by Cloreto de Magnésio | Mai 11, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO, Sistema Respiratório

BRÔNQUIOS
RELAÇÃO ENTRE O INTERNO E O MEIO EXTERNO
INTERAÇÃO HARMONIOSA COM O AMBIENTE
Os dois brônquios primários derivam da bifurcação da traquéia e se ramificam em brônquios cada vez menos calibrosos, até chegarem aos bronquíolos e alvéolos, conduzindo assim o ar do meio externo para o interno. Os brônquios são dutos por onde é absorvida a vida, que é representada pelo ar inspirado.
Também por eles passam os conteúdos provenientes do interior do organismo, sendo, portanto, uma via de expressão da natureza íntima do ser no ambiente. No âmbito metafísico, os brônquios correspondem às relações interpessoais e à interação harmoniosa entre o mundo interno e o meio externo. De maneira informal, os brônquios são chamados de árvore brônquica. Essa relação exemplifica bem sua função.
Comparando-os a uma árvore cujas extremidades das folhas estariam relacionadas com a região nasal e suas raízes com os bronquíolos, pode-se dizer que é no tronco de uma árvore que passam tanto os elementos extraídos pelas raízes quanto aqueles absorvidos pelas folhas. Uma árvore se torna forte quando há uma boa absorção dos raios luminosos e do dióxido de carbono, que é realizada pelas folhas.

No organismo, esse processo estaria relacionado com o ar inspirado. Os elementos vitais absorvidos pelas raízes da árvore são distribuídos até as folhas, passando pelo tronco. Analogamente, as sensações produzidas no interior do indivíduo são externalizadas para o ambiente, passando pelos brônquios.
Os brônquios representam o sincronismo entre as emoções e os pensamentos, que modelam a expressão dos desejos e vontades. A maneira como você aprendeu a lidar com as situações do ambiente e seu comportamento influencia as funções brônquicas.
Quem tem habilidade de conviver harmoniosamente, acatando os fatores externos e se integrando ao ambiente, é bem-sucedido nas relações interpessoais. Sabe o momento certo de intervir e como o fazer, e consequentemente mantém as funções brônquicas saudáveis.
Aqueles que não conseguem manter o equilíbrio, por não serem receptíveis nem expressivos, poderão apresentar comprometimentos nos brônquios.
A relação problemática não significa apenas ser reprimido. Inclui também os comportamentos exagerados, com o propósito de chamar a atenção dos outros.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro
by Cloreto de Magnésio | Mai 7, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO

LARINGE
IRRITAÇÃO POR NÃO CONSEGUIR MANTER SUA FORÇA DE EXPRESSÃO
FRUSTRAÇÃO POR NÃO FALAR O QUE PENSA
A laringite é um dos problemas mais comuns que ocorrem na laringe. Temos a laringite aguda e crônica. A aguda está associada a infecções das vias aéreas superiores (resfriado comum), por ação de substâncias irritantes (cigarro e gases inalantes) ou, ainda, por uso excessivo da voz ou após forte traumatismo. A crônica pode ser causada por episódios repetidos de laringite aguda, infecções crônicas das vias respiratórias (sinusites, amigdalites e bronquites), alergias e principalmente por uso abusivo e inadequado da voz e do cigarro.
Quando a laringite for secundária a alguma infecção crônica das vias aéreas superiores ou inferiores, isso representa que a causa orgânica da problemática interior é a mesma da doença originária (sinusite, bronquite, etc.).
A condição metafísica que envolve a doença vem acompanhada da dificuldade de expressar verbalmente aquilo que sente. A pessoa fica enfurecida, mas não consegue falar sobre o problema e expor seus pontos de vista. Essa irritabilidade pode tanto provocar infecções nos brônquios ou nas fossas nasais quanto afetar a laringe, causando a laringite.
O uso exagerado da voz, que provoca a laringite, demonstra o desejo de liderança, sem bases interiores. Isso fez com que você forçasse as cordas vocais, falando demais e até gritando muito. Tomemos como exemplo uma professora que é segura de si e se respeita. Ela não precisa gritar na sala de aula para impor respeito aos alunos. É claro que, se ela falar durante muito tempo, irá ficar com as cordas vocais cansadas. No entanto, isso não provoca nenhum dano.
Por outro lado, se não tiver essa autoridade natural, digna de quem domina o assunto com firmeza e determinação, forçará tanto a voz que poderá contrair uma laringite.
Outro exemplo é o do torcedor, que grita muito durante o jogo, ou alguém que vai assistir a um show musical e canta muito alto. Eles praticamente perdem a voz por vários dias. Os exageros ocorrem por causa das frustrações e irritabilidade bloqueadas, que naquele momento são extravasadas.
