Verdura de cevada

Verdura de cevada

Verdura de cevada

Outra importante fonte de clorofila é a verdura de cevada. A verdura de cevada é o sumo feito a partir das folhas de plantas de cevada novas e ainda verdes. O Dr. Yoshida Hagiwara, médico e farmacêutico japonês, andava à procura de um alimento supernutriente para compensar vários dos alimentos comercialmente processados na dieta japonesa. Descobriu que as folhas da planta de cevada eram particularmente ricas em clorofila e enzimas.

Uma das enzimas da verdura de cevada, a SOD, superóxida dismutase, encontra-se em todos os organismos celulares e atua como antioxidante celular, protegendo contra a radiação e radicais não químicos, e ainda como agente anti-inflamatório prevenindo a danificação das células no seguimento de ataques cardíacos. Outra enzima, a nitrogénio redutase, transforma o dióxido de nitrogénio, um grande poluente, em hidrósido de nitrogénio, um composto inofensivo. Setenta por cento dos cancerígenos conhecidos são compostos nítricos, e as enzimas presentes no suco da verdura de centeio que desintoxicam o organismo destes compostos são importantes na prevenção do cancro. Descobriu-se que a verdura de cevada desativa os efeitos cancerígenos do benzopireno 3,4 das carnes e peixes grelhados no churrasco (o Japão apresenta uma taxa elevada de cancro do estômago devido a isto).

A verdura de cevada também contém um fator chamado P4D1, que protege as células reprodutivas contra cancerígenos conhecidos. O P4D1 tem ainda um efeito anti-inflamatório no tratamento de pancreatites, estomatites, dermatites, úlceras e colites.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

Sumo de erva-do-campo

Sumo de erva-do-campo

Sumo de erva-do-campo

O sumo de erva-do-campo é um bom purificador do sangue. Ajuda a uma digestão adequada devido ao seu alto teor de enzimas. Ajuda também a prevenir a cárie dentária e é usado com sucesso em casos de piorreia.

Em problemas de pele, como o eczema e a psoríase, a erva-do-campo tem-se revelado extremamente eficaz e é também um excelente abluente quando usado externamente no banho.

Em casos de anemia, a erva-do-campo é muito eficaz. Ela reduz a tensão arterial elevada devido ao seu poder de remoção das toxinas presentes no organismo e à sua capacidade de fornecer mais ferro ao sangue. É excelente em casos de obstipação e é também usada como implante em enemas no tratamento e desintoxicação das paredes do cólon. Os implantes também tratam e purificam o fígado, o pâncreas e outros órgãos (A seguir a um enema, esperar cerca de 20 minutos e fazer outro enema preparado com quatro onças de suco de erva-do-campo, que deve ser retido durante 20 minutos).

Em casos de radiação, fizeram-se testes que demonstram que a erva-do-campo e outros vegetais ricos clorofila afetam a sobrevivência das cobaias submetidas a doses letais de radiação.

A erva-do-campo é rica em amigdalina (B-17), que destrói as células cancerígenas, mas pouco afeta as células normais, uma planta de erva-do-campo em frente de um aparelho de televisão absorverá a radiação por ele emitida.

A erva-do-campo constitui uma excelente fonte de vitaminas A e C, bem como de cálcio, magnésio, potássio e fósforo. Nasce dos grãos de trigo. As sementes devem ser demolhadas durante um dia e depois devem deixar-se germinar mais um ou dois dias. Depois de terem germinado, enche-se um recipiente com terra (numa mistura a 50% com musgo de turfa). Espalham-se as sementes na terra, e cobre-se com um plástico escuro durante três dias. Depois coloca-se o recipiente à luz do Sol. A erva-do-campo crescerá até uma altura de 17cm e poderá então ser colhida e transformada em sumo.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

Extração de óleos vegetais

Clorofila

Clorofila

Clorofila

A clorofila é a base de toda a vida vegetal; ela absorve a energia do Sol, usando-a depois na produção de açúcar, amido e proteínas. A clorofila tem a mesma estrutura química da hemoglobina, mas nesta os átomos metabólicos são de ferro, enquanto na clorofila são de magnésio.

