Sistema Cardiovascular e Magnésio – Magnésio de A a Z

O Sistema Cardiovascular

O sistema cardiovascular –  composto por artérias, veias, capilares, coração e sangue  – tem como função básica manter em funcionamento dez triliões de células, através dum fluxo constante de sangue por todo o organismo. Transporta o oxigénio, a informação e os nutrientes necessários ás células, assim como também os produtos residuais do metabolismo celular, deixando-os aos órgãos excretores.

 Agindo como uma rede que interliga todo o organismo, a existência de uma deficiência no seu funcionamento compromete a saúde de todo o corpo.

Magnésio e a saúde do sistema cardiovascular

O magnésio tem uma ação geral sobre todo o sistema cardiovascular, sendo vital em reações em todos os componentes deste sistema.

Vasos sanguíneos

O magnésio mantém a elasticidade das paredes arteriais. Quando existe deficiência em magnésio as artérias tornam-se duras e rígidas, o que restringe o fluxo de sangue e provoca a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sanguíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais.

A vasodilatação é regulada pelo óxido nítrico (composto por azoto e oxigénio), que por sua vez é controlado pelo magnésio.

Músculo cardíaco

O magnésio é responsável pela manutenção de concentrações normais de potássio e de sódio nas células do músculo cardíaco. A harmonia entre as quantidades de potássio, sódio, cálcio, e magnésio, permite a contração normal do músculo do coração e mantém os batimentos regulares. Para além disso, sem equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, na razão de um para um, o cálcio acaba se depositando nas artérias coronárias, resultando em artérias obstruídas, bem como de coágulos sanguíneos.

A produção de ATP (molécula de energia) não é possível sem o magnésio. O coração, por exemplo, não consegue bombear sangue pelo corpo sem energia adequada. Nas células das fibras musculares do coração há uma quantidade de ATP que quando enzimaticamente convertida liberta energia para permitir a atividade cardíaca.

A capacidade do magnésio de neutralizar os efeitos nocivos do coração pelas catecolaminas (produtos induzidos pelo stress, adrenalina e cortisol ) é o milagre que pode evitar os efeitos colaterais de um ataque cardíaco agudo, bem como a arritmia.

Com efeito, os dados epidemológicos demonstraram que uma hipomagnesemia (associada frequentemente a uma hipopotassemia) é acompanhada de um certo número de problemas cardiovasculares, notadamente de ritmo cardíaco.

Foi também constatado que após um dano provocado por antiarritímicos (medicamentos que regulam o ritmo cardíaco), somente a administração concomitante de magnésio pode debelar certas arritmias cardíacas.

Do livro Magnésio, o Sal da Vida

Leia mais sobre o sistema cardiovascular e o magnésio:

Aterosclerose: https://solucaoperfeita.com/magnesio/aterosclerose-e-magnesio/

Angina de Peito: https://solucaoperfeita.com/magnesio/angina-de-peito-e-magnesio/

Arritmia: https://solucaoperfeita.com/magnesio/arritmia-e-magnesio-2/

Pressão Arterial: https://solucaoperfeita.com/magnesio/pressao-arterial-e-magnesio-magnesio-de-a-a-z/

Veias: https://solucaoperfeita.com/magnesio/problemas-nas-veias-e-magnesio/

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

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Digestão e Magnésio – Magnésio de A a Z

A digestão é o conjunto das transformações que os alimentos sofrem no tubo digestivo.

Todos os órgãos digestivos são feitos de células que precisam de energia para permanecerem vivos e com condições para realizarem as suas funções. A energia é criada quando as células convertem moléculas de gordura (ácidos graxos) ou moléculas de açúcar (glicose) em unidades de energia molecular chamadas ATP. A formação de ATP é uma reação dependente de magnésio.

O magnésio está envolvido em reações enzimáticas importantes ao longo do sistema digestivo. A sua ausência no organismo e especialmente neste sistema, faz com que exista um défice na absorção dos nutrientes e um défice na expulsão dos detritos não necessários.

Os níveis de produção de ácido estomacal são regulados pelo magnésio, bem como a produção de bactérias. Para além disso, a pepsina, enzima que quebra as proteínas em aminoácidos, necessita de magnésio para a sua produção.

Os intestinos necessitam de magnésio para o seu bom funcionamento. No intestino delgado, o magnésio auxilia na absorção dos nutrientes e no intestino grosso, o magnésio absorve água, o que facilita a excreção e ao mesmo tempo auxilia na manutenção do equilíbrio da flora intestinal.

Quando o alimento chega ao intestino, o pâncreas envia enzimas que digerem os carboidratos, as proteínas e as gorduras. O pâncreas precisa de magnésio para produzir essas enzimas. O magnésio ajuda a prevenir inflamações pancreáticas e outros problemas associados ao pâncreas.

Nas suas pesquisas, Prof Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite. Outro médico francês, A. Neveu descobriu que o magnésio era eficaz para a gastroenterite. E, segundo Padre Beno, também sobre cólicas, obstipação, diarréia crónica, mal absorção e pancreatite (inflamação do pâncreas).

Do livro Magnésio, o Sal da Vida

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Cérebro e Magnésio – Magnésio de A a Z

cérebro

O Cérebro

O cérebro é o principal órgão e centro do sistema nervoso. De entre as suas funções, encontra-se o comando e controlo das ações motoras, das atividades neurológicas e a gestão dos estímulos sensoriais.

Cérebro e magnésio

Neurocientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade de Tsinghua, em Pequim, comprovaram que o aumento de magnésio no cérebro aumenta a capacidade de aprendizagem, memórias espaciais, memória de trabalho e as memórias de curto e longo prazo.

“Os nossos resultados sugerem que a elevação do teor de magnésio no cérebro através do aumento da ingestão de magnésio pode ser uma nova estratégia útil para aumentar as habilidades cognitivas “, explica o principal autor Guosong Liu, diretor do Centro de Aprendizagem e Memória da Universidade de Tsinghua , em Pequim. “Além disso, metade da população dos países industrializados tem um déficit de magnésio, que aumenta com o envelhecimento. Isso pode muito bem contribuir para o declínio da memória dependente da idade; aumentar a ingestão de magnésio pode prevenir ou reduzir o declínio.

Se pudermos manter níveis normais, ou mesmo elevados, de magnésio, poderemos ser capazes de diminuir significativamente a perda das funções cognitivas e, talvez, prevenir ou tratar doenças que afetam as funções cognitivas, como, por exemplo, o Mal de Alzheimer”.

O magnésio é encontrado em frutas e vegetais. No entanto, os minerais nos alimentos estão em níveis baixos devido ao processamento excessivo da comida, da agricultura pobre que esgota o magnésio dos solos, e a utilização de pesticidas, que interferem com o ciclo natural de enxofre , deixando-nos, não só com alimentos quimicamente adulterados, mas alimentos que tem baixo valor nutricional. Tornou-se então, de senso comum, complementar-se com magnésio de qualidade.

Do livro Magnésio, o Sal da Vida

Leia mais artigos sobre o magnésio e o cérebro:

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Cárie Dentária e Magnésio – Magnésio de A a Z

cárie

O que é a cárie dentária?

Uma cárie começa pelos ácidos (sobretudo os do açúcar) que atacam a superfície do esmalte dos dentes. Pouco a pouco, o ataque invade o marfim, ou dentina, provocando a cárie.

Cárie e magnésio

A cárie dentária é uma das patologias associadas à deficiência em magnésio. (Johnson, 2001). As bactérias que se desenvolvem nas partículas de comida e açucares não removidas (dos dentes) produzem acido láctico, o qual dissolve o cálcio na camada de esmalte protetor.

Rodale e Taub (1971) em seu livro Magnésio, o nutriente que poderia mudar a sua vida[1], afirmam que é o magnésio, e não o cálcio, que constitui o tipo de esmalte duro que resiste à deterioração. Sem magnésio (ainda que se consuma muito cálcio) o esmalte que se forma é fraco e pouco resistente à degradação provocada pelos ácidos.

Durante anos acreditou-se que o consumo elevado de cálcio e fósforo inibia a deterioração, por fortalecer o esmalte. Mas estudos recentes indicam que o aumento destes dois elementos é inútil a menos que se aumente ao mesmo tempo a ingestão de magnésio. Além disso tem sido observado que as estruturas dentárias abaixo da superfície podem dissolver-se quando quantidades adicionais de cálcio e fósforo se difundem através do esmalte em diferentes quantidades. Assim, o leite, pobre em magnésio, mas elevado nos outros dois elementos, não apenas interfere com o metabolismo do magnésio, mas também antagoniza o mineral responsável pela prevenção de deterioração.

[1] Traduzido do Inglês.

Do livro Magnésio, o Sal da Vida

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Estaremos a consumir magnésio suficiente?

magnésio suficiente

Excerto do estudo “Magnesium: Are We Consuming Enough?

A deficiência de magnésio é geralmente o resultado de um consumo reduzido ou absorção inadequada e / ou aumento da excreção do organismo. Uma ampla gama de doenças humanas, incluindo doenças cardiovasculares e metabólicas, distúrbios esqueléticos, doenças respiratórias e anomalias neurológicas (stress, depressão e ansiedade) estão ligadas à inadequação de magnésio. O magnésio é um constituinte importante dos ossos e desempenha um papel vital na mineralização óssea, em parte por influenciar a síntese de metabólitos ativos da vitamina D, que apoiam a absorção intestinal de cálcio e fosfato. Estudos demonstraram que o risco de mortalidade associado à hipovitaminose D poderia ser reduzido pelo consumo de magnésio. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES), maior consumo de magnésio reduziu o risco de deficiência e / ou insuficiência de vitamina D na população em geral. Assim, a suplementação de vitamina D pode ser reduzida consumindo uma quantidade adequada de magnésio, pois o magnésio ajuda na ativação ou estimulação da vitamina D endógena já presente no organismo para exercer suas funções. Isso é benéfico para indivíduos dependentes de suplementos exógenos de vitamina D, pois nem sempre eles são isentos de riscos, principalmente quando consumidos em doses mais altas ou usados ​​por períodos prolongados. De importância clínica, alguns sintomas do consumo excessivo de vitamina D são semelhantes à deficiência de magnésio. Espasmos e cãibras musculares geralmente estão relacionados a altos níveis de cálcio em relação aos níveis de magnésio e, nessas situações, a dose da dose de suplemento de vitamina D pode precisar ser reajustada.

(…)

Além disso, o nível ideal de magnésio é essencial para as funções cardíacas normais, estabilizando o ritmo cardíaco. Este nutriente também desempenha um papel na prevenção da coagulação cardiovascular anormal. Acredita-se que o magnésio contribua para a manutenção da pressão arterial. Numa metanálise com 20.119 casos de hipertensão, foi encontrada uma associação inversa entre a captação de magnésio na dieta e a hipertensão. Essa associação foi observada entre indivíduos que consomem um alto nível de magnésio (> 300 mg), consumindo assim um baixo nível de magnésio (<200 mg). Indivíduos que tomam medicamentos devem consultar seu médico para garantir que o medicamento não esteja causando desperdício de magnésio, pois muitos medicamentos para pressão alta ou diuréticos podem aumentar a remoção de magnésio do corpo.

Estudos descobriram que o magnésio é eficaz na redução da taxa de ataques cardíacos e derrames cerebrovasculares. Uma meta-análise de 532.979 indivíduos revelou uma associação inversa entre a absorção de magnésio na dieta e o risco de eventos cardiovasculares (doença cardíaca coronária, acidente vascular cerebral). De particular importância clínica, a maior redução de risco ocorreu quando a ingestão de magnésio aumentou de 150 mg para 400 mg.

(…)

A deficiência de magnésio pode induzir uma ampla gama de complicações clínicas, incluindo espasmos musculares dolorosos, fibromialgia, arritmia, osteoporose e enxaquecas. Uma metanálise de ensaios clínicos aleatórios com pacientes com enxaqueca que receberam magnésio intravenoso (948 participantes) ou magnésio oral (789 participantes) resultou em ataques agudos de enxaqueca reduzidos e com menor frequência e intensidade de enxaqueca. O magnésio consumido por via oral é parcialmente absorvido no intestino (principalmente no intestino delgado) e armazenado no osso como um mineral. O magnésio excessivo é geralmente excretado pelos rins.

Fonte: Razzaque, M. S. (2 de Dezembro de 2018). Magnesium: Are We Consuming Enough?

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