrás eu ia 1vez por mês na cirurgia de coluna cervical por causa de 4 bicos de papagaio na coluna. Fiz fisioterapia e acupuntura, e cada vez mais eu sentia dor, na última consulta resolvi pesquisar, sobre o meu problema, e descobri o milagre de deus, o cloreto de magnésio pa. Depois que eu descobri nunca mais tive dor. Desejo que todos conheçam o milagre que este alimento é e desejo a todos desse site que deus os guarde de todo o mal e que vocês continuem sendo usados por deus para alertar aqueles que sofrem pela maldade da indústria do remédio. Gostaria também, a todos que leiam sempre e busquem conhecimento. A todos desse site que deus os abençoe por compartilhar algo que servirá para a sobrevivência humana.”

Imaria M.

 

“E eu, fiquei curada de um esporão duplo!”

Terezinha de Jesus

 

“Olá! tenho obesidade II e pesquisando sobre qualidade da água que bebemos achei o cloreto de magnésio. Comecei a tomar e dar pra minha família. Eu perdi 3k em 10 dias e continuo perdendo peso, minhas juntas se soltaram, estão mais flexíveis. A tendinite e com dor, sarou. Minha pele sem brilho e opaca recuperou seu vigor, meu cabelo parou de cair. O esporão no calcanho sumiu. Estou dormindo melhor à noite e levantando só duas vezes pra ir ao banheiro. Não tenho mais dores pra virar na cama. Minha disposição aumentou e caminho mais rápido e sem dor e sem cansaço, já percorro distancias maiores agora. Minha ansiedade acabou e aumentou minha saciedade. Pouco alimento já me satisfaz. Estou muito feliz e mais bonita. Minha família também comemoram excelentes resultados em vários aspetos da sua saúde, cada qual em sua moléstia. Bendito mineral.”

Eliana

 

“Eu tinha isso, o médico me disse que não tinha cura, ele era renomado na cidade (…) eu sabia do cloreto tomei por quase 1 ano, fiz o exame e não deu mais bico de papagaio, pode crer, comigo realmente funcionou, só que assim firme, todo o dia tomando 2 copinhos, ás vezes 3 no dia, sumiu as dores, já era! Recomendo!

MrFabiolourenco

 

“Estou fazendo uso há quatro meses, tenho três bicos de papagaio na lombar e início de artrose nos joelhos. O resultado esta sendo ótimo.”

Claudia Stellato

 

“Eu tomo Cloreto de Magnésio há 8 meses, não tenho mais dores nas articulações, cólicas menstruais, enxaquecas, imunidade aumentou, não peguei gripe, tenho 3 ptos de esporão que melhorei 80%, enfim maravilhoso.”

Nilvabslvo Candido

 

“Em 2008, aos 54 anos, fiz exame de imagem da próstata e constatei que estava com volume aumentado, em 2012 comecei a tomar cloreto de magnésio p.a, e em 2014 repeti o exame e para minha surpresa a próstata tinha voltado ao tamanho normal, além de que, meu bico de papagaio sarou e não tenho mais dores nas costas.”

Rubem Tiné

 

“Olá! Tenho artrite reumatóide desde os 4 anos de idade (hoje estou com 44 anos). Por conta da artrite e de fatores hereditários, hoje tenho osteopenia grave e artrose na cervical e lombar, além de bicos de papagaio e outros. Ultimamente vinha com dores horríveis na coluna, acompanhadas de uma sensação de peso nas costas. Não dormia direito, as dores eram quando estava sentada, em pé, deitada, com ou sem atividade física e alongamentos (que apenas atenuavam)…. Bom, minha história aqui é só um breve resumo… estou há 10 dias tomando o cloreto de magnésio e parece milagre…. Minha lombar está praticamente sem dor e sem a sensação de peso… minha cervical está melhorando dia a dia… estou com menos inflamação e dormindo consideravelmente melhor…. Estou indicando para todas as pessoas que conheço e vou ter que fazer alguma coisa para que outras pessoas também possam ser beneficiadas… agradeço a deus por esse milagre e espero que seja cada dia melhor…..”