A irritabilidade do cotidiano recalcado, sendo expressa pela voz, provoca a inflamação na laringe, consequentemente a perda da voz. Os principais sintomas da laringite, como a rouquidão, o pigarro e a coceira na garganta, apontam mais alguns aspectos metafísicos de nossa condição interna, quando afetada por essa doença.
A rouquidão demonstra a dificuldade da pessoa em defender suas idéias e objetivos, seguida do sentimento de inferioridade. Não fala o que precisa a quem interessa.
Além do sintoma da laringite, existem pessoas que são frequentemente roucas. Vejamos alguns aspectos metafísicos que causam essa disfunção da fala. Elas costumam falar muito. Isso acontece porque consideram o outro numa posição de igualdade à sua. Entretanto, quando estão diante de alguém que julgam superior, se calam. As pessoas roucas apresentam uma qualidade admirável: são eficientes no trabalho. Elas se esforçam ao máximo para mostrar por meio do serviço aquilo que não conseguem expor verbalmente.
O pigarro é uma sensação de incômodo nas cordas vocais. É mais um hábito do que um problema físico. Ele expressa a dificuldade da pessoa em dizer tudo que pensa, optando pela omissão porque acredita que não adianta falar. Provavelmente já deve ter tentado, mas não teve sucesso e até foi contestada. Julga ser em vão seu parecer. Por isso, mesmo descontente com o que se passa ao redor, se cala.
A coceira na garganta representa uma insatisfação por não ter falado tudo que pensava ou esperava. Como podemos perceber, pouca diferença existe entre pigarro e coceira na garganta. O padrão interno do pigarro refere-se às situações que se repetem com frequência. A pessoa vive incomodada com o que anda lhe acontecendo, e quase nada fala a respeito. Já a coceira na garganta surge com as situações corriqueiras, ou melhor, aspectos circunstanciais e momentâneos. Mesmo falando alguma coisa a respeito, não é o suficiente, restando-lhe a insatisfação de não ter dito tudo que sente.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro
by Cloreto de Magnésio | Mai 4, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO, Sistema Respiratório

CALOS NAS CORDAS VOCAIS
REVOLTA E ASPEREZA NA FORMA DE FALAR
O enrijecimento das cordas vocais reflete a postura interior de forçar a voz para impor autoridade, exercer o poder e dominar o assunto ou aqueles que estão ao seu redor.
A insegurança ou falta de argumentação leva a pessoa a tentar ser persuasiva na comunicação forçando exageradamente a voz.
Essa condição também provoca a rigidez na maneira de falar, pronunciando palavras agressivas e reprimindo a ternura na expressão verbal.
Quer fazer-se de “durão” para impressionar os outros e não demonstrar suas fraquezas. A falta de firmeza interior ou de competência faz com que a pessoa tente impor respeito por meio da voz.
Vale lembrar que o respeito é adquirido pela postura e não aos berros. Por isso, procure preservar uma boa condição emocional em lugar de forçar a expressão verbal para obter o poder e controle da situação.
A revolta e a indignação, quando expressas pela via oral, em forma de grosserias e estupidez, são um fator metafísico desencadeador da calosidade nessa região do corpo.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro
by Cloreto de Magnésio | Abr 29, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO

GAGUEIRA
INCAPACIDADE DE FALAR POR SI
TOLHER-SE NA EXPRESSÃO
A gagueira é de fundo puramente psicológico, geralmente causada por traumas emocionais. A pessoa que gagueja não se solta nem é espontânea numa conversa, reprime seu fluxo de expressão. Não se sente em condições de falar e, quando o faz, é com muita dificuldade.
Uma das causas da gagueira é a omissão dos sentimentos, que provoca a inibição e o constrangimento perante os outros. É muito difícil para quem gagueja falar de si, daquilo que sente e tem vontade. Não expõe abertamente suas reais necessidades. Além de sua dificuldade em verbalizar, é também muito subjetivo, não vai direto ao assunto, faz rodeio para falar algo que lhe diz respeito.
A subjetividade origina-se no fato de o gago acreditar que os outros não irão compreender aquilo que deseja transmitir. Para ele, dizer uma só vez não é suficiente, precisa explicar bem para reforçar suas idéias. Essa atitude demonstra insegurança, que é característica de quem não confia plenamente em si e na capacidade de transmitir seu ponto de vista.
No tocante ao tema abordado, a pessoa que gagueja pode até estar bem informada, mas vai gaguejar por falta de confiança em si mesma. Quando uma pessoa não sabe muito bem sobre o tema a ser explanado, vai dar umas “arranhadas” na pronúncia. Já o gago tem dificuldade de se expressar sobre qualquer assunto, não por desconhecimento de causa, mas por não acreditar em sua força de expressão.
