Propriedades Anti-cancerígenas e Anti-angiogénicas do Resveratrol

Propriedades Anti-cancerígenas e Anti-angiogénicas do Resveratrol

Propriedades Anti-cancerígenas e Anti-angiogénicas do Resveratrol

Propriedades Anti-cancerígenas e Anti-angiogénicas do Resveratrol

 

O Resveratrol é um polifenol com capacidade de actuar em todas as etapas da carcinogénese: iniciação, promoção e progressão, inibindo-as a nível molecular.

A etapa de iniciação ocorre quando há uma alteração no material genético (mutação) de uma célula normal, por acção de um agente carcinogénico ou por um defeito genético inerente à própria célula. Após a ocorrência da mutação, a célula não
consegue reparar o dano e a mutação torna-se irreversível, originando uma célula iniciada. Esta tem capacidade de crescer autonomamente e transmitir a mutação às suas células filhas, iniciando-se assim o processo de carcinogénese.

Nesta etapa, o resveratrol tem a capacidade de actuar através da supressão da activação metabólica de agentes carcinogénicos e/ou do aumento da destoxificação através da modulação da actividade de enzimas envolvidas em reacções de fase I (compostos lipofílicos são transformados em carcinogénicos eletrofílicos) e de fase II (convertem os metabolitos primários em compostos mais hidrossolúveis). Assim, é capaz de inibir as enzimas de fase I, reduzindo a indução da formação de aductos de ADN por vários agentes químicos como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos e nitrosaminas, que necessitam de ser metabolicamente activados para se tornarem agentes carcinogénicos activos.

Um exemplo desta situação é a diminuição do número de aductos de ADN induzidos pelo benzopireno nas células epiteliais dos brônquios na presença de resveratrol. Em relação às enzimas de fase II, o resveratrol irá induzir a actividade das enzimas GST, NAD(P)H:quinona oxiredutase, GPX e glutatião redutase e, consequentemente, reduzir as lesões no ADN.

Este actua ainda como sequestrador de ERO (responsáveis pela activação de procarcinocinogeneos, lesões no ADN e peroxidação lipídica das membranas celulares), estimula a reparação do ADN lesado através do aumento a actividade do gene p53 e acelera essa reparação.

Na etapa da promoção um agente promotor provoca a expansão clonal da célula iniciada, selectivamente. Nesta situação, o resveratrol actua na prevenção do cancro através da inibição da activação de proteínas quinases, por vários promotores,
via mitogen-activated protein kinases (MAPK); da inibição da síntese de poliaminas, diminuindo o crescimento celular e aumentando a apoptose; da inibição da libertação de mediadores lipídicos pro-inflamatórios sintetizados pelas enzimas fosfolipase A2, PHS, COX e LOX; da perturbação da progressão do ciclo celular (G1, S, G2/M) conseguida através de interacções estabelecidas entre o resveratrol e reguladores chave da maquinaria do ciclo celular, activando ou inibindo ciclinas, cdks, factores de transcrição ou oncoproteínas; da indução de morte celular pela via mitocondrial uma vez que provoca down-regulation da expressão das proteínas Bcl-2, IAP e induz um aumento dos níveis de Bax/Bak e a sua relocalização para as mitocôndrias.

Além disso, o resveratrol induz a agregação de receptores de morte celular no microdomínio lipídico, induzindo a formação de um complexo de sinalização indutor de morte que por sua vez conduz à activação da cascata das caspases, resultando também em morte celular.

Na etapa de progressão ocorre a expansão de uma população de células iniciadas que, posteriormente, são convertidas em células malignas, conduzindo à formação do cancro. Nesta etapa, a progressão do cancro é, certamente, demasiado
avançada para uma intervenção preventiva mas não para uma intervenção terapêutica.
Portanto, o resveratrol poderá também actuar como um agente terapêutico dado que, como descrito anteriormente, possui propriedades anti-proliferativas, bloqueando a progressão do ciclo celular e induzindo a apoptose. Este possui ainda capacidade de inibir a produção de óxido nítrico, responsável por promover o crescimento de tumores endoteliais e a formação de metástases e inibe a angiogénese através diminuição da expressão de genes que afectam a invasão tumoral e metástases (COX, ornitina descarboxilase, espermidina / espermina N-acetiltransferase).

Actua ainda na angiogénese, através da inibição da acção das metaloproteinases necessárias para degradar a matriz extracelular das células, impedindo a invasão e metastização de células tumorais primárias. Activa também a cascata das quinases, via MAPK, que irá provocar a estabilização, upregulation e activação funcional do gene p53.

O resveratrol pode ainda ser utilizado como um adjuvante para a aumentar a sensibilização das células cancerígenas à quimioterapia e radioterapia. Evidências recentes sugerem que o resveratrol administrado em combinação com outros fármacos, radiação ionizante ou citocinas, permite a sensibilização das células à apoptose.

Relativamente aos fármacos utilizados na terapia oncológica foi demonstrado que exerce uma relação sinérgica com a ciclosporina A e uma amplificação dos efeitos antiproliferativos e pró-apoptóticos do paclitaxel e 5-fluoruracilo. Em relação à
radiação ionizante, demonstrou-se que o pré-tratamento de células tumorais cervicais com resveratrol bloqueia o ciclo celular, altera a progressão do ciclo na fase S e a resposta citotóxica à radiação ionizante. Porém esta situação só se verifica com elevadas concentrações de resveratrol, sendo os efeitos observados dose-dependente.

Por último, em relação às citocinas, o resveratrol tem a capacidade de sensibilizar as células cancerígenas para o TNF (tumor necrosis factor), anticorpos anti-CD95 e para o TRAIL (tumor necrosis factor-related apoptosis-inducing ligand), activando a apoptose pela via das caspases. Pensa-se que para se observar este efeito sensibilizante é fundamental a indução da redistribuição dos receptores de morte celular nos rafts lipídicos uma vez que o uso de nistatina (agente sequestrador de colesterol) impede a morte celular induzida pelo resveratrol.

Fonte: O RESVERATROL COMO MOLÉCULA ANTI-ENVELHECIMENTO, Andreia Catarina Lopes Alves,  Faculdade de Ciências e Tecnologias da Saúde da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2015

Nota:

A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte as Terapias Online, ou,  Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva.

Resveratrol

O que é o Resveratrol?

O que é o Resveratrol?

O que é o Resveratrol?

 

O que é o Resveratrol?

O resveratrol é um polifenol não-flavonóide que se encontra naturalmente em alguns alimentos, tais como, uvas, vinho, amendoins ou mirtilo. O interesse pelo resveratrol expandiu-se depois de ter sido identificado como sendo um polifenol ativo, que poderia ter ação cardioprotetora por inibir a agregação plaquetaria e diminuir os níveis de lipoproteínas de baixa densidade, o considerado “mau” colesterol.

Como foi descoberto o Resveratrol?

O resveratrol foi isolado pela primeira vez em 1939 dos extratos etanólicos das raízes do heléboro-branco (Veratrum grandiflorum O. Loes). Em 1976, foi caracterizado como uma fitoalexina, isto é, um metabolito produzido nas plantas induzido pelo stress como mecanismo de defesa em resposta a condições desfavoráveis, tais como fungos, bactérias, radiação ultravioleta, etc.

O Resveratrol ganhou alguma relevância na sociedade com a publicação do artigo onde era descrito o “Paradoxo Francês”. Este paradoxo sugeria que a população francesa, que consome um nível relativamente elevado de gorduras saturadas provenientes da sua dieta, tem uma taxa de mortalidade devida a doenças cardiovasculares relativamente baixa, sendo apontado como causa o consumo de vinho. Nessa altura foi sugerido que o Resveratrol seria o componente do vinho responsável pelo reduzido nível lipídico plasmático. No entanto, estas conclusões são controversas, visto que em condições
ambientais não extremas, a quantidade de fitoalexina na casca das uvas é muito baixa (0,16-3,54 µg de trans-RSV/g). Assim, o conteúdo de resveratrol no vinho é muito baixo, variável e imprevisível. Para ingerir 25 mg de resveratrol ter-se-ia que
consumir em média mais de 4 L de vinho tinto. Para além da casca da uva, o resveratrol encontra-se noutras espécies vegetais, tais como, mirtilo, amendoins e uvas.

