Desmineralização do Organismo

Desmineralização do Organismo

Desmineralização do Organismo

Um factor que leva à desmineralização: acidez do organismo

A acidez dos tecidos acarreta, infalivelmente, uma desmineralização do organismo em geral e dos ossos em particular.

A acção de um terreno ácido

A acidez do organismo deve-se a um consumo abusivo de alimen­tos ácidos em si mesmos (vinagre, frutas ácidas, etc.), mas, sobretudo, de alimentos que, no momento da sua digestão e utilização por parte do organismo, produzem numerosos resíduos ácidos, como por exem­plo carnes, açúcar, farinhas refinadas, excesso de cereais, bebidas industriais, etc. Esta acidez será também acentuada pela suboxigenação e pelas carências. O modo de vida e de alimentação actuais favore­cem, pois, a multiplicação dos transtornos provocados pela acidez.

“Sem qualquer dúvida que o ácido é o mais prejudicial de todos os estados dos humores”, dizia Hipócrates. A sua acção agressiva e corrosiva sobre os tecidos obriga o corpo a reagir, neutralizando-a com bases minerais (cálcio, sódio, magnésio, etc.). Quanto mais nu­merosos forem os ácidos, mais minerais deverá ceder o corpo. Encontra-os nos tecidos do organismo, especialmente naqueles onde existem em maior abundância: os ossos.

A acidez dos tecidos acarreta, infalivelmente, uma desmineralização do organismo em geral e dos ossos em particular.

por: Christopher Vasey

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Intoxicação do Organismo

Intoxicação do Organismo

Intoxicação do organismo

As desvantagens do Processo de Industrialização dos Alimentos

Todos sabemos que o processo de industrialização dos alimentos nos trouxe grandes vantagens mas também a grande lacuna da falta de reposição de minerais no solo, usando apenas adubos químicos, que além de matar os insetos, bactérias ou vírus, intoxicam os alimentos que depois serão servidos no nosso prato.

Mas que se note – as bactérias, vírus ou outros, que são a desculpa para utilizar todo o tipo de tóxicos para tratar os alimentos, ironicamente já existem de forma natural dentro do nosso organismo – mas em quantidades benéficas que fazem parte do equilíbrio do todo.

Quando o nosso organismo está em equilíbrio ele livra-se facilmente de tudo o que estiver a mais – simplesmente não existem condições para que as bactérias ou vírus se desenvolvam ou proliferem.

Mas os químicos colocados nos alimentos, e alguns metais pesados inclusos em vacinas e outros medicamentos, não são facilmente libertos pelo organismo.

São substâncias desconhecidas ao nosso organismo, ele não sabe o que fazer com elas, e em alguns casos, ou acumula, ou simplesmente não tem forma de os “despejar”, especialmente quando as suas ferramentas de limpeza não estão funcionando (por falta dos elementos essenciais).

E são esses que causam a intoxicação do organismo, levando à acumulação de toxinas e à condição para que as bactérias e vírus proliferem, além da degeneração das células levando a casos cancerígenos…

Interessante não?

Elisabete Milheiro

Fonte: http://ativistadanovaera.ning.com/group/cloreto-de-magnesio-p-a/forum/topics/e-esta-hem

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Satisfazer as Carências

Satisfazer as Carências

Satisfazer as Carências

O organismo doente, para além de se encontrar sobrecarregado de resíduos, tem também carências de numerosas substâncias nutritivas: minerais, vitaminas, oligoelementos, etc. Fornecer-lhe estas substân­cias de que carece permitir-lhe-á reparar os seus tecidos feridos e gastos, fortalecer os seus órgãos e readquirir um funcionamento nor­mal.

Quanto mais doente está o corpo, maior é a sua avidez pelos nutrientes de que carece. As administrações devem ser feitas regular­mente e durante longos períodos. Deste modo, paulatinamente, satisfazem-se as carências, e o corpo recupera as suas forças e a sua vitalidade.

Uma alimentação sã, natural e variada seria o melhor meio de satisfazer essas necessidades, se os alimentos produzidos actualmente não sofressem eles próprios, quase sempre, de carências. Por este motivo, é indispensável o recurso aos complementos alimentares, prin­cipalmente quando, numa doença grave, é necessário tentar satisfazer o mais rapidamente possível as enormes carências do doente.

a) A alimentação sem carências

Actualmente, o alimento ideal, sem carências, é aquele que nos é oferecido pelos procedimentos de cultura biológica ou biodinâmica, nos quais se respeita e se incentiva ao máximo o desenvolvimento natural das plantas. Estes procedimentos permitem a obtenção de cereais, de legumes e de frutos sãos, capazes de manter a saúde daqueles que os consomem.

