Arginina
Porque a arginina pode ser sintetizada no organismo humano, não é classificada como um aminoácido essencial.

No entanto, a sua taxa de síntese não consegue ser suficientemente rápida para abranger todas as necessidades de todos os tecidos. Assim, o aminoácido arginina passa por via de transformação para ornitina e ureia, através da enzima arginase, como fazendo parte do ciclo úrico.

O aminoácido arginina promove a desintoxicação da amónia no organismo e também é aplicado em perturbações hepáticas e queimaduras, através das quais se forma a amónia. Para além de ser aplicada nas doenças do fígado, como são os casos do coma hepático, da hiperamonemia e da cirrose, também é aplicada para aumentar a espermatogénese, uma vez que uma dieta deficiente em arginina pode provocar destruição dos testículos.

Em casos de fadiga física e mental, também é um excelente coadjuvante. Existe, ainda, uma correlação entre o aumento da actividade da enzima descarboxila e da ornitina descarboxilase, como atrás se fala, estimuladores do crescimento dos tecidos e do crescimento tumoral, em que a arginina promove a descida de actividade desta enzima, retardando e bloqueando o crescimento tumoral. O aminoácido arginina também está envolvido no metabolismo muscular, agindo como veículo de transporte, armazenamento e excreção de nitrogénio, sendo indispensável ao crescimento.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

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