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POR QUE OCORREM AS DOENÇAS?

POR QUE OCORREM AS DOENÇAS?

Em muitos estudos foi constatado que o ambiente ácido é a marca do cancro, do diabetes, da esclerose e, provavelmente, de todas as doenças, pois no organismo ácido falta oxigénio, que é o selo distinto das doenças; enquanto no organismo saudável a sua marca é a alcalinização, ou corpo oxigenado.

O nosso corpo é formado, na sua maior parte, de água. Mais de 70% do nosso peso é água. Por isso, a nossa alimentação altera a qualidade da água do nosso corpo.

Imagine uma piscina onde, todo o dia, várias pessoas entram para nadar. Uns chegam suados, outros com doenças de pele, aquele outro com bronzeador e todos entram na água e ficam por algum tempo dentro dela.

Agora imagine o nosso corpo como uma piscina! Os nossos alimentos são como as pessoas que entram na piscina. Alguns alimentos contêm bactérias, outros estão cheios de produtos químicos. Alguns têm validade vencida, outros já estão em putrefação. Alguns alimentos chegam saudáveis à nossa casa, como aquela pessoa que se lava antes de entrar na piscina, mas ao sair da água está contaminada com as impurezas físicas e químicas deixadas pelas outras pessoas. Assim como o alimento que chega saudável e fica contaminado em contato com alimentos estragados, ou por ter sido processado de forma inadequada.

A água de uma piscina muda de coloração em poucas horas de uso. Após o tratamento com cloro e outros produtos, a água apresenta um pH em torno de 10,5 a 12,5, portanto, alcalino. O pH vai se tornando ácido algumas horas após o uso. Se não for feita uma correção no pH, a água entra em processo de degradação e fica verde em função dos microorganismos que proliferam em ambientes ácidos. Colónias de fungos e bactérias vão se multiplicando e “matando” a água. Quando a água chega a um determinado ponto de acidez, não adianta fazer correção de pH, ela morre. É preciso trocar a água.

Assim também ocorre com as nossas águas internas. O consumo de alimentos como leite, carne, café, bebidas alcoólicas, produtos industrializados, etc., vai alterando o pH do nosso corpo e deixando-o ácido. O ideal é mantermos o pH do sangue entre 7,30 e 7,45. Se a acidez no nosso sangue ficar bem abaixo de 7 a morte é certa, não tem remédio nem troca de água.

Quando consumimos frutas, verduras e legumes, que são alcalinizantes, fazemos uma correção do pH e eliminamos a acidez. No exemplo acima, a água da piscina se torna ácida e requer tratamento químico para ficar com o pH alcalino. No nosso organismo a única forma de tornar os nossos líquidos corporais com o pH adequado é consumindo alimentos alcalinos, ou que tenham a função de alcalinizar, como o limão, que, mesmo sendo ácido, funciona alcalinizando o sangue e outros líquidos do corpo.

Quando o pH do nosso sangue fica abaixo de 7,2 os fungos e bactérias instalam-se no organismo e iniciam a criação de colónias. Estas colónias tornam-se ativas em locais húmidos e de fácil circulação, como os canais no interior das mamas, do útero, ovários, próstata, pulmões etc..

Quando a colónia fica comprimida pela falta de espaço ou pela superpopulação, ocorre a migração daquele ponto para outros nas mesmas condições. É quando a medicina fala em metástase. Em muitos estudos foi constatado que o ambiente ácido é a marca do cancro, do diabetes, da esclerose e, provavelmente, de todas as doenças, pois no organismo ácido falta oxigénio, que é o selo distinto das doenças; enquanto no organismo saudável a sua marca é a alcalinização, ou corpo oxigenado.

Estes estudos concluem que as células saudáveis se encontram em ambientes levemente alcalinos, cheias de oxigénio e as células doentes são ácidas, não têm oxigénio. As células saudáveis morrem num ambiente ácido, enquanto as células doentes morrem num ambiente alcalino.

A Dra. Conceição Trucom afirma:  “fungos e aftas só acontecem, só proliferam ou se instalam em meio ácido, em organismos ácidos. Em organismos alcalinizados tal fenômeno não tem como acontecer ou se perpetuar”.

“Repetindo o que já se sabe faz um século pela cultura Biodinâmica e muitos centros de medicina naturalista: fungos, vírus, bacilos e bactérias só proliferam em meio ácido, ou seja, em organismos ácidos, em solos ácidos. E, organismos ácidos, seja um solo, um animal ou ser humano, revelam um estado de subnutrição, desmineralização, doença, envelhecimento e morte. Então, a verdadeira causa das doenças, no caso as infecções, candidíases e aftas, assim como o cancro, acontecem porque a alimentação moderna, industrializada, aditivada e refinada é altamente acidificante. (Conceição Trucom)”.

Assim fica fácil de entender porque as doenças surgem

Quando comemos ou bebemos alguma coisa ácida, o nosso corpo fica doente. Quando comemos ou bebemos alguma coisa alcalina, o nosso corpo fica saudável. Mas não é só a acidez que causa doenças. Ela é uma das responsáveis por um estado de degradação do corpo humano. Se a alimentação é inadequada, vai ocorrer a acidez. Se o corpo está ácido, fungos, vírus e bactérias vão colonizar o corpo. Mas:

• Se consumir leite e derivados, vai ocorrer uma desordem imunológica e surgirão as doenças autoimunes;

• Se não tomar sol pela manhã, vai haver deficiência de vitamina D3 e alterar o metabolismo do corpo propiciando o surgimento de doenças degenerativas como a Esclerose Múltipla, Osteoporose, Arteriosclerose, Mal de Parkinson e Alzheimer, doenças cardíacas, e muitas outras.

A acidez do organismo, junto com o consumo de leite e a falta da vitamina D vai provocar uma desordem nas reações químicas alterando o metabolismo celular. Esta alteração vai provocar o surgimento de janelas que permitirão a manifestação de vários tipos de doenças.

Assim ocorrem as doenças!

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

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https://casaescolaantonioshiva.com/comunidade/

AS VACINAS

AS VACINAS

AS VACINAS

Segundo a doutora Ghislaine Lanctot e outros profissionais da saúde, especializados em Saúde Pública, as autoridades sanitárias mentem quando dizem que as vacinas protegem, sendo que a única imunidade autêntica é a natural e essa, 90% da população a adquire antes dos 15 anos. E mais, as artificiais curtocircuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo, além de outros riscos que são ocultados.

INGREDIENTES DAS VACINAS

Sulfato de amónio: composto inorgânico usado como fertilizante. Obtido sinteticamente por reação da amônia com o ácido sulfúrico.

– Suspeita de envenenamento do sistema gastrointestinal, fígado, nervos e vias respiratórias.

Beta-propiolactone: composto orgânico da família das lactonas. É um desinfetante e muito usado para esterilizar plasma sanguíneo, vacinas, enxertos de tecidos e instrumentos cirúrgicos.

– É conhecido por causar cancro, suspeita de envenenamento do sistema gastrointestinal, órgãos, fígado, pele e sistema sensorial.

Levedura geneticamente modificada: ADN de animais, bactérias e vírus.

– Pode ser incorporado ao ADN do receptor, causando mutações genéticas desconhecidas.

Látex: utilizado na indústria para confecção de preservativos, luvas e drenos cirúrgicos.

– Pode causar reações alérgicas de intensidade variável. 

Glutamato monossódico: usado pelas indústrias alimentícias para realçar o sabor dos alimentos, enganando o cérebro.

– Pode causar mutações genéticas, malformação do feto, retardar o desenvolvimento das crianças, danos reprodutivos e reações alérgicas graves.

Alumínio: muito usado no mundo moderno numa série de materiais, equipamentos e produtos.

– A sua ingestão pode causar dano cerebral, demência, surdez, suspeita de ser o causador da doença de Alzheimer. As reações alérgicas podem ser de leves a graves.

Formaldeído: A solução aquosa a 40% denomina-se formol ou formalina. Usado para produção de resina e diversos produtos químicos. É agente esterilizante, preservante de cosméticos, embalsamação e conservação de cadáveres e peças anatômicas.

– Provoca intoxicação do intestino, fígado, sistema imunológico e reprodutivo, ligado à leucemia, cancro de cólon, cérebro e do sistema linfático.

Microrganismos: Vivos e mortos, vírus e bactérias ou as suas toxinas. A vacina contra a poliomielite foi contaminada com um vírus de macaco, que termina nos ossos humanos, revestimento do pulmão (mesotelioma), tumores cerebrais e linfomas.

Polissorbato 80: um estabilizador utilizado em produtos como sorvetes, produtos lácteos, comprimidos de vitaminas, loções, cremes e produtos médicos.

– É altamente tóxico e provoca choques anafiláticos e cancro em animais.

Try(n)butylphosphate: Utilizado em centros de pesquisa nuclear para extração, por solvente, de urânio, plutónio e tório.

– Seu uso provoca danos nos rins e no sistema nervoso.

Glutaraldeído: Usado em desinfetantes e esterilizantes ambulatoriais e hospitalares.

– Embora seja usado em ambiente médico, é altamente tóxico e causa severas irritações nos olhos, garganta e pulmões. É conhecido por causar deformidades em cobaias.

Gelatina: Produzido a partir da pele de vacas e bezerros, dos ossos e outras partes do gado e da pele de porco. É muito utilizada em alimentos, produtos médicos e certas indústrias.

– Reações alérgicas têm sido provadas em muitos medicamentos e vacinas.

Sulfato de gentamicina e Polimixina B: (antibióticos) Usados para o tratamento de infecções por bactérias (…)

– Reações neurotóxicas e alérgicas podem surgir, além de paralisia respiratória em pacientes com problemas renais.

Mercúrio (timerosal): Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas. Ele é usado na indústria de termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes e muitos outros produtos.

– Pode provocar danos ao cérebro, intestino, fígado, medula óssea e rins. No sistema nervoso, pode causar lesões leves e até vida vegetativa ou morte.

Fenol / fenoxietanol: Usado na produção de baquelite, corantes, medicamentos, fixador de perfumes, repelentes de insetos, tintas, resinas, pomadas e também como anestésico na aquacultura, conservante, antisséptico e protetor solar.

– É altamente tóxico para as células e afeta o sistema nervoso central, fígado e os rins. É corrosivo e fatal se ingerido.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

A FRAUDE DO CANCRO

A FRAUDE DO CANCRO

A FRAUDE DO CANCRO

Desde o século XIX os cientistas estudam o cancro e, por mais incrível que pareça, nenhum deles apresentou uma terapia capaz de curá-lo.

O que impede a ciência de apresentar um trabalho mostrando os avanços da medicina e apontando uma direção que leve à cura definitiva do cancro?

A população vive em estado de medo e quando se fala de uma doença como o cancro, que pode ser curado com pouco mais de 100 dólares, ninguém acredita, prefere ser a próxima vítima do sistema de saúde e receber venenos como quimio, cobaltoterapia e radioterapia, que matam 93% dos seus pacientes. É um assassinato em massa! Um verdadeiro genocídio!

Alguns médicos apresentaram soluções terapêuticas modernas, criativas, baratas e eficazes, mas acabaram sendo ridicularizados pelos seus pares, pelos controladores das mídias e dos sistemas de saúde no mundo inteiro. Como a medicina alopática é um grande negócio, os seus controladores não querem perder a oportunidade de ganharem mais dinheiro. Não importa se o paciente irá morrer ao final do tratamento, o que importa é o lucro que ele representa.

A batalha contra o cancro existe, mas a parte mais fácil é combater a doença física; as outras partes são culturais e doutrinárias. A parte cultural é a postura do paciente em acreditar, sem reservas, naquilo que os médicos alopatas lhe dizem; a doutrinação faz parte daqueles que querem manter os seus privilégios tanto quanto daqueles que não estão interessados em tentar novas técnicas.

Os médicos oncologistas e os defensores dos “métodos científicos confiáveis” são os menos qualificados para julgar a eficácia de uma terapia que representa uma alternativa para o que eles praticam. Esses profissionais (?) representam quase um século de falhas, fraudes, sofrimento e mortes. É quase um século de escuridão ideológica, repressão cultural e mistificação, tudo isso para evitar a descoberta da cura para o cancro.

No início do século XX, vários médicos estudavam o cancro; dentre eles os doutores Alexis Carrel, Johannes Andreas Grib e Otto Heinrich Warburg chegaram a ganhar o Nobel de Medicina e Fisiologia pelas suas pesquisas inovadoras.

A lista das prováveis causas do cancro, desenvolvida pelo Dr. Johannes Andreas Grib Fibiger em 1911, é seguida até hoje pela maioria dos médicos e hospitais. Mas foi o Dr. John Henry Tilden, no início do século XX, quem elaborou os sete estágios das doenças e trouxe uma nova luz para os tratamentos alternativos das muitas doenças incuráveis da medicina alopática, entre elas o cancro.

Devido ao altíssimo índice de mortalidade, é normal que o medo dessa doença terrível e devastadora se instale na sociedade, produzindo uma sensação de impotência e de resignação, onde os sistemas de saúde fazem de tudo para convencer a população sobre os méritos dos medicamentos e dos bons resultados obtidos. As estatísticas oficiais criaram um índice artificial de 50% de sobrevivência, índice que permanece imutável nos últimos 25 anos.