Em 1997, uma publicação na conceituada revista Science descrevia, pela primeira vez o potencial anticancerígeno do resveratrol no cancro da pele. A partir desta publicação o número de artigos sobre o potencial do resveratrol no tratamento de certas doenças aumentou a uma velocidade exponencial.

 

Investigações sobre o Resveratrol

Investigações subsequentes sobre as atividades farmacológicas do resveratrol revelaram que esta molécula possui também propriedades antioxidantes, anticancerígenas e antiinflamatórias Para além disto, em 2003 resveratrol foi descoberto como sendo um ativador da desacetilase sirtuína 1 (SIRT1). As sirtuínas são uma classe de enzimas que parecem estar relacionadas com o envelhecimento e na regulação da transcrição, apoptose e resistência ao stress, como também com regulação de processos metabólicos em situações de baixa quantidade de calorias.

Nos anos que se seguiram, o resveratrol foi extensivamente estudado in vitro e in vivo nas mais variadas doenças. Alguns estudos sugerem que o resveratrol tem efeitos benéficos em doenças metabólicas, como o diabetes e a obesidade, e também em doenças cardiovasculares, cancro e doenças neurodegenerativas.

 

Fonte: RESVERATROL: DO LABORATÓRIO À CLÍNICA, Ana Margarida Carmo Viola,  Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, 2016

Nota:

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Resveratrol

 

CANCRO

CANCRO

CANCRO

CANCRO

O cancro representa simultaneamente uma alteração da própria célula e um desvio considerável do mecanismo de reprodução de todo um grupo celular. Ver ainda a parte do corpo atingida pelo cancro e a sua utilidade, para ter mais informações sobre a mensagem particular.

 

Bloqueio emocional

Esta doença manifesta-se numa pessoa que sofreu uma ofensa importante na infância (com um ou os dois progenitores) e que a viveu no isolamento. As ofensas emocionais importantes que podem causar doenças graves são: rejeição, abandono, humilhação, traição ou injustiça. Certas pessoas podem mesmo viver várias dessas ofensas durante a infância. Geralmente, a pessoa que sofre de cancro é do género de querer de tal modo viver no amor que recalcou completamente, desde há muito, o rancor, o ressentimento ou o ódio que pode ter vivido em relação a um dos progenitores. Algumas até rejeitam Deus pelo que viveram ou vivem. Não se permitem reconhecer estes sentimentos, que se acumulam e aumentam
sempre que um incidente vem recordar-lhes a antiga ofensa. Um dia, quando a pessoa atinge o seu limite emocional, tudo estoira nela e surge o cancro. Este tanto pode manifestar-se após a pessoa ter finalmente resolvido o seu conflito, como durante o bloqueio.

 

Bloqueio mental

Se sofres de cancro, tens muito interesse em reconhecer que sofreste em jovem e permitires-te ser humano, isto é, teres o direito de querer mal a um ou outro dos teus progenitores, ou mesmo aos dois. É o facto de viver essas ofensas (sofrimentos) no isolamento que cria mais problemas. Possivelmente julgas que se conseguisses libertar-te deles, ficarias mais livre. Pelo contrário, a maior necessidade da tua alma e do teu coraçáo é
aproximares-te do amor verdadeiro. O meio por excelência é o perdão. Não te esqueças de que perdoar não quer apenas dizer deixar de querer mal aos outros. A maior dificuldade da pessoa atingida por cancro é perdoar a si mesma ter tido tais pensamentos de ódio ou ideias de vingança, ainda que inconscientes. Perdoa à criança que em ti existe, que sofreu em silêncio e viveu a raiva e o rancor, sem ter alguém para a apoiar e compreender. Deves deixar de pensar que o facto de querer mal a outra pessoa significa ser mau. Não é mau, é apenas humano. Sugiro que sigas as etapas do perdão, tal como descritas no final deste livro.

Do livro: Bourbeau L.  O teu corpo diz “ama-te”: A metafísica das doenças e do mal-estar.  Cascais: Pergaminho; 2002.

Nota:

A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte as Terapias Online, ou, Questão ao Naturopata, ou,  A Saúde Quântica Responde, ou, “A Saúde Integral tem a Solução”.

 

O Enxofre orgânico e o cancro, diabetes, hipertensão, osteoporose e alzheimer

O Enxofre orgânico e o cancro, diabetes, hipertensão, osteoporose e alzheimer

 

O Enxofre orgânico e o cancro, diabetes, hipertensão, osteoporose e alzheimer

 

Há doze anos atrás, pesquisadores começaram um estudo chamado Cellular  Matrix Study para investigar a influência do enxofre na regeneração celular.

 

Enxofre orgânico e o cancro

O Director do estudo foi Patrick McGean. O seu filho foi diagnosticado com cancro testicular,  tomou enxofre orgânico e conseguiu ativar desta forma o processo de cura no seu organismo.  Hoje em dia estima-se que o MSM, através da oxigenação do sangue e tecidos pode contribuir para a inibição do crescimento de células cancerígenas, porque as estas sentem-se desconfortáveis num ambiente rico em oxigénio.

 

Enxofre orgânico, diabetes e osteoporose

No decorrer deste estudo, os cientistas receberam informações vindas de muitas pessoas ao redor do mundo, que tinham tido incríveis experiências com o MSM. Os diabéticos, por exemplo, reduziram significativamente a sua insulina ou pararam até de injectar de repente, porque o MSM aumentou a capacidade do organismo de produzir insulina, activou o metabolismo de hidratos de carbono e melhorou a capacidade de curar feridas, que é reduzida nos diabéticos.

O estudo revelou também que pessoas com osteoporose de repente estavam com ossos fortes novamente.

 

Enxofre orgânico, coração e alzheimer

O estudo revelou também que pessoas com tensão alta,  em alguns casos, já não precisavam mais de tomar os seus medicamentos.

Patrick McGean afirmou que “o resultado mais surpreendente foi o número de procedimentos de coração aberto que tinham sido programados e foram posteriormente cancelados porque a eletrocardiografia voltou ao normal. Isso aconteceu em apenas seis semanas de ingestão de enxofre orgânico. 54 casos como este foram relatados.
Os nossos vasos sanguíneos também se regeneraram, e acreditamos que esses procedimentos cirúrgicos cancelados poderiam ser um exemplo de tal regeneração. O grupo também viu a redução do tecido cicatricial, pressão arterial elevada, e o desaparecimento da placa de cálcio nas artérias. Assim, acreditamos que o enxofre orgânico seria susceptível de beneficiar doentes de Alzheimer também”.

Composto por:

Elisabete Milheiro

Fontes:

http://www.naturodoc.com/sulfurstudy.htm

O nosso organismo precisa de enxofre

https://www.zentrum-der-gesundheit.de/organischer-schwefel-msm-pi.html

MSM Enxofre orgânico

MSM e Enfisema, Cancro e Edema Pulmonar

MSM e Enfisema, Cancro e Edema Pulmonar

MSM e Enfisema, Cancro e Edema Pulmonar

As Experiências do Dr. Robert M. Herschler

 

Além de ajudar o organismo a reagir aos focos inflamatórios, o MSM aumenta a capacidade respiratória dos que sofrem de enfisema.

Segundo o Dr. Herschler, a suplementação sistemática do MSM, de preferência via oral, é essencial à prevenção e reversão de uma série de problemas respiratórios e gastrintestinais (diarréia, prisão de ventre, náusea, hiperacidez, dores epigástricas, inflamação das mucosas…) além de:

 

Enfisema, Cancro e Edema Pulmonar

Após 2-4 semanas de suplementação do MSM e vitamina C, pacientes que sofriam de enfisema dobraram a capacidade de caminhar sem grandes esforços. Além de ajudar o organismo a reagir aos focos inflamatórios, o MSM aumenta a capacidade respiratória dos que sofrem de enfisema.

Em pacientes com tumor e edema pulmonar, o MSM fez com que se tornassem pessoas mais alertas, bem humoradas e com um melhor semblante. A água nos pulmões desapareceu em apenas um mês e a quimioterapia e a radioterapia, que até então não haviam produzido os benefícios esperados, começaram a ajudar na regressão dos tumores.

Do livro:

ALOÉ VERA NA SAÚDE, HIGIENE E BELEZA HUMANA E ANIMAL
de Mônica Lacombe Camargo

MSM Enxofre orgânico

O seu pH está ácido? Tudo o que precisa saber para se proteger de doenças

O seu pH está ácido? Tudo o que precisa saber para se proteger de doenças

O seu pH está ácido?

Tudo o que precisa saber para se proteger de doenças

A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares. Se ficar excessivamente ácido, o pH pode levar à queda na imunidade e a muitos problemas graves de saúde, como cancro, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose. 

Otto Heinrich Warburg foi um dos maiores nomes da medicina no século 20. Ele ganhou o Prémio Nobel em 1931, mas teve no total 47 indicações para receber essa premiação ao longo da sua vida.
 
Com o estudo “A causa principal e a prevenção do cancro”, de 1923, o médico alemão prova de forma consistente que a causa do cancro é a deficiência de oxigénio e que as células cancerosas alimentam-se de açúcar.
 
Ele disse: “Para o cancro, há apenas uma causa nobre. Resumida em poucas palavras, a principal causa do cancro é a substituição da respiração de oxigénio nas células normais do corpo por uma fermentação do açúcar“.
 
A deficiência de oxigénio leva o corpo humano a um estado de acidez. Dr. Warburg também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigénio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigénio, como é num estado alcalino.
 
Segundo o prémio Nobel de Medicina, “Todas as células normais têm uma exigência absoluta de oxigénio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigénio – uma regra sem exceção”.
 
Ele também destacou: “Prive uma célula de 35% do seu oxigénio durante 48 horas e ela pode tornar-se cancerosa”.

A nossa dieta desempenha um papel fundamental na manutenção de níveis adequados de pH do corpo. Um pH equilibrado significa o equilíbrio de ácido e alcalino em todos os fluidos e células do organismo.
 
Para ser saudável e imune a doenças,o nosso corpo deve equilibrar o pH do sangue num nível ligeiramente alcalino de 7,3. Infelizmente, a dieta do homem moderno consiste principalmente de alimentos tóxicos e formadores de ácido, como carnes e açúcares processados, grãos refinados e organismos geneticamente modificados. Isso leva a um pH ácido, ou seja, a um sangue intoxicado.
 
A acidez do pH pode interromper as funções e atividades celulares. Se ficar excessivamente ácido, o pH pode levar à queda na imunidade e a muitos problemas graves de saúde, como cancro, doenças cardiovasculares, diabetes e osteoporose.

 

 
Se você mantiver o seu corpo num estado de acidez por um longo período de tempo, ele vai acelerar fortemente o envelhecimento.
 
Robert O. Young no livro “The pH Miracle” (O Milagre do pH) diz que a maioria dos problemas de saúde surge devido à acidez do sangue.Parasitas, bactérias, vírus e fungos prosperam em ambientes ácidos.
 
Por outro lado, um ambiente alcalino neutraliza bactérias e outros agentes patogénicos.

Saiba mais sobre COMO equilibrar o pH AQUI

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/04/2016/seu-corpo-esta-acido-aqui-esta-o-que-voce-precisa-saber-para-se-proteger-de-todas

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