O alumínio existe em abundância sobre a terra, encontrando-se em grande concentração nos vegetais, nos animais e em todos os tecidos humanos, em maior concentração nos pulmões, fígado, tiróide e cérebro.

Em pequenas quantidades, ele pode estimular ou inibir certas enzimas, mas também intoxica rapidamente quando em grandes doses. Existe mais concentração de alumínio no homem moderno do que nos nossos antepassados; a razáo para isto tem base nos aditivos usados nos alimentos. O fosfato de alumínio é utilizado como emulsionante de certos queijos fundidos.

O sal de mesa também contém silicato de alumínio, para se evitar que aconteça aglomeração.

Uma composição de potássio e alumínio é utllizada como agente de branqueamento no tratamento da farinha. O alumínio também é utilizado nas aspirinas em blister, nas pastas dentífricas, nas amálgamas dentárias, nas próteses e nos filtros dos cigarros.

Existem também muitos sais de alumínio na maior parte dos desodorizantes, a fim de inibir a transpiração, o que pode provocar dermatose e irritação de pele. Ainda assim, estes riscos são considerados pouco significantes, quando comparados com os riscos de lesões cerebrais que podem resultar da inalação ou da ingestão de quantidades deste metal. Também na água se podem encontrar grandes concentrações de alumínio, e infelizmente não existem normas universalmente aceites para a detecção das concentrações deste metal, que, por sua vez, também varia consideravelmente de região para região.

Em 1914, trinta e um casos de encefalopatia foram detectados através das alterações das funções cerebrais devidas à intoxicação por alumínio. Os pacientes intoxicados sofriam todos de distúrbios da palavra, de perdas consideráveis da memória, e entravam num estado de letargia que os reduzia a um estado puramente vegetativo. A sua deterioração evoluía num período de sete meses antes de acontecer a morte. Também na epilepsia e na senilidade se registaram elevados índices de alumínio.

Intoxicação por alumínio

Formas de alumínio
. Sal de mesa

. Pasta dentífrica

. Desodorizantes

. Utensílios de cozinha de alumínio

. Antiácidos

.Tintas

. Queijo em caixa

. Cosméticos

Doenças/Perturbações

Perturbações digestivas

Psoríase

Fibrose quística

Perdas de memória
Senilidade
Epilepsia.

Indicações terapêuticas do alumínio

. S.N.C.  – Encéfalo

– Tronco cerebral

– Espinal medula

  •  Cartilagens e ossificação dos fetos e das crianças.
  •  Cartilagens das superfícies articulares.
  • Regulador do sono, mas não tem efeito hipnótico nem depressivo.
  • Nas dificuldades intelectuais das crianças:

– Lentidão de raciocínio.

– Atonia cerebral.

– Atraso do desenvolvimento intelectual.

  •  Memória das crianças e dos idosos.
  • Aumenta a vitalidade cerebral e nervosa. .Ideal na terapia do mongolismo.
  •  Ideal na terapia das sequelas das encefalites provocadas pela vacinação.

 

Associações:

  •  Alumínio-manganês-cobalto.

Indicado nas perturbações circulatórias, geralmente depois dos 60 anos.

  • Alumínio-manganês.

Indicado em casos do défice de memória na terceira idade.

  •  Alumínio-zinco.

Indicado para atrasos físicos nas crianças.

  • Alumínio-cobre-ouro-prata ou alumínio-manganôs-cobre.

Indicado para os atrasos escolares das crianças e dos jovens.

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