Esta é uma informação terrível, principalmente, quando o paciente depende de um plano de saúde que vai definir o tipo de tratamento, o local e a duração do mesmo. Neste caso o paciente não tem escolha. O seu tratamento vai ser baseado no padrão médico do lucro e o protocolo medicamentoso será em cima dos efeitos. Ou seja, vai morrer tomando quimioterápicos e sendo queimado pela radioterapia.

Nessa dualidade de interesses conflitantes entre sistema de saúde e desejo do paciente, surge um terceiro elemento que pode mudar o panorama e eliminar os conflitos: A boa Medicina Alternativa.

Claro está que um dos interesses, o corporativo, não vai gostar da nova situação e o Conselho profissional vai se manifestar pedindo ao Conselho Federal de Medicina Alopática as providências adequadas, alegando que um intruso, usando uma tecnologia não científica, roubou-lhe o paciente e que por isso vai perder dinheiro. Essa é uma briga a ser resolvida nos tribunais. Ao paciente interessa apenas a cura, venha ela de onde vier, e de preferência fora das estatísticas artificiais de sobrevivência.

Este terceiro elemento é a Medicina Alternativa, representada por duas técnicas de cura baseadas em procedimentos distintos. Uma, desenvolvida pelo médico italiano Tullio Simoncini, trata os tumores com água e bicarbonato de sódio, tendo curado centenas de pacientes fora dos protocolos impostos pelo sistema médico alopático.

Outra, criada pelo médico alemão Max Gerson, trata o paciente de forma holística, usando alimentos orgânicos numa terapia de desintoxicação total, com o uso de concentrações elevadas de nutrientes na forma de sumos e complementos minerais.

A Terapia criada pelo doutor Tullio teve como base uma teoria do Dr. Otto Heinrich Warburg, que definia o cancro como resultado de uma infecção por fungos quando o corpo tornava-se ácido. Os nódulos ou gânglios seriam colónias de fungos cercadas por glóbulos brancos que aumentavam de tamanho na medida em que o sistema imunológico continuava enviando os seus soldados (glóbulos brancos) para eliminar as colónias.

O Dr. Tullio alterou o protocolo científico, inovando com um tratamento eficaz contra todos os tipos de cancro, por isso passou a ser alvo de processos e de interdição pelo sistema de saúde da Itália. O Tribunal de Cassação falou a favor da liberdade terapêutica do médico, mas o sistema de saúde simplesmente ignorou isso e também o novo tratamento que colocaria a Itália e o seu serviço de saúde na vanguarda das mudanças terapêuticas.

O sistema de saúde Italiano tinha motivos para ignorar e até abolir qualquer terapia que superasse a tecnologia oficial, pois todo o sistema funciona para atender os interesses e privilégios dos grupos ligados aos laboratórios farmacêuticos internacionais. Mas não é só o sistema de saúde que é contrário às mudanças, pois o status cultural da população, enraizado no preconceito do novo, do diferente, do que é contrário as normas impostas pelos poderosos, obriga muita gente a estabelecer distância, enquanto outros, mais doutrinados no não pensar, entorpecidos nas habilidades de analisar e de ampliar a mente em relação a alguma pessoa com algo novo, passa a hostilizar, sem motivo e gratuitamente, aquilo que serviria para curar pessoas da sua própria família.

Na Terapia do Bicarbonato de Sódio, como ficou conhecida, os tumores são borrifados pela solução de água bicarbonatada ou a solução injetada diretamente dentro deles. É um tratamento eficaz por alcalinizar o ambiente infectado, eliminando os agentes que invadem, colonizam e proliferam em ambientes ácidos e de pH abaixo de 7,2.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS – ACUMULO DE TOXINAS

7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS - ACUMULO DE TOXINAS

OS 7 ESTÁGIOS DAS DOENÇAS – O ACUMULO DE TOXINAS

COMO OCORREM AS DOENÇAS?

Alterações bioquímicas e morfológicas pelo depósito de toxinas endógenas e exógenas levam à degeneração e à morte celular.

O PRINCÍPIO DE TODAS AS DOENÇAS – O ACUMULO DE TOXINAS

Segundo o Dr. John Henry Tilden, todas as doenças têm um roteiro de sete estágios, que ele formulou no início do século XX e que foi bem detalhada pelo Dr. Gabriel Cousens no seu livro sobre a cura do diabetes e que pode ser lido na sequência:

ESTÁGIO 1: ENERVAÇÃO ou INTOXICAÇÃO

Enervação é a redução da energia nervosa, pela qual as funções normais de manutenção e eliminação do corpo são debilitadas, sobretudo a eliminação de toxinas endógenas e , ou seja, criadas de dentro (por meio de processos metabólicos normais) e de fora (que nos dias de hoje incluem as 65.000 toxinas no nosso meio-ambiente, criadas pelo homem e as excitotoxinas, aditivos alimentares e toxinas geradas pelo ato de cozinhar e processar alimentos). A pessoa nesse estágio é geralmente inativa, vive num ambiente tóxico e consome toxinas que não são eliminadas pelo organismo no tempo adequado.

