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A Bioquímica da Juventude

O magnésio é o mineral da juventude que impede a calcificação dos nossos órgãos, células e tecidos, que são as características da velhice relacionadas à degeneração do corpo físico.

Uma célula saudável tem um elevado nível de magnésio e baixo nível de cálcio

O Dr. Budwig Seeger, na Alemanha, divulgou um estudo em que o cancro é o resultado de uma falha no metabolismo energético das células, as mitocôndrias. Uma redução semelhante na produção de energia tem lugar quando estamos com idade avançada. A grande maioria das enzimas envolvidas na produção de energia exige o magnésio.

Uma célula saudável tem um elevado nível de magnésio e baixo nível de cálcio. Cerca de 30% da energia das células é usado para bombear o cálcio para fora das células. Quanto mais alto for o nível de cálcio e baixo o nível de magnésio, mais difícil para as células bombearem o cálcio para fora. O resultado é que com baixos níveis de magnésio nas células, gradualmente as mitocôndrias se calcificam e a produção de energia diminui.

A bioquímica da juventude

Nós podemos dizer que a nossa idade bioquímica é determinada pela relação entre o magnésio e o cálcio dentro das nossas células. Com a sua ação antimicrobiana, antibacteriana e propriedades imunoestimulantes, o cloreto de magnésio ainda mantém o corpo jovem e saudável.

O cloreto de magnésio é necessário para produzir uma grande quantidade de ácido gástrico a cada dia e é também necessário para estimular as enzimas digestivas do amido. O magnésio é o mineral da juventude que impede a calcificação dos nossos órgãos, células e tecidos, que são as características da velhice relacionadas à degeneração do corpo físico.

Mulheres jovens, crianças e bebés têm a maior parte das suas estruturas corporais mole e a pele lisa e o organismo com baixos teores de cálcio e elevados teores de magnésio nas suas células e nos tecidos moles. Esta é a bioquímica da juventude. Quanto mais idade em homens e mulheres pós-menopáusicas, mais rígido é o corpo.

As artérias endurecem e se tornam arteriosclerose; o sistema esquelético calcifica causando a fusão da coluna vertebral e das articulações; rins e outros órgãos e glândulas cada vez mais calcificados; calcificação provoca cataratas nos olhos e até mesmo a pele endurece, tornando-se dura e amassada.

Isto parece velhice, mas não é. É apenas falta de Cloreto de Magnésio!

Na mulher, a falta de magnésio provoca a calcificação dos ovários, provocando a tensão pré-menstrual. No homem, a falta de magnésio provoca a calcificação da próstata. Os sintomas de ambos desaparecem após um período de suplementação com cloreto de magnésio.

O aumento da ingestão de magnésio também tem demonstrado uma maneira eficaz de prevenir ou dissolver pedras nos rins e na vesícula. A ingestão de magnésio também ativa a produção de enzimas digestivas e biliares, bem como ajuda a restaurar a flora intestinal e a mantém saudável, podendo ser estes os fatores que tornam o cloreto de magnésio tão benéfico em normalizar os processos digestivos, reduzindo qualquer desconforto digestivo, inchaço e odores das fezes, das axilas e dos pés.

Nos escritos deixados pelo Padre Beno José Schorr, verificamos que ele fazia uso do cloreto de magnésio numa proporção de 50g para 150/250ml de água. Dessa solução, ele retirava uma colher de chá três vezes ao dia e misturava nos alimentos, em sumos ou num copo de água.

Essa dosagem corresponde ao consumo diário de 600mg de magnésio. Essa ou uma solução mais concentrada pode também ser usada para tumores e feridas infectadas, inflamadas e doloridas, articulações rígidas, calcificadas, músculos tensos ou cicatrizes.

O magnésio atua principalmente no interior das células, e ativa muitas enzimas que são necessárias para o metabolismo dos carboidratos, gorduras e aminoácidos. É essencial para o bom funcionamento dos músculos, nervos e para a formação de ossos e dentes. De uma maneira geral, neutraliza e regula a influência do cálcio no corpo.