A clorofila ajuda a reconstruir a corrente sanguínea. Em estudos a vários animais, a contagem de glóbulos vermelhos voltava ao normal após quatro ou cinco dias de uso de clorofila. A investigação laboratorial mostrou que a atividade dos tecidos a nível celular e o seu crescimento eram melhorados com a administração de clorofila. Esta também produz um ambiente desfavorável à reprodução bacteriana; por isso, tem sido usada com sucesso no tratamento de feridas infetadas e ulceradas. A clorofila ajuda a combater as toxinas que se ingerem; constitui uma ajuda na purificação do fígado e na solução de problemas relacionados com o açúcar no sangue.

A clorofila pode ser obtida em grandes quantidades no suco de certas plantas verdes. O principal entre eles é a erva-do-campo. O suco de erva-do-campo tem mostrado êxito na remoção de minerais tóxicos, como o chumbo, o cádmio, o mercúrio, o alumínio e o cobre, do organismo.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

Óleo de linhaça

Óleo de linhaça

Óleo de linhaça

O óleo de linhaça, ou óleo de semente de linho é um óleo vegetal polinsaturado comestível usado em muitas partes do mundo. É muito rico em ácidos linoleico e linolénico. Quando corretamente processado (não aquecido, filtrado ou refinado), é constituído por 58% dos ácidos gordos essenciais que o organismo converte em prostaglandinas. Sem os ácidos gordos essenciais, a biossíntese da prostaglandina não pode ocorrer. As prostaglandinas são substâncias quimicamente ativas que afetam o sistema cardiovascular e estão presentes na próstata, no fluido menstrual, no cérebro, pulmões, rins. timo. no líquido seminal e no pâncreas.

Existem mais de doze prostaglandinas derivadas dos ácidos gordos essenciais (ver Óleo de primavera).

As sementes de linho ou o óleo delas extraído têm sido usados ao longo dos séculos em muitos tratamentos tradicionais. Os herbologistas usam as sementes como demulcente interno. São mucilaginosas e suavizam o revestimento intestinal; são usadas também em cataplasmas para combater o reumatismo, a gota e carbúnculos. O óleo é usado como enema no tratamento de prisão de ventre. Quando é misturado com água de cal, o óleo é aplicado localmente para promover a cura de lesões cutâneas e para abrandar a comichão provocada por eczemas.

O óleo de linhaça é usado em muitas partes da Europa para a prevenção e tratamento de cancro, arteriosclerose, artrite, doenças de coração, arritmia cardíaca, degeneração do fígado, espasmos bronquiais nos pulmões, regulação da atividade intestinal, normalização das úlceras gástricas e todo o tipo de doenças autoimunes.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

Óleo de primavera

Óleo de primavera

Óleo de primavera

A primavera onagra é uma erva que cresce por toda a América do Norte e pela Europa. Tem muitos nomes, incluindo erva-dos-burros, enotera e zécora. Geralmente com uma altura de um metro e meio dá flores grandes com um veio verde claro a cruzar as suas pétalas. As flores duram uma noite e murcham com uma cor rosada.

Os Pilgrims conheceram a onagra através dos índios que usavam extratos externamente para curar feridas e acalmar inflamações e erupções cutâneas. Internamente. usavam-na para controlar a tosse e infeções. É possível fazer um xarope para a tosse a partir das suas raízes, sendo eficaz tanto na coqueluche como nas tosses provocadas por asma ou tuberculose.

Em épocas recentes, os cientistas descobriram que o óleo de semente de primavera é rico num nutriente raro, o AGL, ou ácido gama linoleico, que alivia muitos problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, artrite e problemas cutâneos. O ácido gama linoleico não é a forma comum do ácido linoleico, conhecido como ácido alfa linoleico, ou AAL. O AGL é necessário ao organismo para produzir uma família de compostos de tipo hormonal chamados prostaglandinas (PGs). Uma deficiência de AGL resulta numa deficiência de PGs. Antigamente pensava-se que c AGL podia ser sintetizado a partir do ácido linoleico, um dos ácidos gordos essenciais. Agora estamos a descobrir que devido a deficiências relacionadas com o consumo excessivo de gorduras naturais, álcool, colesterol, químicos cancerígenos e a exposição a radiação, a produção de AGL. e subsequentemente de PG, não é completa.

Os PGs não são armazenados no organismo; cada tecido produz os PGs à medida que são necessários. Estes podem ser rapidamente descativados por enzimas em certos órgãos. Nos anos 30 do século passado, dois médicos a trabalharem independentemente, um na Inglaterra e outro na Suécia, descobriram que uma certa substância reduzia a tensão arterial em animais de laboratório. Visto este material se encontrar em concentração elevada na próstata, foi chamada prostaglandina. Anos mais tarde, a investigação revelou que a prostaglandina constitui realmente uma família de compostos estreitamente relacionados com os AGE (ácidos gordos essenciais). Veio a descobrir-se que muitas situações de doença têm a ver com um excesso ou uma deficiência de PGs no organismo. Os PGs têm uma nomenclatura semelhante à das vitaminas, sendo as suas principais classes E, F, A, B, C e D. Estas classes são determinadas pelos seus constituintes químicos.

Para além do leite humano, a única fonte substancial de AGL é o óleo de semente de onagra. Estudos realizados sobre o óleo de onagra revelaram resultados dramáticos quando administrado a pacientes com doenças cardíacas variadas. Descobriu-se a sua eficácia na diminuição dos níveis de colesterol, na inibição da formação de coágulos e no abaixamento da tensão arterial que sofrem moderadamente de hipertensão. Os efeitos de coagulação são rápidos (1-4 horas), enquanto os efeitos sobre o colesterol e a tensão arterial levam três a quatro semanas. As experiências indicam que o AGL que é convertido em PGE (prostaglandina E). pode ser usado como suplemento dietético direto em pacientes para diminuir o risco de ataque cardíaco.

As doenças relacionadas com o sistema inflamatório e o sistema imunitário foram tratadas com sucesso com óleo de primavera. Nelas incluem-se a artrite reumática, os eczemas. as inflamações intestinais e a esclerose múltipla.

Estas doenças partilham duas características comuns: o funcionamento inadequado de certas células linfáticas (linfócitos supressores-T) e a produção excessiva da prostaglandina classe 2. Os linfócitos supressores-T são células que mantêm outras partes do sistema imunitário sob controlo. Ajudam a assegurar que o sistema imunitário ataca apenas corpos estranhos e não os próprios tecidos do organismo. Quando estas células são defetivas, ocorrem danos provocados pelo ataque do sistema imunitário às células do organismo. Este fenómeno do organismo a atacar-se a si próprio é um dos principais fatores na artrite reumática, na colite ulcerativa e na esclerose múltipla. No caso da artrite reumática, o óleo de onagra revela-se eficaz no espaço de 4-12 semanas, continuando a doença o seu curso em alguns casos.

Os problemas cutâneos do género do eczema também são devidos a uma deficiência de AGEs. O óleo de onagra esfregado na pele das crianças com eczema leva à cura completa. O eczema desenvolve-se quando a criança troca o leite materno pelo leite de vaca (que contém menos AGL, e muitas crianças são alérgicas a ele).

Testes laboratoriais a doentes de EM tornaram-se normais após o uso de óleo de onagra.

O Grupo de Apoio às Crianças Hiperativas em Inglaterra conduziu uma pesquisa junto de crianças hiperativas que utilizavam óleo de primavera. Essas crianças apresentavam deficiências em AGEs, especialmente AGL. Com algumas das crianças obteve-se melhores resultados quando o óleo era esfregado na pele em vez de tomado oralmente. Descobriu-se que a prostaglandina E determina fortemente o humor, e verificaram-se baixos níveis de PGE nos alcoólicos, especialmente no caso de ressaca já que o próprio álcool em si eleva temporariamente o nível de PGE. O óleo de onagra foi usado com sucesso no tratamento de alcoolismo.

O óleo de primavera pode também ajudar a aliviar os sintomas pré-menstruais nas mulheres: intumescência, dores no seio. irritabilidade, depressão e outros sintomas. Quando tomam óleo de primavera juntamente com vitaminas 8-6 e E, as mulheres conseguem livrar-se dos sintomas PM. Este óleo revelou-se também benéfico no caso de mulheres com perdas menstruais fortes e prolongadas. Na mastite cística (doença benigna da mama) em que se verificam inchaços moles e dolorosos precedendo o fluxo menstrual, este óleo ajudou a atenuar as cistites a atenuarem-se ou mesmo a desaparecerem.