Para tirarmos proveito dos alimentos livres de carências, é neces­sário, logicamente, procurar que estas não surjam durante a prepara­ção desses alimentos, tentando, por exemplo, não cozinhá-los dema­siado. Deverão evitar-se todos os alimentos refinados, pois uma parte dos seus componentes já lhes foi extraída.

Em vez de pão ou massas brancas, deverá consumir-se pão escuro ou integral ou pão torrado, confeccionado com farinha integral. Deverão substituir-se os óleos refinados por óleos vegetais virgens, extraídos a frio à primeira pressão. Os açúcares refinados substituir-se-ão por açúcar integral ou mel, xarope de ácer, concentrado de pêra, etc. A fruta fresca ou os frutos secos deverão tomar o lugar dos bombons e outros doces.

Com a variedade, evitar-se-á uma alimentação unilateral que cons­titui uma fonte de carências. Resumindo, para se evitarem as carências devem consumir-se alimentos biológicos, integrais e variados.

Estas são algumas sugestões para a substituição dos alimentos que, normalmente, se consomem:

  • Verduras e frutas de cultivo industrial, por: verduras e frutas de cultivo biológico e biodinâmico.
  • Farinha branca, por: farinha integral.
  • Pão branco, por: pão escuro (de centeio, cevada, etc), semi-integral, integral.
  • Massas de farinha branca, por: massas confeccionadas a partir de farinha integral.
  • Arroz branco, por: arroz integral.
  • Açúcar refinado, branco ou amarelo, por: açúcar integral, mel, xarope de ácer, extracto de tâmaras.
  • Marmelada, por: mel, concentrado de pêra, puré de avelãs, de amêndoas.
  • Bombons, chocolate, por: frutos frescos, secos, oleaginosas. Iogurte ou extracto de frutas, pastas de frutos secos, bastões de cereais e frutos secos.
  • Bolachas confeccionadas a partir de farinha branca, por: bolachas de farinha integral.
  • Sal refinado, por: sal marinho, mistura de sal marinho e de ervas aromáticas.
  • Azeite refinado (para salada), por: azeite virgem, de primeira pressão a frio ou óleo de girassol, gérmen de trigo, cardo, cárdamo, etc.
  • Café, por: café de cereais.
  • Chá, por: tisanas.
  • Limonadas e bebidas industrializadas, por: água, tisanas, sumo de frutos e de verduras.

 

De: Christopher Vasey

Do livro Compreender as doenças Graves Editorial Estampa Lda.

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AS CARÊNCIAS

AS CARÊNCIAS

carências

AS CARÊNCIAS

 

O corpo não contém nos seus tecidos todas as substâncias nutri­tivas de que necessitará durante a sua existência. Assim, depende, necessariamente, das coisas que provêm do exterior. Os alimentos que ingerimos devem proporcionar-nos, regular e suficientemente, todos os nutrientes (ácidos aminados, glúcidos, gorduras, minerais e vitaminas, etc.) que são indispensáveis para a formação e manutenção dos NOSSOS órgãos, bem como ao seu funcionamento.

Quando o organismo se encontra privado de um destes nutrientes, o seu funcionamento fica perturbado: em primeiro lugar, na diminuição da velocidade das suas funções; em seguida, se o estado de carência se prolongar, algumas funções orgânicas podem ser interrompidas, sobrevindo então a morte. Deste modo, dependendo das carências, os tecidos não se recompõem, diminui a resistência das mucosas, a mus­culatura perde a sua tonicidade, a actividade das enzimas reduz-se, esgotam-se as secreções, o sangue empobrece e os glóbulos brancos perdem as suas capacidades defensivas.

Nas enfermidades provocadas por carências, nada pode travar a evolução dos transtornos nem a degradação do terreno, excepto a administração da substância em falta. Enquanto esta substância não for administrada, o organismo continuará no seu processo de deterioração. Como o corpo depende totalmente do nutriente que lhe falta, nenhum outro medicamento será capaz de substituí-lo. O facto de a solução dos transtornos ser fácil se forem administrados alguns mi­ligramas da substância em questão não lhes retira a gravidade que possam ter, enquanto durar o estado de carência.

Até mesmo a carência de um único nutriente pode acarretar con­sequências catastróficas. Com efeito, os nutrientes dependem uns dos outros. A ausência de um deles pode anular a utilização de outro e, mediante uma reacção em cadeia, desembocar num estado de carên­cias múltiplas.

Apesar de vivermos numa época de abundância, os estados de carência são muito mais comuns do que se imagina. Trata-se tanto de uma carência de aporte (os alimentos proporcionados ao organismo não contêm todos os nutrientes), como de uma carência de utilização (o organismo recebe os nutrientes, mas não pode utilizá-los).

As carências de aporte

No caso mais simples, não se consomem os alimentos que contêm a substância em falta. No passado, isto acontecia com os habitantes de regiões muito isoladas e que dispunham de um número restrito de alimentos. Nos nossos dias, as carências de aporte devem-se mais a uma escolha deliberada. Muitas pessoas, baseando-se em informações mal compreendidas, proscrevem totalmente um alimento ou uma categoria de alimentos e acabam por praticar regimes unilaterais que os conduzem directamente às enfermidades de carência. Alguns supri­mem indiscriminadamente da sua alimentação todas as gorduras, após terem lido, par exemplo, que os ácidos gordos estavam implicados nas doenças cardiovasculares; outros não comem fruta, por medo de se intoxicarem com os produtos de tratamento, etc.

Os regimes praticados por razões filosóficas ou estéticas podem igualmente conduzir a graves carências, se não se tiverem em conta os imperativos fisiológicos.

Outra causa de carências de aparte, muito corrente hoje em dia, provém do facto de que os alimentos que consumimos já não contêm todos os nutrientes que deveriam. Foram deles privados pela utiliza­ção de qualquer dos múltiplos procedimentos usados para modificar o seu aspecto exterior ou para aumentar o seu tempo de conservação. Pode tratar-se da refinação dos cereais que, embora permita obter uma farinha mais branca, priva, no entanto, o consumidor dos preciosos nutrientes do grão, nutrientes esses que se encontram principalmente na parte que é desperdiçada no momento da refinação. Os óleos ve­getais são também submetidos a toda uma série de transformações mecânicas, calóricas e químicas que lhes fazem perder as suas vita­minas e os seus oligoelementos. Acontece o mesmo com os açúcares refinados que, privados de qualquer elemento vivo, se podem conser­var quase indefinidamente. Há que citar, igualmente, a desnaturação dos alimentos devida a meios de cultivo ou criação inadequados que diminuem fortemente a sua proporção de nutrientes, a secagem dos frutos a altas temperaturas, a cocção sistemática dos alimentos e o desperdício da água dessa cocção.

As carências de utilização

Este tipo de carências tem origem na impossibilidade que o orga­nismo demonstra em utilizar alguns dos nutrientes que lhe são admi­nistrados.

Algumas vezes, inc1usivamente antes de serem absorvidos pelo sangue, os nutrientes são destruídos nos intestinos pelas substâncias tóxicas procedentes das fermentações e das putrefacções intestinais e, outras vezes, o meio interno está tão saturado de resíduos que as trocas se fazem deficientemente: os nutrientes não conseguem chegar ao seu lugar de utilização.

Numerosas substâncias químicas, provenientes dos aditivos, da poluição e dos medicamentos, actuam de forma inibidora sobre as vitaminas ou sobre os oligoelementos. Os nutrientes estão, pois, pre­sentes no corpo, mas inactivos ou destruídos pela contaminação quí­mica. Por mais correctamente que a pessoa carenciada se alimente, o consumo destes inibidores, para além dos seus efeitos tóxicos, condu­-la ao estado de carência.

O simples consumo de excitantes provoca carências, pois a sua utilização exige um aporte superior de nutrientes para que o organismo possa neutralizar os seus venenos. O consumo de tabaco aumenta as necessidades orgânicas de vitamina C; o álcool, de vitamina B; etc. E, sublinhemos, as carências de vitamina C diminuem as possibilida­des de defesa do organismo, desequilibram o sistema nervoso e favo­recem a contaminação humoral, por provocarem a má utilização dos alimentos.

Outras razões pelas quais o corpo se mostra incapaz de se bene­ficiar do aporte de nutrientes provêm do facto de que estes lhe são subtraídos, antes de poder utilizá-los. Efectivamente, numerosos ali­mentos com carências, como açúcar refinado, farinhas brancas e óleos refinados, juntamente com todos os produtos alimentares com eles preparados, são designados por “ladrões de vitaminas”. Por serem carenciados, não contêm as enzimas (vitaminas, metais-catalizado­res … ) necessárias para que se faça a sua digestão. Deste modo, as substâncias vitais serão extraídas do próprio corpo, com o propósito de tornar possível a degradação digestiva dos alimentos com carên­cias. Estes, em vez de fornecerem ao corpo as substâncias nutritivas que poderiam proporcionar-lhe, acabam por lhe retirar as que contém. Quando se consomem regularmente produtos deste tipo, as reservas do corpo são saqueadas e podem produzir-se graves situações de carência.

O funcionamento do organismo perturba-se quando se encontra privado de um dos nutrientes indispensáveis.

Texto do livro COMPREENDER AS DOENÇAS GRAVES

De CRISTOPHER VASEY

 

 

 

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A importância da Reposição Mineral e da Limpeza Mental

A importância da Reposição Mineral e da Limpeza Mental

Reposição Mineral e da Limpeza Mental

A importância da Reposição Mineral e da Limpeza Mental

Todos os dias recebemos casos de pessoas pedindo ajuda, com os mais diversos problemas de saúde.

Cada caso é um caso e é cuidadosamente avaliado e respondido.

Em todos eles existe algo em comum, a reposição mineral e Mental.

Reposição Mineral

È necessário ter consciência da importância dos minerais essenciais. Apesar de toda a informação espalhada pela internet, e sabendo igualmente que existe até informação contraditória, de fontes menos fidedignas, mas que claro, estando disponíveis, qualquer um a elas tem acesso. Apesar de que temos que ter em conta que sempre encontramos aquilo que procuramos e sempre encontramos a informação da vibração ao qual estamos vibrando igualmente. O que isto quer dizer? Que apenas vemos o que queremos, encontramos o que procuramos; a nossa intenção é que nos liga á informação disponível.

A reposição dos minerais essenciais é urgente e deve ser feita por todos que procurem qualidade de vida. Os motivos são simples: os alimentos não possuem mais esses minerais essenciais. Devido á industrialização, a grande maioria do alimentos são destituídos das suas propriedades ativas e essenciais para o organismo humano.

Não podemos mais confiar nas tabelas de propriedades dos alimentos: elas são baseadas em alimentos outrora produzidos e cultivados em solos ricos, proporcionando aos alimentos todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento. O que não é a realidade do momento.

Portanto, essa não é uma questão. Todos que queiram qualidade de vida deverão restituir ao seu corpo o que lhes falta.

Problemas de saúde e doenças

Relativamente aos problemas de saúde, muitos são devido á falta dos minerais essenciais, e reposta a carência não existe mais a doença. Mas em outros casos a situação deve-se a outro tipo de males – os emocionais.

Exercício do Limão

Existe um exercício excelente, que pode você que está lendo estas palavras, pode fazer neste momento:

Pense em um limão; imagine um limão. Veja a cor, a forma, na sua mente.

Agora imagine que tem uma faca, e que corta o limão. Pegue numa das metades e cheire. Tem um aroma acido certo?

Agora imagine que você espreme o limão para dentro da sua boca. Sinta o Sabor do limão! È ácido, ácido, ácido, certo?

Eu não estou ao pé de si, mas tenha a certeza de uma coisa – a sua boca ficou cheia de agua!

Agora pense… se um limão imaginário, que na verdade não existe – apenas na sua imaginação – lhe fez ficar com agua na boca, então o que pensamentos destrutivos farão no seu organismo??

Por pensamentos destrutivos denominam-se a culpa, a raiva, o ciúme, a inveja; além do paradigma em que se vive – em que programa foi formatado: as crenças que governam os nossos pensamentos e por consequência gerando sentimentos e emoções.

Limpeza mental

È preciso ter consciência daquilo que afecta o nosso organismo e a nossa vida como um todo. Nada está desligado de nada, todas as partes se comunicam e se interligam num encadeamento admirável e incrivelmente Divino.

È preciso ter consciência do que fazemos aqui, agora, neste mundo.

Não estamos aqui por acaso, você não está a ler estas palavras por acaso. Se nós estamos sempre ligados a tudo que está na mesma vibração que nós, então você está a vibrar na frequência desta informação, e ela foi disponibilizada para si, que procura qualidade de vida e a saúde de todas as áreas da sua vida.

A limpeza Mental é tão urgente como a reposição mineral, pois todas as partes se ligam.

Não falo de lavagem cerebral, aquela que nos é feita a partir da nascença, em que nos podam a destituem dos sonhos – o combustível da Vida.

Falo de limpar toda a lama que cobre o diamante que é cada um de nós, e que nos impede de ter uma vida Digna, Rica, Feliz e Próspera.

Elisabete Milheiro

Informe-se mais em:

Gestão de Stress

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