(…)

 

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Cálcio x Magnésio

Cálcio x Magnésio

A Saúde do Coração

Níveis adequados de magnésio são essenciais para o músculo cardíaco. Aqueles que morrem de ataques cardíacos têm baixo nível de magnésio e elevados níveis de cálcio nos seus músculos cardíacos. Os pacientes com doença coronariana que foram tratados com grandes quantidades de magnésio sobreviveram mais e melhor do que aqueles com tratamento convencional. O magnésio dilata as artérias do coração e controla os níveis de colesterol HDL e LDL, além de reduzir os níveis de gordura corporal.

Altos níveis de cálcio, por outro lado, comprimem as artérias do coração e aumentam os riscos de ataques cardíacos. O cálcio depositado nas paredes das artérias contribui para o desenvolvimento de arteriosclerose. As artérias tornam-se duras e rígidas, dificultando o fluxo de sangue e provocando a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sanguíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais.

O que dizem os Estudos

Os países com taxas mais altas de cálcio e taxas baixas de magnésio no solo e na água têm maior incidência de doenças cardiovasculares. No topo da lista está a Austrália.

Mundialmente a ingestão do magnésio foi reduzida e de cálcio aumentada devido à forte utilização de adubos com base NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio).

Com isso, o nível de magnésio nos nossos alimentos tem diminuído nos últimos cinquenta anos, enquanto os níveis de cálcio têm aumentado. O consumo de cálcio pela população aumentou em função do consumo exagerado de leite e seus derivados, aumentando também as doenças cardiovasculares e reumáticas.

A Diabetes

Os diabéticos são propensos a arterioscleroses, degeneração do fígado, rins e doenças cardíacas. Diabéticos têm baixos níveis de magnésio nos tecidos. Por isso, o fígado fica saturado de gordura; os rins ficam saturados de cálcio; as artérias endurecem pelo excesso de cálcio misturado com a gordura e problemas oculares como a retinopatia. Quanto mais baixo for o teor de magnésio na água, maior será a taxa de mortalidade nos diabéticos por doença cardiovascular.

Num estudo americano feito em 1987, a taxa de mortalidade devido a diabetes foi quatro vezes superior em áreas com baixos níveis de magnésio na água comparada a áreas com elevados níveis de magnésio. Esta correlação de magnésio na terra e na água interferiu e provocou também um maior volume de cancro em pessoas que moravam em regiões com baixos níveis de magnésio na terra e na água.

Quanto maior o uso de cálcio…

As autoridades médicas afirmam que as incidências de osteoporose e de cárie dentária nos países ocidentais podem ser prevenidas com uma elevada ingestão de cálcio, mas isto é uma grande mentira! Africanos e Asiáticos, populações com uma ingestão muito baixa, cerca de 300 mg de cálcio por dia, têm pouca incidência de osteoporose. Mulheres Bantu, com uma dose de 200 a 300 mg de cálcio por dia, têm a menor incidência de osteoporose em todo o mundo.

Nos países ocidentais, com um elevado consumo de produtos lácteos, a média de cálcio é de cerca de 1000 mg. Quanto maior o uso de cálcio, especialmente sob a forma de leite de vaca e seus derivados (exceto manteiga), maior a incidência de cárie e de osteoporose.

O Dr. Barnett é um cirurgião ortopedista que trabalha em dois condados diferentes nos EUA, com níveis diferentes do mineral no solo e na água. No Condado de Dallas, com uma elevada concentração de cálcio e baixa concentração de magnésio, a osteoporose e fraturas nos quadris eram muito comuns; enquanto que, em Hereford, com uma alta concentração de magnésio e baixa concentração de cálcio, estes problemas eram quase inexistentes.

No Condado de Dallas, o teor de magnésio nos ossos foi de 0,5%, enquanto em Hereford, foi 1,76%. Em outra comparação, o conteúdo do magnésio nos ossos de quem sofre de osteoporose foi de 0,62%, enquanto que em indivíduos saudáveis era de 1,26%.

A Saúde dos Dentes

O mesmo se aplica aos dentes saudáveis. Na Nova Zelândia, um estudo descobriu que os dentes resistentes às cáries tinham, em média, o dobro da quantidade de magnésio do que os dentes propensos à cárie. A concentração média de fosfato de magnésio nos ossos é dada como cerca de 1%; em dentes cerca de 1,5%, nas presas dos elefantes 2% e nos dentes de animais carnívoros feitos para esmagar ossos 5%.

