O que aprendi com a ansiedade

O que aprendi com a ansiedade

A ansiedade é, segundo dados de 2013, a doença mental mais prevalente em Portugal e está presente um pouco por todo o mundo. Todos os dias e todos nós sentimos momentos de ansiedade. Não importa qual o estado da nossa vida, pois a realidade que a perspetiva ilusória que temos da vida não nos dá outra hipótese.

Até há bem pouco atrás eu nem sequer sabia que vivia em ansiedade. Tudo faz parte de um processo tão automático, e enraizado pela forma como somos formatados para fazer parte de um sistema, que quando não se sente ansiedade, pensamos que algo de errado se passa connosco.

Mas, ao longo deste tempo de aprendizagem de descoberta de mim, descobri ferramentas que me ajudaram a encontrar a luz no fundo do túnel e que partilho convosco.

Tudo passa

Nada nesta vida dura para sempre, nada.

Tudo é passageiro. Por isso, por maior que seja o medo ou o ataque de ansiedade, ele passa. A vida é a nossa melhor amiga, e nem ela nem o Universo (ou Deus, como preferirem), nos daria um fardo que não se possa suportar.

Há caminhos que só eu posso percorrer, decisões que eu tenho que tomar, e só desta forma posso sair dos becos que eu própria crio para a minha vida. Saber que tudo passa, e confiar foi e é a melhor ferramenta que eu pude descobrir.

Estar atenta ao que penso

O pensamento é uma energia que necessito para realizar ações como comer, andar, e conduzir a minha vida. Quando não ocupo a minha mente com alimento fértil, os pensamentos surgem, e por vezes alimentam-se aqueles que não acrescentam valor, muito pelo contrário, apenas me levam para um mundo negro, onde o medo alimenta o medo, criando um ciclo vicioso que nunca mais tem fim… A menos que eu esteja atenta e escolha o que devo alimentar, e dessa forma, não há espaço para que o medo a duvida e a infelicidade se instale.

Fazer diariamente a higiene mental, é tão importante como tomar banho.

Deixa acontecer, não tentes controlar

Quantas vezes tentei (e ainda dou por mim a tentar) controlar o resultado dos acontecimentos, as situações, prever o que iria acontecer se eu fizesse desta ou daquela forma. E a ansiedade gerada, na expectativa dos resultados, e que aumentava quando as coisas não aconteciam como eu previa. Insano, é essa palavra que me surge quando me recordo desses momentos.

Pôr ação e deixar acontecer, e saber que seja qual for o resultado, esse será sempre o melhor que poderá acontecer.

Vive o momento presente. É tudo o que tens!

*“Que sera, sera

Whatever will be will be

The future’s not ours to see

Que sera, sera” 

Precioso este refrão no momento em que a duvida vem provocar a ansiedade do que irá acontecer…

Só tenho o momento presente para viver. O ontem já passou, não possa fazer nada para o alterar, e o que já passou fica desatualizado, portanto não adianta tentar viver o dia de hoje aplicando as experiências de ontem.

O amanhã ainda não chegou, e fazer planos de como vai ser, já demonstrou que só vai causar ansiedade e mau estar.

Estar no agora é o melhor é o que eu posso fazer!

Uma ação para o dia

Outra ferramenta que me ajudou foi o Manual de Gestão de Stress.

Com ações para o dia transformou a minha vida, sem que eu me apercebesse disso.

E deixo também este workshop 100% garantido e gratuito, que é a consolidação de um trabalho diário para estar bem e livre de ansiedade.

http://cursoseworkshops.solucaoperfeita.com/serparater/

Isabel Pato

*Compositores: Jay Livingston / Ray Evans – Letras de Que será, será © Warner/Chappell Music, Inc

Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

Nota: Este artigo não oferece aconselhamento médico, nem recomenda técnicas de tratamento para males físicos, emocionais sem conselho médico, direto ou indireto. O autor pretende apenas oferecer informações de natureza geral, úteis na busca de bem-estar físico, emocional, mental e espiritual. Nem o autor nem os colaboradores são responsáveis pelo uso das informações aqui apresentadas.


Como se Libertar da Dependência dos “Ansiolíticos”

O Elevado uso de tranquilizantes é “problema de saúde pública”

Portugal o Pais do XANAX e Brasil o pais do RIVROTIL.

O tenebroso mundo dos Sedativos Hipnóticos

Vou-lhe ensinar passo a passo como se libertar desta maldita prisão (os ansiolíticos) que fez do povo Português um povo Toxicodependente.

Esta é uma notícia  do Publico que pode ler na integra no site do Infarmed no link que deixo no final.

“Apesar dos alertas repetidos nos últimos anos, a utilização de medicamentos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos continua muito elevada em Portugal. Tão elevada que, nas conclusões de estudo em que analisou o consumo dos psicofármacos em Portugal Continental entre 2000 a 2012, uma especialista da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) defende que este é “um importante problema de saúde pública””.

Por mais que se alerte, para este grave problema de saúde pública, que alastra como fogo em capim seco dia após dia, criando assim um mundo de toxicodependentes; fáceis de manipular, assegurando o poder da indústria de estupefacientes.

Muito existia para narrar desde os simples analgésicos de compra livre a muitos xaropes que levam na sua composição Benzodiazepinas, para que os “inocentes” utentes fiquem dependentes desta ou daquela marca. Tudo isto acontece a dezenas de anos, com o conhecimento de todos mas o medo do sistema, aterroriza qualquer um. Lembro as palavras do Dr. Ryke Geerd Hamer o pai da nova Medicina Alemã. “Assim como na Idade Média, a Igreja era a instituição mais poderosa do planeta. Era dela que os reis e rainhas recebiam o poder de governar e de onde também poderiam ser excomungados, caso os interesses da Igreja estivessem em risco. Assim também a indústria da Doença mantém o planeta sob controlo, através da constante imposição do medo”.

Por isso o melhor é estar-se quieto e irmos ao que é importante a liberdade da maldita droga que mantem no cativeiro famílias inteiras.

Como se encontra a Liberdade das drogas. Neste caso as Benzodiazepinas (vulgo Calmante)?

Para que possa libertar-se desta dependência. É preciso em primeiro lugar, saber como a droga funciona.

Ao contrário do que muitas vezes se tenta fazer crer as benzodiazepinas não podem passar por um processo de desmame. O desmame pode sim ser aconselhável, noutras substancia, ou no caso do utente não se encontrar dependente da substância. O que é pouco provável, se assim fosse, não precisaria da desintoxicação.

Embora não exista um estudo oficial para a desintoxicação do organismo de Benzodiazepinas, a minha experiencia em quinze anos, a resgatar homens e mulheres desta maldita prisão, concedeu-me experiencia, para ajudar qualquer um que queira libertação.

Antes de iniciar a desintoxicação é preciso saber como o processo se vai desenrolar. É preciso também saber que se está perante um adversário poderoso, e que de forma alguma o poderemos vencer se quisermos fazer braço de ferro com ele.

Ansiolíticos – uma droga dura

Depois de Aceitar a impotência em relação a droga eu vou ensinar como se proceder.

Precisa também saber como tudo vai acontecer. O processo de desintoxicação tem o seu pico as 72 horas. Por outras palavras as primeiras 72 horas ou 3 dias, é quando se chega ao pico da ansiedade. Começando a diminuir até que a droga sai-a definitivamente do organismo. Mas para que não sinta ansiedade nessa fase vai suplementar-se com um ou dois produtos naturais, que vão substituir a benzodiazepina. Deixando assim definitivamente, a droga de uma forma simples e sem sofrimento.

Como não existem duas pessoas iguais, e para melhor poder assegurar o sucesso da desintoxicação peço-lhe que me contate. Asseguro que todos os seus dados médicos e pessoais estão cobertos pela lei do sigilo e anonimato. Somente servem para o fim que se destinam.

Espero por si!

António Shiva

antonio@solucaoperfeita.com

http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/21-02-14/infarmed-elevado-uso-de-tranquilizantes-e-problema-de-saude-public

O Caminho da ansiedade : “a vida”

O Caminho da ansiedade : “a vida”

O Caminho da ansiedade “a vida”!

Obrigado

Eu encontrei um sentido para a vida, e um caminho mesmo

sozinho no meio da multidão

Já passaram mais de vinte anos mas ainda tenho bem vivo o sofrimento que em permaneci mergulhado mais de 30 anos. Apesar de me considerarem muito inteligente a minha vida, a cada dia que passava o caminho tornava se estéril como um deserto. O sucesso era uma mascara para esconder o vazio existencial. A minha vida era um engano; uma viagem na montanha Russa, brigando tenazmente pela sobrevivência, na selva onde presa e predador são um só. Sucessos e fracassos, traçavam os picos e vales, de uma vida de ilusão. Procurei fora de mim numa altura que o Folclore New Age dava os primeiros passos. Ai conheci muitas técnicas poderosas, que me ajudaram esconder e reprimir o sofrimento com uma mascara de tranquilidade e bem-estar.

A verdade é sempre verdade

– As mascaras muito bem concebidas apodrecem e perdem o controlo. Como que de saco de lixo embrulhado em papel de seda, se tratasse. O cheiro da putrefacção mais hora menos hora vai atravessar o isolamento e manifestar-se no ambiente.

A Perda de Controlo e o Chamamento

Foi no sofrimento que senti o chamamento. Por fim os “Grandes Sucessos” mergulham-me no mundo penetrante da ansiedade, que tento inutilmente abafar no álcool e drogas legalizadas. Foi nessa altura que descobri que minha vida chegava ao fim, a hepatite B, tinha evoluído para a Cirrose. Meu corpo sucumbia rapidamente à doença. O Fim estava iminente.

Mais uma vida acabava sem tão pouco ser vivida

Libertei tudo a que julgava possuir. Libertei-me simplesmente dos títulos que possuía. Assumi a derrota, perante o olhar impotente dos que me amavam.

Da entrega ao milagre

Logo que assumi a derrota total as peças encaixam-se. As pessoas certas entraram no meu caminho. Apesar de já esperar serenamente pelo anjo da morte, na entrada do túnel. Alguém amorosamente me diz que “todas as possibilidades estão no mesmo lugar”. Nunca tinha ouvido tal expressão. Revivente de esperança, certeza, fé e autoconfiança. Muitos foram os mestres e mentores que me ajudaram na ascensão. Desde a auxiliar de ação medica até ao professor universitário que orientava a instituição, todos difundiam a luz divina que iluminava o meu caminho.

De cético empedernido, a acérrimo defensor da até então para mim,

ignorada Física Quântica

Através do mestre Chetan Aseem encontrei o Reiki, passei pelos florais de Bach e com a Dra. Hulda Clark, entro na Naturopatia, por Peter Fraser, conheci a Medicina Quântica, com estes mentores e inspirado na Logoterapia de Viktor Frankl, fundei o primeiro Centro de Gestão de Stress que deu lugar a Metamorfose Real Centro de Recuperação de Doenças Graves. Com a “Crise” Económica Europeia, em 2009 saí do mundo fechado da Metamorfose Real, até então limitado a uma elite de especialistas, para abrir a portas a todos que procurem com seu contributo profissional contribuir para um mundo melhor. Inspirado em alguns sites de grande qualidade crio as Soluções Perfeitas e Criativas, no intuito de juntar técnicos e terapeutas em Power Times; coordeno uma equipa de pessoas maravilhosas que 24 horas por dia, cuidam de todos que nos enviam seus pedidos de ajuda.

 Mas foi no IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SAÚDE QUÂNTICA E QUALIDADE DE VIDA em Brasília perante os melhores que senti a necessidade de oferecer ao mundo o que tenho de melhor este programa de vida fruto de minha experiência que dei o nome de Treino em Gestão de Stress.

Sei que continuo um aprendiz, e que não sou a fonte da abundancia, bênçãos e milagres, com que hoje é feita a minha vida. Seria pecaminoso não dar tudo quanto possuo que é de Deus. Agradeço a todos que estão prontos para receber o que Deus concedeu a hora de partilhar.

Obrigado

António

Se queres melhorar a tua vida não procrastines mais.

antonio@solucaoperfeita.com

ANSIEDADE “A Peste” do Homem “Moderno”

ANSIEDADE “A Peste” do Homem “Moderno”

ANSIEDADE “A Peste” do Homem “Moderno”

Quando há vinte anos comecei a orientar o curso de “como gerir o Stress e encontrar o caminho da serenidade”, as pessoas que apareciam nos meus cursos tinham problemas de ansiedade. A maior parte vivia escravo dos “ansiolíticos”, um nome pomposo com que tentavam definir drogas duras e perigosas.

Desde logo senti um enorme desejo de encontrar uma solução para aquelas pobres criaturas em sofrimento. A tarefa era mais complexa do que se poderia imaginar inicialmente. Apesar de pensar conhecer os malefícios das benzodiazepinas estava muito longe de poder imaginar o seu real e cruel poder, tanto a nível da dependência química como dos malefícios em todas as áreas da vida dos seus usuários. Desde a falta de libido até às insuficiências cardíacas ou renais, nada fica sem ser afetado a médio prazo. Foram vários anos a trabalhar arduamente com toxicodependentes de benzodiazepinas. Apesar de ter muita experiência em desintoxicação de álcool e drogas duras, a desintoxicação de benzodiazepinas ultrapassava largamente a dificuldade de qualquer droga dura conhecida.

Este artigo não tem como objetivo falar das benzodiazepinas (vulgo calmantes), e dos seus malefícios, mas sim da ansiedade. Uma peste que já se propaga desde o final do milénio passado e está a prosperar a cada dia que passa neste milénio.

Chegou a hora de dizer chega. É hora de despertar e assumir o controlo da própria vida.

Mas antes de te dar uma solução perfeita e criativa para a ansiedade é bom que se defina a ansiedade.

A ansiedade é um medo sem objeto. A pessoa que dela sofre vive na expectativa dolorosa de um perigo indefinido e imprevisto com poucas possibilidades de vir a acontecer. Este estado aparentemente ilusório da perceção dos sentidos mantém na escravatura o ansioso.

Mas afinal o que pode causar um sofrimento tão cruel e tão real, por algo que provavelmente não acontece?

Não pretendo num simples artigo definir a «ANSIEDADE», e mostrar-te as causas. Muitas são as causas para se viver esmagado entre a culpa e o medo, num paradigma dualista vigente. Já li imensos tratados a respeito da ansiedade. Mas eles estão longe de estar em acordo. Somente há convergência no que diz respeito ao paradigma Cartesiano quando se trata de tratados sobre ansiedade vindo dos modernos mestres da Quântica ou holísticos.

Segundo a minha experiência, a causa da ansiedade encontra-se na memória das células e somente uma mudança de paradigma pode substituir essa memória. Por outras palavras não há remédio que possa curar a memória das células a não ser a mudança de paradigma. Esta é a razão pela qual os famosos “ansiolíticos” criam cada vez mais ansiedade.

Mas atenção, nesse processo de mudança podem ser usados alguns remédios naturais ou ortomoleculares ou Inf-Energetics, facilitadores da mudança do paradigma.

Uma pessoa em ansiedade não consegue viver o momento presente, encontra-se em permanente inquietação, imaginando coisas que possam vir a acontecer. Tem uma imaginação muito fértil, e refere muito coisas do passado que projeta no futuro. Em tudo procura um sinal que lhe possa justificar a sua inquietude.

Qual é a solução?

Se és ansioso mas não estás dependente de «ansiolíticos» dou-te os parabéns. O processo prático é simples e rápido. Se estás dependente de benzodiazepinas precisas rapidamente desintoxicar para te libertares da compulsão física dessa poderosa e temível substância.

– Pede ajuda a quem sabe e segue as sugestões. Lembra-te que estás a lidar com uma droga poderosa. Nunca tentes reduzir (desmamar), porque além de não conseguires, o teu organismo vai criar mais resistências à desintoxicação.

Deixo aqui um link que te vai certamente ajudar se estás decidido a ser o dono da tua vida: http://antoniofernandes.solucaoperfeita.com/libertar-da-dependencia-dos-ansioliticos/

Se não te encontras dependente de ansiolíticos, a tua ansiedade é muito fácil de ser erradicada.

Neste mundo em constante mudança em qualquer altura já todos experimentámos momentos de ansiedade. Já todos vivemos situações de dor, em que parece que o mundo está a ruir à nossa volta.

Aqueles que assistem a telejornais e noticiários é-lhe mostrado um mundo cheio de problemas, essa desinformação leva o espectador a uma espécie de hipnose que o incapacita de enxergar uma solução, mesmo que ela esteja diante dos seus próprios olhos. Se a pessoa com tendência para a ansiedade está em sofrimento ela tem duas opções: agarra-se à dor e mergulha no vitimismo, lamentando e culpando aquele mundo cruel que lhe foi mostrado ou decide aceitar o que não se pode mudar e mudar o que se pode mudar. Apesar de se ter essas duas oportunidades, foi-nos mostrado ao longo do tempo a tendência para se optar pelo vitimismo, mas a cada dia que passa cada vez mais pessoas decidem assumir a responsabilidade por suas vidas.

Se queres assumir o comando e controlo da tua vida, não hesites, assume o compromisso com a felicidade e aproveita a oportunidade que tens neste momento sagrado.

Aqui tens uma solução perfeita para mudares a tua realidade: http://solucaoperfeita.com/omanualdegestaodestress/

Mas antes de terminar preciso recordar-te que a tua vida é reflexo dos teus pensamentos e comportamentos. Tudo que estás a viver neste momento: saúde física, saúde emocional, saúde financeira e relacionamentos é a tua vida. Tu podes mudar tudo agora ou fazer de conta que está tudo bem…

Ninguém disse que o caminho para a realização pessoal era fácil, mas é um caminho possível de ser percorrido com sucesso e que pode ser feito por um trajeto belo e pleno de alegria.

Prezado leitor, chegou a hora da despedida. Quero deixar aqui uma última informação. Se estás mesmo decidido a atingires a realização pessoal, conta incondicionalmente com minha experiência e dedicação.

Aguardo na expectativa

António

Zona de conforto – O “fundo do fosso”

Zona de conforto – O “fundo do fosso”

Zona de Conforto

Muitos são as cartas de agradecimentos recebidos diariamente daqueles que por todo mundo, procuram uma solução para os seus problemas. Para com todos partilho as minhas humildes experiências, resultado de uma pesquisa de mais de 20 anos, sobre os motivos que levavam os seres humanos a perderem a alegria e o poder com que chegam a este mundo, transformando-se em seres insípidos, que ora são vítimas ora agressores.

Sinto que tenho a função de divulgar os novos conceitos adquiridos com a experiência vivida tanto pessoal como com centenas de indivíduos de ambos os sexos; de todas as raças e credos assim como extratos sociais. São experiências de profundas metamorfoses que acompanham desde a ruína; “o fundo do fosso” até a mudança ou recuperação.

O “fundo do fosso” é um fosso em que a única saída é para cima, para a luz. Não importa se é depressão ou cancro, se é alguém que vive dependente de “Calmantes” ou de outra droga qualquer, seja ela para a diabetes ou para a tiróide; sempre que se caminha em círculos, escava-se o fosso. Cada individuo tem o seu. Pouco importa onde um individuo se encontra; esse não é o problema…. O problema é saber se o individuo quer sair, embora reclame e lamente a situação, poucos são os que querem sair, embora afirmem o contrário …

Aproveito para contar uma história que já a ouvi, há algum tempo e que lhe vou dar o meu toque pessoal; e demonstra bem como somos. Leu bem como SOMOS….. Embora muitos não queiram enxergar TODOS TEMOS ESTA CARACTERÍSTICA.

Então lá vai a História:

Numa radiante manhã de sábado o Pedro pega num pequeno farnel e propõe-se fazer uma incursão pelo interior Alentejano. Há muito que o pensava fazer e aproveitou este fim-de-semana de início de primavera, antes que as temperaturas tórridas tornassem o passeio num inferno. Já passava do meio-dia, quando na deserta planície alentejana se vislumbra ao longe, um posto de combustível. O Pedro, que já começava a sentir alguma ansiedade, por não ter avistado uma casa à muitos quilómetros e não se ter cruzado com outros veículos, aquela visão trouxe de novo a paz, e o prazer do passeio. Embora tivesse atestado na véspera e o tanque estivesse acima de meio, o Pedro, decidiu aproveitar para parar, desentorpecer as pernas, e atestar o tanque de gasolina.

Estacionou na posição correta; saiu do carro, e num alpendre em frente, um homem de barba grisalha, mal tratada, de chapéu velho de palha, que quase lhe cobre cara, acompanhado por um enorme Rafeiro Alentejano, acena com o sinal que pode abastecer.  Depois de calmamente abastecer sem pressa usufruindo da calma do sítio, em contraste com a correria desenfreada da capital; o Pedro dirige-se ao senhor que ainda não tirou o chapéu de cima dos olhos com o dinheiro para pagar a importância referente ao combustível abastecido. Enquanto se aproxima apercebe-se que o enorme Cão Rafeiro Alentejano, solta latidos de dor, exprimindo no olhar um grande sofrimento. Sentindo-se extremamente perturbado com aquele cenário de amargura, e perante a frieza do individuo que nada fazia para o minimizar, o Pedro tenta chamar a atenção; perguntando se aquele belo animal, está doente. Perante a questão o gasolineiro movendo a palha de um canto para o outro da boca, respondeu demostrando algum incomodo “não está nada doente”…

– “Mas ele está em sofrimento” retorqui-o o Pedro. “UF”- responde o gasolineiro não escondendo o desagrado. -“Mas é preciso fazer alguma coisa”- continua o Pedro, também já indignado com a preguiça e frieza do gasolineiro. Responde já zangado o Gasolineiro – “O melhor é, o senhor não se meter nisto”..  Mas o Pedro um defensor dos direitos dos animais, fica indignado e avança para o gasolineiro que agora se endireita na cadeira, levanta o velho chapéu de palha com a mão esquerda lentamente deixando ver os olhos verdes azeitados, que brilham de uma forma especial, numa calma Brejeira.

– O senhor não ligue este cão é muito preguiçoso;

– “Mas ele está em sofrimento” afuroa o Pedro.

– Já lhe disse para não ligar – continua o gasolineiro, com a velha calma alentejana- é somente preguiça.

– Veja bem o Senhor – continua o gasolineiro- este cão com quase 80 quilos está deitado em cima de uma tábua que tem um enorme prego espetado. A dor que provoca o sofrimento é o prego a enterrar-se na carne, mas enquanto a preguiça for maior que o sofrimento ele não sai de cima do prego.

Mas não é só este cão que é assim …há mais… diz o gasolineiro, esboçado um sorriso malandro.

É verdade há mais…

Quantos conhecemos com as vidas em grande sofrimento, que continuam a fazer o que lhes incute dor e sofrimento. Às vezes até pedem ajuda; mas quando se fala em mudar, a preguiça é maior que a dor.

Existe uma infinidade de formas de recuperarmos a alegria que nos foi roubada na infância. Com a boa intenção de nos prepararem para o mundo.

Não adianta gemer é preciso decidir e sair da zona de conforto.

António Fernandes

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”

“Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”

A consciência cria realidade

O principal propósito deste artigo não é adicionar mais informação ao que já conhece nem tentar convencê-lo de alguma coisa, a intenção é alertar para a diferença entre expandir a consciência e o despertar para um novo paradigma.

Hoje vamos utilizar de novo os princípios abrangentes da ciência moderna não numa toada informativa, mas dentro de uma perspetiva prática.

O observador dita a realidade através da própria consciência. Apesar de Jesus, Buda e todos os mestres conhecidos já nos terem mostrado com clareza que a consciência cria a realidade, isto nunca foi entendido nem mesmo pelos seus discípulos, que os acompanhavam diariamente ao longo de anos. Será que agora estamos mais preparados que há 2000 anos?

Claro que sim. E a nível do conhecimento (teoria) a maioria já tem essa informação… e a nível da interação já faz parte da rotina diária de 80% da população mundial.

Então porque razão continua a aumentar vertiginosamente o sofrimento no mundo, com depressão, pobreza, ansiedade, cancro diabetes etc.?

Aqui reside o verdadeiro objetivo deste alerta. Enquanto se encher a mente de informação e não se despertar para uma consciência para lá da ilusão dualista da matéria, o que traria prazer, felicidade, alegria e bem-estar, torna-se gerador de dor, doença, infelicidade e sofrimento. Essa é razão porque diariamente oiço dizer que: “tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”.

A consciência cria realidade! Esta é a grande revelação da ciência moderna, bradada aos quatro ventos: “a consciência cria a realidade” a nova ferramenta que liberta a humanidade para a nova era.

Com esta afirmação de que “a consciência cria realidade” são abertas infinitas questões. Mas vou responder às que são postas com mais frequência, nas palestras e workshops.

O que elucida o observador?

 A consciência.

O que é a consciência?

A consciência inclui tudo o que está na nossa realidade, o que aceitamos como certo ou errado. Define a maneira como percebemos o nosso mundo a e forma como pensamos, sentimos e agimos etc.

A realidade que alguém ou qualquer um de nós experimente não resulta de nada exterior, mas da forma como se consegue observar o mundo exterior através da própria consciência, “o céu e o inferno” são uma única coisa, depende de cada um criar o quer com a própria consciência. Por exemplo: ansiedade, depressão, insegurança social, insegurança profissional e vocacional ou económica, além de todas as doenças chamadas crónicas e que a OMS chama de psicossomáticas, resultam sempre do ato de observar e são criadas no observador, através da consciência do observador.

Logo que se muda a consciência muda-se a realidade. Por essa razão se sabe que todas as doenças crónicas têm recuperação.

Normalmente surge esta questão: “será que o homem moderno está preparado para a mudança de consciência”? Ou esta; “se Jesus, Buda e outros tentaram e não conseguiram nem alargar a consciência dos seus discípulos como é que conseguiremos agora mudar?

Não se trata de opção. Que o digam todos que “optaram” ou foram induzidos a aliviar a ansiedade com drogas em vez de alterarem a consciência.

Qualquer um de nós sabe que a verdade de há 10 anos não é verdade hoje…, e que a consciência está sempre em expansão. Mas a dificuldade deve-se ao paradigma dualista materialista já inútil e obsoleto onde assenta o sistema vigente.

Os sinais do despertar.

Na verdade, ainda temos a tendência de justificar com a consciência coletiva, manifestada na aldeia global em que nos movemos e que nos amarra a preconceitos que funcionam para defesa do sistema. Mas na verdade começamos a despertar para a ideia de que somos nós que impomos esses preconceitos a nós mesmos, para sermos inseridos nos limites acanhados da normalidade. E aí a luz começa a penetrar nas trevas…, e um novo observador desperta,

Concluindo…

A consciência de Jesus e outros mestres não era seletiva nem obedecia a preconceitos. Estava para lá da fragilidade do paradigma materialista dualista. O “novo paradigma” que de novo pouco tem, é inclusivo, inclui o ser humano no todo; reconhece a espiritualidade (onda/partícula) da matéria, libertando-nos do preconceito dualista separatista limitado da normose.

Finalizando…

O Ativista da Nova Era tem como meta a recuperação e transformação pessoal, influenciando com a sua ação a aldeia global onde se movimenta. Para isso tornou-se um praticante dos princípios transformadores da física quântica e do novo paradigma. Não dando aso a comentários como este: “Tenho tudo para ser feliz e vivo em sofrimento”

Se quiseres continuar a acompanhar e a interferir de uma forma ativista na mudança da realidade que experimentas vem participar nas palestras on line todas as quartas feiras com entrada livre abertas a todos.

http://ativistadanovaera.ning.com/events/palestra-online-tenho-tudo-para-ser-feliz-e-vivo-em-sofrimento

Ou informa-te dos cursos e retiros que têm como função o despertar para uma nova consciência. http://convencao.solucaoperfeita.com/retiros-de-transformacao/

Incondicionalmente disponível,

António Teixeira Fernandes