Acne e Magnésio – Magnésio de A a Z

acne

O que é a acne?

A acne é uma condição da pele que ocorre quando os folículos pilosos ficam obstruídos por sebo e células mortas, sendo colonizados por bactérias que geram inflamação. Existem muitas causas para o desenvolvimento da acne, entre eles factores emocionais, que levam ao desequilíbrio hormonal e stress.

Magnésio e a Acne

O Magnésio tem um papel essencial no equilíbrio hormonal, na formação da pele, relaxa o sistema nervoso, reforça as defesas naturais ajudando assim a combater processos inflamatórios.

Julie Gabriel, no seu livro A dieta do Acne, refere o magnésio para combater a acne relacionada ao stress. A autora afirma que “como formador de alcalinidade no organismo, o magnésio neutraliza o excesso de ácido causado por junk food, stress e ambiente tóxico. Sendo um tranquilizante natural, o magnésio ajuda a emendar o estrago causado à pele devido ao stress crónico resultando em inflamação.” Além disso ele “equilibra as hormonas femininas antes da menstruação e alivia muitos sintomas tais como a acne. É fácil estar deficiente de magnésio se você for afeiçoado ao açúcar, álcool, cafeína, ou a todos combinados.

O Magnésio é essencial para o metabolismo dos ácidos gordos essenciais. Estes desempenham um papel fundamental para o equilíbrio hormonal e na “construção” de pele lisa.

Do Livro: Magnésio, o Sal da Vida

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Funções bioquímicas e fisiológicas do magnésio – parte 2

Funções fisiológicas do magnésio

Na actividade e transmissão neuromuscular, o Mg2+ actua sinergicamente ou, em alguns casos, antagonisticamente com o cálcio. As suas propriedades de antagonismo cálcio, aplicadas ao nível das fibras musculares arteriais, dão-lhe um papel protetor nas cardiopatias isquémicas, problemas de ritmo e hipertensão arterial. Durante a contracção muscular compete com o cálcio nos sítios da troponina, parvalbumina, miosina e calmodulina.

Mg2+ tem acção na libertação de histamina dos mastócitos, na libertação de acetilcolina dos nervos terminais colinérgicos e tem um poder sedativo. Tem a particularidade de reduzir as concentrações de dopamina, adrenalina e noradrenalina o que o torna num mineral anti-stress.

O mineral tem um papel crucial na modulação da resposta das células B à glicose por interferência com a permeabilidade ao potássio. É importante na síntese da insulina, sendo considerado por alguns autores como um 2º mensageiro da acção da insulina.

Paolisso e col., acerca de um estudo realizado em 8 diabéticos idosos não insulinodependentes com obesidade moderada, concluíram que a administração de magnésio pode ser um adjuvante útil aos agentes hipoglicémicos clássicos, no tratamento dos diabéticos não insulinodependentes, por aumentar a secreção de insulina, contribuindo assim para a melhoria do controlo metabólico.

Na síntese da paratormona intervém o Mg2+. Este, é ainda necessário ao funcionamento da 11-hidroxilase, enzima interveniente na síntese do cortisol e da aldosterona.

Ao nível do aparelho cardiovascular actua como protector, deprimindo a condutibilidade e irritabilidade do miocárdio.

No sistema de homeostase sanguínea actua como factor antitrombótico . o Mg2+ opõe-se assim a agregação plaquetária por um mecanismo competitivo antagonista com o cálcio, o que foi observado “in vitro”. Este ião atrasa a formação de fibrina por uma acção ao nível da protrombina, factores V, VII e, sobretudo, factores IX e XII.

O Mg2+ serve como catalizador no metabolismo do fósforo e acido pirúvico.

A administração simultânea de Mg2+ e flúor reduz o flúor disponível para o crescimento de ratos, o que pode também explicar o melhoramento da fluorose nos porquinhos-da-Índia.

O Mg2+ é também importante nos seguintes sistemas: sistema da anidrase carbónica e génese do amoníaco; Sistema nervoso central, pelo seu efeito anestésico e narcótico; participação nos sistemas de defesa do organismo, por estimulação da síntese de anticorpos e Interferon; sistema ósseo, pela sua acção na calcificação, inibindo a precipitação do fosfato de cálcio.

Fahin e col. estudaram o efeito de variações do Mg2+ e Mn da dieta, na razão de crescimento e metabolismo de ratos. Concluíram que, restrições de Mg2+ e/ou Mn na dieta reduzem significativamente a razão de crescimento dos ratos e que o Mn pode ser substituído pelo Mg2+, em caso de dietas deficientes naquele mineral.

Durlach e col., a partir do estudo do âmnio humano isolado, demonstraram haver um antagonismo entre o Mg2+ e o chumbo por libertação dos sítios da membrana saturados pelo metal tóxico. Esta propriedade é importante porque, durante a gravidez o magnésio, quer alimentar, quer hídrico pode proteger o âmnio contra os efeitos nocivos do metal cancerígeno e assegurar o trânsito normal dos elementos nutritivos para o feto. Bara, para além destes efeitos, refere ainda que o Mg2+ e a taurina actuam como activadores da transferência iónica, podendo haver um efeito compensador da taurina na ausência de Mg2+ e vice-versa.