ESTÁGIO 2: TOXEMIA ou INTOXICAÇÃO GENERALIZADA

A estagnação do primeiro estágio leva a um acúmulo de toxinas no corpo, substâncias que começam a saturar o sangue, a linfa e as células. O estágio 2 caracteriza-se pela letargia e, no caso do diabetes, já temos células que estão desenvolvendo pré-condições para serem insensíveis à sinalização da insulina por estarem intoxicadas. Entre as fontes comuns de toxemia estão diversas toxinas endógenas e exógenas, que hoje podem ser reconhecidas como pré-condições para o diabetes.

Algumas toxinas endógenas: Internas

– Resíduos metabólicos, subprodutos tóxicos no âmbito celular;

– Resquícios desperdiçados da atividade celular;

– Células mortas;

– Sofrimento e excessos emocionais e mentais e;

– Excessos, fadiga e sofrimento físico.

Algumas toxinas exógenas: Externas

– Alimentação artificial;

– Alimentos naturais prejudicados por cozimento, refinação e adição de conservantes;

– Combinações inadequadas de alimentos, resultando em toxinas endógenas;

– Uso de medicamentos, ervas processadas e suplementos;

– Uso de álcool, tabaco e todas as formas de drogas;

– Poluentes ambientais, comerciais e industriais e;

– Ar e água impuros.

ESTÁGIO 3: IRRITAÇÃO ou pré-INFLAMAÇÃO

O corpo fica irritado pelo acúmulo de toxinas no sangue, na linfa e nos tecidos, e o espaço intersticial entre as células começa a parecer um depósito de lixo tóxico. As células e os tecidos onde ocorre o acúmulo são irritados pela natureza tóxica desses resíduos, resultando em inflamação.

ESTÁGIO 4: INFLAMAÇÃO

O corpo enervado agora sofre as consequências da toxemia. As células ficaram irritadas, e, após as alterações celulares e a degeneração do corpo, ocorre a inflamação propriamente dita. O processo inflamatório produz as famosas “ites”. Na pele, dermatite. Na garganta, amigdalite e, depois, faringite, esofagite. No estômago, temos a gastrite. No intestino delgado, ileíte. No cólon, colite. No coração, pode haver cordite. No fígado, hepatite. Ou seja, você pode ter uma inflamação (uma “ite”) em qualquer parte do corpo. Ou várias partes do corpo…

ESTÁGIO 5: ULCERAÇÃO ou INFLAMAÇÃO CRÓNICA

A úlcera pode ser vista como consequência da degeneração do corpo. Qualquer tecido pode sofrer ulceração, mas as de pele são as mais conhecidas. Os tecidos são destruídos. O corpo cria úlceras, formando uma saída para o acumulo tóxico e a pessoa sofre a multiplicação e piora dos sintomas, acompanhadas da intensificação da dor.

ESTÁGIO 6: ENRIJECIMENTO

Enrijecimento significa endurecimento ou formação de cicatrizes nos tecidos. O enrijecimento resulta de inflamação crónica de longa data com acessos de inflamação aguda. A inflamação crónica debilita ou torna a circulação mais lenta, e, como algumas células não resistem, são substituídas por cicatrizes. É assim que perdemos células saudáveis – pela inflamação crónica e morte das células. A aterosclerose é uma forma de enrijecimento. Com pouca ou nenhuma circulação, acúmulo de toxinas e pouco oxigênio, criamos as condições para o sétimo estágio da doença: proliferação de fungos ou cancro.

ESTÁGIO 7: PROLIFERAÇÃO DE FUNGOS

Quando as condições internas se deterioram a ponto de inviabilizar os processos aeróbicos (que precisa de ar ou oxigênio), as células podem voltar a uma forma mais rudimentar de sobrevivência. Alterações bioquímicas e morfológicas pelo depósito de toxinas endógenas e exógenas levam à degeneração e à morte celular. As células podem se manter por processos anaeróbicos (dividindo o oxigênio existente em matéria orgânica), os mesmos usados por muitas bactérias. Quando as células mudam de forma e função dessa maneira, o oncologista lhe dá a má notícia: cancro.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

Dr. Johannes Andreas Grib Fibiger – os tumores são massas de células que surgem pela divisão inapropriada de uma célula-mãe, na qual a expressão dos genes que regulavam essa divisão está alterada. A listagem de causas prováveis do cancro foi desenvolvida por ele e seguida até hoje pela grande maioria dos médicos e hospitais.