No que diz respeito à resistência dos ossos e dentes, ajuda pensar no cálcio como giz e no magnésio como super cola. A super cola do magnésio liga e transforma o giz em ossos e dentes.

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Cloreto de Magnésio PA

Óleo de Magnésio

Loção Canforada

O Leite como fonte de cálcio?

Os médicos e os nutricionistas apontam o leite como o alimento com o maior volume de cálcio, sendo, por isso, o alimento ideal para o ser humano. O que eles não informam é que o cálcio do leite, para ser absolvido pelos ossos, necessita do magnésio e da vitamina D

 

Segundo o Dr. Wilkin Terrence, no British Medical Journal, quanto maior for a ingestão de cálcio, maior será a incidência de fraturas de quadril.

Para ele, a relação ideal de cálcio/magnésio é de 2:1 (dois por um), e a relação no leite é maior que 10:1 (dez por um), o que pode causar fraturas de quadril e morte por doença cardíaca. Segundo uma pesquisa americana, realizada no final da década de 90, sobre a ingestão de Cálcio X Osteoporose nos Estados Unidos e China, veja gráfico abaixo:

tabela calcio

Calcionismo

Segundo o Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista, nutrólogo, autor de 35 livros e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas, existe um verdadeiro mito sobre o calcionismo.

Os médicos e os nutricionistas apontam o leite como o alimento com o maior volume de cálcio, sendo, por isso, o alimento ideal para o ser humano. O que eles não informam é que o cálcio do leite, para ser absolvido pelos ossos, necessita do magnésio e da vitamina D para fazer a absorção e, como somos carentes destes elementos no nosso organismo, o cálcio do leite será depositado nas juntas, provocando a artrite, a artrose e outras doenças das articulações, além das outras doenças já descritas.

Os estudos também comprovam que nos países asiáticos, como China, Japão, Vietname, Tailândia e outros, onde não existe o consumo de produtos lácteos, é baixa a taxa de osteoporose e fraturas, esclerose múltipla, doenças cardíacas, Parkinson, cancro e obesidade.

Nos países onde é grande o consumo de leite e derivados como Austrália, Nova Zelândia, América do Norte e oeste da Europa, existe a maior incidência de osteoporose e fraturas ósseas, além das outras doenças já citadas.

Ao contrário do que dizem alguns médicos, o leite é um veneno para o ser humano e o seu consumo pode acarretar vários danos à saúde, principalmente às artérias.

As artérias carótidas são as responsáveis por levar sangue oxigenado ao cérebro. Com o tempo, estas artérias podem apresentar obstruções ao fluxo sanguíneo cerebral, em geral pelo depósito de placas de colesterol e cálcio, que diminuem a quantidade de sangue oxigenado no cérebro.

Em determinado momento da obstrução, esta pode causar um acidente vascular cerebral (AVC), seja pelo entupimento ou pelo descolamento de pequenas placas de gordura que entopem pequenas artérias no interior do cérebro.

Alerta: Em geral um AVC é precedido de pequenos sinais de aviso: fraqueza e dormência de um dos lados do corpo; inabilidade de controlar os movimentos de uma perna ou braço; perda temporária de parte da visão; inabilidade de falar claramente; dificuldade de compreender o que outras pessoas falam; tonturas e confusão mental. (Para evitar o AVC, leia o texto sobre Cloreto de Magnésio)

As doenças cardiovasculares

No século XX, as doenças cardiovasculares e os vários tipos de cancro estabeleceram-se como as principais causas de óbitos na população adulta, chegando a ter critérios para classificá-las como verdadeiras pandemias. Não foi aventada a aplicação de vacinas como em outras pandemias, pois os resultados financeiros para esses tratamentos já eram e são absurdamente rentáveis.

Agora, no século XXI, podemos notar que nada mudou. As mesmas doenças continuam a matar e nenhuma voz se levanta para dizer que está tudo errado. As reportagens exibidas nas redes de TV falam das mesmas coisas, das mesmas doenças, das mesmas formas de tratamento e sempre enaltecendo os novos produtos farmacêuticos como a salvação para essas e outras doenças, sendo mais um paliativo nos tratamentos dos efeitos.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

 

O que é o Magnésio e como funciona no organismo?

O que é o Magnésio? E como funciona no organismo?

Sem magnésio não poderíamos produzir energia, os nossos músculos estariam num estado permanente de contração, e não conseguiríamos ajustar os níveis de colesterol produzido e lançado na corrente sanguínea.

O Magnésio é o elemento central na clorofila e a base do início da vida no planeta. Íons de magnésio regulam mais de 300 reações bioquímicas no corpo através do seu papel como co-construtor de enzimas.

Os Íons também desempenham um papel vital nas reações que geram e utilizam ATP, a unidade fundamental de energia dentro das células do corpo.

Porque o magnésio tem tanta importância no funcionamento do nosso corpo?

O segredo é de como ele funciona dentro das células, sendo até agora objeto de estudo intenso por centenas de cientistas no mundo inteiro. Uma explicação adequada sobre o funcionamento do magnésio foi encontrada pelo Padre Beno:

“Todos nós nascemos de uma única célula, que se multiplica até a idade adulta em cerca de 100 trilhões de células de todos os tipos, que nos fornecem calor e energia. Cada célula tem no seu interior um pequeno núcleo, tido como sede da vida e com toda a programação da primeira célula. O núcleo consiste de um enorme conjunto de átomos em forma de rede espiralada, onde aqui e ali existe um átomo de magnésio, tipo borrachinha.” Este é o grande segredo!” Tais células são flexíveis e ativas, como todo o corpo. Se faltar magnésio na formação dessas células, ocorre uma invasão de cálcio, tipo pedrinhas, e tais células vão perdendo sua flexibilidade e atividade, e todo o corpo endurece e envelhece. Por isso, o cálcio é o grande vilão em 80% das doenças como calcificações, artrites, dores ciáticas, cancro, enfartos e mais umas seis mil doenças que causam dor e matam”.

Sabe aquele grande segredo da borrachinha? A célula era flexível e ficou dura por causa do cálcio. Basta devolver às células o magnésio que falta e ele vai direto aos núcleos da célula e chuta as bolinhas do cálcio invasor. Assim, o corpo endurecido pelo cálcio volta a ser flexível e ativo, pois o magnésio restaura as células e limpa as veias, artérias e até aqueles pequeninos vasos sanguíneos dentro do cérebro onde ocorrem os AVCs.

O magnésio é o segundo elemento mais abundante dentro das células humanas, sendo o cloreto de magnésio (PA)* a melhor forma de absorção pelo corpo, por ser solúvel em água.

O corpo necessita de magnésio para absorver e utilizar os nutrientes. Sem ele, o corpo não consegue utilizar adequadamente as gorduras, proteínas e carboidratos que, todos os dias, consumimos como alimentos.

Activando centenas de enzimas no organismo, o magnésio ajuda a obter o máximo de nutrientes do alimento, fazendo com que o corpo fique satisfeito e saciado com a porção de alimento consumido. Quando os alimentos são pobres em nutrientes, o corpo implora por mais comida, num esforço para obter mais nutrientes vitais.

A desordem metabólica ocorre em função deste excesso de alimentos pobres em nutrientes, provocando uma redução nas actividades do intestino delgado e reduzindo a produção das hormonas que produzem a insulina no pâncreas.

Vários estudos têm mostrado que, quanto menor o consumo de magnésio, maior o risco de se desenvolver um quadro de diabetes. Condições como a resistência à insulina e diabetes estão fortemente associadas com a obesidade, que se liga ao estado anterior de uma alimentação sem os nutrientes de que o corpo necessita.

Ou seja: se faltar magnésio o corpo vai produzir menos insulina; os alimentos, em sua maioria, serão transformados em açúcar; como falta insulina, o açúcar será depositado na corrente sanguínea; para não haver um colapso do corpo, o açúcar será transformado em gordura pelo fígado e armazenada em várias partes do corpo.

Os alimentos ricos em magnésio

Frutas: abacate, banana e uva.

Verduras: beterraba, quiabo, batata, espinafre e couve.

