A Oligoterapia é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas de administração os Oligoelementos. Estes são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades, alguns até em quantidades tão pequenas que podem ser consideradas vestígios ou traços de metais e não metais.

O simples fato do organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São estas cadeias intrincadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

Os Oligoelementos são definidos como catalisadores das reações enzimáticas.O termo catalise foi instituído na química mineral, no século XIX, por Bezelius e é: o processo em que a velocidade de uma reação é influenciada pela simples presença de um agente que permanece quimicamente intacto.

Sem a sua presença ativa no organismo, estas funções são prejudicadas e assim o bom funcionamento do organismo, provocando estados patológicos que na primeira fase dão lugar às chamadas doenças funcionais, ou seja, aquelas em que a pessoa não se sente bem, mas cujas análises e exames correntes determinam que seu estado é normal. Efetivamente ainda não há lesão, por conseguinte não há doença. O que acontece é que determinado elemento catalisador está ausente, ou seja, há carência, o que impede que o metabolismo se processe para que o órgão desempenhe a sua função, alterando assim o equilíbrio do estado de saúde.

Pode porém acontecer que não haja carência efetiva desse elemento mas que ele somente esteja inativo, quer dizer, desativado.

As causas mais freqüentes destas situações são o stress,a poluição sonora e ambiental e a alimentação desequilibrada. As culturas intensivas, que proporcionam as adubações químicas, são as principais causadoras das carências de sais minerais nos vegetais que comemos, assim como das carnes que não nos fornecem certos elementos porque, por sua vez o gado não teve matéria para os sintetizar, sendo assim temos uma alimentação muito pobre em minerais.

Para remediar estas situações podemos e devemos recorrer aos Oligoelementos que são sais minerais (metais e metalóides) tais como cobre, ferro, iodo, cobalto, magnésio, manganês, etc. Esses sais são em doses infinitesimais que, tendo sido submetidos a uma manipulação de técnica especial, são ativados (ionizados) obtendo-se assim, íons dos mais variados minerais. Nestas diluições, os sais assemelham-se ao estado natural dos elementos no organismo que, introduzidos neste, por via oral, vão desencadear as reações que permitem o restabelecimento do metabolismo enzimático que, por sua vez, restabelece as funções orgânicas e assim, o reequilíbrio do estado de saúde.

A Oligoterapia é essencialmente preventiva e é também complementar das outras formas de técnicas terapêuticas, sendo também em muitos casos curativa.

Estudos recentes mostram que a pratica da Oligoterapia tem se mostrado mais eficiente quando aplicada junto a Reflexoterapia, que por sua vez, estimula o Sistema Nervoso Central.

As fontes dos metais – No seu estado normal, os metais existem na crosta terrestre, sendo o Alumínio o que existe em maior abundância, logo seguido do Ferro, do Cálcio, do Sódio e do Magnésio. Em quantidades bem menos expressivas aparecem a seguir o Titânio, o Chumbo, o Níquel, o Zinco, o Cobre, etc. E combinados entre eles, os diversos elementos dão origem a mais de dois mil minerais diferentes.

(http://www.espacoluminis.com.br/terapias/oligoterapias.html)

Postado por Isabel Pato

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