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

Quando pesquisei os trabalhos dos profissionais da área médica que foram agraciados com o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, descobri que muitas doenças, inclusive o cancro, já haviam sido estudadas há mais de um século, conforme relatam os Médicos Dr. Alexis Carrel, Dr. Johannes Andreas Grib Fibiger e o Dr. Otto Heinrich Warburg.

Os seus trabalhos tiveram uma importância muito grande para a ciência, principalmente a fisiologia do cancro O Dr. Alexis Carrel (1873-1944) laureado em 1912, com o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, pelo seu trabalho sobre sutura vascular e transplante de vasos sanguíneos e órgãos, foi um grande incentivador de muitos médicos na área de transplantes, inclusive o Dr. Christian Neethling Barnard (1922-2001), a realizar o primeiro transplante de coração, em 1967. Além de médico, o Dr. Alexis Carrel era também escritor, tendo publicado vários livros como “O Homem, Esse Desconhecido”, em 1935, onde ele defende a eutanásia de criminosos incuráveis e perigosos; Oração, em 1944; Reflexões sobre a conduta da vida, em 1950 (póstumo); e Viagem a Lourdes, em 1959 (póstumo).

Os trabalhos do Dr. Carrel, apoiados por verbas do Rockefeller Institute, levaram-no a pesquisar várias áreas da medicina e ele chocou o meio científico com a manutenção de um coração de um embrião de galinha funcionando por 27 anos. Isto mesmo, VINTE E SETE ANOS. Como ele fez isso? Simplesmente trocando, todo dia, a água que alimentava o coração.

O Médico e Professor da Universidade de Copenhagen, Dr. Johannes Andreas Grib Fibiger (1867 – 1928), com seu trabalho experimental sobre cancro em ratos e a descoberta do carcinoma Spiroptera, o que lhe valeu o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina de 1926, observou que os tumores são massas de células que surgem pela divisão inapropriada de uma célula-mãe, na qual a expressão dos genes que regulavam essa divisão está alterada. A listagem de causas prováveis do cancro foi desenvolvida por ele e seguida até hoje pela grande maioria dos médicos e hospitais.

Pesquisei, também, os trabalhos do Dr. Otto Heinrich Warburg (1883 – 1970) que foi laureado em 1931, com o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina pela descoberta sobre as enzimas que têm participação no processo de Oxidação em Células Vivas, particularmente em células do cancro. É dele o método de medição da quantidade de oxigênio absorvido por um tecido celular vivo, importante nas pesquisas em processos de metabolismo de tecidos cancerosos.

Os profissionais agora pesquisados não foram laureados com o Nobel; no entanto, todos eles são merecedores de muitos prêmios. Durante o período das pesquisas, tive muitas surpresas. Umas boas, outras, nem tanto. Mas, um trabalho ou o conjunto dele, deixou-me fascinado.

Refiro-me aos trabalhos do Dr. John Henry Tilden (1851 – 1940), um médico simples que viveu uma vida inteira dedicada à sua medicina inovadora, a medicina que cura sem o uso de medicamentos. É dele a teoria da cura de toxinas, baseada no princípio de que a toxemia é a origem de todas as doenças e o remédio é uma alimentação saudável. É dele a formulação dos sete estágios da doença: Intoxicação, Toxemia, Irritação, Inflamação, Ulceração, Endurecimento e Proliferação de Fungos.

Na sequência das pesquisas, conheci o trabalho do Médico Italiano, Dr. Tullio Simoncini, médico especialista em oncologia, diabetes e desordens metabólicas, que constatou algo simples e que considera a causa do cancro. Ele observou que todo paciente oncológico apresenta quadro repetitivo de aftas, sintoma já indicado pela comunidade médica, mas sempre tratado como uma infecção oportunista por fungos: a famosa cândida Albicans, ou candidíase.

A constatação de que todos os tipos de cancro apresentam essa característica, ou seja, vários tipos de tumores, mas em comum a manifestação de aftas no paciente, que se sabe é um sintoma de acidez metabólica. Então, pensou ele: não seria o contrário? A causa de o cancro ser a proliferação descontrolada do fungo? E este foi o raciocínio do Dr. Simoncini: para exterminar esses fungos vou neutralizar este meio doentio e ácido com alcalinização. Assim, ele fez uso do agente neutralizador de acidez mais antigo e simples que a humanidade conhece: o bicarbonato de sódio.

