Em 1850, Chattin defendeu a tese de que o bócio era uma consequência da carência de iodo. A esta afirmação podemos hoje acrescentar que tal carência poderá ser provocada pela inibição de substâncias antitiróides, que encontramos em determinados alimentos. As hormonas tiroideias influenciam o crescimento físico e mental do indivíduo, pelo que a carência catalítica de iodo leva a uma idiotia típica; influencia também as restantes glândulas endócrinas, actua no funcionamento neuromuscular, na circulação, na pele, nas unhas e no cabelo que entretanto ficaram ásperos e quebradiços. Actua ainda no metabolismo nutricional, como no caso dos legumes.

O iodo catalítico é um excelente complemento dos medicamentos diatésicos, como o manganês, manganês-cobre e manganês-cobalto, conforme se trata de um terreno alérgico, hiposténico ou distónico.

Por ser utilizado sob forma iónica, o iodo catalítico não provoca os mesmos efeitos que os iodos habituais; é porlanto desprovido de toxicidade mesmo em terapias regulares e longas.

A acção do iodo incide sobretudo na regularização do funcionanento da glândula tiróide sem risco de provocar iodismo; aumenta a taxa de tiroxina; regula a hipertensão arterial; regula a obesidade do tipo tiroideu; é anti-séptico; é antimicótico; é excelente na profilaxia das escleroses orgânicas, e, quando associado ao magnésio, é um excelente anti-senescente ( envelhecimento dos tecidos do organismo ).

Indicações terapêuticas do iodo

  •  Hipotiroidismo
  •  Hipertiroidismo
  •  Síndroma Pré-Basedow (nervosismo, tremores, hiper-emotividade, alterações da tensão arterial)
  •  Obesidade tiroideia
  •  Arteriosclerose
  •  Reumatismo
  •  Artritismo
  •  Dismenorreias do tipo hipo ou hiper
  •  Pediatria: Linfatismo
  • Perturbações do crescimento
  • Todas as doenças renais, mas associado ao cobre e à prata.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

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