Grãos e derivados: granola, aveia, farelo de milho, de arroz e gérmen de trigo.

Nozes e Sementes: girassol, gergelim, amendoim e castanhas.

Outros alimentos: soja, peixes, grão de bico.

São encontrados cerca de 30 mg de magnésio em 100 g destes alimentos, no entanto, o nosso corpo, para ter um bom funcionamento, precisa de um consumo diário de 400 mg de magnésio, sendo então necessário fazer uma suplementação.

Esses valores de magnésio estão muito abaixo do normal nos alimentos, pelo fato de nosso solo estar pobre deste nutriente e de vários outros, depois que a adubação passou a ser feita com produtos de base NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio).

A falta de magnésio no organismo provoca vários sintomas tais como:

• Alterações do sistema nervoso como depressão, tremores e insónia;

• Insuficiência cardíaca;

• Osteoporose, calcificações da coluna e articulações;

• Pressão alta;

• Diabetes mellitus;

• Tensão pré-menstrual – TPM;

• Câimbras;

• Falta de apetite ou descontrole alimentar;

• Falta de memória.

Existem alguns medicamentos que provocam uma baixa concentração de magnésio no sangue, obrigando o organismo a retirar de várias partes do corpo o magnésio que é necessário no sangue, são eles: ciclosserina, furosemida, tiazidas, hidroclorotiazidas, tetraciclinas e os contraceptivos orais.

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1 – DOSAGEM DO CLORETO DE MAGNÉSIO (PA)*: Normal

20 g (2 colheres sopa) em 1 litro de água filtrada.

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* (PA) A sigla PA significa PARA ALIMENTAÇÃO

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. – NUTRIENTE ESSENCIAL

CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. – NUTRIENTE ESSENCIAL

O cloreto de magnésio PA é bastante eficaz contra asma, bronquite, pneumonia e enfisema, faringite, amigdalite, rouquidão, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina, envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos….

O primeiro pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, o Professor Pierre Delbet, MD, (nascido em La Ferté-Gaucher em 15 de Novembro de 1861 e falecido em 17 de Julho de 1957 na cidade de Paris).

Em 1915, trabalhando como médico durante a primeira guerra mundial, o Dr. Pierre foi à procura de uma solução para limpar as feridas dos soldados, porque ele descobriu que os antissépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de eliminá-las.

Em todos os seus testes, a solução de cloreto de magnésio foi, de longe, a melhor. O Cloreto de Magnésio não somente era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios.

Por acaso, descobriu que quando esta solução era tomada por via oral ou intravenosa, o cloreto parecia ser um remédio para outras doenças.

Ele acreditava que o cloreto aumentava a eficiência das células sanguíneas no combate às doenças, como escreveu em seu tratado “Política Preventiva do Cancro”, em 1926.

O Padre Ignácio Puig y Simón (Manresa, 1887 – Barcelona, 1961), Físico e Jesuíta, após ser transferido da Espanha para Buenos Aires, em 1936, fundou ali um Observatório de Física Cósmica onde podia dedicar-se aos seus projetos de Física, Química, Mineralogia e Geologia, além da Astronomia popular e do estudo da Estratosfera.

Nos seus estudos de Química e Mineralogia, descobriu os segredos e os benefícios do magnésio como nutriente essencial para o corpo humano, deixando registrado em livro as suas descobertas.

Outro Padre Jesuíta, Beno José Schorr, recebeu de presente num “Encontro dos Jesuítas Cientistas”, um pequeno livro dos anos 30, escrito pelo Padre Ignácio Puig que falava sobre o “Cloreto de Magnésio” e os seus poderes de cura e prevenção para artrites, artroses e diversas calcificações.

Tempos depois, já com mais de 60 anos e acometido de calcificações na coluna que o impediam até mesmo de deitar direito, resolveu seguir os ensinamentos do Padre Puig registrados no seu livro. Passou a utilizar o magnésio diluído em água e dez meses depois o seu corpo dobrava-se como uma cobra, como conta no seu livro “Um Remédio Incrível para um Mal Incurável e Outros Males”, publicado em 1985.

