Criação consciente da realidade

Criação consciente da realidade

Como é que a física quântica nos pode conduzir no processo consciente da realidade?

Na verdade, a realidade que cada um de nós experimenta é criada pelo próprio. Apesar de afirmarmos: “não fui eu que criei “a minha” doença”…”; “não fui eu que criei esta crise no meu casamento” …, “não fui eu que criei a falência da minha empresa …, “não fui eu que criei o que não quero”, na verdade somos unicamente nós que criamos a nossa própria realidade. Vejamos os factos; com a “crise mundial de 2008” (eu pessoalmente não gosto de lhe chamar crise, prefiro chamar-lhe de bênção) e a concorrência da mão de obra barata da China, indústrias portuguesas, até essa altura prósperas, “repentinamente” entraram em decadência e a maioria fechou as suas portas, empurrando para o desemprego centenas de milhares de pessoas. As circunstâncias eram iguais para todos os desempregados, mas a realidade era diferente. Alguns suicidaram-se, quando os bancos executaram as penhoras de suas casas. Outros realizaram os sonhos que haviam adiado, por estarem presos na “ZONA DE CONFORTO”. Na verdade, as circunstâncias eram as mesmas. Mas uns confiaram na vida e procuraram a oportunidade que a vida lhe oferecia e são pessoas realizadas e felizes…, outros suicidaram-se, outros ainda continuam no desemprego de longa duração, lutando pela sobrevivência, arranjando artimanhas para prolongar a situação.

Como podemos constatar não foram as circunstâncias (crise/desemprego = bênção/oportunidade), que eram igual para todos…, mas o que cada um quis para a sua vida. Vamos dar um passeio e estejamos atentos aos resultados agora 10 anos depois. Vemos uma legião de homens e mulheres, preambulando pelas ruas deste Portugal, doentes e falidos a lutar pela sobrevivência, a contrastar com outros milhares felizes e realizados…, quando há 10 anos atrás todos tinham o desemprego como condição.

Sei que neste momento algumas mentes mais renitentes, justificam que as oportunidades não são iguais para todos.

Alguns estavam numa idade já avançada para recomeçar alguma coisa. Todas essas justificações são desculpas esfarrapadas. Porque ainda hoje assisto em nossa casa, a duas senhoras, uma casada outra viúva, de 84 e 76 anos, a iniciarem novos projetos, em áreas totalmente desconhecidas para elas em que têm que aprender o básico para darem andamento aos seus investimentos.

Chega de conversa… deixem a justificações e venham entender na prática como a física quântica nos explica a criação da realidade de cada um. Mas antes de continuar quero pôr duas questões como reflexão: Alguém sabe o que vai acontecer amanhã? Claro que ninguém sabe… Então os que confiaram na vida também não sabiam o que aconteceria na hora ou no dia seguinte. Todos estavam na mesma condição… todos tinham acabado de perder o emprego. A única coisa que os diferenciava era: uns confiavam na vida e outros não confiavam na vida. O que faz a diferença de resultado é confiar ou não confiar na vida. Agora já podemos prosseguir, porque de nada adianta conheceres todas as leis do universo da física clássica e da física moderna se não confiares na vida…, o mais que poderás conseguir é doença, dor e sofrimento. Enfim… um inferno existencial.

Para que algo se manifeste na realidade de cada um é preciso que exista a energia para criar a realidade. Um acontecimento, não importa o que seja, é uma onda de energia. Com essa onda de energia criamos a nossa realidade. Os acontecimentos vêm uns após outros como as ondas no mar.  Quem não confia na vida, com essa energia que não para de fluir, cria medo, ansiedade, sofrimento, doença, pobreza, miséria, enfim, tudo que seja contra a realização (felicidade). Para quem confia na vida todos os acontecimentos, por mais estranhos ou confusos que sejam, são energia que vai criar o que for necessário para o bem-estar, sucesso, realização pessoal, enfim, felicidade.

Como isso é explicado pela física moderna?

A mecânica é esta: tudo que existe é onda e partícula simultaneamente. O que significa que, antes de qualquer possibilidade criada, tudo é possível. Quem confia na vida (observador está numa posição que perante qualquer circunstância (desemprego, avaria no automóvel, qualquer coisa que aconteça) sabe que nada de mal lhe pode acontecer. E perante essa certeza, o que “parece” desagradável é criador do que o indivíduo precisa (oportunidades surgem da situação, portas se abrem), para o seu bem-estar e progresso. Foi isso que aconteceu aos que saíram realizados e felizes duma situação de parecia nefasta.

Para quem não confia na vida (observador) todos os acontecimentos (ondas) não vêm de feição. Se não confia, não tem a certeza e autoconfiança, vive mergulhado no medo, criando tudo que realmente é contra.

Assim num mundo de infinitas possibilidades, o observador cria as possibilidades que lhe são nocivas. Porque ao não confiar na vida não está alinhado com a expansão da prosperidade.

Prometi que faria textos curtos, claros e esclarecedores. Qualquer dúvida não hesites em colocar.

O próximo artigo esclarecerá o porquê de tanta gente criar o que não quer em vez de criar o que quer.

António Fernandes

Libertar a ansiedade agora é muito simples

Libertar a ansiedade agora é muito simples

É verdade que agora é muito simples libertarmos a ansiedade e surfar cada onda da vida com entusiasmo e alegria.

Mas por ser simples não quer dizer que seja fácil para uma mente calcinada pela ilusão da matéria. E é essa falha que contribui para vivermos num mundo cada vez mais povoado por ansiosos. Como alertar essas mentes petrificadas pela ilusão da matéria? Como mostrar a quem não quer ver? Este é o pesadelo com que me confronto diariamente, há mais de 20 anos. É desesperante presenciar o sofrimento de um ansioso, quando é tão simples e fácil deixar esse sofrimento, quando se abre a mente e com boa-vontade se seguem sugestões.

Vejamos; se nos encontrarmos numa praia a apreciar a beleza dos surfistas, vemos como homens e mulheres, de distintas idades e estratos sociais, com entusiamo, se divertem apaixonadamente surfando as ondas, do jeito que elas se apresentam.

No quotidiano da vida é a mesma coisa.

Há quem esteja empedernido pela ilusão dualista materialista, e em vez de surfar cada onda (situação ou acontecimento) entusiasmado, pleno de certeza e autoconfiança, independentemente da forma como cada situação se apresenta, paralisa por um medo de algo que nem tão pouco existe.  Se formos ao santo Google, e pesquisarmos a palavra ansiedade, todas as explicações nos levam para a mesma conclusão: medo sem objeto (causa). Graças a esse flagelo ilusório, muitos caíram no logro de tentar libertar a ansiedade com o consumo de drogas, álcool, compras, sexo, internet etc…. e rapidamente perceberam que procuraram a salvação do seu sofrimento no lugar errado. A ansiedade, assim como o stress, “o algoz”, são resultados da ignorância, que nos leva à pratica reativa em vez de proativa em relação ao fluxo dos acontecimentos diários. Basta observar como faz o surfista.

Libertar a ansiedade é muito simples. A questão está no “pôr em prática”.

Como fazer?

Existem imensas soluções e a casa escola António Shiva tem ajudado GRATUITAMENTE ansiosos de todo o mundo e stressados do mundo inteiro.

Com o programa: Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva https://antoniofernandes.solucaoperfeita.com/saude-integral-solucao/  e com o treino de gestão de stress online http://stress.solucaoperfeita.com/treino-em-gestao-de-stress/, além de cursos e workshops, para desintoxicar química e emocionalmente pessoas que procuram a solução fora deles com drogas ou outros alteradores de humor, quando na verdade, para libertar a ansiedade, nada mais é preciso do que certeza e autoconfiança. CERTEZA que a vida SEMPRE nos dá o que mais precisamos para o nosso bem-estar, sucesso e riqueza. E AUTOCONFIANÇA para ACEITAR cada situação como um propósito da vida e do universo, para nosso bem-estar, sucesso e riqueza. É simples, mas muitos não conseguem conceber acabar com o sofrimento de uma forma tão acessível.

Para esses a Casa Escola António Shiva tem uma enorme lista de soluções feitas à imagem e semelhança do ansioso que ainda sofre.

No próximo artigo vamos expandir ainda mais a consciência com “O que a física quântica nos pode transmitir sobre o processo de criação da realidade”.

Espero que este artigo seja uma luz no fundo do túnel para o ansioso que ainda sofre.

Não se acanhe em expor as suas dúvidas.

António Teixeira Fernandes  

Ansiedade & stress: como sair?

Ansiedade & stress: como sair?

O universo está em permanente expansão (mudança)

Este é mais um artigo da série “A expansão da consciência e o fim do sofrimento”. Tanto a ansiedade como o stress resultam da ignorância das leis que fazem funcionar o mecanismo de expansão universal. Por mais que nos queiramos enganar com a estabilidade, nada pode impedir o crescimento constante do universo. Conhecer o mecanismo e as leis que fazem funcionar o
universo é fundamental para nos libertarmos do sofrimento causado pelo stress e ansiedade e caminharmos proactivamente realizados e felizes neste mundo maravilhoso.

Ficou esclarecido nas palestras (presenciais e on-line) que provieram os artigos anteriores, que a tomada de consciência de que fazemos parte integrante do universo e de tudo que nele existe, é o primeiro passo para que possamos alinhar a nossa vida com o crescimento (prosperidade e abundância) universal de uma forma proativa. Com a consciência de que fazemos parte do todo, pomos as leis da física materialista e espiritualista em ação; anulando todo e qualquer tipo de sofrimento físico, emocional e mental. Por outras palavras, quando pomos as leis da física clássica e moderna a funcionar nas nossas vidas, tudo pode dar certo na nossa realidade.

Vivemos num universo onde só existe vida em abundância; a própria OMS afirma que 85% das doenças são psicossomáticas. Mas na verdade existe um crescente constante de ansiedade, depressão, doenças de todas as espécies. Porque será que apesar de se ter acesso às tecnologias mais avançadas, as doenças não param de aumentar a uma velocidade estonteante?

Penso que é neste ponto que devemos refletir. O porquê de tanto sofrimento, numa época tecnicamente tão bem equipada? Se sabemos (OMS) que o sofrimento é psicossomático (criado pelo próprio individuo) porque não se muda esta realidade?
Ghandhi dizia: “…O mundo é um grande espelho…. cada um enxerga o que a sua consciência admite…”

Na verdade, a realidade que cada um de nós experiencia, reflete a forma como nos sentimos, vemos os outros e vemos o mundo.
Só expandindo a consciência poderemos vermo-nos como seres divinos, únicos e perfeitos na nossa imperfeição, a fazer parte de um todo. Onde tudo é transitório e nada é estável. Com esta consciência, estamos livres de preconceitos, ansiedade,
depressão, stress, enfim, sofrimento.

Então como sair da ansiedade e não acumular stress?

Todos sabemos que a maioria das doenças graves são reflexo direto do stress. O stress resulta de uma ação reativa a qualquer coisa, pessoa ou acontecimento. E a ansiedade resulta de uma falta de confiança na própria pessoa, de falta de
confiança no fluxo e processo da vida. O que é que estas duas doenças têm em comum? A ação reativa em relação ao acontecimento. Apesar da ansiedade ainda ir mais longe, é fruto da ação reativa a um medo sem coisa ou acontecimento. Se olharmos à nossa volta, sabemos que em nada adianta ao ansioso encharcar-se em drogas duras, que não lhe deixam sentir a vida em abundância. A única coisa que vai conseguir é uma queda num vazio existencial, local preferido do sofrimento
atroz.

Para que a ansiedade e o stress não possam mais existir é preciso ter uma ação proativa, em vez de reativa. Mas para que essa ação seja espontânea (voluntária) e natural, é essencial libertar os velhos preconceitos inúteis com que estimulamos as
ações reativas (nefastas), que somente criam ansiedade e stress. E para que possamos substitui conceitos nocivos, não basta vivermos mergulhados no sofrimento, é preciso subir a uma dimensão (vibração) mais alta para podermos
enxergar com clareza como criamos o nosso próprio sofrimento.

Como conseguir expandir a consciência e transformar o que antes era ansiedade, stress e doença, em paz, alegria, realização e felicidade?

Os caminhos são imensos. E todos são bons, quando o resultado é o desejado. O mestre nazareno dizia “a casa do Pai tem muitas moradas” e “muitos são os caminhos que levam até Ele”. A casa escola António Shiva iniciou no ano 2000
programas de recuperação e transformação pessoal (muitas foram as vidas recuperadas). Hoje com a ajuda das modernas tecnologias, consegue chegar a muitos mais utentes em todo mundo. A expansão da consciência deixou de estar só
ao alcance de alguns privilegiados…, mas ao alcance de todos que queiram usufruir de uma vida em abundância e estejam dispostos a fazer o que for preciso para a alcançarem.
Hoje não nos vamos alongar mais… O próximo artigo, que será postado nas próximas 72 horas, terá como tema “Só existe abundância no universo”.
Se desejam ver as vossas dúvidas esclarecidas, não hesitem (deixem no comentário abaixo). Na próxima palestra presencial e on-line responderei a todas as dúvidas.

António Fernandes

A expansão da consciência e a mudança da realidade financeira

A expansão da consciência e a mudança da realidade financeira

A mudança da realidade financeira

No primeiro artigo introdutório sobre a expansão da consciência, vimos que de nada nos servia o conhecimento se não fosse posto em prática. Saber que tudo o que existe ao alcance dos nossos sentidos é feito de átomos, não faz com que
vejamos tudo como energia. Até porque os cinco sentidos com que orientemos a nossa vida, não têm essa aptidão.
Este é um artigo introdutório à mudança da realidade financeira. Destina-se somente a quem quer melhorar a sua realidade. Não estamos aqui para filosofar ou preencher um vazio com mais um texto. A realidade financeira de uma pessoa ou
de uma família, depende da consciência que existe sobre o dinheiro nessa pessoa ou grupo familiar.
Todos conhecemos histórias de pessoas que devastam fortunas e de pessoas que do nada fazem fortuna. Há quem prefira pensar que é uma questão de sorte ou azar. Outros falam de destino ou fado. A sorte ou azar ou acidentalmente é a teoria
dos ignorantes.

Outros falam de Karma.

O Karma é a lei da causa efeito, que também pode ser totalmente revogado com a expansão da consciência (teremos
um artigo totalmente destinado ao Karma e à fritura de suas sementes dentro do ciclo “a expansão da consciência e o fim do sofrimento”).

Todos temos consciência que muitas pessoas vivem com grandes dificuldades, vivem de forma miserável, carentes de tudo, incapazes de melhorar a sua qualidade de vida. Mas isso não acontece porque haja falta de bens essenciais para
que todos vivam na abundância. Isso só prova que, apesar de vivermos num mundo maravilhoso e abundante, por ilusão (ignorância) muitos não se conseguem alinhar com ele. É uma questão de consciência, a escassez resulta de não conseguir
enxergar o fluxo natural da prosperidade.

Hoje existem milhões de cursos e workshops com a finalidade de uma melhoria financeira e os seus participantes normalmente mais conseguem que uma grande desilusão.

É porque o curso ou workshop não é bom?

Na maioria das vezes são bons ou muito bons. Então porque é que normalmente se consegue uma desilusão?
Porque os intervenientes estão mais interessados em perceber do que em seguir as sugestões propostas. Já vimos no artigo anterior que de nada adianta saber que tudo é energia e como se movem as partículas subatómicas e que a ciência
moderna nos mostra que vivemos num universo de infinitas possibilidades. E até que o observador interfere no resultado, ou mesmo que se atrai o que se irradia, na mesma frequência e densidade.

Sem expansão da consciência todo esse conhecimento fica fora da realidade quotidiana. Passa a ser uma realidade paralela.

Porquê?

Existe uma consciência coletiva dominante mergulhada no paradigma materialista newtoniano/cartesiano.
Mas isso não é desculpa, nada nos impede de expandirmos a nossas mentes para sairmos do sofrimento (ansiedade).
Hoje o tema é a expansão da consciência e a mudança da realidade financeira e não podemos separar a realidade financeira do dinheiro. Enquanto não conseguirmos sentir o dinheiro a fluir livremente na nossa vida, não podemos viver
uma realidade financeira, sem medo (ansiedade). Dinheiro é energia do poder divino.
Mas antes de irmos às duas grandes fontes dessa energia, vamos tomar consciência de como tratamos o dinheiro.

Dinheiro é poder divino!

Mas nove em cada dez citações sobre o dinheiro são negativas. Eu fui criado ouvindo dizer que para se ter alguma coisa ter-se-ia que trabalhar muito, abdicar de muita coisa, fazer sacrifício, poupar, etc…
Cresci a ouvir falar mal do dinheiro e de quem o possuía. Vi escrito nas paredes “morte aos ricos e a quem os apoia”, o slogan “dinheiro não traz felicidade” ouvido da boca dos falidos ignorantes. “O dinheiro é causa de todos os males” “podre de
rico” etc….

Havia ainda aqueles que citavam frases bíblicas fora do contexto para glorificar a pobreza, em detrimento da riqueza. No fundo tudo isto para nos afastar do verdadeiro propósito da vida em abundância. Toda esta influência, contribuiu para que a minha realidade financeira fosse um passeio na montanha russa, até há vinte anos atrás. Faziam-me crer e eu aceitava como verdade que era um fenómeno da criatividade. Ganhava dinheiro de todas as formas. E não precisava de
prejudicar ou tirar partido de alguém para que ganhasse muito dinheiro de “forma honesta”. O pior é que não sentia satisfação nem bem-estar nisso. O meu vazio existencial aumentava sem parar. Então onde estava o mal? O mal é que essa “realização financeira” era fruto de um controlo reativo às circunstâncias do mercado. Mas isso perante os conceitos evoluídos de marketing é perfeito. Mas posso garantir-vos que não tem nada de perfeito. Ou então que o digam os milhões de bem-sucedidos de todo o mundo, que alimentam os consultórios psiquiátricos, ou as clínicas caras com doenças graves “provocadas” pelo vilão Stress. Esse dinheiro, fruto de uma ação reativa, trará sempre, repercussões nefastas. A cabala
diz que é dinheiro que vem das trevas.
Depois de falar um pouca da minha experiência e constar os resultados dos melhores alunos das grande escolas de marketing, vamos passar à expansão da consciência e à mudança da realidade financeira.
O primeiro sinal de expansão da consciência é a libertação do ego. Ao transitarmos para a realidade da nossa era, a primeira coisa que necessitamos “abandonar” é o ego. A ignorância apoia-se no ego. O ego quer ter o controlo, e não permite que
seja feito o fluxo (a vontade do todo). Se ainda estamos agarrados ao ego, é porque não nos libertamos do paradigma materialista. A abundância só pode fluir livremente sem efeitos secundários prejudiciais, perante a libertação do controlo.
Quando controlamos acreditamos que somos os arquitetos de nossa prosperidade financeira, como mostrado no parágrafo anterior. Aí os resultados acabam sempre nefastos, porque a suposta prosperidade resulta de uma postura reativa em vez de
um estado proativo.
Se abrirmos um pouco a mente, percebemos que que o dinheiro é simplesmente poder. E a forma como cada um de nós o usa é que pode ser benéfico ou nefasto.
Por essa razão precisamos de ver o dinheiro simplesmente como energia, que pode ser usada como tal para por em movimento qualquer pensamento.
Mas como fazer para se ver o dinheiro como energia que possa brotar livremente na nossa vida? Tudo começa no individuo (em cada um de nós).

Em 1º lugar precisamos de nos sentir como parte integrante do universo e célula da humanidade. Sem esta consciência, o dinheiro não pode fluir livremente. Porque apesar de as outras células da humanidade, hipoteticamente, não verem dessa
forma, só compete a cada um de nós fazer o que é preciso ser feito. É claro que para nos sentirmos a fazer parte do todo, precisamos de abdicar de conceitos básicos como família, pátria, raça, credo, etc. tudo o que não nos identifique com o
todo. Mas não ponhas uma postura de negação, porque quem não fizer esta mudança radical livremente vai fazê-la inevitavelmente mais tarde.

