by Cloreto de Magnésio | Ago 28, 2014 | Diga-me onde dói e eu te direi por quê

O quadril
Corresponde à articulação “primária”, básica, “mãe”, dos membros inferiores. É dele que partem os movimentos potenciais desses membros. Ele representa também o eixo básico do nosso mundo relacional. Nós o chamamos de “portal do Não-Consciente relacional”, o ponto através do qual os elementos do nosso Não-Consciente emergem em direção ao Consciente. Os nossos esquemas profundos, as nossas crenças sobre a relação com o outro e com o mundo e a forma como a vivemos são representados – no seu aspeto somático (no que diz respeito à estrutura do corpo, é claro) – pelo quadril. Qualquer perturbação consciente, ou não, nos níveis acima repercutirá a nível de um dos nossos quadris. Junto com a bacia e a região lombar, os quadris são a sede do nosso poder profundo, como também da nossa capacidade de mobilidade e de flexibilidade, interiores e exteriores. É a partir deles que o nosso “ser” se encontra em relação com o mundo.
Os males do quadril
Os problemas do quadril, dores, tensões, bloqueios, artroses etc. nos mostram que atravessamos uma situação em que a “base” das nossas crenças profundas está sendo colocada em questão. Quando essa articulação, que é o apoio primordial e fundamental da perna, se rompe, isso significa que os nossos suportes interiores principais, as nossas crenças mais enraizadas em relação à vida também se rompem por sua vez. Nós nos encontramos exatamente no campo das noções de traição ou de abandono, sejam elas realizadas por nós ou pelos outros.
Se for o quadril esquerdo, estamos diante do caso de uma vivência de traição ou de abandono de simbólica Yang (paterna). Tenho em mente um caso em particular: o de uma pessoa que se chama Sylvie, e que me veio consultar a respeito de um caso de artrose do quadril esquerdo, pouco antes de se submeter a uma cirurgia. Depois de deixá-la falar do seu sofrimento “mecânico”, eu a conduzi ao fundo do problema e a me falar um pouco mais sobre a sua vida fazendo perguntas: “Que homem a havia traído ou abandonado nos últimos meses?”. Apesar de surpresa, ela me confidenciou que havia perdido o seu marido três anos antes, mas que não havia relação alguma entre os dois fatos. Eu lhe fui explicando progressivamente o processo inconsciente que tinha levado todo esse tempo para então se liberar dessa forma. Ela reconheceu, então, que havia realmente vivido o desaparecimento do seu marido como se fosse um abandono e algo injusto. Após duas sessões de massagem de Harmonização e de trabalho sobre essa memória, o seu quadril se liberou a tal ponto que, durante a segunda semana, houve dois dias inteiros em que ela não teve o menor sofrimento. Os seus medos, as suas “obrigações” profissionais, no entanto, a fizeram tomar, apesar de tudo, a decisão de se submeter à cirurgia e, naturalmente, eu a deixei livre para fazer essa escolha. A cirurgia foi “bem-sucedida” e calou a sua dor.
Um ano e meio depois, ela voltou para me ver com o mesmo problema, mas dessa vez no quadril direito. Estava claro que ela não havia eliminado, de maneira alguma, a tensão interior. A ferida na alma não cicatrizava de jeito algum e procurava um outro ponto do corpo para se exprimir. Eu fiz com que fosse mais longe na expressão da sua vivência e ela terminou “confessando” que, além de tudo, após o desaparecimento do seu marido, restavam sérias dúvidas sobre a sua fidelidade, que ela achava que ele a havia enganado. Ela se sentia traída na sua condição de esposa. Não era então de se espantar que o Não-Consciente tenha necessidade de expulsar, através do quadril, essa ferida que estava longe de se fechar, pois sustentava a dúvida. Foi o quadril direito porque a feminilidade estava certamente envolvida, mas sobretudo porque o esquerdo não podia mais “falar”.
