NADA É O QUE PARECE

NADA É O QUE PARECE

“Existe sempre uma solução perfeita para cada problema”

Nada acontece por acaso

Muito se tem falado ultimamente da quinta geração tecnológica, e na grande oportunidade que a humanidade tem de ampliar a consciência e usufruir das abundantes bênçãos que lhe são derramadas diariamente. Mas mesmo perante estas boas novas animadoras, continua-se cegamente a alimentar os campos de sofrimento com a negação ao que vida oferece. É urgente despertar, sair do pesadelo e viver a vida em plenitude.

  É verdade que as coisas raramente são como queremos que sejam; o mundo mudou, e continua em constante atualização da realidade. Também é verdade que não é fácil aceitar a mudança para quem foi programado para a estabilidade. “Estabilidade financeira”; “estabilidade no emprego”; “estabilidade no casamento”; “estabilidade emocional. É urgente aceitar que estabilidade é morte.

Este artigo não se destina ao que não aceitam a mudança e continuam agarrados a um passado que não volta mais, desperdiçando as bênçãos que jorram como chuvas torrenciais sobre a humanidade.

Este artigo é para os que procuram uma solução e querem vida em abundância. Para enriquecer este artigo conto com a ajuda de um leitor que me enviou ontem este mail, (onde tive o cuidado retirar tudo que pudesse identificar o leitor neste caso leitora, garantido como sempre 100% o anonimato)

 “Caro António, venho por este meio, pedir ajuda para o inferno que estou a viver neste momento. Tenho 41 anos sou divorciada e sofro de angústia, ansiedade síndrome de pânico. Este problema surgiu no meu 3º ano de faculdade. Comecei por ter medo de lugares públicos, que comecei a evitar, limitando minha vida, ao ponto de dar comigo fechada em casa. Não terminei meu curso, e comecei a trabalhar na empresa de meu pai. Depois de casar a situação angustiante  ainda se agravou, com reações fisiológicas tonturas, fraqueza muscular, dificuldades em respirar, incontinência, náuseas medo de ficar louca…, consultei um Psiquiatra receito-me calmantes que me deixavam zumbi e me tiravam a qualidade de vida, acabando com o meu casamento. Foi antão que numa festa de aniversario, tive uma crise de pânico violenta, e uma amiga me deu um trago de Uísque e o pânico, acalmou. descobri que se bebesse um pouco de uísque ou conhaque, a angústia evapora-se e a ansiedade abranda. Mas a verdade é que o problema não ficou resolvido. Enquanto que no início um trago era suficiente, para eliminar o pânico, rapidamente tive necessidade de aumentar o consumo para conseguir o mesmo resultado. Agora cinco anos depois estou escrava do álcool e minha vida transformou-se num inferno. No passado natal acabei nas urgências do hospital. Apesar de me terem contado o que se passou eu não me recordo de nada. Sinto-me assustada… por favor ajude-me”…,

Obrigado prezada…, pela coragem. Ansiedade é um medo ilusório que desceu como denso nevoeiro sobe o mundo moderno, não permitindo enxergar. Não deveria ser preciso passar 20 anos a sofrer e chegar a este padecimento limite para se pedir ajuda. Mas infelizmente ainda existe estigma e preconceito em relação a agorafobia e ao problema com o álcool.

Apesar de se ter, dado resposta a esta senhora em sofrimento, e já se estar a trabalhar num programa personalizado de recuperação…, é importante fazer saber, que como esta senhora há centenas de milhares de outros homens e mulheres em grande sofrimento no mundo.

Mas apesar de não existirem duas pessoas iguais, há sempre uma solução perfeita para cada problema. A maior dificuldade está em aceitar esta verdade. Porquê?

Compreendo perfeitamente sua negação a esta verdade. Pode até ripostar com; “qual é a solução perfeita para um jarrão de porcelana quebrado”?… não estamos aqui a alimentar discussões estéreis, mas sim soluções para quem verdadeiramente quer.  

Todo o sofrimento começa, na falta de confiança no processo e fluxo da vida. Essa falta de confiança, gera medo e leva-nos a rejeitar o novo (desconhecido). Apesar de a vida ser como a bondosa mãe que sempre dá a seu filho, o que mais precisa, para crescer em bem-estar, liberdade e responsabilidade. Por cegueira portamo-nos como crianças mimadas, fazendo birra, para que nos seja dado o que queremos, não o que é melhor para nós.  

