Um Novo Mundo

 Um Novo Mundo

Torna-se cada vez mais claro que caminhamos para um Novo Mundo. Não é uma viagem na maionese, é real, e quem estiver atento vê e sente todas as transformações pelas quais estamos passando, não só a nível planetário, como a nível interior. Aqueles que, mesmo não conseguindo ver para onde se dirigiam, mas que sentindo que as suas vidas da forma que estavam sendo guiadas não mais faziam sentido e resolveram operar mudanças de rumo de forma a obter resultados diferentes e seguiram o rumo daqueles que já conseguiam ver a chegada de um novo mundo, começam agora a ver que faz todo o sentido o que aparentemente está acontecendo: o cenário de Crise a nível mundial e tudo que disso advém.
Não poderia ser doutra forma. Como pode continuar a ser sustentado um sistema assim? Onde não existem contribuintes suficientes para sustentar tantos pensionistas e fundos de desemprego? Onde num país, as pessoas que trabalham não chegam a ser de uma relação de um para um ( um contribuinte para um pensionista)? Onde as pessoas não querem trabalhar, arranjam todas as formas para se desempregarem e viverem de subsídios, e ainda se queixam e lamentam da sua aparente miséria, quando, com esse dinheiro, compram bens de luxo (telemóveis topo de gama, vão ao cabeleireiro frequentemente, passam dias inteiros em cafés matando tempo e consumindo sem o propósito de alimentarem o seu corpo, mas sim o seu ego faminto, entre outras situações que basta apenas observar – estão aí para quem queira ver).
Não é uma questão de criticar ou julgar, mas apenas constatar também o nível de hipnose em que todos estamos envolvidos, em que, a lavagem cerebral foi tão bem feita, que se continua agarrados aos empregos que já morreram, e não se consegue ver todo um leque de novas oportunidades que já estão aí, prontas a serem colhidas e exploradas. E quando se fala em novas formas de ganhar dinheiro, honestamente, responsavelmente e contributivamente, o que acontece? Negação. Fogem a sete pés de tudo aquilo que é novo sem sequer darem uma oportunidade de conhecerem. Basta uma palavra, uma palavra que desperte um preconceito, para que haja imediatamente um bloqueio.
È muito difícil falar de dinheiro ás pessoas. Por mais que se lhes queira ajudar, pois sabemos que as coisas não estão fáceis para quem ainda não consegue ver o que aí vem. Pois estas não aceitam ajuda – estão fechadas nos seus mundos ilusórios, criados por elas mesmas, e não conseguem ver.
Eu sei que é muito difícil sair-se desse mundo pelo seu próprio pé. È preciso ajuda. Mas nós precisamos querer ser ajudados! Nós precisamos seguir as orientações de quem nos quer ajudar.
Eu sei que a desconfiança é muita, o medo é muito – a lavagem cerebral foi mesmo muito bem feita, para que rejeitássemos tudo que fosse novo – ou seja, tudo que nos devolva á liberdade e a uma vida plena.
Porque é que isso não interessa aos detentores de poder? Pois não fariam mais falta aqui…há todo um leque de interesses por detrás de todo este sistema…mas que começou ruindo faz tempo…
Só não vê quem não quer ver.
Que o novo está sendo implementado a todo o momento, e quanto mais se resistir mais sofrimento se terá.
Basta. Já não chega? Não chega de uma vida sem sentido? Não chega de máscaras sociais – dizer uma coisa e sentir outra? Não chega de uma vida de obrigações e sacrifícios? Não chega de sofrimento, de discórdia, de guerras?
E para quem diz que o novo mundo é um sonho de maluquinhos, eu bem vejo que os ditos “maluquinhos” estão no bem-estar, serenos, na esperança, na onda, não apenas aguardando com fé esse novo mundo, mas tomando ações para que todos possam ter acesso a ele. Enquanto os ditos “normais” se queixam, lamentam, sofrem, morrem de medo, inseguros, trémulos, doentes, miseráveis…
Bem, mil vezes ser maluquinho então, não????????
Acordem. Uma nova vida se vos mostra. Basta apenas abrirem os olhos! Olhem e vejam!

Elisabete Milheiro