Fonte: Baptista, A. M. (1991). MAGNÉSIO: seu papel biológico, nutrição e patologia. pp. 11-14.

Funções bioquímicas e fisiológicas do magnésio – parte 1

Funções bioquímicas e fisiológicas  do magnésio

São numerosas as funções do magnésio dada a sua ubiquidade. O magnésio é um ião essencial para a integridade funcional e estrutural das células. A função mais importante do Mg2+ é a da regulação da permeabilidade da membrana celular.

Segundo um estudo feito por Rayssinguier, em ratos Wintar machos, a deficiência em Mg2+ aumenta significativamente a fluidez ou reduz a microviscosidade da membrana, através do endurecimento da mesma, por ligação do catião ao grupo fosfolipídico.

O Mg2+ é um cofactor intracelular necessário às reacções enzimáticas, principalmente daquelas que envolvem o metabolismo energético, ou seja, nas reacções de transferência de fosfatos, envolvendo a formação e a utilização do ATP .

O catião está envolvido na fosforilação e metabolismo da glicose e na sua descarboxilação oxidativa no ciclo do acido cítrico requerendo tiamina fosfoquinase.

A iniciação da degradação dos ácidos gordos pelas tioquinases necessita deste ião. Ele é requerido igualmente, na actividade das enzimas fosfatase alcalina e pirofosfatase. A acção do magnésio é importante na agregação dos ribossomas e na ligação do RNA mensageiro ao ribossoma 70S, na activação dos aminoácidos e síntese proteica.

Na síntese e degradação do DNA actuam enzimas com a presença do Mg2+. Este é um promotor muito eficiente da duplicação da cromatina.

As enzimas que envolvem a contratibilidade do músculo liso e cardíaco requerem Mg2+ .

O ião também tem um papel muito importante na formação de adenilciclase, enzima requerida para a formação de AMPC.

Kristensen e Horder examinaram a influência da Mg2+ extracelular na alteração celular induzida pela deplecção de ATP, em fibroblastos humanos. Concluíram que, um aumento na alteração da célula pode ser causado pelo aumento da perda de Mg2+ durante a deplecção de ATP, por alteração da permeabilidade celular para o potássio e sódio, ou por um distúrbio na balanço entre Mg2+ e Ca2+.

Tem sido sugerido que o Mg2+ exerce o seu efeito nas concentrações intracelulares de sódio e potássio por influência na actividade da bomba sódio-potássio. O Mg2+ tem também um papel fundamental no equilíbrio ácido-basico e hidroelectrolítico.

Há evidência, a partir de estudos laboratoriais em animais, que o Mg2+  afeta o metabolismo das lipoproteínas.

 Estudos preliminares, em doentes com um padrão aterogénico de colesterol plasmático, demonstraram que a administração de Mg2+ dimínuia o colesterol VLDL+LDL, aumentava o colesterol HDL e baixava o colesterol plasmático total.

O Mg2+ regula a motilidade intestinal por um efeito relaxante sobre a musculatura do intestino. 0 défice do ião pode ser espamogénico, especialmente para os esfíncteres.

Kobayashi e col. avaliaram a acção do Mg2+ na actividade da pseudocolinesterase, importante no diagnóstico das doenças hepáticas, concluindo que este catião aumentava aparentemente a actividade da enzima. 

Fonte: Baptista, A. M. (1991). MAGNÉSIO: seu papel biológico, nutrição e patologia. pp. 11-14.

Parkinson e o Magnésio – Magnésio de A a Z

O que é o Parkinson?

doença de Parkinson, é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurónios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurónios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina (o principal transportador da memória) estão envolvidos na génese da doença.

Magnésio e Parkinson

Estudos científicos afirmam que as concentrações de magnésio podem estar reduzidas em pessoas com parkinson no núcleo caudado.

Professor Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram a doença de Parkinson.

Segundo o Dr. Arnoldo Velloso da Costa, “É valida a especulação de que o magnésio exerce uma influência crítica no processo de envelhecimento, sendo então um agente anti envelhecimento. Um estudo experimental revelou o déficit experimental de magnésio correlacionado com a queda de dopamina no núcleo caudado, uma condição regularmente encontrada na doença de Parkinson. É provável que as alterações dos neurotransmissores sejam correlacionadas com distúrbios endócrinos que acompanham o processo senil. A pesquisa corrente tem evidenciado o papel crucial do magnésio como inibidor da excitotoxicidade induzida pelo calcio através do canal NMDA, onde tem importância o glutamato, um neurotransmissor essencial ao processo de aprendizagem, gerador de circuitos neuroniais. Com o declínio da melatonina, após a fase reprodutiva do organismo, instala-se uma fase de desequilíbrio em relação ao glutamato, fase essa associada à geração descompensada do radical hidroxila levando à destruição progressiva das redes neuroniais, sobretudo do hipotálamo. Estas perdas neuroniais, amplamente estudadas em laboratórios, são correlacionadas com as doenças legadas ao envelhecimento: diabetes, doença de Parkinson, câncer, doenças cardíacas, etc. O magnésio e a melatonina partilham da ação antiexcitoxicidade neuronial e morte neuronial exercida pelo cálcio e pelo glutamato, desenvolvendo assim uma manifesta ação antienvelhecimento.”