O mesmo não acontece quando o gago se põe a cantar. Nesse caso flui livremente pela música sem engasgar. Isso ocorre porque ao cantar ele não está transmitindo suas próprias idéias, mas sim uma composição musical que geralmente não é sua.
Ele possui baixa estima e depende do aval daqueles que o cercam. Dá mais importância ao que os outros vão pensar a seu respeito do que a seus sentimentos. Quando realiza algo, por melhor que faça, não se valoriza.
O gago alimenta um constante medo de não conseguir se expressar. Esse medo se torna um fantasma que o assombra durante toda a sua exposição. O medo não permite que a pessoa exponha seus impulsos naturais. Ele é uma das maiores agravantes da gagueira, causando tensão e ansiedade na hora de comunicar-se.
A tensão e o medo são companheiros inseparáveis. Conscientes de suas dificuldades na verbalização, ao serem requisitados para falar, sentem-se angustiados. A angústia é percebida pela sensação de aperto no peito que prende a garganta, sufocando a motivação pessoal. Sabe-se que a angústia é um medo social, através do qual a pessoa teme pela desaprovação dos outros. Esse é o maior receio do gago.
Quem gagueja tem muita dificuldade em assumir um posicionamento e responsabilidade nos negócios e no relacionamento afetivo. Vive em dúvida e confuso, não tem clareza e objetividade para decidir. Faz o possível para protelar as resoluções mais importantes de sua vida. Está sempre se boicotando naquilo que gosta de fazer. Não consegue recusar um pedido dos outros. Quando está envolvido em seus afazeres e é solicitado por alguém, fica contrariado, mas, mesmo assim, abandona suas atividades porque não sabe dizer “não”.
Nesse caso, sua dedicação é superficial, não se entrega de alma nas atividades alheias, faz por obrigação, porque não sabe negar. Em alguns momentos é solícito, em outros demonstra má vontade. No entanto, sua displicência para com as próprias coisas é constante. Sua atenção é voltada mais para fora do que para dentro de si. A pessoa que gagueja reprime sua agressividade, é inibida e não consegue se impor com firmeza.
O gago exige muito de si, não fala livremente o que lhe “vem à cabeça”, pensa muito antes de se pronunciar. Quer mostrar-se correto e não admite cometer nenhuma falha. Isso é vaidade e orgulho. Nesse caso a gagueira se torna um mecanismo que favorece romper com esses sentimentos.
Para superar os problemas de gagueira é preciso sentir-se capaz de se manifestar para as pessoas, independentemente de como vai falar, quer gaguejando ou não. Agindo assim, a gagueira deixa de ser um obstáculo em sua comunicação, reduzindo-se à medida que vai se soltando e acreditando mais em si mesmo.
Quando completamos as palavras que o gago não consegue finalizar, não o estamos ajudando em seu processo. Ao contrário, isso só atrapalha. Faz sentir-se ainda mais inseguro e incapacitado. Não adianta falar por ele, é preciso deixá-lo superar suas próprias dificuldades.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro
by Cloreto de Magnésio | Abr 27, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO
DISFUNÇÕES DA FALA
CONTENÇÃO DOS IMPULSOS
Os problemas nas cordas vocais afetam as pessoas reprimidas, que castram o seu direito de expressão. Não se sentem em condições de defender-se e de expor o seu ponto de vista. Mostram-se tímidas, mas na verdade são oprimidas. Por trás da aparente timidez existe uma grande dose de orgulho.
A pessoa não se integra na situação, esconde-se atrás do silêncio. Evita se expor para não correr o risco de ser ridicularizada. Dentre as dificuldades da fala, destacam-se a gagueira, os calos nas cordas vocais, a perda temporária da voz e a rouquidão.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro
by Cloreto de Magnésio | Abr 22, 2015 | Livro METAFÍSICA DA SAÚDE - VALCAPELLI & GASPARETTO, Sistema Respiratório

VOZ
VIA DE EXPRESSÃO DO SER
A laringe é considerada o órgão da voz, pois, na mucosa que reveste a cartilagem da laringe, encontram-se as aberturas conhecidas como cordas vocais. A voz é produzida pela vibração causada nas cordas vocais durante a passagem do ar entre elas. Embora a língua, os lábios, os dentes e o palato contribuam bastante para modificar os sons, não são eles os responsáveis pela produção da voz. Isso se dá no interior da laringe, na caixa da voz.
A laringe correlaciona-se metafisicamente com a auto-expressão. Por ser também responsável pela verbalização, associa-se à nossa expressão na vida. Falar acerca do que sentimos ou pensamos favorece o bom funcionamento da laringe.
A palavra tem o poder de transformação, possibilita uma série de mudanças na vida da própria pessoa e daqueles que estão à sua volta. Por outro lado, a palavra pode tornar-se um meio de destruição, tanto de quem fala quanto de quem ouve. Às vezes, uma palavra é suficiente para enaltecer ou arrasar a pessoa. A voz é o veículo de manifestação do ser, a porta de expressão dos sentimentos e a assinatura dos pensamentos.
A palavra é o compromisso que assumimos perante os outros. Embora o pensamento tenha uma considerável força, a palavra tem o poder realizador. Se for bem empregada, produz excelentes resultados na vida. É com ela que os homens se relacionam, fazem a história e mudam os hábitos.
Durante uma conversa, a pessoa se revela para os outros e tem a chance de descobrir mais sobre si mesma. Se prestássemos mais atenção no que falamos, descobriríamos sentimentos que permanecem obscuros à consciência. São coisas que não admitimos pensar a respeito, como nossa vaidade, orgulho, etc.; poderíamos até obter respostas que estamos procurando nas outras pessoas.
Pode-se dizer que aquilo que tanto falamos aos outros é o que precisamos ouvir. Ao dar uma orientação a alguém, geralmente estamos apontando soluções para nossos próprios problemas. Assim, portanto, a voz é um agente que possibilita o autoconhecimento.
As características da voz apontam alguns aspectos metafísicos dignos de serem observados e reformulados a fim de se conquistarem a harmonia interior e o bem-estar. Quem fala muito não se ouve. A necessidade de se ouvir faz com que a pessoa fale exageradamente. O assunto mais abordado é exatamente o que ela mais precisa ouvir. Aquele que se cala sufoca sua voz interior.
Resiste em admitir seus próprios sentimentos. A tonalidade da voz reflete nossa condição emocional. O tom varia de acordo com o estado de humor: Quando estamos motivados, a voz segue um compasso rítmico e harmonioso. Quando estamos desanimados, a voz é “melosa”. Quando estamos bem-humorados e serenos, falamos pausadamente, numa altura suficiente para que os outros ouçam. Quando estamos agitados e ansiosos, falamos rápido demais, atropelamos os outros na conversa e até mesmo as palavras que pronunciamos. Esse estado provoca também o aumento do volume da voz.
Falar alto demais demonstra agitação interior e anseio por ser ouvido pelos outros. Pessoas que têm esse comportamento não se ouvem nem prestam atenção em si mesmas, muito menos naqueles que estão ao seu redor. Se fossem mais atentas, perceberiam que a altura de sua voz estava quebrando a harmonia do ambiente.
Quem fala muito alto não se sente integrado ao meio. O aumento do volume da voz se torna um mecanismo usado para se destacar e impor sua presença. Já aqueles que falam muito baixo, como se falassem para dentro, são oprimidos. Sufocam seus sentimentos e não se expressam livremente.
Outro aspecto interessante da voz é o timbre. Existe timbre de voz agudo e grave. Em ambos pode-se observar importantes características da personalidade, apontados abaixo: Voz aguda é um reflexo de imaturidade, comum na pré-adolescência, podendo estender-se para a fase adulta caso a pessoa não desenvolva a maturidade. Persiste em continuar se expressando como criança, demonstrando assim traços de personalidade infantil.
Voz grave reflete o amadurecimento da personalidade. É uma voz bem colocada, com força de expressão, normalmente pronunciada numa altura suficiente para ser ouvida. É característica das pessoas mais centradas em si, que não demonstram dificuldades em se colocar perante os outros. A voz exageradamente grave demonstra um mecanismo de compensação. Falar grosso é querer exercer um poder “glutal”, melhor dizendo, se impor verbalmente. É um mecanismo de compensação dos fatores de desigualdade, como a baixa estatura, sentimento de inferioridade, etc.
Mulheres com voz grossa sempre usaram esse recurso para impor sua autoridade, a exemplo de uma menina criada com vários irmãos que desde pequena precisou falar grosso para ser respeitada. Existe um hormônio produzido pela glândula supra-renal que regula o timbre da voz. Ele também é responsável pela formação de pêlos no corpo. Assim, portanto, geralmente a mulher que tem o timbre de voz grosso apresenta maior quantidade de pêlos no corpo. Em suma, a liberdade de expressão é primordial para o bom funcionamento das cordas vocais.
As dificuldades de se expor geram acúmulo energético na região da garganta, produzindo uma sensação desagradável, popularmente conhecida como “nó na garganta”. Caso esses bloqueios não sejam solucionados, provocam complicações na laringe.
Uma pessoa vaidosa reprime seus sentimentos, e a primeira parte do corpo a ser afetada pelas emoções contidas são as cordas vocais.
Do Livro METAFÍSICA DA SAÚDE , VOL. 1 Sistemas Respiratório e Digestivo, VALCAPELLI & GASPARETTO
Postado por Elisabete Milheiro