Segundo o Padre Puig e o Padre Beno, o magnésio tem mais de 300 funções no corpo humano. O cloreto não é um remédio, mas um elemento essencial que promove o equilíbrio mineral, melhora o desempenho dos órgãos e provoca o remanejamento do cálcio dos órgãos para os ossos, impedindo que exista a osteoporose.

Segundo o Professor da USP, José Luiz Aiello Ritto, o corpo humano contém cerca de 25 gramas de cloreto de magnésio distribuídos de forma desigual (ossos: 1g/kg; rins: 207mg/kg; músculos: 215mg/kg; coração: 175mg/kg; baço: 142mg/kg; cérebro: 140 mg/kg; testículos: 95mg/kg; pulmões: 74mg/kg).

“O magnésio atrai moléculas de água, liga-se a proteínas, aminoácidos, oxigênio e outros elementos. Quando ingerido é absorvido no intestino e enviado através da corrente sanguínea para seus tecidos-alvo, promovendo um conjunto de benefícios que hoje são demonstrados pela literatura científica, como auxiliar no controle da hipertensão, insuficiência cardíaca, AVC, enxaquecas e muitos outros”, afirma.

Benefícios do Magnésio

O cloreto de magnésio é bastante eficaz contra asma, bronquite, pneumonia e enfisema, faringite, amigdalite, rouquidão, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina, envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos, feridas infectadas, osteomielite, choque, tétano, herpes zoster, conjuntivite aguda e crônica, neurite ótica, doenças reumáticas, doenças alérgicas, crises epilépticas, dependência química e alcoolismo. Os níveis de magnésio são baixos nos alcoólatras, causando muitos dos seus problemas de saúde. Muitos dos sintomas da doença de Parkinson são superados com uma suplementação de magnésio, além de proporcionar a redução da rigidez muscular e óssea.

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1 – DOSAGEM DO CLORETO DE MAGNÉSIO (PA)*: Normal

20 g (2 colheres sopa) em 1 litro de água filtrada.

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* (PA) A sigla PA significa PARA ALIMENTAÇÃO.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

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Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Alimentação: Elementos essenciais x Leite

Alimentação: Elementos essenciais x Leite

Alimentação: Elementos essenciais x Leite

A ALIMENTAÇÃO

É através da alimentação que o ser humano recebe os elementos essenciais para abastecer o seu corpo físico e desempenhar as suas atividades quotidianas.

Fazem parte da nossa dieta diária os carboidratos, lipídios, proteínas, vitaminas, sais minerais e água.

Os alimentos fornecem os nutrientes necessários para que o corpo funcione de forma equilibrada. Quando os alimentos não contêm os nutrientes adequados ou nas quantidades exigidas pelo organismo, alguns órgãos têm de trabalhar de forma inadequada para compensar as faltas.

O nosso organismo necessita de 107 nutrientes básicos assim divididos: 76 Minerais; 16 Vitaminas; 12 Aminoácidos e 3 Ácidos graxos.

Segundo a OMS e vários estudos científicos, os 4 melhores alimentos para o ser humano são:

  • Leite materno;
  • Ovo (se frito, em óleo ou gordura de côco);
  • Óleo de côco;
  • Quinoa (cada 100 gramas contém 15 g de proteínas, 68 g de carboidratos, 9,5 g de ferro, 286 mg de fósforo, 112 mg de cálcio e 5 g de fibras).

Veja abaixo alguns dos nutrientes necessários ao nosso organismo e algumas das suas fontes.

Carboidratos:

São encontrados nas frutas, nos legumes, feijões, nozes, sementes, massas, grãos e batatas. Os carboidratos fornecem de 45 a 65% das calorias diárias de uma dieta.

Lipídios:

São substâncias solúveis em compostos orgânicos, contendo ácidos graxos como gorduras, óleos, certas vitaminas, hormonas, etc..

Proteínas:

São encontradas nas farinhas, carnes, ovos, frango, peixe, soja e outros vegetais.

Vitaminas:

São encontradas em cereais na forma integral, pães, feijão, fígado, ovos, vegetais de folhas (couve, repolho, espinafre etc..).

Minerais:

Minerais como zinco, potássio, ferro e cálcio são encontrados em carnes, fígado, ovos, peixes, legumes e frutas.