Já vai longo o 1º artigo sobre expansão da consciência e mudança da realidade financeira, ficou aqui claro o acesso ao dinheiro através de uma forma reativa, no próximo artigo falo da forma proativa (benéfica sem efeitos colaterais).
Depois de leres, coloca as tuas dúvidas. Por escrito ou na palestra presencial e on-line de dia 14 de julho, pelas 16 horas de Portugal.
António Fernandes

A Expansão da consciência e o fim do sofrimento

A Expansão da consciência e o fim do sofrimento

Introdução

Vivemos uma época fascinante de mudança. De todos os lugares surgem novas fórmulas para o bem-estar individual e coletivo. São homens e mulheres de boa-vontade, partilhando o que têm de melhor. Não me refiro a gurus nem líderes religiosos convictos da sua missão de salvar a humanidade. Apesar de respeitar todos por igual, eu aqui falo de homens e mulheres, como, Eckhart Tolle; Dalai Lama; Amit Goswami; Massaru Emoto; Deepak Chopra; Osho; Emanuel Sáskya; Augusto Cury; John Power; Shakti Gawain; Louise L. Hay; Frei Bento Domingos, Harry Massey, e tantos, e tantos outros igualmente importantes que não posso nomear, para que este artigo não se torne uma lista de nomes de homens e mulheres responsáveis pelas milhões de luzes que iluminam o caminho que leva a humanidade para a “terra prometida”, a nova era. Alguns tive o prazer de os receber em minha casa, outros tive que atravessar oceanos ou percorrer milhares de quilómetros para escutar a sua mensagem. Outros como o Osho, Gandhi, Martin Luther King, João XXIII, só conheci verdadeiramente o poder de suas pegadas na terra, quando já tinham evoluído para uma realidade mais ampla e real. A verdade é que, apesar de ser muito difícil nomear os espiritualizados (iluminados) conhecidos, também existem milhares de iluminados desconhecidos porque pouco ou nada se envolvem nas coisas materiais. Consideram-se cidadãos do planeta e sua expansão de consciência é tal que não sabem o que é ansiedade ou preocupação, veem-se como a fazer parte do Todo.

Este início introdutório tem somente o propósito de esclarecer que as jornadas, retiros ou semanas de expansão de consciência, organizados dentro ou fora da casa escola António Shiva, focadas na expansão da consciência, não têm a função de contradizer ou ir contra o conhecimento individual adquirido, mas sim expandir a janela da consciência, que dá a capacidade a cada participante de enxergar para lá da limitada ilusão materialista da realidade.

Somos seres espirituais a passar por uma realidade material. E todos os programas organizados pela casa escola, têm como objetivo a evolução espiritual de cada participante. A maior parte das pessoas que neste momento lê estas palavras, já iniciou uma busca pelo conhecimento. Alguns são terapeutas e ganham a sua vida ajudando pessoas. Outros são médicos, psicólogas, psiquiatras, e até mestres de alguma coisa. Outros mudaram as suas dietas; tornaram-se vegetarianos, vegans, crudívoros, outros mudaram de religião. Mas se estás a ler estas palavras é porque apesar de teres percorrido um caminho mais ou menos longo, não te sentes em plenitude contigo mesmo, com os outros, com o universo. Porquê? Porque de nada adianta mudar de religião, filosofia, alimentação; se não existir expansão da consciência não há transformação.

Antes de esclarecer a forma como se faz a expansão da consciência, é preciso saber porque é que gente que tem dedicado a sua vida ao entusiasmo new age ou a outras coisas mais sérias, adoece, está falida, não se sente realizada ou pior sente-se uma fraude.

Então um pouco de paciência, vou ser o mais breve possível nesta introdução. Há vinte anos, quando mergulhei na quântica através de Amit Goswami e Deepak Chopra, pensei que tínhamos encontrado a solução para a humanidade.  “A pobreza e a doença teriam os dias contados” – dizia e pensava eu.

A física quântica revoluciona o entendimento da realidade sobrepondo-se à física newtoniana. Com a nova visão da realidade, já nada era o que parecia; assim ansiedade, depressão, doença, eram criações psicossomáticas de uma consciência limitada à matéria. E uma transformação pessoal dependeria dessa tomada de consciência. Mas bem me enganei. No fulgor da emoção, que me deixava entusiasmadíssimo, esqueci que conhecimento não expande a consciência.

