Alga Verde-Azul

Alga Verde-Azul

Alga Verde-Azul

A alga verde-azul é formada por uma única célula e cresce apenas num lugar, o Lago Klamath, no Oregon. Esta alga cresce e reproduz-se a si própria através da fotossíntese de nitratos presentes no ar. É um dos alimentos mais antigo no planeta e é colhida para consumo humano, conservando-se pela secagem e pela refrigeração.

A alga verde-azul é rica em clorofila, nos oito aminoácidos essenciais, em vitaminas incluindo a B-12 e em betacaroteno (o percursor da vitamina A).  Contém 60% da proteína pura.

Pode ajudar a rejuvenescer o timo (o fator central no sistema imunitário), a estimular o baço e a corrigir o desequilíbrio das glândulas pituitária pineal.

Algumas pessoas são grandemente afetadas pela alga e verificam u aumento de vivacidade e energia mental, clareza, memória, perceção intuitiva e criatividade. Para muitos, ela ajuda a equilibrar as disposições de animo, a contrariar a fadiga crónica e a criar uma maior sensação de saúde e bem-estar. Esses esforços parecem dever-se ao seu teor de «neuro peptídeos», pequenas cadeias de aminoácidos que ajudam o cérebro a iniciar certas funções. Os neuro peptídeos funcionam tanto como neurotransmissores como hormonas no organismo. São capazes de ativar os neurotransmissores no cérebro. A alga verde-azul parece promover o fluxo de impulsos nervosos por todo o corpo. Também estimula a memória celular ou o código genético (ADN), que ajuda a promover a regeneração extraordinária de células essencial no processo de cura. Além disso, a alga verde-azul é um poderoso desintoxicante no que diz respeito ao fígado. Parece que ela remove grandes depósitos de chumbo e mercúrio. Também revelou sucesso no tratamento das alergias.

A parte mais interessante que a investigação revelou acerca desta alga, é que a sua estrutura celular permanece estável quando exposta a níveis de radiação suscetíveis de prejudicar os seres humanos. Só se modifica quando exposta a 100 vezes mais radiação e, após duas gerações de reprodução na sua forma mutante, ela continua a reproduzir-se normalmente. Isto sugere um elevado nível de força vital.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

OUTRAS VITAMINAS

OUTRAS VITAMINAS

OUTRAS VITAMINAS

Neste capítulo vamos falar de outras vitaminas que, não ocupando um espaço muito preponderante na nossa saúde, também fazem parte das substâncias vitais para manter a boa forma. Assim, achei por bem não me esquecer delas e dar-lhes também o lugar que merecem.

Vitamina F

Indicações terapêuticas:

Ajuda no crescimento.

Fontes de origem:

. Verduras
. Azeite
. Frutos secos.

Vitamina B – Inositol

Indicações terapêuticas:

Metabolismo celular e aiuda no crescimento.

Fontes de origem:

. Fruta
. Frutos secos
. Legumes
. Cereais
. Verduras.

Vitamina B – Paba

Indicações terapêuticas:

. Vitiligo
. Psoríase
. Cabelo
. Alopecia
. Crescimento
. Imunidade.

Fontes de origem:

. Hortaliça
. Levedura de cerveja
. Cereais
. Legumes.

Vitamina P – Bioflavonóide

Indicações terapêuticas:

. Capilares
. Varizes
. Circulação
. Arteriosclerose.

Fontes de origem:

. Cítricos.

Vitamina B13 – Ácido orótico

Indicações terapêuticas:

. Digestão
. Gestação
. Circulação
. Esclerose múltipla
. Crescimento
. Velhice prematura
. Hepatopatias.

Fontes de origem:

. Beterraba
. Cereais.

Vitamina B – Colina

Indicações terapêuticas:

. Sistema nervoso central
. Cérebro
. Hepatopatias
. Alcoolismo.

Fontes de origem:

. Gema de ovo
. Germe de trigo
. Levedura de cerveja
. Legumes
. Soja
. Amendoim.

Vitamina B17 – Leatrite

Indicações terapêuticas:

. Cancro
. Degeneração.

