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Rinite e Magnésio – Magnésio de A a Z

O que é a rinite?

A rinite é a inflamação da mucosa nasal que gera sintomas como o escorrimento nasal frequente e pode haver espirros e tosse. Os sintomas da rinite podem ser diferentes de indivíduo para indivíduo, o seu principal sintoma é o corrimento nasal, mas também pode apresentar:

  • olhos avermelhados e lacrimejantes;
  • espirros;
  • comichão na garganta, olhos, nariz, ouvidos; 
  • tosse seca persistente;
  • sensação de ardência nos olhos, nariz e boca;
  • vomito em caso de tosse excessiva.

 O Magnésio e a Rinite

As traduções clínicas da carência em magnésio são muito frequentes em rinites persistentes ligadas a hiper-reatividade das mucosas nasais e sobretudo a uma fadiga vocal durante o dia. Este último sintoma, acompanhado às vezes de dores faríngeas e de pigarro na garganta, geralmente ligada a uma origem infecciosa e a distúrbios psicossomáticos, podem desaparecer com a toma do Magnésio. 

Lavagens Nasais e Nebulização com Cloreto de Magnésio P.A.

Além da toma oral, podem ser feitas lavagens nasais e nebulizações com o cloreto de Magnésio P.A., preparando uma solução de uma parte de cloreto de Magnésio P.A. (já diluído na agua) para duas de agua.

Coloca-se no frasco de conta gotas e aplica-se no nariz (como se faz com o soro fisiológico) ou então coloca-se num aparelho nebulizador.

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Cloreto de Magnésio PA

Óleo de Magnésio

Loção Canforada

Magnésio – o terceiro elemento mais importante para a vida

Magnésio – o terceiro elemento mais importante para a vida

Magnésio

Depois da água e do oxigénio, o magnésio é o terceiro elemento mais importante para a vida. Mais de 350 reações metabólicas no nosso organismo dependem do magnésio.

Quais as funções do magnésio no nosso organismo?

  • regulação do metabolismo do cálcio
  • produção de Energia no nosso organismo;
  • bom funcionamento do coração;
  • formação de ossos e dentes;
  • função intestinal;
  • produção de insulina;
  • metabolismo da glicose;
  • funcionamento do cérebro, etc.

O que acontece quando não tenho magnésio suficiente no meu organismo?

A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças presentes no indivíduo, tais como

ansiedade, depressão, insónia, hiperactividade, desordem de atenção, doenças cardíacas, hipertensão arterial, doenças hepáticas, doença renal, cálculos, diabetes, fadiga crónica, doenças intestinais, obstipação, asma, TPM, infertilidade, cólica menstrual, verrugas, tiques nervosos, cãibras, transtornos neurológicos e psíquicos, dores de cabeça, vertigens, tremores nas pálpebras, taquicardia, transtornos digestivos, problemas na próstata, etc.

Porque é importante suplementar o Magnésio?

Por dois motivos muito simples.

Em primeiro lugar, os solos estão cada vez mais pobres.

As terras são cultivadas época após época, e não são repostas com os elementos essenciais; são adubados com adubos químicos (N.P.K. – Nitrogénio, Fósforo e Potássio); são esses alimentos assim cultivados que são servidos na nossa mesa diariamente…

Em segundo lugar, o processo de Industrialização dos alimentos, com o refinamento do sal, e grãos, leva a que os produtos sejam destituídos dos seus – em alguns casos, já baixos – níveis de magnésio.

Além disto, a cafeina, os refrigerantes, o stress, o açúcar em excesso, o álcool, os diuréticos, o exercício em excesso, entre outros, levam á depleção de Magnésio no nosso organismo.

A quem não se aconselha a suplementação de magnésio?

Em casos de insuficiência renal e no caso de fazer hemodiálise – pelo simples facto de que o magnésio em excesso saí através da urina.

Como devo suplementar o magnésio?

O Cloreto de Magnésio P.A. apresenta-se como a melhor forma de suplementar o magnésio, uma vez que dele são extraídas todas as formas de magnésio que o nosso organismo precisa para a sua saúde e equilíbrio.

Elisabete Milheiro

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Cloreto de Magnésio PA

Óleo de Magnésio

Loção Canforada

Próstata e Magnésio – Magnésio de A a Z

 


A próstata, que eu deveria operar assim que tivesse uma folga nos trabalhos, já não me incomoda muito. Houve ainda outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: “O que está acontecendo com você? Está mais jovem!
” É isso mesmo. Voltou-me a alegria de viver.

Um ancião já não conseguia urinar. Nas vésperas da operação, lhe deram como preparação. Aí começou a melhora. Depois de uma semana, estava curado, sem operação. Há casos em que a próstata regride, às vezes ao normal. Sugere-se 2 doses de manhã, 2 doses no almoço, 2 doses à noite.

Padre Beno Schor

 

Estudos sobre o magnésio e o tratamento da Próstata

Há um notável livro publicado pelo Dr. Joseph Favier, chamado Equilibre Minéral et Santé, que mostra como o magnésio é valioso para o tratamento de muitas doenças.

No seu livro, Favier menciona que Dr. Stora foi o primeiro a descobrir o magnésio como um agente eficaz no tratamento de problemas urinários provocados pela próstata. Ele informou esse facto à Academia de Medicina da França, em 18 de março de 1930 e oito dias depois, Dr. Pierre Delbet apresentou um relatório mostrando os mesmos resultados com o magnésio.

Quando o Dr. Stora falou sobre os seus resultados a Favier, este começou a fazer perguntas entre os seus amigos médicos e descobriu que todos eles tomavam magnésio. Para sua surpresa, ele descobriu que quatro em cada cinco deles haviam sido perturbados por dificuldades em urinar, principalmente à noite. E todos eles, depois de tomar o magnésio, viram os seus problemas nocturnos para urinar diminuir ou mesmo desaparecer.

Outro médico – Chevassu – informou-lhe também de 10 casos prostáticos de grande sucesso, que foram tratados completamente com magnésio. A condição física geral de todos esses pacientes também melhorou.

Dr. Chevassu fala de um caso em particular, um paciente que tinha retenção completa de urina: ele foi enviado para o hospital para ser operado à próstata (para ser removida). Mas o Dr. Chevassu sentiu que a operação no seu caso seria muito perigosa. Então foi tratado com magnésio. Micção espontânea ocorreu, e o paciente deixou o hospital sem a operação. A partir de então ele não teve mais nenhuma dificuldade ou dor nas suas micções. Posteriormente o paciente costumava ir ao hospital regularmente apenas como um visitante amigável para mostrar a sua gratidão ao médico. E continuou a tomar o magnésio.

Dr. Favier termina o capítulo dizendo que entre os homens que têm vindo a tomar o magnésio por muitos anos, nenhum dos seus conhecimentos sofreu de problemas da próstata.

Ele foca também um dado muito importante: nos casos em que houve interrupção na toma de magnésio, houve retrocesso. Isso mostra que o Magnésio deve ser tomado diariamente e continuamente, pois o corpo necessita dele para o bom funcionamento de todo o organismo.

Relembramos que os resultados que partilhamos no nosso site são acerca do cloreto de magnésio P.A. em sais. Porquê Cloreto de magnésio P.A.? Porque daqui se extrai todas as formas de magnésio que o organismo humano usa nas infinitas ações químicas e biológicas. Outra forma não vai repor o equilíbrio, mas somente restaurar uma carência específica.

Como tomar o Cloreto de Magnésio PA?

Nota: A informação contida nesta página, não substitui a opinião de um técnico de saúde. Para um acompanhamento mais personalizado contacte o Aconselhamento Online ou “Há sempre uma solução perfeita na Casa Escola António Shiva®

Cloreto de Magnésio PA

Óleo de Magnésio

Loção Canforada

Cálculo Renal e Magnésio

Cálculo Renal e Magnésio

Basta devolver o magnésio que falta, e ele vai direto aos núcleos chutar fora as pedrinhas, o cálcio invasor, e retoma seu lugar como “borrachinha”. Assim, o corpo endurecido volta aos poucos a ser flexível e ativo, pois o magnésio é o restaurador das células. O magnésio, com seus 18 minerais ajudantes, vai patrulhando até os últimos becos do corpo, limpa as arteriazinhas… O magnésio chega lá!”

Padre Beno Schor

Dr. Luiz Moura afirma que a falta de magnésio pode causar  cálculos renais de oxalato de cálcio.

Mais de oitenta por cento das pessoas formam cálculos de cálcio. A maioria destes têm excesso de cálcio na urina (hipercalciúria) e/ou no sangue (hipercalcemia).O Magnésio é um elemento que participa na urina como inibidor da cristalização. Por isso, quando este se encontra inferior a 50 mg/24h (magnesiúria), a formação de cálculo poderá ser facilitada.

Segundo Carolyn Dean, especialista em magnésio e diretora da Nutritional Magnesium Association, a eficácia e os benefícios do cálcio à saúde dos ossos e prevenção da osteoporose são muito prejudicadas na ausência de níveis adequados de magnésio no corpo. Além disso, o excesso de cálcio pode causar malefícios.

O magnésio mantém o cálcio dissolvido no sangue. Sem o equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, em uma razão de um para um, o cálcio acaba se depositando nos rins (podendo formar pedras), nas artérias coronárias (resultando em artérias obstruídas) e nas cartilagens das articulações, em vez de chegar aos ossos, onde mais precisamos. Quanto mais cálcio ingerir sem o efeito equilibrante do magnésio, mais sintomas de deficiência em magnésio e excesso de cálcio está sujeito a vivenciar ” explica.
A deficiência de magnésio no organismo reduz a absorção e o metabolismo do cálcio, impedindo que a quantidade correta do mineral seja direcionada à formação de ossos mais fortes. 

Atenção: o sugerido é o Cloreto de Magnésio P.A. (para análise), em sais.

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

Parkinson, Alzheimer e Magnésio

doença de Parkinson, é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurónios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurónios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina (o principal transportador da memória) estão envolvidos na génese da doença.

Professor Delbet descobriu que o magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram a doença de Parkinson.

Segundo estudos, as concentrações deste nutriente podem estar reduzidas em pessoas com Parkinson no núcleo caudado, por isto, muitos dos sintomas da doença de Parkinson podem ser superadas com alta suplementação de magnésio.

doença de Alzheimer, é caracterizada pela crescente perca de memória.

Por falta de Magnésio, é gerado um  influxo excessivo de cálcio para células cerebrais, o que após um longo período, gera moléculas de radicais livres que motivam disfunção dessas células e, mais cedo ou mais tarde acabam por eliminá-las. Biliões de neurónios morrem desse fenómeno, e outros biliões ficam gravemente prejudicados. Quando pacientes com mal de Alzheimer são examinados numa necrópsia, sempre há evidencias de intenso acúmulo de cálcio nas células cerebrais.

Pesquisas confirmam

Em 2004, Guosong Liu e colegas do MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que o magnésio pode ter uma influência positiva na aprendizagem e memória.

“Descobrimos que a elevação de magnésio cerebral levou à melhoria significativa da memória espacial e associativa em ambos os ratos jovens e idosos”, disse Liu, atual diretor do Centro de Aprendizagem e Memória da Universidade de Tsinghua. “(…) estes resultados podem ter um impacto significativo na saúde pública.” Liu é um dos fundadores da Magceutics, uma empresa sediada na Califórnia para o desenvolvimento de medicamentos para prevenção e tratamento do declínio da memória dependente da idade e da doença de Alzheimer.

“Metade da população dos países industrializados tem um déficit de magnésio, e que aumenta com o envelhecimento. Se pudermos manter níveis normais, ou mesmo elevados, de magnésio, poderemos ser capazes de diminuir significativamente a perda das funções cognitivas e, talvez, prevenir ou tratar doenças que afetam as funções cognitivas”,disse Liu.

Para entender os mecanismos moleculares por trás dessa melhoria da memória induzida pelo suplemento de magnésio, os pesquisadores estudaram as mudanças induzidas nas propriedades funcionais e estruturais das sinapses – as conexões entre os neurónios.

Eles descobriram que, em ratos jovens e idosos, o magnésio aumenta a plasticidade entre as sinapses e aumenta a densidade das sinapses no hipocampo, uma região do cérebro crucial para a aprendizagem e para a memória.

Este estudo não apenas destaca a importância de uma dieta diária com uma quantidade adequada de magnésio, como também sugere a utilidade de tratamentos à base de magnésio para a diminuição da memória associada ao envelhecimento, afirmam os pesquisadores.

Os estudos clínicos, já realizados em Pequim, querem agora descobrir a relação entre a quantidade de magnésio no corpo e as funções cognitivas em seres humanos idosos e em portadores do Mal de Alzheimer.

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Óleo de Magnésio

Loção Canforada

Nervo Ciático e Magnésio – Magnésio de A a Z

Problemas no nervo ciático

Quando um dos nervos que une a coluna aos membros inferiores fica sob pressão, a dor acontece: é a ciática. Não é uma doença, mas um sintoma de um problema envolvendo o nervo a que foi buscar o nome – o nervo ciático, o mais longo do corpo humano e que desce da coluna vertebral até aos pés, passando pelas nádegas e por cada uma das pernas. É ele que controla a maioria dos músculos dos membros inferiores, conferindo sensibilidade às coxas, pernas e pés.

A ciática ocorre quando este nervo é sujeito a pressão, geralmente na região lombar (a parte inferior da coluna).

A importância do Magnésio para os músculos e nervos

O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos  do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o  magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram tremores e cãibras musculares.

Padre. Benno J. Shorr  (padre jesuíta, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina) também afirma que “Quem sofre de nervo ciático pode se curar de forma perfeita, indolor, fácil e barata. E tem, ao mesmo tempo, a cura de todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado. O meu caso, de quase paralítico, como referência. Aos 55 anos de idade, sentia estranho peso na perna direita. Aos 65 anos, virou dor intratável. Aos 69 anos formigava toda a perna ao ficar em pé (sentado, não). Então atinei ser bico de papagaio, já visível aos 55 anos, que calcificara e apertava o nervo que descia à perna. Fugia da dor sentando e, na cama, enrolado como um gato. Ouvi de um especialista: -Isso já não é um bico, mas sim um bando de papagaios! Todas as vértebras estão calcificadas, curvando a espinha. Não tem cura?. Angustiado, apelei instantaneamente ao bom Deus para dar um -jeitinho-… Pouco depois, o padre Suarez mostrou-me no livro do padre Puig o uso do magnésio…”

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