O conhecimento não torna o homem sábio nem o transforma. Se lembrarmos uma passagem Bíblica citada todos os anos no calendário cristão, percebemos melhor porque tanta boa gente, e tu que lês estas palavras, ainda não encontraram o bem-estar, apesar de ajudarem muito os outros que os procuram.

Lembras-te da entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, na semana que antecede a Páscoa? Jesus era aclamado com hossanas às portas de Jerusalém. E Pedro ao assistir à glória do seu mestre, pergunta: “Mestre o que preciso fazer para que entre no reino dos céus (conhecido hoje como felicidade)?”.  O mestre ao avistar uma criança que se transportava num burrinho, eleva essa criança nos braços e mostra-a a Pedro e diz-lhe – “se não fores puro como esta criança, não entrareis no reino dos Ceus”.

A questão é esta: – O Pedro não era o seu discípulo eleito? Não tinha deixado as redes e o barco e não tinha seguido Jesus? Não o tinha acompanhado sempre, em todas as pregações e assistido aos milagres?  Então porque é que precisava ser puro ou humilde como uma criança?

Não adianta o conhecimento que uma pessoa tenha, a escola ou universidade que frequentou. Sem expandir a consciência não há mudança. O conhecimento só vai servir para mudar (melhorar) o outro, nunca para benefício ou realização do propósito pessoal. O conhecimento ascende a sabedoria com a expansão da consciência.

Como se processa a expansão da consciência dos participantes?

Apesar da expansão da consciência contemplar todas as áreas da vida dos intervenientes, a formação é personalizada às necessidades do grupo participante (motivo pelo qual os eventos de uma semana ou mais são para um número reduzido de participantes).

  1. a) 3 semanas antes da realização do evento, os participantes respondem a um questionário que observa todas as áreas da vida dos participantes.
  2. b) Com o conhecimento da área ou áreas afetadas de cada participante, é criado um programa expansivo, que além de equilibrar a área pessoal bloqueada, expande a consciência para que essa área nunca mais caia na estagnação.
  3. c) As áreas afetadas e os dados clínicos ou outros estão cobertos em 100% pelo anonimato.

Não alongo mais esta introdução, deixo a porta aberta a todo o tipo de questões relacionadas com tema.

O próximo artigo é postado daqui a 3 dias e tem como título “Como a expansão da consciência faz milagres na área financeira”

António Fernandes

O mandamento novo e a nova era

O mandamento novo e a nova era

O mandamento novo e a nova era

(tema da palestra de domingo)

– O amor é como o sol, não se pode separar o calor da luz.

Atenção este artigo dedica-se aos que estão a despertar na nova era, e procuram expandir a consciência na semana de expansão em agosto em Fátima-Portugal.

Agora que estamos cientes que o mundo já mudou, e parte do que aceitávamos como verdade já o não é mais, é urgente identificar a situação que vivemos no momento e tentar entrar no novo ritmo e à melodia (feição) da vida. Ao contrário do que já chegamos a pensar, o facto de alcançarmos um objetivo concreto não nos garante a felicidade nem o bem-estar. Assim sabemos também agora, que não há objetivo, coisa ou pessoa que nos possa dar a felicidade duradoura. Todos que reconhecem que o mundo já mudou, sabem disso e não se deixam enganar pela autossabotagem. Hoje começa-se a concordar, que a felicidade se instala com a aceitação do que acontece, no quotidiano, e da segurança que a confiança no processo e fluxo da vida nos garante. Mas apesar de ser tão claro e simples, ainda continuamos envoltos em preocupações, autossabotando o que mais desejamos, a felicidade plena, que alguns mestres denominaram com o reino dos céus. Antes de entendermos porque isso acontece, vamos ao tema que será desenvolvido no 2º dia de expansão de consciência.

“O mandamento novo e a nova era”.