Fontes de origem:

. Sementes de pêssego
. Alperce
. Maçã
. Tangerina.

Vitamina C – Ácido ascórbico

Vitamina C – Ácido ascórbico

vitamina c

Vitamina C – Ácido ascórbico

Acção

A vitamina C é absorvida pelo intestino delgado e diretamente transportada pelo sangue para todo o organismo, ainda que de forma desigual. Assim, vejamos:

  • As maiores concentrações de vitamina C encontram-se nas glândulas e no fígado.
  • As concentrações mais baixas encontram-se nos músculos e nos tecidos adiposos.

A vitamina C é excretada pela urina, pelo suor e pelas fezes, sendo de menor importância esta última via de excreção excepto nos casos de diarreias.
Esta vitamina tem um importante papel num grande número de funções metabólicas; no processo de respiração celular, como, por exemplo, na formação do colagénio, nos tecidos ósseos e nos dentes; na síntese de alguns neutrotransmissores fundamentais para o bom funcionamento do sistema nervoso; na síntese de carnitina nas células musculares, cardíacas e hepáticas, entre outras, sendo a sua função transportar os ácidos gordos para as células, a fim de serem degradados e se translormarem em energia.
Também entra nos metabolismos de certas hormonas esteróides e dos lípidos e, ainda, na transformação do colesterol em ácido biliar.
A sua acção também se torna eficaz em processos de desintoxicação de fármacos, pesticidas e substâncias cancerígenas.
Uma anemia hipocrónica tem base na carência de vitamina C. Isto porque a vitamina permite a absorção do ferro a nível intestinal, assim como a sua distribuição por todo o organismo.
Este tipo de anemia acontece, pois, devido ao baixo teor de ferro no organismo.
Devemos considerar, ainda, a ação imunológica e antibacteriana, favorecendo assim a actividade dos glóbulos brancos, aumentando desta forma a taxa de hemoglobina e de anticorpos, e também, por consequência, a resistência orgânica contra as infecções.
Existem, ainda, outras duas funções onde a vitamina C se enquadra muito bem – a sua protecção na destruição das radiações livres e também o aumento da capacidade de trabalho e de rendimento, protegendo o organismo dos efeitos nocivos do stress.

Sinais de carência

É um pouco difícil diagnosticar com precisão a carência de vitamina C, uma vez que os sintomas são pouco específicos, no entanto, sintomas como menor resistência às infecções, fadiga, dores musculares, dores ósseas, podem ser considerados como sinal dessa carência. Existe, no entanto, uma manifestação grave em consequência de carência desta vitamina. Trata-se do escorbuto, doença, felizmente, rara nos dias de hoje. Caracteriza-se principalmente por um estado de anemia e enfraquecimento da estrutura óssea, dos dentes, carlilagens e vasos sanguíneos – resultando nestes últimos a tendência para hemorragias, principalmente das gengivas, lábios, pele, vísceras – e, por fim, das articulações dos joelhos e tornozelos.
O escorbuto resulta, em grande parte, da insuficiência alimentar, devida ao consumo reduzido de legumes e frutos, e ainda de perturbações de absorção, como acontece nos casos de infecções gastrintestinais.
Uma carência ligeira de vitamina C pode provocar fadiga, acompanhada de cefaleias; anorexia; maior sensibilidade ao stress e às infeções; dores musculares e dores ósseas.
Uma carência mais grave de vitamina C pode provocar sintomas de taquicardia, doença de Moller-Barlow, caracteizada por dores ósseas e perda de peso, ou o chamado escorbuto infantil; e ainda o escorbuto propriamente dito.

Toxicidade vitamínica – hipervitaminose

Até ao momento presente, não se verificaram riscos de toxicidade por parte desta vitamina.

Fontes de origem

  • Cítricos
  • Fruta em geral
  • Verduras
  • Kiwi
  • Pimentos verdes
  • Couve
  • Salsa
  • Couve-de-bruxelas
  • Alface
  • Espinafres
  • Repolho
  • Laranja
  • Limão
  • Tangerina
  • Melão
  • Endívias
  • Toranja
  • Ervilhas secas
  • Morangos
  • Framboesa
  • Espargo
  • Tomate
  • Ervilhas congeladas
  • Batatas
  • Fígado de vitela
  • Fígado de bezerro
  • Fígado de vaca.

