A glutamina ou ácido glutâmico é o aminoácido mais importante na proteína do trigo. O Dr. Roger Williams (Autor de Biochemical Individuality [Univ. Texas Press, 1956]) tem vindo a fazer investigações desde há anos sobre a glutamina na Fundação Clayton de Investigação, Universidade do Texas. Este investigador demonstrou que a glutamina diminui os desejos de consumo de álcool nos alcoólicos, bem como os desejos de doces em pacientes hipoglicémicos. O ácido glutâmico serve de combustível para o cérebro, o que apenas outro composto, a glucose (açúcar do sangue) é capaz de fazer. O ácido glutâmico restitui a um estado de consciência os pacientes hipoglicémicos em coma diabético, num nível de açúcar no sangue mais baixo do que quando se utiliza simplesmente glucose. Uma vez que o cérebro só consegue armazenar uma pequena reserva de glucose, está dependente do fornecimento imediato do açúcar do sangue. Isto explica as tonturas e outros sintomas nos hipoglicémicos. O ácido glutâmico é o único outro composto usado pelo cérebro na obtenção de energia.

A massa cinzenta do cérebro contém uma enzima especial para converter o ácido glutâmico num composto que regula a atividade do cérebro a nível celular.

O Dr. Lorene Rogers relatou que a glutamina reforça os QIs de crianças mentalmente deficientes. O Dr. William Shive descobriu que a glutamina encurta o período de cura em casos de úlcera. A glutamina também é usada no combate à fadiga, depressão e impotência. O Dr. Abram Hoffer utilizou-a com sucesso juntamente com outros nutrientes contra a esquizofrenia, a senilidade e atraso mental.

Do livro: Manual Completo de Medicina Natural, de Marcia Starck

Postado por: Isabel Pato

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