No caso de cancro, a PGE revelou ser um dos agentes naturais mais poderosos em induzir a reversibilidade das células cancerígenas. Além das medidas tomadas para fortalecer o sistema imunitário tenta-se agora a reversibilidade das células cancerígenas em experiências conduzidas em vários centros da Inglaterra mediante o uso de óleo de primavera.

Outras situações em que o óleo de primavera se revelou útil são a perda de peso e as unhas quebradiças. Durante um período experimental, cápsulas deste óleo eram administradas a um grupo de indivíduos durante um período de seis a oito semanas; alguns sentiam menos fome. e alguns deles emagreceram. Aqueles que desejavam amaciar as unhas registaram efeitos positivos após três a quatro semanas de utilização do óleo. As unhas quebradiças são um sinal de deficiência em AGE.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

Pólen de abelha e própolis

Pólen de abelha e própolis

O pólen de abelha, retirado das colmeias, é conhecido desde há muitos anos por várias das suas propriedades curativas. É usado em estados de constipação e alergias já que contém vitamina C e bioflavonoides (vitamina P) que intensifica a eficácia da vitamina C. Mais recentemente, o própolis uma substância resinosa que reveste as colmeias e que as abelhas recolhem das flores, caules e galhos, provou ser um forte agente curativo devido às suas propriedades antibióticas e antivirais.

O própolis tem uma cor castanha ou castanho-esverdeada e um aroma agradável a papoilas em botão, a mel e a baunilha. É usada para vedar as fendas na colmeia e para proteger as abelhas de infeções.

Quando outros insetos entram na colmeia e são mortos são envolvidos em própolis e cobertos de cera de abelha. Assim se conservam embalsamados sem se deteriorarem ou decomporem. Alguns cientistas estão a usar o mesmo princípio para imobilizar bactérias e vírus infeciosos.

Uma vez que o própolis é rico em bioflavonoides, é eficaz no tratamento de inflamações da garganta, perturbações respiratórias tensão alta, hemorragias e desordens femininas. Os bioflavonoides do própolis inibem as enzimas que produzem a prostaglandina causadora de febre e dores. Assim, atua como uma aspirina natural. Os bioflavonoides também estimulam os glóbulos brancos a produzir interferon, uma substância proteica natural que combate várias doenças. Além disso, o própolis é -a grande fonte de histamina e serotonina, substâncias necessárias no combate de alergias.

O própolis tem-se revelado eficaz em problemas periodontais ou na erosão das gengivas e outros tecidos. Os bioflavonoides bloqueiam a formação de prostaglandina que causa a decomposição. Isso diminui o sangramento.

Os bioflavonoides estimulam também a formação de enzimas para fortalecer as paredes dos vasos sanguíneos nas gengivas.

No instituto de Radiologia na Jugoslávia, os pacientes sofrendo de doenças causadas por radiação com danos graves do fígado foram tratados com própolis durante uma experiência, e os problemas de radiação diminuíram ou desapareceram. Na China, o própolis foi administrado a pacientes com hiperlipidemia, ou seja, gordura no sangue muito alta e após quatro semanas verificou-se um abaixamento. Áustria o Dr.Franz Feeks usou o própolis com resultados positivos no tratamento de úlceras e no tratamento de feridas e inflamações internas. Usou-o também localmente, aplicado com um pincel, para tratar herpes zoster. A dor desapareceu em 48 horas. No instituto Médico da Crimeia, os médicos aplicaram uma solução de própolis como pomada em mulheres que apresentavam erosão ou irritação no colo do útero e problemas vaginais. Em quatro ou cinco dias notou-se uma melhora. O própolis é também usado com sucesso por mulheres com dismenorreia.

De acordo com investigações, o própolis ativa a glândula do timo e, portanto, o sistema imunitário. O timo está situado na parte inferior do pescoço e consiste no desenvolvimento de linfócitos, os glóbulos brancos do sangue necessários à imunização contra a doença e a infeção. O própolis é ainda usado para curar doenças e manchas na pele, congestões nasais, problemas respiratórios, gripes e viroses.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

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