Ele foi banido da comunidade médica italiana, mas foi bem recebido pela Associação Americana contra o cancro quando lá apresentou sua monografia e as bases da terapia de alcalinização com o bicarbonato de sódio. Assim ele começou, na América, a tratar seus pacientes com lavagens de água e bicarbonato de sódio, um trabalho de controle METÓDICO da eliminação dos tumores. Resultados surpreendentes começaram a acontecer. Tumores de pulmão, próstata, intestino, útero, mama e outras partes do corpo desapareceram, juntamente com as aftas. Desta forma, muitos pacientes de cancro foram curados e hoje comprovam com seus exames os resultados positivos do tratamento.

Lógico que este tratamento, em muitos casos, é um procedimento médico hospitalar, por isso deve ser feito por um médico alopata com os recursos que só existem nos hospitais ou clínicas especializadas e apoiadas pelos equipamentos necessários aos procedimentos e controles da operação, junto de uma equipe médica. Este processo de cura não tem os efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia, sendo, em muitos casos, curados em muito menos tempo. Mas, existem procedimentos que podem ser feitos pelo próprio paciente, desde que ele tenha acesso aos locais infectados.

Dr. Max Gerson (1881-1959), foi outro médico que muito contribuiu para a cura do cancro. Nascido na Alemanha, frequentou as universidades de Breslau, Wuerzburg, Berlim e Freiburg. Sofrendo de enxaqueca severa, o Dr. Gerson usou sua experiência e seu conhecimento acadêmico para criar uma dieta para suas dores de cabeça.

Um dos seus pacientes, que fazia um tratamento de tuberculose de pele, curou-se da tuberculose 51 após fazer uso da “dieta da enxaqueca”, como ficou conhecida a terapia do Dr. Gerson. Essa descoberta levou o Dr. Gerson a estudar ainda mais a dieta criada por ele, usando-a com sucesso para tratar outros pacientes com tuberculose de pele. Seu trabalho acabou chegando ao conhecimento de outros profissionais, como do cirurgião Dr. Ferdinand Sauerbruch, que o convidou para trabalhar no Hospital da Universidade de Munique, onde ele criou um programa de tratamento da tuberculose de pele; chegou também ao prêmio Nobel Albert Schweitzer, a quem curou de um diabetes tipo II e a esposa de Schweitzer, de tuberculose pulmonar.

A sua dieta foi testada e aprovada, com sucesso, no tratamento de doenças cardíacas, insuficiência renal e, finalmente, o cancro. Morando nos Estados Unidos, após ter fugido do nazismo onde perdeu todos os seus sete irmãos, foi licenciado somente em 1938 para exercer sua medicina no Estado de Nova York, onde curou centenas de pacientes com cancro e que tinham sido desenganados pela medicina ortodoxa com os tratamentos convencionais. Seu protocolo dietético foi proibido nos Estados Unidos, em 1946, após denúncias de que sua dieta afetava a saúde das pessoas, mas ele continuou defendendo sua dieta e escrevendo artigos sobre a terapia e histórias de casos de pacientes curados.

Em 1958, ele publicou “A Cancer Therapy” (A Terapia do Cancro), no qual relata 50 casos de cura do cancro, detalha suas teorias, o tratamento e os resultados alcançados. O Dr. Max Gerson morreu, em 1959, por envenenamento, sendo a sua secretária acusada como responsável, após ter sido flagrada entregando seus manuscritos a pessoas que lhe faziam oposição nos tratamentos médicos.

O trabalho do Dr. Max e sua terapia continuaram através da sua filha Charlotte Gerson, que criou o Instituto Gerson para tratamento do cancro e atua em vários países, sendo, até hoje, proibida nos Estados Unidos. Por isso, sua filha Charlotte e seu neto Howard Straus Max Gerson, criaram em Tijuana, no México, o Centro de Terapia Gerson, onde atendem pessoas com diagnóstico de cancro de todas as partes do mundo.

(…)

Renato dias

MÉDICOS QUE ESTUDARAM O CANCRO

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

A FRAUDE DA AIDS

A FRAUDE DA AIDS

A FRAUDE DA AIDS

A AIDS com os seus coquetéis tem uma taxa de mortalidade de 100%, ou seja, a medicina está assassinando milhões de pessoas no mundo inteiro, pois essas drogas aceleram a destruição do sistema imunológico sem o objetivo de curar qualquer doença.

A medicina alopática tomou rumos tão bizarros que até os médicos já estranham o volume de mentiras e fraudes envolvendo medicamentos, curas e mortes. Dizer que a quimioterapia e a radioterapia curam cancro é para a maioria dos profissionais da saúde uma verdadeira piada; esses medicamentos matam mais do que todas as doenças juntas.