Cynthia soares

 

“Encontrei por acaso uma reportagem sobre o Cloreto de Magnésio p.a. e fiquei muito curiosa, a tal ponto que comprei logo pela internet. Tem 4 meses que comecei a tomar ( 2 colheres de sopa para 1 litro de água). E logo nos primeiros dias apareceram os benefícios: sumiram as dores nas pernas, melhorou 80% as dores de cabeça, emagreci 6 quilos, as dores da tendinite no ombro e mãos estão beeeeeeem menores e não acordo mais tantas vezes para urinar. Mas, o que mais me animou foi o controle da retocolite ulcerativa que me inferniza há 8 anos. Fui obrigada (por estar faltando o medicamento a base de Mesalazina no mercado) a reduzir a dose diária de remédios pela metade e até agora não tive nem uma crise. E quem tem sabe como é dolorosa e incapacitante as consequências de uma crise de colite.Nem mesmo o sangramento retal causado pela colite eu estou tendo. Só por isso já vale muito a pena tomar o cloreto de magnésio. De tanto falar dos benefícios (porque agora sou garota propaganda) meu marido resolveu tomar o cloreto. Então as dores diárias que tem na coluna reduziu ao nível do “quase não se percebe” . São calcificações, bicos de papagaio e osteoporose que o levaram a licença médica do trabalho. Também emagreceu, pararam as cãibras e dores musculares. Agora ele é mais um fã do CM. Me desculpe pelo longo depoimento. Mas foram os depoimentos que me deram ânimo para experimentar o CM. Obrigada a todos que divulgam essa maravilha.”

Flavia Maia Lopes

 

“Estou tomando o cm há quatro dias e já estou sentindo uma melhora de uns 50%, pois eu tomava um manipulado para artrose nos joelhos e coluna e também bico de papagaio na coluna e nos joelhos, e já estou há quatro dias sem tomar medicamento estou me sentindo muito bem. Eu me sentava e caminhava com muita dificuldade e em tão pouco tempo me tratando estou ótimo, caminho agora para todo o lado, não tenho mais dificuldade p/ sentar, para mim foi uma descoberta sensacional, tenho 52 anos e me sinto igual um garotão de 18 anos. DEUS obrigado por me mostrar o sal da vida!!!”

Jose Euripedes Fernandes

 

“No final do ano passado tive que parar com os treinos e corridas, por dores no pé esquerdo. O DIAGNÓSTICO foi esporão calcâneo posterior; fiz o tratamento (laser, tns, ultrasom, alongamento e gelo) conforme prescrito pelo médico, mas no retorno bem gradativo, o local voltou a inflamar e doer. Fui incentivado por outros corredores a tentar o tratamento com cloreto de magnésio; fiz uma consulta com o meu cardiologista, que liberou o tratamento, e estou há 2 meses tomando regularmente uma vez por dia o cloreto de magnésio. Tive ótima melhora quanto à inflamação e já voltei gradativamente aos treinos quase sem dor no local, inclusive depois que o corpo esfria.”

Ronaldo Amieiro

 

“Podem acreditar eu curei o esporão do meu marido com cloreto de magnésio. Quando vi que era bom mesmo comecei a tomar e curei a artrite com cloreto. Tenho vários amigos que estão tomando e já sentiram melhora.”

Vanda

 

Agradecemos aos nossos leitores por terem partilhado as suas experiências de forma a que outros possam beneficiar de uma melhor qualidade de vida também.

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.
Saiba mais informações no seguinte artigo:
http://solucaoperfeita.com/antoniotfernandes/magnesio-sal-da-vida/

Composto por:

Elisabete Milheiro

Nota:

A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte as Terapias Online, ouQuestão ao Naturopata, ou, A Saúde Quântica Responde, ou, “A Saúde Integral tem a Solução”.

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Cálcio x Magnésio

Cálcio x Magnésio

Cálcio x Magnésio

A Saúde do Coração

Níveis adequados de magnésio são essenciais para o músculo cardíaco. Aqueles que morrem de ataques cardíacos têm baixo nível de magnésio e elevados níveis de cálcio nos seus músculos cardíacos. Os pacientes com doença coronariana que foram tratados com grandes quantidades de magnésio sobreviveram mais e melhor do que aqueles com tratamento convencional. O magnésio dilata as artérias do coração e controla os níveis de colesterol HDL e LDL, além de reduzir os níveis de gordura corporal.

Altos níveis de cálcio, por outro lado, comprimem as artérias do coração e aumentam os riscos de ataques cardíacos. O cálcio depositado nas paredes das artérias contribui para o desenvolvimento de arteriosclerose. As artérias tornam-se duras e rígidas, dificultando o fluxo de sangue e provocando a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sanguíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais.

O que dizem os Estudos

Os países com taxas mais altas de cálcio e taxas baixas de magnésio no solo e na água têm maior incidência de doenças cardiovasculares. No topo da lista está a Austrália.

