ácido

Vitamina B– Ácido pantoténico

Ação

O ácido pantoténico não só está presente nos alimentos, como na flora intestinal, sendo absorvido pelo intestino.
Faz parte de uma importante enzima – coenzima A – intervindo esta em numerosas e importantes reacções, assim como entra também na degradação dos principais nutritivos, como é o caso dos açúcares, gorduras e proteínas, a fim de poder fabricar energia, e em todos os processos de síntese dos ácidos gordos, do colesterol e das hormonas esteróides.
O fígado, os rins, o coração e o cérebro são os grandes armazéns desta vitamina, que por sua vez é eliminada pela urina.

Sinais de carência

Raramente se verificam situações de avitaminose do ácido pantoténico; o que muitas vezes acontece são estados de má nutrição.

No entanto, os sintomas que podem ser considerados na identificação de uma carência de ácido pantoténico são:

  • lesões das mucosas e da pele,
  • debilidade muscular,
  • cefaleias,
  • acessos de vómito sem causa aparente,
  • tendência para a depressão,
  • fadiga física acentuada e
  • insónias frequentes.

O elevado consumo de álcool e as diabetes são duas causas que podem influenciar o risco de carência de ácido pantoténico.

Toxicidade vitamínica – hipervitaminose

Não se registam efeitos tóxicos provocados por ácido pantoténico.

Fontes de origem

  • Fígado de vitela
  • Fígado de bezerro
  • Rim de vitela
  • Rim de bezerro
  • Carne de vitela
  • Carne de bezerro
  • Carne de porco
  • Lentilhas
  • Brócolos
  • Milho
  • Arroz integral
  • Verduras
  • Levedura de cerveja
  • Hortaliça
  • Mel.

Outras indicações terapêuticas

Ainda que o ácido pantoténico seja recomendado nas terapias à base de estreptomicina, nas da neurotoxicidade, do embranquecimento do cabelo, das osteoartrites, nas dificuldades respiratórias e na neuropatia diabética, ainda não foi bem demonstrada e prestigiada, em cem por cento de cerÍeza, a sua actividade farmacológica. No entanto, ainda se podem considerar outras patologias que beneficiam com a sua administração:

  • eczema;
  • doença de Parkinson;
  • do sistema imunitário;
  • perturbações digestivas;
  • depressão;
  • astenia;
  • irritabilidade; e reumatismo em geral.

Existe, a cem por cento de certeza, o factor de protecção contra a desidratação de pele após uma exposição ao sol.

Fontes de destruição

O ácido pantoténico pode ser destruído através de temperaturas
muito elevadas, e sobretudo se estiver em contacto, ou se permanecer,
em meios ácidos e muito alcalinos.

Fonte: Manual de Medicina Ortomolecular- Ana Paula Ivo
Postado por: Isabel Pato

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