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Resveratrol e Doença de Alzheimer

Resveratrol e Doença de Alzheimer

Resveratrol e Doença de Alzheimer

O primeiro caso da doença de Alzheimer foi observado em 1901 pelo médico Alois Alzheimer. Atualmente, esta doença é uma das doenças neurodegenerativas associadas à idade mais comuns, com aproximadamente 7% dos casos em doentes maiores de 65 anos e cerca de 40% em maiores de 80 anos nos países desenvolvidos. Entre os sintomas encontra-se a perda de memória e o declínio cognitivo dos doentes.

A doença de Alzheimer é caracterizada pela acumulação de proteínas com conformação incorreta (misfolded proteins), neuroinflamação e danos oxidativos, o que leva à disfunção sináptica e posterior morte dos neurónios.
Esta patologia é descrita pela presença no cérebro de placas senis e de novelos neurofibrilares. As placas senis são agregados extracelulares constituídos por peptídeos beta-amilóide (Aβ) que, por sua vez, são produtos proteolíticos da proteína transmembranar precursora amilóide (APP), cuja clivagem sequencial é realizada pela β- e γ-secretase,
originando os fragmentos Aβ que convergem em placas senis. Os novelos neurofibrilares são agregados intracelulares compostos por proteína tau hiperfosforilada associada a microtúbulos.

Esta doença é geneticamente heterogénea e tem sido relacionada com mutações dominantes no gene que codifica a proteína transmembranar APP e nos genes presenilina 1 e 2 (PSEN1 e PSEN2), que codificam componentes da γ-secretase.

Segundo estudos in vitro, o resveratrol tem um papel importante na inibição da agregação de peptídeos Aβ ao ligar-se a estes, prevenindo não só a formação de agregados, mas também impedindo o aumento dos agregados Aβ já formados. Além disso, o resveratrol também pode demonstrar um efeito indireto na agregação de peptídeos Aβ através da estabilização da estrutura de uma proteína transportadora, a transtirretina, que se liga às placas Aβ, prevenindo a sua agregação.

O resveratrol demonstrou ainda efeitos contra a taupatia associada à doença de Alzheimer em murganhos. Uma proteína essencial para a remoção da proteína tau acumulada, a família molecular BAG reguladora de chaperonas 2 (BAG2), foi reportada como tendo sido significativamente sobreregulada pelo resveratrol no córtex do murganho, sugerindo que o resveratrol pode ser um potencial candidato à remissão da taupatia.
O resveratrol reduziu significativamente o número de microglias ativadas num modelo animal da doença – murganhos APP/PSEN1 – sugerindo que o resveratrol diminui a neuroinflamação que ocorre na doença.

Fonte: RESVERATROL: DO LABORATÓRIO À CLÍNICA, Ana Margarida Carmo Viola,  Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, 2016

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

DOENÇA DE ALZHEIMER

DOENÇA DE ALZHEIMER

Bloqueio físico

Alzheimer é uma doença que se manifesta, em geral, em pessoas mais idosas e caracteriza-se por uma perda gradual da memória. As pessoas atingidas por esta doença recordam-se facilmente dos acontecimentos do passado longínquo, mas têm dificuldade em recordar-se dos acontecimentos mais recentes. É o que se chama amnésia de fixação, em que o doente esquece os acontecimentos à medida que se produzem por ser incapaz de os fixar.

Bloqueio emocional

Esta doença é um meio utilizado para fugir à realidade do presente. A pessoa atingida por esta doença foi, muitas vezes, do género de se ocupar de tudo. Possuía uma excelente memória, mas nem sempre bem utilizada. Tinha resposta para tudo. Podia recordar-se de pormenores considerados pouco importantes para a maior parte dos outros. Gabava-se mesmo da sua excelente memória, da qual se orgulhava. Em contrapartida, como se sentia obrigada em relação aos outros, queria-lhes mal por não se ocuparem dela o suficiente, pelo menos da maneira que ela desejava. Agora, a doença permite-lhe já não ter responsabilidades nem controlar os outros, sobretudo a pessoa que passou a ocupar-se disso.

Bloqueio mental

Infelizmente, não é a pessoa que sofre desta doença que normalmente quer curar-se, mas antes os que a rodeiam. A pessoa atingida julga que é o único meio à sua disposição para se vingar. Sofreu em silêncio uma situação e agora tem uma boa desculpa para agir à sua vontade. Se sofres desta doença e estás a ler este livro, é importante para ti saber que podes conseguir que se ocupem de ti sem usar esse meio. Aceita a ideia de que podes ser uma pessoa importante e amada mesmo que não queiras ocupar-te de tudo e, sobretudo, recordar-te de tudo. Trata-se de falar do que vives no momento e do que viveste no passado. Olha os belos anos que tens à tua frente se decidires viver verdadeiramente. Se leres esta descrição a alguém, sugiro que lhe mostres este texto.

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

doença de Parkinson, é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurónios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurónios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina (o principal transportador da memória) estão envolvidos na génese da doença.

Professor Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram a doença de Parkinson.

Segundo estudos, as concentrações deste nutriente podem estar reduzidas em pessoas com Parkinson no núcleo caudado, por isto, muitos dos sintomas da doença de Parkinson podem ser superadas com alta suplementação de magnésio.

doença de Alzheimer, é caracterizada pela crescente perca de memória.

Por falta de Magnésio, é gerado um  influxo excessivo de cálcio para células cerebrais, o que após um longo período, gera moléculas de radicais livres que motivam disfunção dessas células e, mais cedo ou mais tarde acabam por eliminá-las. Biliões de neurónios morrem desse fenómeno, e outros biliões ficam gravemente prejudicados. Quando pacientes com mal de Alzheimer são examinados numa necrópsia, sempre há evidencias de intenso acúmulo de cálcio nas células cerebrais.

Pesquisas confirmam

Em 2004, Guosong Liu e colegas do MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que o magnésio pode ter uma influência positiva na aprendizagem e memória.

“Descobrimos que a elevação de magnésio cerebral levou à melhoria significativa da memória espacial e associativa em ambos os ratos jovens e idosos”, disse Liu, atual diretor do Centro de Aprendizagem e Memória da Universidade de Tsinghua. “(…) estes resultados podem ter um impacto significativo na saúde pública.” Liu é um dos fundadores da Magceutics, uma empresa sediada na Califórnia para o desenvolvimento de medicamentos para prevenção e tratamento do declínio da memória dependente da idade e da doença de Alzheimer.

“Metade da população dos países industrializados tem um déficit de magnésio, e que aumenta com o envelhecimento. Se pudermos manter níveis normais, ou mesmo elevados, de magnésio, poderemos ser capazes de diminuir significativamente a perda das funções cognitivas e, talvez, prevenir ou tratar doenças que afetam as funções cognitivas”,disse Liu.

Para entender os mecanismos moleculares por trás dessa melhoria da memória induzida pelo suplemento de magnésio, os pesquisadores estudaram as mudanças induzidas nas propriedades funcionais e estruturais das sinapses – as conexões entre os neurónios.

Eles descobriram que, em ratos jovens e idosos, o magnésio aumenta a plasticidade entre as sinapses e aumenta a densidade das sinapses no hipocampo, uma região do cérebro crucial para a aprendizagem e para a memória.

Este estudo não apenas destaca a importância de uma dieta diária com uma quantidade adequada de magnésio, como também sugere a utilidade de tratamentos à base de magnésio para a diminuição da memória associada ao envelhecimento, afirmam os pesquisadores.

Os estudos clínicos, já realizados em Pequim, querem agora descobrir a relação entre a quantidade de magnésio no corpo e as funções cognitivas em seres humanos idosos e em portadores do Mal de Alzheimer.

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Cloreto de Magnésio PA

Óleo de Magnésio

Loção Canforada