Desafio-te…, vem testar se a paz de espírito é uma escolha…, e ansiedade nunca mais é uma realidade, ou é mais um logro.

Vem juntar-te a quem quer harmonia, equilíbrio, paz, saúde, amor, realização, abundância e paz de espírito. Não importa se tens muito ou não tens nada, se és negro/amarelo ou branco, se falas muito ou pouco.

Só tem de responder a esta questão: Quero verdadeiramente viver? O primeiro grande passo é QUERER.

 Comece imediatamente! Abre este link. E participa na melhoria da tua própria vida. Insegurança nunca mais.

   Junta-te com coragem, força e esperança, ao grupo on line, dos querem uma solução. Quantos mais formos, mais rápido será dissipado o nevoeiro da ignorância que tem o homem moderno escravo da estabilidade.

António Teixeira Fernandes

antonio@solucaoperfeita.com

Viver uma Vida com sentido

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Há vida, para lá da ansiedade.

Ansiedade nunca mais! 

O flagelo da ansiedade alastra por todo o lado. O chamado “mundo civilizado” vive na mais negra idade das trevas. Não espere. Não procrastine. Não sofra mais, vem brincar e dançar com a vida, a vida é uma festa.

Inscreva-se aqui: https://solucaoperfeita.com/ansiedadenuncamais/medo-ansiedade-inseguranca-nunca-mais/

Caros amigos não estamos apenas a entrar num novo ano, é preciso aceitarmos experimentar uma nova experiência, para que a vida se renove. As novas realidades que se avizinham são experiências desconhecidas para todos nós. Não adianta tentar fazer previsões, bloqueado as maravilhas que a vida tem para nos oferecer. As mudanças maravilhosas que estão a acontecer jamais poderiam ser imaginadas no início da década que agora se fechou.

  Sei que alguns ao lerem este primeiro paragrafo, do primeiro artigo do ano, pensam que estou, ou sou doido varrido. Compreendo e aceito que assim pensem, porque quer aceitemos, quer não, cada um de nós molda a sua realidade (vida), com o que pensa. Tudo que é a nossa realidade física, é inicialmente criada pela mente a partir da matéria prima que chamamos pensamento. É sem dúvida (o pensamento), a razão básica para que exista tanto sofrimento numa altura em que melhores condições são oferecidas para viver a humanidade.

Este absurdo em que a humanidade se deixou envolver tem sido um dos meus principais motivos de reflexão nos últimos dias. E a pergunta é esta: porque é que, sendo nós que criamos estas mudanças, não as usufruímos? Porque serão as gerações vindouras a beneficiar do Paraíso, e não nós que o criamos?

Porque é que teimamos em não querer enxergar o mundo maravilhoso que habitamos? Porque é que não aproveitamos a oportunidade de experimentarmos a nós mesmos? Porque continuamos a desconfiar de uma “vida em abundância” como dizia o mestre. Já passaram 2000 anos e continuamos incrédulos e estéreis…, Porquê?

Então vamos ver se consigo alguma luz, que ilumine o caminho de saída deste absurdo existencial. Vamos recuar um pouco no tempo, para ver se encontramos “o fio á meada”. É verdade que no tempo de nossos bisavós, a mudanças eram raras. Apesar de ter conhecido o meu bisavô (o Cirurgião, como era conhecido), até aos 98 anos, duvido que algum dos seus conceitos básicos, tivesse mudado.  Falei em conceito básico (ou princípio espiritual), com que gerimos a nossa realidade. Porque é aí que está (o cerne da questão)…, apesar de meu bisavô, ter nascido e vivido na 2ª metade do seculo XIX, e na primeira do seculo XX, conhecendo a monarquia, que deu lugar a uma republica “sem rei nem roque”, que desembocou no estado novo, a duas guerras mundiais, a guerra civil Espanhola, á depressão económica mundial, a 1ª e 2º geração tecnológica, e apesar de todas estas mudanças os princípios básicos das crenças mantiveram-se.

O que importante aqui ficar claro é que meu bisavô viveu sua vida inteira sem ver pelo menos um dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudar seriamente. As coisas eram como eram, simplesmente. Entretanto no tempo de meu avô, as mudanças eram lentas viviam-se várias décadas sem ver qualquer dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudar. Para meu pai, que nasceu no ano que, se iniciou a depressão mundial, as mudanças dos princípios básicos já foram em ciclos bem menores acabando por ver a maioria dos conceitos básicos do seu sistema de crenças mudados.

Mas hoje no 1º dia de 2020 a velocidade das mudanças é vertiginosa. Deixou de rolar só na horizontal para fluir em ascensão. A transformação alcançou velocidades estonteantes, que não se limitam somente a tecnologia, mas também, a teologia, filosofia, medicina, física, química, biologia…, enfim trazendo novas interpretações mentais e físicas, a cada dia que passa, abalançado gravemente as estruturas onde assentam os velhos sistemas políticos, económicos e sociais que governam o mundo e a humanidade.

Esta visão da realidade atual, para um ansioso ou ausente da vida, chama-lhe um caos, para o surfista da vida chamam O PARAÍSO.

A verdade é que; aquilo que pensamos conhecer como realidade a um minuto atrás, não pode ser AGORA considerado como tal. Esta visão da realidade atual eleva-nos para um vórtice ainda mais fascinante; da mesma forma que a física moderna não pode precisar onde se encontra o elétron; também não podemos conhecer onde está a mudança. Aqui, ali, acola, em toda á parte. 

Conclusão; a ansiedade e, por conseguinte, o sofrimento da humanidade, não se deve a um fator externo, ou a castigo de uma entidade severa, mas ao facto de não conseguirmos enxergar com os nossos filtros (crenças “princípios”) a velocidade a que tudo muda, e surfar a onda da vida (mudança).

Como fazer nesta condição? Hoje alguém me veio perguntar, “como é que descubro quem sou”? Mas á velocidade que tudo se encontra neste momento não basta procurar quem sou eu mas quem escolho ser, como individuo e qualidade.

Como se pode concluir é simples sair do inferno da ansiedade e do sofrimento, mas não é fácil. É preciso procurar ajuda, e seguir sugestões pondo ação sem hesitar; como o surfista que tenta, sem parar melhorando a com a queda.

O importante é não adiar a decisão. Decide agora mesmo

Decide. Agora…, Viver uma Vida com sentido

Viver é crescer 2020

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Há vida, para lá da ansiedade.

Ansiedade nunca mais! O flagelo da ansiedade alastra por todo o lado. O chamado “mundo civilizado” vive na mais negra idade das trevas. Não espere. Não procrastine. Não sofra mais, vem brincar e dançar com a vida, a vida é uma festa.

Que Deus abençoe e ilumine a sua vida

O coordenador  

António Fernandes

Ansiedade e a dança do eu

Ansiedade e a dança do eu

Ansiedade! Medo! Sofrimento! A fabricação de um “eu” doente.

Estou convicto que os psicólogos e psiquiatras da nova era não hesitarão em aceitar a ideia de que “O EU” seja a origem de todos os problemas e sofrimento humanos. Enquanto agarrados ao paradigma materialista/dualista, vamos construindo um “eu”, baseado na mentirosa ilusão da aparência. Esse “Eu” torcido e desfigurado, vai servir de bitola padrão com que nos avaliamos e avaliamos a vida o mundo e os outros. Essa visão falsa e superficial da realidade faz-nos sentir bem-sucedidos ou fracassados, reconhecidos ou ignorados, depende do “eu” que fabricamos. Sentir-se em estado de graça ou em sofrimento depende do aceitar e agradecer ou do negar e rejeitar.

Desmontar o “EU” do Sofrimento

   Se queres mesmo sair do “modo sofrimento”, precisas encarar a tua realidade e saber que a ansiedade (ou medo sem coisa) e toda a forma de sofrimento são algemas mentais fabricadas através de um “eu” imaturo (o rei bebé…, ou “EU” imaturo que se porta como uma criança mimada que faz birra no lugar mais impróprio quando não lhe é feita a vontade). Vive como que seja o “rei bebé” que habita no centro do mundo. Essa imaturidade enriquece a indústria da doença e é a fonte de rendimento dos seus agentes psicólogos e psiquiatras, que dentro do que sabem, fazem o melhor que podem para garantir e perpetuar a sua fonte de rendimento.

É urgente baixar os braços e deixar a luta, “birra infantil” e deixar que o crescimento aconteça naturalmente na nossa vida.

Como é que um ansioso encontra a serenidade?

  Será que é com drogas?…,

Todos sabemos que não… A droga simplesmente seda! Droga o indivíduo para que não sinta a vida. A droga apesar de receitada por uma entidade de poder, somente rouba a vida e desgraça o ansioso, empurrando-o para a toxicodependência.

Será que o ansioso encontra a paz interior com técnicas oferecidas pelos gurus new age?

Apesar de algumas técnicas simples, que serão ensinadas mais à frente, assim como técnicas de relaxamento ou mesmo de meditação, terem o poder de parar pensamentos obsessivos e ajudarem no momento; não levam o ansioso ao “reino dos céus”, que é nem mais nem menos que a paz interior.

Como é que a ansiedade (“já conhecida como a peste do novo milénio) pode dar lugar à serenidade?

Da mesma forma que ninguém aprende a nadar ou a surfar uma onda lendo um livro, ou fazendo um workshop quântico, ou um curso on line, também ninguém consegue a paz interior sem mudança de paradigma.

Como se muda o paradigma?

O mundo já mudou e homem moderno ainda é educado através do velho paradigma. Está é causa essencial do sofrimento. A humanidade vive num mundo quântico (espiritual), usando as ferramentas e leis de um mundo materialista/dualista. É como ligar o telemóvel à tomada de 220 volts sem transformador ou ligar um eletrodoméstico de 110 volts à corrente de 220.

Como fazer?

Para quem já se deixou possuir pela ansiedade, a melhor solução é pedir ajuda a quem saiba. Quanto mais tentar sozinho, mais se vai afundar chegando muitas vezes a becos de muito difícil saída (embora exista sempre uma solução para cada situação). 

O caminho da ansiedade à serenidade

O caminho da ansiedade à serenidade

Apesar de a ansiedade (medo sem motivo) ser relacionada com doença, ela é a condição para o sofrimento.

“Quinze dias para renovar a ansiedade em serenidade”. 

A humanidade e o homem moderno experimentam um paradoxo abismal: quanto mais se abre o horizonte das possibilidades infinitas apresentadas pelas novas tecnologias inteligentes, mais aumenta a onda de inquietação que começa a tomar a dimensão de um Tsunami apocalíptico.  

“A bota não bate com a perdigota”. Porque é que perante a perspetiva de um mundo melhor, de uma humanidade mais consciente e responsável, grande parte da humanidade é invadida por pensamentos obsessivos de preocupação, ansiedade, medo, pessimismo, incerteza? Qual é a razão de tanta fantasia negativa? Porque é que a ansiedade se expande descontroladamente como fogo em mato seco? Enquanto a questão for “eles”, o “coletivo”, a humanidade está a olhar para fora “para o problema” e não para dentro para a solução.

É preciso assumir pessoalmente a responsabilidade pela nossa realidade e mudar o foco da questão e perguntar; por que razão estou doente? Que se passa, realmente, com a minha vida?  Estas perguntas são essenciais para uma solução perfeita, mas raramente são feitas. Sem estas questões que demonstram o assumir da responsabilidade, qualquer “cura” é fictícia.

 Como sair do sofrimento e entrar na serenidade?

A solução é mudar! É urgente mudar o paradigma com que enxergamos e criamos a nossa realidade. Fala-se e apela-se muito à mudança, mas na realidade quando se trata de nós mudarmos, adiamos o mais que podemos, atingindo muitas vezes o esgotamento total. Porquê? Porque fomos educados num paradigma dualista materialista, que apesar de já estar obsoleto e ser a causa básica das doenças psicossomáticas e do sofrimento da humanidade, ainda é sem sombra de dúvida predominante na consciência coletiva, numa época em que a inteligência artificial começa a assumir poder e  a 5ª geração tecnológica se enxerga no horizonte.

O que é preciso saber para percorrer o caminho da serenidade?

   A realidade é esta… Habita-se num mundo maravilhoso, povoado por pessoas maravilhosas (tomadas pelo medo do novo), com acesso a tecnologia, com a qual podem criar coisas maravilhosas como por magia…, têm também “o Santo Google”, como um universo de informação disponível para todos, com um simples clique, independente da raça, credo ou estrato social todos têm acesso a informação. São às centenas de milhares os sítios e bibliotecas virtuais com acesso e informação de alta qualidade, à medida de todas as mentes e culturas. O folclore new age e os “milagreiros” das soluções alternativas multiplicam-se como fungos, no húmus do sofrimento. Mas a verdade é que a humanidade continua cada vez mais ansiosa, deprimida e doente. No fim de contas… não é por falta de informação ou das “soluções alternativas” à indústria da doença que o sofrimento alastra a cada dia que passa… Porque é que apesar de se ter tudo, a humanidade não está a surfar a onda da alegria, realização, paz e amor?

Vejamos…, vamos com calma. Apesar do caminho da serenidade ser um caminho de alegria e simplicidade, o velho paradigma newtoniano/cartesiano com que formamos a nossa consciência fecha-nos na ilusão da matéria e não nos permite confiar no desconhecido (o novo). Esse medo do “novo/amanhã” (que ainda não é conhecido), está na base de todas as reações de negação à vida, com que criamos todos os nossos males e sofrimento.

Como funciona?

A vida sempre nos dá o que mais precisamos, para crescermos e nos realizarmos. Mas se aquilo que a vida nos dá não ajusta a expectativa de uma mente ignorante, há uma reação de rejeição. É essa reação imediata ao acontecimento (que não está dentro de um conhecimento tacanho confinado ao materialismo dualista), que cria uma poderosa energia conhecida por “STRESS” e ansiedade, com que criamos toda a espécie de sofrimento.

Então vamos lá com serenidade entender a mecânica com que criamos o sofrimento. O mundo já mudou! E disso ninguém tem dúvidas… e o paradigma cartesiano/newtoniano (materialista/dualista), deu lugar ao paradigma quântico (espiritualista/unicista). É aqui que o nó se dá! Porquê? Porque apesar de sabermos que a solução é mudar de paradigma e de que temos toda a informação do novo paradigma no “Santo Google”, jamais poderemos entender com uma consciência materialista/dualista o novo paradigma espiritualista/unicista. Quanto mais quiser entender, menos vai conseguir enxergar. Porque a energia ou espiritualidade da nova era não pode ser pesada, medida ou avaliada. O Bom e Mau, ou o certo e errado já não existem mais, assim como as várias convicções irracionais com que criamos as nossas prisões.

O caminho da serenidade

Há pergunta crucial que tem de ser feita a nós mesmos. «Quero verdadeiramente deixar o sofrimento a que estou agarrado»? Parece loucura esta pergunta, mas quando a fizer a si mesmo vai perceber que faz todo o sentido. E sem ela não há como seguir em frente.   Se a resposta for SIM, temos outra pergunta que já vem dos tempos de Hipócrates “o pai da medicina”. «Estou disposto a fazer o que for preciso para me libertar do sofrimento e entrar na trilha do amor e serenidade»? Se a resposta for SIM, estão criadas as condições para derrubarmos algumas barreiras irracionais que bloqueiam o acesso ao trilho da serenidade que nos conduz através da autorrealização, a viver uma vida com sentido.

Porque criamos barreira e convicções irracionais que nos conduzem ao sofrimento?

Sempre que hipotecamos a felicidade por algo já criamos o sofrimento. E não se trata só do absurdo de depender de alguma coisa ou de alguém: «seria feliz se não fosse…,». E cada um tem a sua razão pessoal insuperável que o impede do gozo da felicidade. Mas…, porque vivemos presos no sofrimento das convicções irracionais? O ser humano é amor e não sobrevive sem amor. O amor é a essência que dá vida a forma humana. Todos buscamos o amor, e é nessa busca de amor que, criamos as convicções irracionais. Porquê? É mau procurar amor? Claro que não é mau procurar amor, pelo contrário…, só em estado de amor o ser humano assume a sua condição divina. O ser humano sem amor é como um peixe fora de água e cria convicções sem sentido como: «serei amado e estimado por todos, em especial pela minha família». «Serei perfeito e muito competente». «Preciso ser o primeiro em tudo, para ser amado e admirado». «A minha felicidade não depende de mim, mas da forma como os outros se comportam e das circunstâncias». E muitas mais que serão abordadas no primeiro dia do programa de recuperação para uma vida com qualidade.

Hoje fala-se muito de amor, canta-se o amor, anuncia-se o amor, prega-se o amor, promete-se o amor, mas normalmente referem-se a um amor que fica na casca, não vai à essência. É um amor condicional («se me amares sou feliz…»). Esse Amor material originado no paradigma com que governamos e orientamos a nossa realidade, levou-nos à realidade que cada um de nós experimenta. E ao vazio existencial que mais tarde ou mais cedo irá produzir.

Apesar de a ansiedade ser catalogada como uma doença, ela é a condição que nos leva ao sofrimento.  Para sair do sofrimento e viver feliz e realizado, é acima de tudo indispensável abrir-se mão das convicções que criaram aquilo que não nos faz bem.

O texto está longo vou terminar por aqui este texto. Quero terminar lembrando que existe sempre uma solução perfeita e criativa.

DEPRESSÃO: doença da vontade

DEPRESSÃO: doença da vontade

Eu trago serenidade em mim, 
Em mim mesmo eu trago 
As forças que me fortalecem.” 

Rudolf Steiner 

DEPRESSÃO: DOENÇA DA VONTADE 

A depressão é uma doença da vontade. Assim a pessoa deprimida perde o desejo, a vontade. Esse indivíduo pensa muito obsessivamente, ele não consegue desligar se dos problemas. Ao mesmo tempo, ele fica muito angustiado e ansioso, com os sentimentos à flor da pele. 

A vontade está ligada ao futuro; e o depressivo não consegue ver o futuro, ele tem dificuldade em encontrar uma saída para o problema ( a saída está no futuro ). O depressivo, então, vive no passado porque a vontade, o querer ir para o mundo e agir está fraca, está doente. A vontade é a base da esperança; essa pessoa perde a esperança. 

Geralmente o depressivo não tem medo da morte ( futuro ), mas sim medo da vida ( passado e presente).

Mas como uma pessoa chega a esse ponto?

Hoje em dia as pessoas adquiriram um pensamento muito defensivo, ou seja, elas pensam ” Se eu doar ao mundo o que eu sou hoje, tomam meu lugar.” A pessoa acaba voltando se para dentro de si mesma cultivando um certo egoísmo, ou melhor, um grande medo.

Com o passar dos anos, a pessoa começa e sentir extrema necessidade de devolver sua experiência de vida para o mundo em prol de um ideal maior; e a incapacidade de realizar este desejo da Alma apavora o indivíduo e começa a surgir um sofrimento profundo, porque a pessoa se desconectou deste momento de devolver, que é tão importante e gratificante na biografia do ser humano. 

O depressivo geralmente se torna compulsivo, e geralmente a compulsão é por comer, e causa distúrbios ao fígado. O fígado é um órgão extremamente importante pois ele é um dos órgãos que produzem endorfinas (substâncias que dão um bem estar, uma alegria, uma plenitude, uma energia deliciosa ). O fígado, também é o órgão de Júpiter ( a força do poder e da sabedoria ); a capacidade de levar uma decisão em frente vem de Júpiter. 

O depressivo torna se um ser exausto que precisa de energia, então ele procura alimentos que forneçam energia imediata, como o chocolate; ( na crise ninguém vai cair de boca num maço de acelga, mas vai devorar uma bela caixa de bombons!!! ). O chocolate, o álcool, os junk foods, têm um efeito euforizante imediato, mas depois vem a ressaca, a depressão porque estas substâncias são hepatotóxicas. Hepatotóxico é tudo aquilo que adoece o fígado; e fígado fraco é sinonimo de vontade fraca.

Hoje em dia, com esta avalanche de porcarias que comemos estamos desenvolvendo uma epidemia de hepatopatia crônica, ou seja uma falta de vontade, falta de entusiasmo, falta de satisfação, … falta de endorfinas no nosso metabolismo!!!! 

Essa é a base da depressão; hoje estamos na cultura da ingratidão, da insatisfação, do desespero. 

Vamos mudar!!! Podemos mudar!! 

Dra. Daniela Pettinato