Mundialmente a ingestão do magnésio foi reduzida e de cálcio aumentada devido à forte utilização de adubos com base NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio).

Com isso, o nível de magnésio nos nossos alimentos tem diminuído nos últimos cinquenta anos, enquanto os níveis de cálcio têm aumentado. O consumo de cálcio pela população aumentou em função do consumo exagerado de leite e seus derivados, aumentando também as doenças cardiovasculares e reumáticas.

A Diabetes

Os diabéticos são propensos a arterioscleroses, degeneração do fígado, rins e doenças cardíacas. Diabéticos têm baixos níveis de magnésio nos tecidos. Por isso, o fígado fica saturado de gordura; os rins ficam saturados de cálcio; as artérias endurecem pelo excesso de cálcio misturado com a gordura e problemas oculares como a retinopatia. Quanto mais baixo for o teor de magnésio na água, maior será a taxa de mortalidade nos diabéticos por doença cardiovascular.

Num estudo americano feito em 1987, a taxa de mortalidade devido a diabetes foi quatro vezes superior em áreas com baixos níveis de magnésio na água comparada a áreas com elevados níveis de magnésio. Esta correlação de magnésio na terra e na água interferiu e provocou também um maior volume de cancro em pessoas que moravam em regiões com baixos níveis de magnésio na terra e na água.

Quanto maior o uso de cálcio…

As autoridades médicas afirmam que as incidências de osteoporose e de cárie dentária nos países ocidentais podem ser prevenidas com uma elevada ingestão de cálcio, mas isto é uma grande mentira! Africanos e Asiáticos, populações com uma ingestão muito baixa, cerca de 300 mg de cálcio por dia, têm pouca incidência de osteoporose. Mulheres Bantu, com uma dose de 200 a 300 mg de cálcio por dia, têm a menor incidência de osteoporose em todo o mundo.

Nos países ocidentais, com um elevado consumo de produtos lácteos, a média de cálcio é de cerca de 1000 mg. Quanto maior o uso de cálcio, especialmente sob a forma de leite de vaca e seus derivados (exceto manteiga), maior a incidência de cárie e de osteoporose.

O Dr. Barnett é um cirurgião ortopedista que trabalha em dois condados diferentes nos EUA, com níveis diferentes do mineral no solo e na água. No Condado de Dallas, com uma elevada concentração de cálcio e baixa concentração de magnésio, a osteoporose e fraturas nos quadris eram muito comuns; enquanto que, em Hereford, com uma alta concentração de magnésio e baixa concentração de cálcio, estes problemas eram quase inexistentes.

No Condado de Dallas, o teor de magnésio nos ossos foi de 0,5%, enquanto em Hereford, foi 1,76%. Em outra comparação, o conteúdo do magnésio nos ossos de quem sofre de osteoporose foi de 0,62%, enquanto que em indivíduos saudáveis era de 1,26%.

A Saúde dos Dentes

O mesmo se aplica aos dentes saudáveis. Na Nova Zelândia, um estudo descobriu que os dentes resistentes às cáries tinham, em média, o dobro da quantidade de magnésio do que os dentes propensos à cárie. A concentração média de fosfato de magnésio nos ossos é dada como cerca de 1%; em dentes cerca de 1,5%, nas presas dos elefantes 2% e nos dentes de animais carnívoros feitos para esmagar ossos 5%.

No que diz respeito à resistência dos ossos e dentes, ajuda pensar no cálcio como giz e no magnésio como super cola. A super cola do magnésio liga e transforma o giz em ossos e dentes.

 

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1 – DOSAGEM DO CLORETO DE MAGNÉSIO (PA)*: Normal

20 g (2 colheres sopa) em 1 litro de água filtrada.

 

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* (PA) A sigla PA significa que o Cloreto de Magnésio é Puro para Análise, ou seja, é o melhor cloreto de magnésio de todos, pois não possui traço de outras substâncias, impurezas ou misturas.

 

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

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O Leite como fonte de cálcio?

O Leite como fonte de cálcio?

O Leite como fonte de cálcio?

Os médicos e os nutricionistas apontam o leite como o alimento com o maior volume de cálcio, sendo, por isso, o alimento ideal para o ser humano. O que eles não informam é que o cálcio do leite, para ser absolvido pelos ossos, necessita do magnésio e da vitamina D

 

Segundo o Dr. Wilkin Terrence, no British Medical Journal, quanto maior for a ingestão de cálcio, maior será a incidência de fraturas de quadril.