Minerais como fósforo, magnésio, boro, cromo, cobre, manganês, selênio, silício, enxofre, molibdênio e vanádio são necessários à saúde em quantidades reduzidas, portanto, uma dieta normal provê as quantidades necessárias desses elementos.

O nosso organismo consegue sintetizar algumas vitaminas, mas não todas. Por isso elas devem ser ingeridas através da alimentação, especialmente dos vegetais.

Solos cada vez mais Pobres

Em função da pobreza do solo como consequência do uso abusivo de defensivos e de adubos de base NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), é aconselhável o uso de complementos alimentares de vitaminas e minerais.

E o Leite?

Muitos leitores vão achar estranho não ver o leite relacionado como fonte de carboidrato, proteínas, vitaminas e sais minerais como cloro, fósforo, potássio, sódio, cálcio e magnésio.

É que o leite pode ter tudo isso em sua composição, mas só é importante para o bezerro, não para o ser humano.

Existem muitos defensores dos produtos lácteos na nossa alimentação que enaltecem as qualidades do leite, dos seus derivados e dos seus elementos, no entanto, esses defensores trabalham em causa própria, sejam como produtores de leite, como acionistas das indústrias de laticínios, ou apenas agentes pagos para defender uma idéia que garanta a prosperidade dos produtores e da indústria leiteira.

Eles podem defender os seus negócios e até morrer consumindo-os, mas não devem, em hipótese alguma, incentivar o consumo de algo tão danoso como o leite e os derivados dele.

O Dr. Walter C. Willett, Professor de Saúde Púbica de Harvard, no programa de pesquisa Cohort, (pesquisa feita sem interferir na rotina das pessoas, apenas observando, perguntando e anotando os dados relativos à pesquisa) com mais de 200.000 enfermeiras e 50.000 médicos, durante quase 20 anos, para levantar dados sobre o uso do leite e a correlação com o cálcio, osteoporose e outros efeitos nas pessoas que tomavam leite e as que não o tomavam, deixou, com sua pesquisa, uma montanha de dados críticos sobre o consumo de leite e a sua ligação direta com dezenas de doenças que têm as suas causas diagnosticadas como hereditariedade, ansiedade, tabagismo, alcoolismo, etc..

A maioria dos dados relativos às doenças provocadas pelo leite e seus derivados é oriunda dessa pesquisa.

Ela também serviu de base para muitas outras pesquisas sobre o consumo de leite e as doenças que são originadas pelo seu consumo, como:

Em Adultos:

1. Esclerose Múltipla;

2. Diabetes tipo 2;

3. Osteoporose;

4. Cancro de mama, de ovários, próstata e útero;

5. Doenças Respiratórias;

6. Doenças Digestivas;

7. Doenças Genitourinárias;

8. Doenças Neurológicas, como doença de Parkinson e mal de Alzheimer;

9. Doenças Alérgicas e Autoimunes;

10. Doenças da Pele e Tecidos Celulares subcutâneos;

11. Dislipidemias;

12. Doenças Infecciosas;

13. Doenças Endócrinas;

14. Doenças Hematológicas;

15. Doenças Oftalmológicas;

16. Doenças Osteoarticulares;

17. Doenças Otorrinolaringológicas;

18. Doenças da fala e da audição;

19. Doenças Cardiovasculares;

20. Doenças do cabelo e unhas;

21. Obesidade;

22. Doença de Crohn;

23. Endometriose;

24. Fratura de quadril;

25. Doenças Policísticas – Renais e Ovarianas;

26. Osteomalacia.

Em Crianças:

1. Autismo;

2. Alergias;

3. Asma e problemas respiratórios;

4. Anemia;

5. Raquitismo;

6. Doenças autoimunes;

7. Doenças Digestivas;

8. Doenças Infecciosas;

9. Diabetes tipo 1;

10. Lúpus; 11.

Depressão; 12.

Doenças Neurodegenerativas;

13. Osteoporose;

14. Esclerose Tuberosa;

15. Infecção do ouvido (Otite);

16. Obesidade infantil;

17. Morte Súbita.

Renato dias

Do livro: O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE