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Esgotar a fonte das sobrecargas

 

c) Suprimir os excitantes

O esgotamento da fonte de sobrecargas obriga, também, a que se suprimam todos os excitantes, que normalmente se consomem sem pensarmos que as suas propriedades advêm dos venenos que contêm, venenos contra os quais o corpo tem que lutar.

Quando se chama a atenção sobre esta questão, os consumidores de excitantes perguntam-se: “Deverei, realmente, prescindir do meu café matinal?” ou então: “Será que um copo de vinho faz assim tanto mal à saúde?” Não, um café ou um copo de vinho não são prejudiciais para aqueles que gozam de perfeita saúde. Em troca, são-no para um doente. Além disso, regra geral não se trata apenas de um copo de vinho ou uma chávena de café, mas de vários.

Os prejuízos causados pelos excitantes como o tabaco, o álcool, o café ou o chá são suficientemente conhecidos, não sendo, por isso, necessário insistir neles. A sua supressão é um benefício para todos e uma necessidade absoluta no caso de uma doença grave.

No entanto, o corte deverá ser efectuado com tacto, para evitar a perturbação das funções orgânicas já de si deficientes e para evitar colocar-se o pa­ciente, subitamente, sob um estado de ansiedade. O estado de absti­nência deve conseguir-se o mais rapidamente possível, embora suave e persistentemente, para que o corpo possa habituar-se a funcionar privado do seu habitual excitante, sem sofrer demasiado.

 

De: Christopher Vasey

Do livro Compreender as doenças Graves Editorial Estampa Lda.

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