Para ele, a relação ideal de cálcio/magnésio é de 2:1 (dois por um), e a relação no leite é maior que 10:1 (dez por um), o que pode causar fraturas de quadril e morte por doença cardíaca. Segundo uma pesquisa americana, realizada no final da década de 90, sobre a ingestão de Cálcio X Osteoporose nos Estados Unidos e China, veja gráfico abaixo:

tabela calcio

Calcionismo

Segundo o Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista, nutrólogo, autor de 35 livros e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas, existe um verdadeiro mito sobre o calcionismo.

Os médicos e os nutricionistas apontam o leite como o alimento com o maior volume de cálcio, sendo, por isso, o alimento ideal para o ser humano. O que eles não informam é que o cálcio do leite, para ser absolvido pelos ossos, necessita do magnésio e da vitamina D para fazer a absorção e, como somos carentes destes elementos no nosso organismo, o cálcio do leite será depositado nas juntas, provocando a artrite, a artrose e outras doenças das articulações, além das outras doenças já descritas.

Os estudos também comprovam que nos países asiáticos, como China, Japão, Vietname, Tailândia e outros, onde não existe o consumo de produtos lácteos, é baixa a taxa de osteoporose e fraturas, esclerose múltipla, doenças cardíacas, Parkinson, cancro e obesidade.

Nos países onde é grande o consumo de leite e derivados como Austrália, Nova Zelândia, América do Norte e oeste da Europa, existe a maior incidência de osteoporose e fraturas ósseas, além das outras doenças já citadas.

Ao contrário do que dizem alguns médicos, o leite é um veneno para o ser humano e o seu consumo pode acarretar vários danos à saúde, principalmente às artérias.

As artérias carótidas são as responsáveis por levar sangue oxigenado ao cérebro. Com o tempo, estas artérias podem apresentar obstruções ao fluxo sanguíneo cerebral, em geral pelo depósito de placas de colesterol e cálcio, que diminuem a quantidade de sangue oxigenado no cérebro.

Em determinado momento da obstrução, esta pode causar um acidente vascular cerebral (AVC), seja pelo entupimento ou pelo descolamento de pequenas placas de gordura que entopem pequenas artérias no interior do cérebro.

Alerta: Em geral um AVC é precedido de pequenos sinais de aviso: fraqueza e dormência de um dos lados do corpo; inabilidade de controlar os movimentos de uma perna ou braço; perda temporária de parte da visão; inabilidade de falar claramente; dificuldade de compreender o que outras pessoas falam; tonturas e confusão mental. (Para evitar o AVC, leia o texto sobre Cloreto de Magnésio)

As doenças cardiovasculares

No século XX, as doenças cardiovasculares e os vários tipos de cancro estabeleceram-se como as principais causas de óbitos na população adulta, chegando a ter critérios para classificá-las como verdadeiras pandemias. Não foi aventada a aplicação de vacinas como em outras pandemias, pois os resultados financeiros para esses tratamentos já eram e são absurdamente rentáveis.

Agora, no século XXI, podemos notar que nada mudou. As mesmas doenças continuam a matar e nenhuma voz se levanta para dizer que está tudo errado. As reportagens exibidas nas redes de TV falam das mesmas coisas, das mesmas doenças, das mesmas formas de tratamento e sempre enaltecendo os novos produtos farmacêuticos como a salvação para essas e outras doenças, sendo mais um paliativo nos tratamentos dos efeitos.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

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EQUILÍBRIO CÁLCIO ­ MAGNÉSIO

EQUILÍBRIO CÁLCIO ­ MAGNÉSIO

O Cálcio e o Magnésio formam importantíssimo equilíbrio entre líquidos extra e intra­celulares. 

Quando existe uma carência de Magnésio, o Cálcio, desequilibrado em relação ao Magnésio, em lugar de se fixar nos ossos, é eliminado ou deposita-­se em várias partes do organismo formando, ao longo do tempo, calcificações como por exemplo: nas paredes das artérias causando a arteriosclerose, nas articulações ósseas, nos rins e na vesícula formando “pedras”, “quistos” nos seios, nos pulmões, etc. além da formação de coágulos no sangue, que predispõe a tromboses provocando sintomas de perda de memória, da visão e transtornos da audição, contribuindo desta forma para o envelhecimento prematuro.

 

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Fonte: http://ativistadanovaera.ning.com/group/cloreto-de-magnesio-p-a/forum/topics/equilibrio-calcio-magnesio

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