Do Livro: Magnésio, o Sal da Vida

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Alzheimer e o Magnésio

Alzheimer e o Magnésio

 

Alzheimer e o Magnésio

 

A doença de Alzheimer é caracterizada pela crescente perca de memória. Manifesta-se, em geral, em pessoas mais idosas. As pessoas atingidas por esta doença recordam-se facilmente dos acontecimentos do passado longínquo, mas têm dificuldade em recordar-se dos acontecimentos mais recentes. É o que se chama amnésia de fixação, em que o doente esquece os acontecimentos à medida que se produzem por ser incapaz de os fixar.

A perda profunda de sinapses é uma das principais características patológicas associadas com a doença de Alzheimer, causando a debilitação da memória.

Um estudo efectuado por Wei et al. (2014), demonstrou que o magnésio é um fator crítico no controle da densidade/plasticidade da sinapse. Os resultados sugerem que a elevação de magnésio no cérebro exerce efeitos protetores sinápticos substanciais.

Em 2004, Guosong Liu e colegas do MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que o magnésio pode ter uma influência positiva na aprendizagem e memória.

“Descobrimos que a elevação de magnésio cerebral levou à melhoria significativa da memória espacial e associativa em ambos os ratos jovens e idosos”, disse Liu, atual diretor do Centro de Aprendizagem e Memória da Universidade de Tsinghua. “(…) estes resultados podem ter um impacto significativo na saúde pública.” Liu é um dos fundadores da Magceutics, uma empresa sediada na Califórnia para o desenvolvimento de medicamentos para prevenção e tratamento do declínio da memória dependente da idade e da doença de Alzheimer.

Ainda, segundo Liu “Metade da população dos países industrializados tem um déficit de magnésio, e que aumenta com o envelhecimento. Se pudermos manter níveis normais, ou mesmo elevados, de magnésio, poderemos ser capazes de diminuir significativamente a perda das funções cognitivas e, talvez, prevenir ou tratar doenças que afetam as funções cognitivas, como, por exemplo, o Mal de Alzheimer”.

Por falta de Magnésio, é gerado um  influxo excessivo de cálcio para células cerebrais, o que após um longo período, gera moléculas de radicais livres que motivam disfunção dessas células e, mais cedo ou mais tarde acabam por eliminá-las. Biliões de neurónios morrem desse fenómeno, e outros biliões ficam gravemente prejudicados. Quando pacientes com mal de Alzheimer são examinados numa necrópsia, sempre há evidencias de intenso acúmulo de cálcio nas células cerebrais.

Para entender os mecanismos moleculares por trás dessa melhoria da memória induzida pelo suplemento de magnésio, os pesquisadores estudaram as mudanças induzidas nas propriedades funcionais e estruturais das sinapses – as conexões entre os neurónios.

Eles descobriram que, em ratos jovens e idosos, o magnésio aumenta a plasticidade entre as sinapses e aumenta a densidade das sinapses no hipocampo, uma região do cérebro crucial para a aprendizagem e para a memória.

Este estudo não apenas destaca a importância de uma dieta diária com uma quantidade adequada de magnésio, como também sugere a utilidade de tratamentos à base de magnésio para a diminuição da memória associada ao envelhecimento, afirmam os pesquisadores.

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A Osteoporose e o Magnésio

Osteoporose e o Magnésio

 

A Osteoporose e o Magnésio

A osteoporose é caracterizada pela diminuição da massa óssea, o que faz com que aumente o risco de fratura. 

Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade óssea. 
 

O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:

 

Níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio: o magnésio estimula a produção de calcitonina, uma hormona que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso. Também suprime a ação de outra hormona ligada ao metabolismo ósseo, a paratormona, reduzindo a reabsorção óssea. O magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar a absorção de cálcio. As reações enzimáticas necessárias para a formação do osso novo são magnésio dependentes.

O magnésio mantém o cálcio dissolvido no sangue. Sem o equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, em uma razão de um para um, o cálcio acaba se depositando nos rins (podendo formar pedras), nas artérias coronárias (resultando em artérias obstruídas) e nas cartilagens das articulações, em vez de chegar aos ossos, onde mais precisamos. Quanto mais cálcio ingerir sem o efeito equilibrante do magnésio, mais sintomas de deficiência em magnésio e excesso de cálcio está sujeito a vivenciar.

A deficiência de magnésio no organismo reduz a absorção e o metabolismo do cálcio, impedindo que a quantidade correta do mineral seja direcionada à formação de ossos mais fortes. Por isso, a dieta que atua na prevenção de doenças como a osteoporose deve contar também com o magnésio.

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