Se for o quadril direito, estamos diante do caso de uma vivência de traição ou de abandono de simbólica Yin (materna). Deixando o exemplo anterior de lado, vou-me referir aqui ao meu próprio pai. Ele trabalhava em um escritório público onde as coisas e os comportamentos se tornavam cada vez mais difíceis de serem tolerados, pois “traíam” a ideia que ele fazia do serviço público. Mas como fazer para sair dessa situação? Um dia, ele sofreu uma queda em que magoou seriamente o quadril direito. Pouco a pouco, a dor foi aumentando até que foi ficando fisicamente impossível que ele pudesse fazer o seu trabalho corretamente. Sendo de origem camponesa e tendo o senso do dever e do respeito com os compromissos, ele ficou ainda mais “contrariado” quando lhe aconselharam a “se fazer de doente”. “Eu não posso aceitar tal coisa pois isso significaria que os outros deverão trabalhar por mim”, dizia na época. Isso teria sido uma traição a mais, porém da sua parte agora. Ele pediu então aposentadoria antecipada para evitá-la, embora isso fizesse com que perdesse muito financeiramente, pois o vencimento da sua aposentadoria não estava tão longe assim. No entanto, ele não podia compreender todo o significado inconsciente do que estava acontecendo. Passou então a ajudar uma pessoa que ele conhecia a cuidar de uma criação de trutas. O início foi promissor mas a experiência da traição se renovou. A pessoa aparecia cada dia com uma “história” diferente que reduzia cada vez mais o trabalho que ele próprio realizava. Até o dia em que uma gota d’água mais forte do que as outras (destruição acidental) fez o balde transbordar. A dor no quadril esquerdo, que havia tomado a forma de uma coxartrose, aumentou e, logo após haver deixado esse patrão que havia traído a sua confiança, ele teve que se submeter a uma cirurgia.
Talvez, se eu tivesse “sabido” na época (há 25 anos), nós poderíamos ter evocado a necessidade que ele tinha de experimentar a traição ou o abandono simbólico. Aliás, ele já a havia encontrado mais jovem, quando, ao voltar do cativeiro após a guerra, constatou que o seu pai havia abandonado uma bela fazenda na qual eles viviam antes da guerra. Ora, ele o havia expressamente aconselhado a não fazê-lo. Ao constatar que o seu pai a havia vendido, apesar de tudo, para comprar uma outra em outro lugar, decidiu deixar a fazenda da família para trabalhar na indústria. Eu digo “talvez”, pois nem sempre estamos prontos para “entender” algumas coisas e ninguém pode viver ou mudar a Lenda Pessoal do outro.
Do Livro Diga-me onde dói e eu te direi por quê de Michael Odoul
by Cloreto de Magnésio | Ago 27, 2014 | Diga-me onde dói e eu te direi por quê

Os membros inferiores
Eles são constituídos por duas partes, a coxa (coxa e fêmur) e a perna (gémeos, tíbia e perónio), e por três eixos que vêm a ser as suas articulações principais. Os membros inferiores terminam numa peça mestra, o pé.
As articulações que unem e articulam o pé, a perna, a coxa e o busto são o quadril, o joelho e o tornozelo. Qual é o papel principal e fisiológico das nossas pernas? São elas que possibilitam a nossa locomoção, para frente ou para trás, de um lugar para o outro e, naturalmente, em direção aos outros. Logo, são os nossos vetores de mobilidade que nos colocam em relação com o mundo e com os outros. A simbologia “social” da perna é muito forte. É ela que faz com que as aproximações, os encontros, os contatos aconteçam. É ela que permite ir adiante. Tudo o que faz parte da perna está ligado ao movimento no espaço e, particularmente, o espaço relacional. Logo, as nossas pernas são os nossos vetores de relação. Elas são a sua representação psicológica e o seu agente físico potencial.
Os males dos membros inferiores
De maneira geral, quando sentimos alguma tensão ou dor nas pernas, isso significa que temos tensões relacionais com o mundo ou com alguma pessoa. Temos dificuldade para avançar ou recuar no espaço relacional do momento. Quanto mais precisa for a localização na perna, maior será a possibilidade de refinar o tipo de tensão que vivemos e, provavelmente, de compreendê-lo. Então veremos detalhadamente os significados particulares de cada parte da perna.
Do Livro Diga-me onde dói e eu te direi por quê de Michael Odoul
by Cloreto de Magnésio | Ago 26, 2014 | Diga-me onde dói e eu te direi por quê

A escoliose
A escoliose trata-se de um dos exemplos evidentes de um problema estrutural. Esta deformação da coluna vertebral, que pode assumir formas graves, apresenta características muito particulares. Ela atinge as crianças durante o seu crescimento e sempre interrompe a sua evolução depois da puberdade. Vamos dar mais detalhes partindo de constatações simples e evidentes, mas que devem ser lembradas. A fase de crescimento de uma criança é quando ela se desenvolve, ou seja, quando se encaminha para o mundo adulto (ao menos no que diz respeito à forma) e deixa o mundo da infância. O seu crescimento físico acontece particularmente através do crescimento da coluna vertebral, que se desenvolve entre dois eixos bem definidos: a bacia e os ombros.
O fenómeno da escoliose é o de uma coluna que cresce entre esses dois polos, ao passo que eles mantêm a mesma distância entre si e a referência “alta” permanece à mesma distância do solo. O que eles representam para a criança e o que significa esse crescimento que não se vê do lado de fora? Os ombros, que são o eixo Yang do corpo e também o da ação, fazem a representação do pai, enquanto os quadris, que são o eixo Yin do corpo e também o das relações, fazem a representação da mãe. São as duas referências espaciais inconscientes que a criança tem do seu “lugar” e daquele dos seus “pais”, reais ou simbólicos (professores. Inspetores etc.).Se o mundo dos adultos não agradar à criança, ela não sentirá vontade de mover as suas próprias referências para adotar as deles e vai recusar esse mundo pouco atraente. Logo, vai escolher inconscientemente permanecer no mundo da infância, que lhe agrada mais. Ela vai congelar as referências exteriores do seu crescimento, com o mesmo diferencial. No entanto, a coluna vertebral continua a crescer e é “obrigada” a inserir-se entre esse dois pontos fixos. Quando a crise é “grave”, dizemos então que a escoliose “explode”.
A segunda característica da escoliose é que ela sempre interrompe a sua evolução no fim da puberdade. Ora, a puberdade representa o período em que a criança estabelece padrões para os seus afetos em relação ao mundo exterior, em que ela verifica a sua capacidade para encontrar o seu lugar, para se fazer amada e para se fazer reconhecida no exterior. Quando tiver encontrado o seu lugar, ela não precisará mais congelar as suas referências e poderá deixar que elas se movam novamente.
Os meus pensamentos se voltam agora para um caso em particular: o da Carine. Esta jovem de 14 anos tinha um problema de escoliose “explosiva” para o qual os especialistas haviam aconselhado que fosse usado urgentemente, 24 horas por dias, um colete rígido que cobriria o torso da criança, e isso por um período mínimo de vários meses. Seu pai, que se consultando comigo para problemas de ciática, falou-me da Carine. Depois de tê-lo aconselhado a procurar várias opiniões médicas antes de fazer o que quer que seja, eu expliquei-lhe o que havia “por trás” da escoliose da sua filha e me propus a ajudá-la a compreender o que estava a acontecer e a mostrar como ela poderia mudar esse ” mau programa ” que não a estava a fazer feliz. Paralelamente a esse trabalho que fazíamos juntos, eu a aconselhei a que se consultasse com uma amiga que pratica uma técnica que se chama orto-bionomia, e também com um médico homeopata.
No mês seguinte, Carine conseguiu, de repente, deter a escoliose (que chegou a diminuir um ou dois graus) e se pôs a crescer novamente (3 a 4 centímetros), o que não acontecia à mais de um ano.
O que estava a acontecer na vida da Carine? Durante o ano que antecedeu a sua visita, Carine tinha perdido todas as suas referências por causa das escolhas e das decisões feitas por adultos. A mudança de endereço e de escola, e a atividade profissional exigente de um pai que lhe parecia muito ausente fizeram-na perder a confiança no mundo dos adultos. No entanto, Carine tinha um “sol” no seu coração, a presença e a cumplicidade profunda de uma amiga da escola que lhe era muito querida. Ela foi novamente “traída” pelos adultos, pois os pais dessa amiga decidiram mudar-se. A mãe da jovem não permitiu que elas continuassem em contacto uma com a outra ou que mantivessem correspondência. A partir desse dia, Carine parou de crescer e decidiu manter as suas referências da infância. Eu soube que ela havia ganho o desafio quando, depois da nossa terceira sessão, ela me contou que tinha tido um pesadelo no qual um “assassino havia matado uma criança”…
Além da estrutura, vejamos agora como o nosso corpo é construído, vestido e articulado. Nós temos, partindo da parte de baixo, os membros inferiores, o tronco, os membros superiores e a cabeça. Cada uma dessas partes tem um papel bem preciso e este papel está relacionado diretamente à sua função. Vamos precisar as relações existentes para cada parte, retomando as funções exatas de cada uma delas, sejam membros ou órgãos.
Do Livro Diga-me onde dói e eu te direi por quê de Michael Odoul
by Cloreto de Magnésio | Ago 25, 2014 | Diga-me onde dói e eu te direi por quê

O esqueleto e a coluna vertebral
A coluna é composta por vértebras, sendo que cada uma tem um papel bem preciso. São 5 (3+2) vértebras sacras, 5 vértebras lombares, 12 dorsais e 7 cervicais. Já podemos começar a constatar a lógica da construção do corpo humano. O número 5 é aquele que carrega a simbologia do homem, da horizontalidade, da matéria, da base das coisas (5 Princípios, 5 sentidos, 5 dedos etc.). O número 7 é o que carrega a simbologia da espiritualidade, do divino, do que é elaborado (7 chacras, 7 planetas, 7 cores do arco-íris, 7 notas, 7 braços do “candelabro” judaico etc.). Ora, são 5 as vértebras sacras e 5 as lombares que constituem as duas bases da nossa coluna (uma fixa, a “fonte”, e a outra móvel, a “base”). As nossas cervicais constituem o nosso pescoço. Elas carregam o que há de mais elaborado em nós, ou seja, nossa cabeça junto com o nosso cérebro. Elas são 7. Enfim, as dorsais, que sustentam o nosso busto, são 12, ou seja, a soma dos dois (5 + 7 = 12, como os 12 signos do zodíaco, as 12 horas do dia, os 12 sais homeopáticos, os 12 apóstolos etc.). A meu ver, é muito difícil acreditar que isso tenha a ver com o acaso.
Cada vértebra tem um papel especial e serve de “patamar de distribuição” dos dados vibratórios que vêm do cérebro. Os dois planos de cada indivíduo, consciente e não-consciente, comunicam-se com o corpo através do apoio mecânico e químico desse computador central que vem a ser o nosso cérebro. Então, ele transmite as suas “instruções” à menor de todas as células, particularmente pelo intermédio de todo o sistema nervoso cérebroespinal e do sistema autónomo ou neurovegetativo (sistema simpático + sistema parassimpático). Em função do tipo e da intensidade da tensão, um processo de eliminação do excesso de energia vai se produzir no nível da vértebra “patamar”.
“Deslocamento vertebral”, contratura muscular em torno da mesma vértebra etc., vão provocar uma sensação de dor mais forte ou não num primeiro momento. Se o desequilíbrio persistir ou se nós o fizermos calar, o fenómeno muitas vezes se agrava e se transforma em artrose, em hérnia discal ou em disfunção orgânica.
É interessante constatar que, na maioria das vezes, o fenómeno acontece, ou melhor, ele se revela de manhã, ao despertar, ou seja, logo após a noite. Ora, a noite é o período que favorece a atividade e a expressão do nosso inconsciente. O Mestre Interior precisa do “silêncio” da noite para se exprimir, pois a barulheira e a agitação do dia não permitem que ele o faça.
Devido ao barulho da Carruagem que segue adiante e do Passageiro sentado no seu interior, ele e o Cocheiro só podem conversar durante as paragens e as pausas escolhidas ou provocadas por um “incidente” de percurso. Somente nos casos mais “urgentes” ou mais “fortes” é que precisamos apelar para um ato falhado, através do qual vamos fazer exatamente o gesto necessário para bloquear as costas.
A explicação detalhada dos principais “deslocamentos vertebrais” é relativamente fácil de ser deduzida usando o quadro que se encontra mais adiante. Ele faz com que já possamos ver um pouco dos laços que existem entre as vértebras e os órgãos.
Os males do esqueleto e da coluna vertebral
O esqueleto e os ossos representam a nossa estrutura, a nossa arquitetura interior. Cada vez que sofremos algum problema nos ossos, isso significa que o sofrimento está nas nossas estruturas interiores, nas nossas crenças quanto à vida.
A maior parte dessas estruturas é não-consciente. São os nossos arquétipos mais profundos, sobre os quais nos apoiamos inconsciente e permanentemente no nosso cotidiano, na nossa relação com a vida. As grandes crenças dos povos (histórias, culturas, costumes, religiões) fazem parte desses arquétipos, como também as questões mais pessoais como o racismo, a ética, o sentido da honra, da justiça, as perversões ou os medos viscerais. Os ossos são o que há de mais profundo no nosso corpo. É em torno deles que tudo é construído, é sobre eles que tudo repousa, se apoia. São também o que há de mais duro, rígido e sólido dentro de nós. É neles que está abrigada a (concretizada?) medula óssea, essa “pedra Filosofal interior” onde acontece a mais secreta alquimia humana. Logo, eles representam o que existe de mais profundo dentro de nós, na nossa psicologia não-consciente; eles são a arquitetura desta última. “Os ossos são aqueles sobre os quais e ao seu redor é construída e repousa a nossa relação com a vida.”
Quando nos encontramos profundamente perturbados, atingidos, transtornados no que diz respeito às nossas crenças profundas, de base, em relação à vida, àquilo que nós acreditamos que ela é ou deve ser, a nossa estrutura óssea o expressará através de um sofrimento ou de um dissabor. É por essa razão que, por exemplo, o fenómeno da osteoporose se desenvolve particularmente em algumas mulheres, porém não em todas, depois da menopausa. Ela se desenvolve na proporção que a mulher vive a menopausa como uma perda da identidade feminina, pois a imagem padrão profunda da mulher ainda se resume em ser aquela capaz de procriar. Aliás, esse foi mesmo o seu único “papel” social durante muito tempo. As mulheres estéreis ou que estavam na menopausa eram, na verdade, vistas pela sociedade ou pela família como inúteis, incompetentes, a ponto de, na maioria das vezes, serem repudiadas pelo marido.
São raros os prejuízos causados à estrutura óssea e eles têm, de preferência, uma tendência a se localizar em lugares precisos do corpo (perna, braço, cabeça, punho etc.). Cada vez que isso ocorrer, a significação da mensagem estará diretamente relacionada a este lugar, embora sabendo que o problema ali expressado é profundo, estrutural, ligado a uma crença fundamental que, certa ou errada, está sendo perturbada pela vivência da pessoa.
| Vértebras cervicais |
Patamar de distribuição pelo(a) |
Sintomas comuns |
| 1ª Cervical |
Cabeça, face, sistema simpático |
Dor de cabeça, insónias, estado depressivo, vertigens |
| 2ª Cervical |
Olhos, ouvidos, seios paranasais, língua |
Problemas oculares ou auditivos, alergias |
| 3ª Cervical |
Face, orelhas, dentes |
Acne na face, vermelhidão, eczemas, dor de dentes |
| 4ª Cervical |
Nariz, lábios, boca |
Alergias (febre do feno, herpes bucal, etc.) |
| 5ª Cervical |
Pescoço e garganta |
Afeções e dores de garganta |
| 6ª Cervical |
Músculos do pescoço, ombros, braços |
Torcicolo, dores nos ombros |
| 7ª Cervical |
Ombros, cotovelos, dedo mínimo e anelar |
Dores, formigueiro e dormência nessas áreas |
| Vértebras dorsais |
Patamar de distribuição pelo(a) |
Sintomas comuns |
| 1ª Dorsal |
Antebraço, mãos, punhos, polegar, dedo indicador, dedo médio, postura |
Dores, formigueiro e dormência nessas áreas |
| 2ª Dorsal |
Sistema cardíaco, plexo cardíaco |
Sintomas ou dores cardíacas |
| 3ª Dorsal |
Sistema pulmonar, seios |
Afeções pulmonares, dores nos seios |
| 4ª Dorsal |
Vesícula Biliar |
Problemas com a vesícula, algumas enxaquecas e afeções cutâneas |
| 5ª Dorsal |
Sistema hepático, plexo solar |
Problemas com o fígado e com a imunidade, fragilidade afetiva |
| 6ª Dorsal |
Sistema digestivo, estômago, plexo solar |
Problemas com a digestão, acidez gástrica, aerofagia |
| 7ª Dorsal |
Baço e Pâncreas |
Diabetes |
| 8ª Dorsal |
Diafragma |
Soluço, dores no plexo solar |
| 9ª Dorsal |
Glândulas suprarrenais |
Agressividade, reatividade, reações alérgicas |
| 10ª Dorsal |
Rins |
Insuficiência renal, intoxicação, fadiga |
| 11ª Dorsal |
Rins |
Insuficiência renal, intoxicação, fadiga |
| 12ª Dorsal |
Intestino Delgado, sistema linfático |
Má absorção, dores articulares, gases |
| Vértebras lombares |
Patamar de distribuição pelo(a) |
Sintomas comuns |
| 1ª Lombar |
Intestino grosso |
Constipação, colites, diarreias |
| 2ª Lombar |
Abdômen, coxas |
Cãibras, dores abdominais |
| 3ª Lombar |
Órgãos sexuais, joelhos |
Menstruações dolorosas, impotência, cistites, dores nos joelhos |
| 4ª Lombar |
Nervo ciático, músculos lombares |
Ciática, lombalgia, problemas de micção |
| 5ª Lombar |
Nervo ciático, pernas |
Cãibras, pernas pesadas e doridas, ciática |
| Osso sacro e cóccix |
Bacia, glúteos, coluna vertebral |
Problemas no eixo vertebral e no sacroilíaco, hemorroidas |
Do Livro Diga-me onde dói e eu te direi por quê de Michael Odoul