O mandamento do amor” já foi anunciado por Jesus há 2000 anos, aos seus contemporâneos. Mas não foi entendido o seu poder; tanto como antídoto do medo e da culpa, como o seu efeito regenerador na cura da humanidade em sofrimento.  O tal “mandamento do «amor»”, que nem os discípulos conseguiriam entender na época, continua hoje ainda por entender envolto no nevoeiro duma consciência limitada na matéria. Se sairmos à rua, ouve-se falar de amor por todo o lado; se ligares o rádio, ouvem-se lindas canções de amor. Na verdade, proclama-se, prega-se e promete-se o amor, por toda a parte, mas habitualmente só se fala de um amor condicional, limitante, sem essência.  Este tipo de amor, é uma sombra do amor que podemos identificar por «amor material». É apenas um reflexo da luz do amor, que tem o poder de erradicar todas as formas de sofrimento. Amor é a chave que abre todas as zonas de sofrimento e a luz, que transforma o sofrimento em alegria e bem-estar.

Não fico surpreendido que não concorde com o que vou escrever a seguir. Sei que cada pessoa faz sempre melhor que sabe, dentro da realidade que consegue enxergar. Então vamos lá. O mundo já mudou, e apesar dos aparentes conflitos mundiais, o homem moderno caminha para o amor incondicional. Da mesma forma que aumentam a um ritmo acelerado, e aparentemente assustador, as legiões de ansiosos, deprimidos e outros doentes, no mundo também diariamente a ritmo semelhante, surgem por todos os recantos do mundo, legiões de anónimos «ativistas da nova era», que iluminam com a luz que irradiam o mundo de amor, que eles próprios criam. Apesar de essas multidões de homens e mulheres serem menos falados pelos meios de comunicação e não fazerem parte da abertura de telejornais de todo o mundo, não significa que estejam a crescer a um ritmo mais lento que a ansiedade e o sofrimento em geral.

Todos sabemos as consequências desastrosas para a humanidade, que ainda se repercutem nos nossos dias, através do medo e da culpa, criadores de stress, cancros, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão, ansiedade, Alzheimer, e outras doenças tanto ou mais destruidoras do homem e da humanidade. Simplesmente por se ter ignorado “O mandamento novo” proclamado e expressado pelo mestre Jesus.

Como a humanidade e o mundo teriam sido diferentes se tivéssemos tido a capacidade de interiorizar o amor, tal como ele ensinou e praticou. Todos que estão atentos aos sinais dos tempos, sabem como esse amor incondicional, não mais pode ser adiado pelo homem moderno. Não só porque continua a criar novas formas de sofrimento, mas porque corre o risco, de perder a sua essência divina e ser anulado pela inteligência artificial.

Algumas armadilhas com que normalmente tenho sido confrontado, ao longo da minha vida. Quando se fala de amor, na sua essência incondicional, expressamos “aceitação”, tantas vezes confundida por mim, com tolerância. Uma coisa oposta do amor, criadora de sofrimento e autodestruição. Por ser uma confusão muito comum, nesta palestra, serão abordadas ações práticas do quotidiano facilmente confundíveis, mas com resultados totalmente opostos.

Exemplo:

oiço constantemente isto: “eu aceito – não tenho outro remédio”.

É preciso esclarecer que isto não tem nada a ver com amor, isto é tolerância, é uma forma pura de arrogância. Amar é aceitar! Aceitar não significa estar de acordo. Aceitar o que acontece, é amar tudo o que acontece, apesar de não estar de acordo. Amar incondicionalmente só é possível, quando confiamos incondicionalmente no processo e fluxo da vida. Quando se consegue esta segurança na união de aceitação com confiança plena, entra-se numa nova dimensão da realidade, levando-nos invariavelmente a um estado considerado por muitos; «por estado de graça».

O mundo e a humanidade entraram na era tecnológica ou espiritual, onde os velhos pesos e medidas, não conseguem avaliar, a realidade. Hoje 2000 anos depois, consoante se desperta, assim se adquire a capacidade de compreensão, que só o amor pode melhorar o ser humano. O amor é a energia que vivifica a forma humana. O homem moderno só será liberto do sofrimento, quando, permanecer no amor, pelo amor e para o amor. Permanecer no amor não é mais uma questão de escolha. Trata-se de ser ou não ser.

António Fernandes

 

Pin It on Pinterest