Um organismo adulto contém aproximadamente cerca de 125 mg de cobre, e o fígado, por via da bílis, constitui a principal fonte de excreção do metal em excesso.

É o fígado que retém a maior parte de cobre do organismo, depois vem o cérebro e a seguir, os outros órgãos e tecidos, que por sua vez têm menos quantidades.

O fígado de um recém-nascido retém sete vezes mais cobre do que o do homem adulto, e torna-se necessário que entre os 5 e os 15 anos se faça baixar a taxa de cobre ao nível do adulto.

O cobre é um estimulante cerebral, cujo excesso pode desencadear . hiperquinésia infantil.

O cobre é particularmente administrado nas terapias de combate às infecções virais ou bacterianas, seja qual for a sua natureza. Pode ser um excelente substituto dos antibióticos, sem provocar efeitos secundários. Hoje em dia, admite-se a sua administração para fortalecer a sua acção benéfica sobre as células cancerosas. Adverte-se, no entanto, que é contra-indicado às pessoas que sofrem da rara doença de Wilson. Esta doença tem origem numa perturbação do metabolismo do cobre, que consiste na deficiência de transporte, o que conduz à intoxicação por acumulação de cobre no organismo.

O cobre exerce a sua acção de forma anti-infecciosa; anti-inflamatória: antianémica; reguladora da hipófise; reguladora das glândulas genitais; protectora contra as toxinas microbianas, e, ainda, potencializadora dos antibióticos.

Indicações terapêuticas do cobre

  • Raquitismo
  • Diminui o colesterol no sangue
  • Actua nos estados pré-cancerosos
  • Tumores benignos
  • Psoríase
  • Insuficiência esplénica
  • Tuberculose evolutiva
  • Vitiligo
  • Tuberculose óssea
  • Nefrose lipóidica
  • Espondilartrite anquilosante
  • Gripe e suas consequências
  • Anemias
  • Artrites
  • Artroses
  • Todas as afecções reumáticas em geral

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

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