Outras indicações terapêuticas

A vitamina C, para além do seu já tão bem conhecido potencial em termos de saúde, também pode ser aplicada em outras situações, como, por exemplo: perturbações do tecido fibroso; febre; fragilidade capilar; fracturas, feridas, cicatrização; metabolismos; febre intestinal; histeria, depressão.

Fontes de destruição

A vitamina c pode ser destruída por alguns métodos menos correctos de confeção de alimentos; pela exposição à luz e pela exposição ao ar.

 

Vitamina B – Biotina

Vitamina B – Biotina

Biotina

Vitamina B – Biotina

Acção

Na primeira parte do intestino é facilmente absorvida a biotina, sendo sintetizada por uma ampla variedade de microrganismos, com inclusão dos que sobrevivem no intestino humano.
A biotina encontra-se também em todas as células do organismo, inclusive no fígado, nos rins e na pele, sendo excretada pela urina e pelas fezes.
Intervém, ainda, em muitas reacções bioquímicas, assumindo o papel de transportadora dos grupos CO2, sendo fundamentais estas reacções paÍa a síntese dos ácidos gordos e da glicose – gliconeogénese – e para a degradação dos aminoácidos.

Sinais de carência vitamínica

Os principais sinais de carência de biotina são: desidratação da pele e das mucosas; dermatites com descamação, em particular no pescoço, nas mãos e nas pernas; anorexia; tendência paraa depressão; sonolência contínua e acentuada; dores musculares; fadiga sem motivo aparente; ligeira anemia. Nos recém-nascidos pode acontecer carência, se se apresentarem dermatites seborreicas, acompanhadas de inflamaçáo e descamação
no couro cabeludo e nas faces.

Toxicidade vitamínica – hipervitaminose

Até ao momento não se registaram casos de toxicidade provocadas pela biotina.

Fontes de origem

  • Fígado de vitela
  • Fígado de bezerro
  •  Fígado de vaca
  •  Borrego
  •  Frango
  •  Carne de porco
  •  Carne de vaca
  •  Atum de conserva
  •  Levedura de cerveja
  •  Chocolate
  •  Couve-flor
  •  Cogumelos
  •  Ovos
  •  Arroz
  •  Cenoura
  •  Tomate
  •  Espinafre
  •  Alface
  •  Batata
  •  Ervilha
  •  Banana
  •  Queijo
  •  Maçã
  • Leite
  •  Amendoim
  •  Fruta em geral.

Outras indicações terapêuticas

Na associação da biotina com o ácido pantoténico obtêm-se excelentes resultados em processos de acne e de eczema seborreico. Está também indicada para hepatopatias e para o cabelo.

Fontes de destruição

A biotina pode ser destruída quando exposta a radiações ultravioletas.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

Vitamina B5 – Ácido pantoténico

Vitamina B5 – Ácido pantoténico

ácido

Vitamina B– Ácido pantoténico

Ação

O ácido pantoténico não só está presente nos alimentos, como na flora intestinal, sendo absorvido pelo intestino.
Faz parte de uma importante enzima – coenzima A – intervindo esta em numerosas e importantes reacções, assim como entra também na degradação dos principais nutritivos, como é o caso dos açúcares, gorduras e proteínas, a fim de poder fabricar energia, e em todos os processos de síntese dos ácidos gordos, do colesterol e das hormonas esteróides.
O fígado, os rins, o coração e o cérebro são os grandes armazéns desta vitamina, que por sua vez é eliminada pela urina.

Sinais de carência

Raramente se verificam situações de avitaminose do ácido pantoténico; o que muitas vezes acontece são estados de má nutrição.

No entanto, os sintomas que podem ser considerados na identificação de uma carência de ácido pantoténico são:

  • lesões das mucosas e da pele,
  • debilidade muscular,
  • cefaleias,
  • acessos de vómito sem causa aparente,
  • tendência para a depressão,
  • fadiga física acentuada e
  • insónias frequentes.

O elevado consumo de álcool e as diabetes são duas causas que podem influenciar o risco de carência de ácido pantoténico.

Toxicidade vitamínica – hipervitaminose

Não se registam efeitos tóxicos provocados por ácido pantoténico.

Fontes de origem

  • Fígado de vitela
  • Fígado de bezerro
  • Rim de vitela
  • Rim de bezerro
  • Carne de vitela
  • Carne de bezerro
  • Carne de porco
  • Lentilhas
  • Brócolos
  • Milho
  • Arroz integral
  • Verduras
  • Levedura de cerveja
  • Hortaliça
  • Mel.

Outras indicações terapêuticas

Ainda que o ácido pantoténico seja recomendado nas terapias à base de estreptomicina, nas da neurotoxicidade, do embranquecimento do cabelo, das osteoartrites, nas dificuldades respiratórias e na neuropatia diabética, ainda não foi bem demonstrada e prestigiada, em cem por cento de cerÍeza, a sua actividade farmacológica. No entanto, ainda se podem considerar outras patologias que beneficiam com a sua administração:

  • eczema;
  • doença de Parkinson;
  • do sistema imunitário;
  • perturbações digestivas;
  • depressão;
  • astenia;
  • irritabilidade; e reumatismo em geral.

Existe, a cem por cento de certeza, o factor de protecção contra a desidratação de pele após uma exposição ao sol.

Fontes de destruição

O ácido pantoténico pode ser destruído através de temperaturas
muito elevadas, e sobretudo se estiver em contacto, ou se permanecer,
em meios ácidos e muito alcalinos.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

Vitamina B9 – Ácido fólico

Vitamina B9 – Ácido fólico

Ácido Fólico

Vitamina B9 – Ácido fólico

Ação

É pela parte superior do intestino delgado que o ácido fólico – Vitamina B9 – passa a ser absorvido, devido a um perfeito mecanismo específico no qual certas substâncias, como é o caso dos barbitúricos, anticonvulsivos, contracetivos e o álcool, podem provocar uma ação maléfica.

Depois de o ácido fólico ser absorvido, passa a ser destruído por diferentes tecidos do organismo, como, por exemplo, o fígado, onde poderá ser armazenado, e pelos glóbulos vermelhos. Em seguida é excretado pela urina e pelas fezes.

O ácido fólico, ou Vitamina B9, conjuntamente com a Vitamina B12, participam em inúmeras reações dos metabolismos dos aminoácidos e dos ácidos nucleicos, componentes do sistema de armazenamento e da transmissão dos caracteres genéticos.

Assim, estamos perante uma vitamina que nos processos de crescimento e de reprodução das células tem uma função muito importante.

Sinais de carência

A carência da Vitamina B9, ou do ácido fólico, pode provocar palidez, fadiga, anemia macro cística, perturbações digestivas, atraso do crescimento, alterações do ritmo cardíaco e perturbações respiratórias.

Toxicidade vitamínica – hipervitaminose

Não ocorrem riscos de toxicidade de ácido fólico.

Fontes de origem

  • Batata
  • Couve
  • Espinafres
  • Cenoura
  • Espargos
  • Ovos – gema
  • Pão branco/integral
  • Came de vitela
  • Carne de bezerro
  • Carne de vaca
  • Fígado
  • Rim de vitela
  • Rim de bezerro
  • Rim de vaca
  • Atum de conserva
  • Tomate
  • Maçã
  • Leite
  • Legumes
  • Verduras
  • Beterraba
  • Cereais.

Outras indicações terapêuticas

O ácido fólico é particularmente recomendado em casos de anemia, nomeadamente namanemia megaloblástica, em que se administra esta vitamina a título profilático; e ainda em casos de leucemia; nos últimos meses de gestação; nas perturbações infeciosas gastrintestinais; em situações do foro circulatório; e, ainda, em curas de emagrecimento.

Fontes de destruição

A Vitamina B9 e, por conseguinte, o ácido fólico, pode ser destruída através do processo de cozedura a altas temperaturas, e através da luz.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

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