Outro assassino em série é o AZT, criado originalmente para tratar o cancro, foi substituído pela quimioterapia que era mais rentável, por isso ele ficou no depósito até ser arranjada uma função em que ele pudesse ser aplicado. Arranjaram a AIDS. Ou melhor, criaram uma doença para usar o AZT. Só que o AZT matava mais que a químio e radioterapia juntos, por isso tiveram que criar ajudantes para minimizar as noticias das mortes causadas pelo AZT/AIDS.

Criaram uma campanha de marketing baseada no terror e alicerçada em três pilares: sexo, drogas e pobreza. Esses pilares serviriam para buscar ajuda externa e apoiar o uso do AZT como solução de cura para uma doença terrível que era transmitida através do sexo ou das drogas injectáveis.

Esse apoio chegou através das religiões, da mídia e do sistema de saúde como um todo. Em qualquer igreja, templo ou casas de orações, o palestrante sempre falava dos riscos da AIDS, das drogas e do sexo sem proteção. A mídia escrita, falada e televisionada também queria participar do evento que vendia notícias e colocava qualquer veículo de comunicação em destaque.

Aumentou o consumo de drogas, o uso de preservativos e a venda de AZT para os governos usarem na população. Qualquer pedido de exame de sangue era acompanhado de um pedido de HIV. Como os exames estavam sendo manipulados desde a sua criação pelo Dr. Robert Gallo, o número de HIV- positivos aumentou.

Com isso o consumo de AZT disparou e os laboratórios farmacêuticos lucraram bilhões e bilhões de dólares. Esta talvez seja a maior fraude da história médica envolvendo a medicina alopática, os seus médicos, os seus hospitais, clínicas, laboratórios farmacêuticos, órgãos de controle como CDC, FDA, Ministérios da Saúde de vários países, governos e a super poderosa OMS.

A AIDS com os seus coquetéis tem uma taxa de mortalidade de 100%, ou seja, a medicina está assassinando milhões de pessoas no mundo inteiro, pois essas drogas aceleram a destruição do sistema imunológico sem o objetivo de curar qualquer doença.

Em 1983, o pesquisador do Instituto Pasteur de Paris, Luc Montagnier, publicou um artigo na Revista Science descrevendo um retrovírus, que ele e a sua equipa chamaram de LAV (lymphadenopathy associated virus ou vírus associado à linfadenopatia), isolado de um paciente com suspeita de Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS).

Os estudos sobre esse vírus foram repartidos com Robert Charles Gallo, que, inclusive, recebeu de Montagnier uma amostra desse vírus. Em 1984, Robert Gallo (com a sua equipa) publicou uma série de artigos científicos descrevendo um retrovírus, que ele chamou de HTLV-III, convicto de que ele estava relacionado aos vírus da leucemia de um trabalho anterior, e que seria a causa da AIDS.

Luc Montagnier e Robert Gallo brigaram na justiça desde 1985 pela patente desta descoberta, até que em 1987 os dois concordaram em dividir igualmente o produto da patente, ficando Montagnier e Gallo como co-descobridores.

No final da década de 80 a Burroughs – Wellcome Pharmaceutical convidou Robert Gallo para elaborar um teste de positividade baseado nos seus estudos, nascendo assim o teste ELISA, baseado na presença de anticorpos do HIV. Neste ponto, inicia a fraude do HIV/AIDS. Os testes de AIDS são testes de anticorpos, que vão gerar um resultado positivo quando o organismo cria um defensor para abater um elemento estranho, neste caso um vírus qualquer das seguintes doenças: caxumba, difteria, tuberculose, malária, doenças venéreas e mais 50 outras doenças em que serão produzidos anticorpos para combatê-las.

Se existe o anticorpo e não existe o vírus, isto quer dizer que o organismo venceu o invasor. Portanto, um teste de AIDS vai detectar um anticorpo, não o vírus. Se houver vírus, ele pode ser de qualquer das doenças relacionadas, inclusive o HIV, porém, sem o risco da doença da Aids porque o HIV é inofensivo ao nosso organismo. No caso de um vírus detectado, seja ele de caxumba, difteria, malária etc., o organismo vai combatê-lo criando anticorpos, caso contrário, a doença se instala e necessitará de tratamento adequado para aquela doença.

Trocando em miúdos: O melhor conselho é ficar longe dos chamados “Testes de AIDS” e também longe de qualquer médico que defenda este tipo de teste.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE