Somos os Frutos da Verdade

Independentemente do que, acontece neste momento no mundo, a vida de cada pessoa neste planeta é reflexo daquilo que acredita.

Todos navegamos no mar turbulento da mudança. Então o porquê, da expressão carregada de dor nos rostos, daqueles que se cruzam no caminho? Fazem lembrar os comboios de deportados para Auschwitz, de olhar vazio e coração a sangrar, esmagados pela dor, na noite mais escura da evolução humana.

Em vez da festa do NOVO que se aproxima, movem-se como loucos possuídos pelo fanatismo, dos Ismos, que já à muito, experimentaram, a purificação do Crematório, mas que nem almas penadas, continuam a entoar os cânticos, da revolução.

Mudança não é vida? Não é mais que sabido, que tudo muda? Então onde está crise? Onde está o problema? Não é o que todos anseiam?

O mundo ocidental é um infantário. Dizem-se avançados mas na verdade, é um emaranhado de preconceitos, baseados na hipocrisia podre de velhos Ismos; fazemos parte de um mundo de pessoas imaturas, que se portam como Reis Bebés, que choram, berram, estrebucham, quando deixam cair a chupeta.

É urgente uma lavagem ao cérebro. Como é possível, chorar barafustar ou lamentar; Corja de Reis Bebés; imbecis, que teimam em querer que lhe limpem a fralda e que lhe lavem o rabinho.

Alegra-te, a vida é uma festa

Vem ver o Novo Amanhecer.

“É preciso não nos distrairmos com as fontes visíveis, é preciso ter a mente sempre concentrada nas Riquezas Ilimitadas da Matéria Amorfa, e ter bem presente na mente, que elas virão tão rápido quanto a capacidade de as receber e usar”. do livro a ciência para ficar Rico Wallace Wattles

A verdade é que se continua a resistir a mudança, de uma forma tenaz, obcecados pela louca egoesclerose, a quem, nós vendemos o Ser e a Alma.

Todos os dias encaminhamos para o lixo, informação de qualidade, negócios capazes de transformar qualquer um num vencedor. Mas o que é preciso afinal? Onde está o problema? O problema está em nossa mente. É urgente uma lavagem ao cérebro, retirar as baratas, limpar o pó, e reciclar os ismos.

Os Ismos conspurcaram de tal forma nossos cérebros que, perdemos a noção da decência, do humano e do divino.

António Shiva