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POR QUE OCORREM AS DOENÇAS?

POR QUE OCORREM AS DOENÇAS?

Em muitos estudos foi constatado que o ambiente ácido é a marca do cancro, do diabetes, da esclerose e, provavelmente, de todas as doenças, pois no organismo ácido falta oxigénio, que é o selo distinto das doenças; enquanto no organismo saudável a sua marca é a alcalinização, ou corpo oxigenado.

O nosso corpo é formado, na sua maior parte, de água. Mais de 70% do nosso peso é água. Por isso, a nossa alimentação altera a qualidade da água do nosso corpo.

Imagine uma piscina onde, todo o dia, várias pessoas entram para nadar. Uns chegam suados, outros com doenças de pele, aquele outro com bronzeador e todos entram na água e ficam por algum tempo dentro dela.

Agora imagine o nosso corpo como uma piscina! Os nossos alimentos são como as pessoas que entram na piscina. Alguns alimentos contêm bactérias, outros estão cheios de produtos químicos. Alguns têm validade vencida, outros já estão em putrefação. Alguns alimentos chegam saudáveis à nossa casa, como aquela pessoa que se lava antes de entrar na piscina, mas ao sair da água está contaminada com as impurezas físicas e químicas deixadas pelas outras pessoas. Assim como o alimento que chega saudável e fica contaminado em contato com alimentos estragados, ou por ter sido processado de forma inadequada.

A água de uma piscina muda de coloração em poucas horas de uso. Após o tratamento com cloro e outros produtos, a água apresenta um pH em torno de 10,5 a 12,5, portanto, alcalino. O pH vai se tornando ácido algumas horas após o uso. Se não for feita uma correção no pH, a água entra em processo de degradação e fica verde em função dos microorganismos que proliferam em ambientes ácidos. Colónias de fungos e bactérias vão se multiplicando e “matando” a água. Quando a água chega a um determinado ponto de acidez, não adianta fazer correção de pH, ela morre. É preciso trocar a água.

Assim também ocorre com as nossas águas internas. O consumo de alimentos como leite, carne, café, bebidas alcoólicas, produtos industrializados, etc., vai alterando o pH do nosso corpo e deixando-o ácido. O ideal é mantermos o pH do sangue entre 7,30 e 7,45. Se a acidez no nosso sangue ficar bem abaixo de 7 a morte é certa, não tem remédio nem troca de água.

Quando consumimos frutas, verduras e legumes, que são alcalinizantes, fazemos uma correção do pH e eliminamos a acidez. No exemplo acima, a água da piscina se torna ácida e requer tratamento químico para ficar com o pH alcalino. No nosso organismo a única forma de tornar os nossos líquidos corporais com o pH adequado é consumindo alimentos alcalinos, ou que tenham a função de alcalinizar, como o limão, que, mesmo sendo ácido, funciona alcalinizando o sangue e outros líquidos do corpo.

Quando o pH do nosso sangue fica abaixo de 7,2 os fungos e bactérias instalam-se no organismo e iniciam a criação de colónias. Estas colónias tornam-se ativas em locais húmidos e de fácil circulação, como os canais no interior das mamas, do útero, ovários, próstata, pulmões etc..

Quando a colónia fica comprimida pela falta de espaço ou pela superpopulação, ocorre a migração daquele ponto para outros nas mesmas condições. É quando a medicina fala em metástase. Em muitos estudos foi constatado que o ambiente ácido é a marca do cancro, do diabetes, da esclerose e, provavelmente, de todas as doenças, pois no organismo ácido falta oxigénio, que é o selo distinto das doenças; enquanto no organismo saudável a sua marca é a alcalinização, ou corpo oxigenado.

Estes estudos concluem que as células saudáveis se encontram em ambientes levemente alcalinos, cheias de oxigénio e as células doentes são ácidas, não têm oxigénio. As células saudáveis morrem num ambiente ácido, enquanto as células doentes morrem num ambiente alcalino.

A Dra. Conceição Trucom afirma:  “fungos e aftas só acontecem, só proliferam ou se instalam em meio ácido, em organismos ácidos. Em organismos alcalinizados tal fenômeno não tem como acontecer ou se perpetuar”.

“Repetindo o que já se sabe faz um século pela cultura Biodinâmica e muitos centros de medicina naturalista: fungos, vírus, bacilos e bactérias só proliferam em meio ácido, ou seja, em organismos ácidos, em solos ácidos. E, organismos ácidos, seja um solo, um animal ou ser humano, revelam um estado de subnutrição, desmineralização, doença, envelhecimento e morte. Então, a verdadeira causa das doenças, no caso as infecções, candidíases e aftas, assim como o cancro, acontecem porque a alimentação moderna, industrializada, aditivada e refinada é altamente acidificante. (Conceição Trucom)”.

Assim fica fácil de entender porque as doenças surgem

Quando comemos ou bebemos alguma coisa ácida, o nosso corpo fica doente. Quando comemos ou bebemos alguma coisa alcalina, o nosso corpo fica saudável. Mas não é só a acidez que causa doenças. Ela é uma das responsáveis por um estado de degradação do corpo humano. Se a alimentação é inadequada, vai ocorrer a acidez. Se o corpo está ácido, fungos, vírus e bactérias vão colonizar o corpo. Mas:

• Se consumir leite e derivados, vai ocorrer uma desordem imunológica e surgirão as doenças autoimunes;

• Se não tomar sol pela manhã, vai haver deficiência de vitamina D3 e alterar o metabolismo do corpo propiciando o surgimento de doenças degenerativas como a Esclerose Múltipla, Osteoporose, Arteriosclerose, Mal de Parkinson e Alzheimer, doenças cardíacas, e muitas outras.

A acidez do organismo, junto com o consumo de leite e a falta da vitamina D vai provocar uma desordem nas reações químicas alterando o metabolismo celular. Esta alteração vai provocar o surgimento de janelas que permitirão a manifestação de vários tipos de doenças.

Assim ocorrem as doenças!

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

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7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS – ACUMULO DE TOXINAS

7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS - ACUMULO DE TOXINAS

OS 7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS – O ACUMULO DE TOXINAS

COMO OCORREM AS DOENÇAS?

Alterações bioquímicas e morfológicas pelo depósito de toxinas endógenas e exógenas levam à degeneração e à morte celular.

O PRINCÍPIO DE TODAS AS DOENÇAS – O ACUMULO DE TOXINAS

Segundo o Dr. John Henry Tilden, todas as doenças têm um roteiro de sete estágios, que ele formulou no início do século XX e que foi bem detalhada pelo Dr. Gabriel Cousens no seu livro sobre a cura do diabetes e que pode ser lido na sequência:

ESTÁGIO 1: ENERVAÇÃO ou INTOXICAÇÃO

Enervação é a redução da energia nervosa, pela qual as funções normais de manutenção e eliminação do corpo são debilitadas, sobretudo a eliminação de toxinas endógenas e , ou seja, criadas de dentro (por meio de processos metabólicos normais) e de fora (que nos dias de hoje incluem as 65.000 toxinas no nosso meio-ambiente, criadas pelo homem e as excitotoxinas, aditivos alimentares e toxinas geradas pelo ato de cozinhar e processar alimentos). A pessoa nesse estágio é geralmente inativa, vive num ambiente tóxico e consome toxinas que não são eliminadas pelo organismo no tempo adequado.

ESTÁGIO 2: TOXEMIA ou INTOXICAÇÃO GENERALIZADA

A estagnação do primeiro estágio leva a um acúmulo de toxinas no corpo, substâncias que começam a saturar o sangue, a linfa e as células. O estágio 2 caracteriza-se pela letargia e, no caso do diabetes, já temos células que estão desenvolvendo pré-condições para serem insensíveis à sinalização da insulina por estarem intoxicadas. Entre as fontes comuns de toxemia estão diversas toxinas endógenas e exógenas, que hoje podem ser reconhecidas como pré-condições para o diabetes.

Algumas toxinas endógenas: Internas

– Resíduos metabólicos, subprodutos tóxicos no âmbito celular;

– Resquícios desperdiçados da atividade celular;

– Células mortas;

– Sofrimento e excessos emocionais e mentais e;

– Excessos, fadiga e sofrimento físico.

Algumas toxinas exógenas: Externas

– Alimentação artificial;

– Alimentos naturais prejudicados por cozimento, refinação e adição de conservantes;

– Combinações inadequadas de alimentos, resultando em toxinas endógenas;

– Uso de medicamentos, ervas processadas e suplementos;

– Uso de álcool, tabaco e todas as formas de drogas;

– Poluentes ambientais, comerciais e industriais e;

– Ar e água impuros.

ESTÁGIO 3: IRRITAÇÃO ou pré-INFLAMAÇÃO

O corpo fica irritado pelo acúmulo de toxinas no sangue, na linfa e nos tecidos, e o espaço intersticial entre as células começa a parecer um depósito de lixo tóxico. As células e os tecidos onde ocorre o acúmulo são irritados pela natureza tóxica desses resíduos, resultando em inflamação.

ESTÁGIO 4: INFLAMAÇÃO

O corpo enervado agora sofre as consequências da toxemia. As células ficaram irritadas, e, após as alterações celulares e a degeneração do corpo, ocorre a inflamação propriamente dita. O processo inflamatório produz as famosas “ites”. Na pele, dermatite. Na garganta, amigdalite e, depois, faringite, esofagite. No estômago, temos a gastrite. No intestino delgado, ileíte. No cólon, colite. No coração, pode haver cordite. No fígado, hepatite. Ou seja, você pode ter uma inflamação (uma “ite”) em qualquer parte do corpo. Ou várias partes do corpo…

ESTÁGIO 5: ULCERAÇÃO ou INFLAMAÇÃO CRÓNICA

A úlcera pode ser vista como consequência da degeneração do corpo. Qualquer tecido pode sofrer ulceração, mas as de pele são as mais conhecidas. Os tecidos são destruídos. O corpo cria úlceras, formando uma saída para o acumulo tóxico e a pessoa sofre a multiplicação e piora dos sintomas, acompanhadas da intensificação da dor.

ESTÁGIO 6: ENRIJECIMENTO

Enrijecimento significa endurecimento ou formação de cicatrizes nos tecidos. O enrijecimento resulta de inflamação crónica de longa data com acessos de inflamação aguda. A inflamação crónica debilita ou torna a circulação mais lenta, e, como algumas células não resistem, são substituídas por cicatrizes. É assim que perdemos células saudáveis – pela inflamação crónica e morte das células. A aterosclerose é uma forma de enrijecimento. Com pouca ou nenhuma circulação, acúmulo de toxinas e pouco oxigênio, criamos as condições para o sétimo estágio da doença: proliferação de fungos ou cancro.

ESTÁGIO 7: PROLIFERAÇÃO DE FUNGOS

Quando as condições internas se deterioram a ponto de inviabilizar os processos aeróbicos (que precisa de ar ou oxigênio), as células podem voltar a uma forma mais rudimentar de sobrevivência. Alterações bioquímicas e morfológicas pelo depósito de toxinas endógenas e exógenas levam à degeneração e à morte celular. As células podem se manter por processos anaeróbicos (dividindo o oxigênio existente em matéria orgânica), os mesmos usados por muitas bactérias. Quando as células mudam de forma e função dessa maneira, o oncologista lhe dá a má notícia: cancro.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE